6 dicas para diminuir o culote e acabar com essa gordurinha

Diminuir o culote não é fácil, não é mesmo? O culote é aquela porção de gordura que insiste em ficar localizada na lateral do quadril, na parte superior das coxas e abaixo dos glúteos. Ele acaba causando incômodo por aumentar o volume corporal, dificultando na hora de encontrar roupas e até mesmo na autoestima feminina. 

O surgimento dessa porção de gordura pode estar relacionada à fatores hormonais, genéticos, nutricionais ou metabólicos. Infelizmente, reduzir o culote e acabar de vez com essa gordurinha localizada não é fácil.

Se o seu culote está incomodando e você está em busca de soluções para se sentir bem com o seu corpo, esse artigo é para você!

Vamos sugerir 6 alternativas para reduzir o culote que vão desde de mudanças de hábitos até tratamentos estéticos e plásticos. Ficou interessada? Leia esse artigo até o final e saiba quais são!

1. Exercícios localizados

Que os exercícios com cargas, também chamados de musculação, são benéficos para saúde e para o corpo não há dúvidas. Graças a essa atividade, ocorre um aumento na quantidade de músculos, redução da gordura corporal e melhora no condicionamento físico geral. O mais importante é que a musculação também leva a um aumento do metabolismo, exigindo que o corpo queime mais calorias.

A boa notícia é que a musculação também pode ser uma aliada na hora de diminuir o culote. No entanto, para que você tenha o resultado que tanto quer, é preciso apostar nos exercícios localizados, ou seja, aqueles que trabalham exatamente a região do culote.

Os exercícios localizados vão estimular a produção de células musculares na região e a queima de gordura, reduzindo o volume da circunferência do quadril e garantindo mais firmeza na área.

Alguns exemplos de exercícios localizados são:

  • agachamento;
  • afundo;
  • cadeira abdutora;
  • e o glúteo em quatro apoios.

Antes de praticar qualquer atividade física, lembre-se de procurar um professor de educação física para lhe orientar e garantir que você não se machuque, ok?

2. Alimentação equilibrada

Outra medida que deve ser associado à prática de atividade física é a alimentação equilibrada. Uma dieta irregular e repleta de produtos gordurosos ou com muito carboidrato pode contribuir para o surgimento do culote.

Para diminuir a gordura localizada no quadril, é preciso apostar em uma dieta equilibrada e saudável, elaborado por nutricionista de acordo com o seu metabolismo e as exigências do seu corpo.

De uma forma geral, quem deseja diminuir o culote deve evitar alimentos ricos em açúcares e conservantes, muito gordurosos ou mesmo o consumo excessivo de carboidratos refinados, como pães de farinha branca, biscoito e bolos.

O ideal é equilibrar a quantidade de proteína magra (com pouca gordura aparente, como peito de frango, patinho, peixes e ovos),  com os carboidratos integrais e gorduras de boa qualidade (castanhas, azeite, abacate etc). Não se esqueça das frutas e verduras, já que elas garantem a quantidade de vitamina que o corpo necessita.

3. Atividades aeróbicas

Além dos exercícios localizados, uma boa forma de diminuir o culote é fazer atividades aeróbicas. Ela utiliza a gordura do corpo como fonte de energia e acelera o metabolismo, aumentando a queima calórica.

Alguns exercícios podem ser incluídos na sua rotina como corridas, bicicleta (tanto na rua quanto indoor) e também atividades de alta intensidade intervalada  (também chamadas de HIIT), que promovem uma grande queima calórica ao mesmo tempo que estimulam o ganho muscular na região.

Lembre-se de consultar um médico e fazer uma avaliação física para atestar se você está em condições de praticar exercícios aeróbicos.

4. Massagem redutora para diminuir o culote

A massagem redutora, feita a partir da drenagem linfática, é uma ótima opção para reduzir a gordura localizada no quadril.

Essa técnica ajuda o corpo a eliminar as toxinas e líquidos que ficam acumulados entre os tecidos. Para isso, a profissional realiza movimentos suaves com as mãos sobre a pele, forçando a quebra da gordura.

Por essa razão, a drenagem linfática também pode ser utilizada para reduzir o volume o culote. Para ter resultados mais satisfatórios, o ideal é fazer um tratamento contínuo e associar a outros procedimentos e à atividade física.

5. Radiofrequência

O tratamento com radiofrequência consiste na aplicação de uma técnica em que é gerado um calor intenso que, em contato com a pele, atua no adipócito (célula de gordura), queimando a gordura localizada.

A radiofrequência se tornou um dos mais populares tratamentos estéticos para diminuir o culote. Para ter melhores resultados, são necessárias entre 4 a 12 sessões, dependendo do corpo da paciente. Isso porque os resultados da queima vai aparecendo lentamente.

6. Lipoaspiração

Em alguns casos, mesmo quando a paciente pratica uma atividade física regular, cuida da alimentação e faz alguns procedimentos estéticos, a gordurinha do culote teima em não sair. Quando isso acontece e a pessoa se sente incomodada, o mais recomendado é passar por uma cirurgia de lipoaspiração.

A lipoaspiração consiste em uma cirurgia plástica em que a gordura localizada é aspirada por pequenas incisões com o auxílio de cânulas de metal.

Esse tipo de procedimento deve ser feito em pessoas que estão próximas do peso ideal, mas que estão insatisfeitas com o seu contorno corporal.

A lipoaspiração também só deve ser realizada por um cirurgião plástico credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Para se submeter ao procedimento, o paciente deve passar por uma avaliação de saúde.

Depois de optar pelo tratamento, são tomados alguns cuidados pré operatórios. Na data da cirurgia, o paciente é internado. O pós-operatório exige repouso, um acompanhamento médico de perto, o uso de medicamentos recomendados pelo cirurgião e algumas sessões de drenagem linfática. Logo, a paciente vai observar o resultado final e ficar satisfeita.

A Clínica Integrada de Cirurgia Plástica de São Paulo oferece toda estrutura necessária para a realização da cirurgia de lipoaspiração, além de contar com uma equipe completa altamente qualificada para dar o suporte e os cuidados que você precisa.

E aí, o que você achou dessas dicas para diminuir o culote? Lembre-se que antes de tomar qualquer decisão é importante procurar por profissionais credenciados e fazer uma avaliação completa de saúde que indicará qual o melhor caminho para conquistar o corpo dos sonhos.

Se você ainda tem dúvidas ou quer saber mais sobre a lipoaspiração, entre em contato conosco!

Cirurgia das pálpebras: quais as principais indicações da blefaroplastia?

 

A nossa pele produz, de forma natural, substâncias que garantem a elasticidade e a firmeza, como o colágeno e a elastina. No entanto, com o avanço da idade, essas substâncias tendem a diminuir, o que causa as temidas rugas e flacidez em alguns pontos do rosto.

Uma das regiões que mais sofrem com isso são os olhos que, com o envelhecimento da pele, ficam com o aspecto caído. Para corrigir esse problema, muitas pessoas recorrem a procedimentos estéticos e cirurgias plásticas. Neste caso, o mais indicado é realizar uma cirurgia das pálpebras, também chamada de blefaroplastia.

Quer saber mais sobre esse procedimento e se ele é o mais indicado para você? Então, continue a leitura deste artigo e descubra o que é e como é feita a cirurgia das pálpebras. Vamos lá?

O que é blefaroplastia?

A blefaroplastia, ou cirurgia das pálpebras, é uma intervenção cirúrgica que é feita a partir da remoção de áreas na região dos olhos, cuja pele se encontra flácida ou enrugada, deixando a aparência mais agradável esteticamente e bonita.

A blefaroplastia remove tanto a pele em excesso, na parte superior dos olhos, que pode, inclusive, prejudicar a visão, como também as bolsas de gordura que se acumulam na parte inferior da pálpebra, que contribuem para um aspecto de cansaço e envelhecido, bem como a piora das olheiras.

Por ser de baixa complexidade e garantir uma aparência mais jovem e harmoniosa, essa cirurgia é bastante procurada por pessoas a partir dos 30 anos de idade para renovar o visual, transformando o seu olhar.

Para tanto, a cirurgia das pálpebras exige uma anestesia local, aquela cuja duração é menor e abrange apenas uma região delimitada. Esse procedimento é relativamente simples e não demanda longas internações, uma vez que pode ser feito de manhã, e a liberação ocorrer na parte da tarde, após terminar o efeito do sedativo.

Com a duração de, em média, 40 a 90 minutos, o procedimento nas pálpebras inicia-se com a demarcação da área que passará pela intervenção e, em seguida, a remoção da pele em excesso. Depois disso, o profissional realiza uma cauterização local e realiza os pontos no exterior.

Quando há perda muscular, o médico cirurgião precisa fazer uma correção na musculatura orbicular, localizada na região dos olhos. Caso queira um resultado e um rejuvenescimento mais completos da face, é possível combinar a blefaroplastia com outras cirurgias, como a rinoplastia (correção no nariz) e o lifting facial, para eliminar rugas e linhas de expressão.

Quando é indicada a cirurgia das pálpebras?

A principal finalidade da cirurgia das pálpebras é a remoção de pele em excesso e das bolsas de gordura localizadas ao redor dos olhos, que ficam mais aparentes conforme a idade avança e a pessoa passa por mudanças significativas de peso.

A maior parte das pessoas que busca esse procedimento quer mudar a sua aparência e ter olhos com aspecto mais jovial. Entretanto, a blefaroplastia também é indicada quando o excesso de pele chega a prejudicar o campo de visão, formando uma espécie de cortina nos olhos (apesar disso, o problema nunca chegou a causar cegueira em alguém).

Por tais razões, os principais motivos que levam à procura por esse tipo de cirurgia são:

  • insatisfação com a aparência da região dos olhos;
  • excesso de pele nas pálpebras superiores;
  • aspecto caído na parte superior do olhar;
  • pálpebras elevadas em relação ao olhar;
  • bolsas de gordura localizadas na parte de baixo do olho;
  • pálpebras inferiores que também apresentam aspecto caído;
  • elevação das pálpebras em relação ao restante do rosto.

No entanto, é interessante ressaltar que a cirurgia das pálpebras não corrige a posição das sobrancelhas. Quem deseja levantar a área, ou deixá-la arqueada, deve optar por fazer um lifting facial.

Como é feita a cirurgia?

Como vimos, a cirurgia das pálpebras é um procedimento simples e de baixo risco. Por isso, tem curta duração e não há necessidade de longas internações. No entanto, é preciso destacar que o paciente pode optar, depois da avaliação de um cirurgião plástico, por fazer a blefaroplastia superior, inferior ou combinar as duas para ter o melhor resultado.

Conheça algumas das diferenças de cada uma delas a seguir!

Blefaroplastia superior

A blefaroplastia superior é feita no sulco óculo palpebral e tem como objetivo remover a pele e a gordura excedentes e, em alguns casos, um pouco do tecido muscular. Estes tecidos deixam o olhar com aspecto de inchaço e o rosto com a aparência cansada.

Para isso, é feita uma pequena incisão no septo orbital, e, em seguida, o cirurgião atinge o depósito de gordura, localizado em camadas mais profundas. Depois da remoção, o corte é fechado, e o paciente deve aguardar a recuperação.

Como resultado, o paciente terá um olhar livre da pele frouxa e das dobras que cobrem o contorno natural das pálpebras.

Blefaroplastia inferior

A blefaroplastia inferior tem como finalidade tratar de problemas como lagoftalmo, entrópio e ectrópio senil e excesso de bolsa de gordura, mesmo em pacientes mais jovens.

O procedimento para correção desse problema é semelhante à blefaroplastia superior. Nesse caso, a cirurgia ocorre a partir de uma sutura nas pálpebras inferiores para garantir que o olho permaneça fechado. Com isso, as linhas de incisão são desenhadas de forma que se garanta que a cicatriz fique escondida no contorno natural o rosto.

Para acessar a camada de gordura excedente, o médico faz uma pequena incisão na camada muscular por onde é possível remover a pele e o músculo de septo orbital excedente. Pode-se optar por uma incisão transconjuntival, feita por dentro do olho, sem retirar a pele — técnica essa que permite a redistribuição da gordura sem deixar cicatrizes no local.

Para ter melhores resultados e recuperar a harmonia no olhar, a cirurgia das pálpebras deve ser feita com especialistas reconhecidos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Além disso, é muito importante conversar com seu médico sobre suas expectativas em relação ao resultado final, uma vez que pode variar de pessoa para pessoa.

Ficou interessado neste assunto e quer saber ainda mais sobre deixar seu rosto mais bonito e harmonioso? Então, leia agora mesmo nosso artigo sobre a rinoplastia e tudo que você precisa saber sobre essa cirurgia!

Otoplastia: conheça a cirurgia que corrige a orelha em abano

O pavilhão auricular é a parte visível da orelha. Esse apêndice, situado na parte lateral da cabeça, é constituído por uma cartilagem flexível recoberta por pele, com exceção do lóbulo. A sua principal função é captar o som, canalizando-o e transmitindo-o para a orelha média.

No entanto, a orelha também desempenha um papel importante na autoestima. Em algumas pessoas o pavilhão auricular é proeminente, quadro conhecido popularmente como orelha em abano. A diferença estética não compromete a audição, mas pode causar constrangimento, vergonha e ser motivo de bullying, principalmente entre as crianças.

Pessoas que se sentem incomodadas com a orelha em abano podem optar por uma cirurgia chamada Otoplastia. Nesse procedimento os pavilhões auriculares são reposicionados, o que garante uma melhor estética. Entenda no post como é feita a Otoplastia, para quem ela é indicada e outras informações importantes sobre a cirurgia de correção de orelhas proeminentes. Boa leitura!

Por que as orelhas ficam “em abano”?

Sabe-se que cerca de 5% da população brasileira sofre com o problema nas orelhas que as deixam proeminentes. Apesar disso, a orelha em abano não é considerada uma má formação do corpo, mas sim uma alteração anatômica.

Acredita-se que essa alteração seja genética, ou seja, é comum que membros de uma mesma família tenham orelhas proeminentes. Porém, não se sabe exatamente o que leva a pessoa a desenvolver a mudança do posicionamento do pavilhão.

O que é e como é feita a Otoplastia?

A Otoplastia é uma cirurgia plástica que reposiciona os pavilhões auriculares, a fim de torná-los menos visíveis. Assim, o rosto fica mais proporcional e, consequentemente, mais belo. Essa cirurgia plástica também pode ser usada para corrigir alterações de forma na orelha, assim como para tratar defeitos congênitos (de nascença) do canal auditivo, e outras estruturas do aparelho para melhorar a audição.

O primeiro passo da cirurgia é anestesiar o paciente. Para adultos utiliza-se a anestesia local com sedação ou a geral, enquanto para crianças e adolescentes é recomendado anestesia geral associada à anestesia local. O tempo de duração normalmente varia entre 1 e 2 horas.

O procedimento cirúrgico se inicia com uma pequena incisão atrás do pavilhão, seguindo a dobra natural da pele da região. O objetivo é retirar o excesso de pele para que a orelha seja reposicionada. Em alguns casos o cirurgião também opta por retirar um pedaço da cartilagem, com o objetivo de diminuir o tamanho do pavilhão. Em seguida é feita a sutura, com pontos de fixação geralmente internos e absorvíveis.

A grande vantagem desse procedimento é que as cicatrizes não ficam visíveis, visto que são feitas na parte de trás da orelha. Nos casos em que o cirurgião precisa retirar parte da cartilagem, as incisões são feitas nas dobras do pavilhão e, assim, se tornam minimamente visíveis.

Para quem a cirurgia de orelhas é indicada?

Até os 6 meses de idade a cartilagem da orelha ainda está em formação. Dessa forma, usar corretores que mantenham o posicionamento normal do pavilhão podem ajudar na resolução do problema. Entretanto, é preciso que eles sejam usados por um longo tempo e desde as primeiras semanas de vida. Além disso, essa não é uma garantia de normalização. Geralmente o aspecto melhora, mas as orelhas continuam proeminentes.

Por isso, a única forma de corrigir as orelhas em abano é a Otoplastia. Essa cirurgia é indicada para todas as pessoas que se sentem incomodadas com o tamanho grande ou a proeminência do pavilhão auricular. Infelizmente, esse problema não passa despercebido pelas crianças, que podem ser cruéis ao apelidar o colega com orelhas diferentes. Por causa disso, é muito comum que as pessoas manifestem, ainda na infância, a vontade de resolver o problema.

A cirurgia só pode ser feita a partir dos 5 anos de idade, visto que é nesse período que a orelha termina a sua formação e, assim, não há chance da cartilagem voltar a crescer.

Porém, cada caso é particular e deve ser avaliado pelo cirurgião. Conforme a extensão do problema pode-se realizar a cirurgia mais precocemente ou tardiamente, o que só poderá ser decidido por um médico especialista. Isso também depende do desenvolvimento da criança, já que algumas se desenvolvem mais rapidamente.

Como é o pós-operatório?

Antes da saída do bloco cirúrgico são feitos curativos com pomada cicatrizante e gazes no local, que são retirados antes do paciente ter alta. Depois, o paciente fica internado por 1 dia. Esse período é necessário para acompanhá-lo e verificar seu estado de saúde.

Para que a pessoa operada deixe o local de internação é feito um curativo compressivo, específico para a cirurgia de correção de orelhas de abano. Esse curativo é chamado de capacete e deve ser usado por cerca de 5 dias. No entanto, esse período depende da recuperação do paciente e também da indicação do cirurgião. Sendo assim, é fundamental seguir as orientações e tirar as dúvidas sobre a retirada com o médico responsável.

Após o tempo recomendado pode-se retirar o capacete, mas é preciso manter a região da cicatriz limpa e seca. Em alguns casos o cirurgião recomenda pomadas cicatrizantes ou específicas para melhorar o aspecto da cicatriz.

É comum que as orelhas se mantenham inchadas, dolorosas, vermelhas ou arroxeadas por um tempo. Para melhorar o quadro o cirurgião prescreve medicações, como analgésicos ou anti-inflamatórios. Em caso de dor muito forte é importante procurar atendimento, pois a dor comum da cirurgia se parece apenas com um incômodo.

Em crianças o retorno das atividades é recomendado após 1 semana, devido ao risco de trauma nos pavilhões recém-operados. Já nos adultos isso acontece mais rapidamente, podendo ocorrer em cerca de três dias. O uso de óculos de grau é liberado até por cima da faixa compressiva, mas é fundamental que não haja compressão forte na cabeça.

É importante salientar que a cirurgia para correção de orelha em abano não oferece riscos cirúrgicos graves. Por isso, não adie a sua realização por medo do procedimento. Os benefícios alcançados para a estética do rosto são relevantes e podem mudar a autoestima de uma pessoa.

E então, entendeu tudo sobre a Otoplastia, a cirurgia para tratar orelha em abano? Se você gostou do conteúdo siga nossas redes sociais e leia mais artigos sobre cirurgia e saúde! Estamos no Facebook e Instagram!

Conheça os procedimentos de rejuvenescimento facial sem cirurgia

O rosto é um dos nossos principais cartões de visitas, e estar satisfeito com sua aparência é um fator importante para uma autoestima e autoconfiança elevada. O problema é que, com o passar dos anos, naturalmente, a pele diminui a produção de colágeno e elastina, responsáveis pela sua elasticidade e viscosidade, causando o surgimento de alguns sinais da idade.

Felizmente, já existem diversas soluções para manter a pele longe das rugas e linhas de expressão, como as cirurgias plásticas corretivas e, até mesmo, os procedimentos de rejuvenescimento facial sem cirurgia.

Portanto, se você quer saber como recuperar a beleza da pele facial sem a necessidade de cirurgia, leia este artigo até o final e confira 3 dos procedimentos mais comuns e eficazes que preparamos. Boa leitura!

Peeling químico

O peeling químico é um tipo de tratamento estético que tem como mecanismo de ação a aplicação de ácidos na superfície da pele, fazendo com que ela descame e, com isso, haja uma renovação.

Além desse processo — caracterizado por uma espécie de “troca de pele” —, dependendo do tipo, o peeling também pode estimular a produção de colágeno, o que é ótimo para manter a pele saudável e com elasticidade.

Esse procedimento costuma ser feito, principalmente, na região do rosto, pescoço e mãos para amenizar manchas, acnes, cicatrizes, flacidez, envelhecimento facial e combater o dano causado pela exposição excessiva ao sol.

O peeling químico pode ser feito de diferentes maneiras, dependendo da complexidade e o tipo de resultado esperado, confira abaixo são eles.

Peeling superficial

Esse é o tipo de peeling mais simples do mercado. Nesse procedimento, ocorre a remoção da camada mais externa da pele — ou seja, é possível amenizar manchas e rugas mais finas.

Peeling médio

Os ácidos alcançam a camada média da pele e, por isso, é possível clarear manchas, tratar rugas um pouco mais profundas e marcas de acnes superficiais.

Profundo

Neste tipo há uma remoção da pele até camadas mais profundas, atingindo ao nível interno, resultando na formação de crostas que exigem um cuidado maior do paciente. A boa notícia é que com o peeling profundo, é possível tratar rugas e cicatrizes mais profundas e peles com muito dano causado pelo sol.

É importante destacar que os tipos de peeling podem ser feitos de forma combinada, dependendo da necessidade da pele e do desejo do paciente. Além disso, o resultado será consequência do nível de recuperação da pele e do cumprimento dos cuidados indicados pelo profissional.

Você pode estar se perguntando: por que, então, optar por este tratamento é uma boa opção para a sua pele, não é mesmo? Além do tratamento de rugas, manchas de acne e cicatrizes, o peeling químico pode ajudar a reduzir a oleosidade, prevenir espinhas, minimizar a aparência de estrias e melhorar a textura da pele em geral — são bons motivos, não é mesmo?

Preenchimento com ácido hialurônico

O ácido hialurônico é uma substância naturalmente encontrada na camada cutânea. O problema é que, com o tempo, o corpo tende a perdê-la, resultando no surgimento de linhas de expressão, flacidez e rugas. Por essa razão, o preenchimento com a substância é importante e apresenta diversos benefícios para a pele.

O procedimento consiste em utilizar uma técnica que repõe o volume em uma região facial e reduz as rugas. Por meio da aplicação do ácido hialurônico é possível restabelecer os contornos faciais perdidos com a idade e atenuar rugas finas, como o bigode chinês e as temidas olheiras.

Para tanto, o médico deve aplicar um anestésico tópico e, em seguida, é utilizar uma agulha bem fina, uma vez que as aplicações são mais superficiais, e por isso, praticamente não causa dor.

Uma grande vantagem desse procedimento de rejuvenescimento facial sem cirurgia é que o ácido pode ser usado como um reforço na hidratação da pele, deixando-a com a aparência mais viçosa e jovial.

Vale destacar que existem algumas substâncias no mercado, como o PMMA, que têm o mesmo objetivo do ácido hialurônico, mas que pode causar danos ao paciente como reações e alergias. Já o ácido, por ser uma substância natural e biocompatível, apresenta poucas chances de causar alguma reação adversa. Por isso, é fundamental consultar um profissional especialista para prescrever o melhor tratamento de acordo com o seu caso.

Toxina botulínica

A toxina botulínica é produzida pela bactéria Clostridium botulinum — a mesma que causa botulismo —, e é usada para provocar a paralisação dos músculos faciais que causam as linhas de expressão. Essa substância ficou popularmente conhecida como Botox, devido ao nome de uma das empresas que a comercializa.

O tratamento com essa toxina pode ser indicado tanto para fins estéticos quanto no tratamento de doenças dermatológicas e neurológicas. Entretanto, sua finalidade mais comum servindo como antirrugas.

A intervenção com a toxina botulínica é feita a partir da aplicação de pequenas doses com injeções superficiais — com agulhas pequenas para evitar o desconforto do paciente — em alguns pontos delimitados na pele. Em geral, não há necessidade de anestesia, pois, se trata de uma intervenção bem simples e segura.

As áreas que mais são procuradas para receber a aplicação da substância com finalidade estética são o terço superior do rosto — pés de galinha, rugas na testa causadas pela tensão ou pela idade etc. —, extremidade da sobrancelha, queixo, pescoço e colo.

É interessante lembrar, ainda, que o botox pode agir de forma preventiva ou reparatória. Ou seja, tanto retira a tensão do músculo, reduzindo as rugas que já surgiram, quanto pode ser aplicada antes do surgimento e evitar desconfortos futuros. 

Os procedimentos de rejuvenescimento facial sem cirurgia têm mecanismos de ação e resultados diferentes, e por isso, pode ser aconselhado fazer a combinação de mais de uma intervenção. Isso certamente, o ajudará a conquistar uma pele mais radiante, elástica e longe das imperfeições. Contudo, não se que esqueça de que, para isso, é preciso buscar por profissionais sérios em clínicas que oferecem toda estrutura e segurança necessária.

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Lifting facial ou rejuvenescimento da face: o que é e como funciona?

Em algum momento da vida, você olhará no espelho e se deparará com um rosto diferente daquele da juventude. Isso ocorre porque, com o envelhecimento, há uma perda natural de colágeno e elastina, que são responsáveis por manter a pele firme e elástica. Com isso, as temidas rugas surgem, causando incômodo estético.

A boa notícia para quem quer ter uma aparência mais jovem e livre das rugas e linhas de expressão é que existem uma série de tratamentos estéticos e cirurgias plásticas para corrigir os mais variados problemas. Um deles é o lifting facial ou rejuvenescimento da face, que tem como principal objetivo o de resgatar e aprimorar os contornos faciais.

Quer saber mais sobre esse tratamento? Então, leia este artigo até o final e descubra!  

O que é lifting facial ou rejuvenescimento da face?

A palavra lifting tem origem americana (lift significa levantar) e é usada para caracterizar cirurgias em que os tecidos são realocados em seu local de origem. No caso do lifting facial, ou rejuvenescimento de face, o procedimento é feito no rosto.

No Brasil, essa cirurgia é bastante popular, e as principais áreas que passam pela intervenção são a região T (área frontal que engloba o nariz e a testa), pálpebras, pescoço e mandíbula.

De uma forma geral, podemos dizer que o lifting facial é uma cirurgia plástica com o objetivo de rejuvenescer, ou seja, eliminar flacidez, rugas, excesso de pele na região do rosto e, ainda, recuperar os contornos faciais perdidos com o tempo.

O envelhecimento ocorre porque, com o passar dos anos, há uma perda de gordura que gera flacidez nos tecidos. Por essa razão, na cirurgia de rejuvenescimento da face, há uma elevação e um reposicionamento dos tecidos epitelial e muscular na região, dando um aspecto mais jovial e bonito.

Também conhecida como ritidoplastia, o lifting facial é bastante comum entre as mulheres a partir dos 45 anos. Entretanto, para que o resultado do procedimento seja aquele esperado pelo paciente, é preciso que seja feito por um cirurgião plástico em uma clínica, uma vez, que a intervenção necessita de anestesia geral e internamento por cerca de três dias.

Quem está em busca de resultados ainda melhores, pode optar por combinar outros procedimentos, como a blefaroplastia (correção de pálpebras) e a rinoplastia (correção do nariz) para criar um rosto mais harmonioso e esteticamente agradável.

Para quem é indicado?

O envelhecimento da pele é causado pela ação do tempo, que leva à perda de substâncias importantes que garantem a elasticidade da pele, e, também, por fatores externos, como exposição solar em excesso, radicais livres, herança genética ou maus hábitos, como bebida e cigarros em excesso.

Por isso, os procedimentos de rejuvenescimento da face são indicados para todas aquelas pessoas que, insatisfeitas com a sua aparência em decorrência do envelhecimento ou da flacidez em excesso, buscam recuperar os traços faciais, devolvendo os contornos e deixando a pele mais jovem.

O lifting facial normalmente é procurado por pessoas que apresentam rugas mais profundas, flacidez (em decorrência da idade ou de grandes perdas de peso), vincos nasogenianos (também conhecidos como bigode chinês), perda do tônus muscular e quando há perda de contorno na região da mandíbula.

Esse procedimento geralmente é aconselhado para pessoas a partir dos 40 anos de idade e que estejam em boas condições de saúde. Para isso, o médico responsável deve fazer uma avaliação geral e, também, analisar condições específicas de saúde que possam comprometer o sucesso da cirurgia. Caso haja alguma enfermidade ou o paciente se encontre em uma idade muito avançada (ou o contrário — pessoas muito jovens), a cirurgia não é indicada.

Quais são os tipos de lifting facial?

De acordo com a complexidade da região que passa pelo procedimento, o lifting recebe nomes diferentes. Os principais tipos de lifting são:

  • minilifting — associado a cicatrizes menores, esse procedimento tem um menor descolamento dos tecidos;
  • lifting temporal — melhora o posicionamento do supercílio, deixando o olhar descansado e jovial;
  • lifting frontal — procedimento que visa a corrigir as rugas localizadas na região da testa e a musculatura envolvida;
  • lifting cervicofacial — combina o tratamento do rosto e do pescoço com o objetivo de devolver a posição original para os tecidos, tratando, também, a musculatura;
  • lifting endoscópico — é uma cirurgia realizada com a ajuda de um sistema óptico que possibilita incisões menores, o que permite a correção de estruturas mais nobres. 

Como é a recuperação?

Antes de realizar uma cirurgia de rejuvenescimento facial, é preciso fazer uma avaliação de saúde completa, com exames de sangue e eletrocardiograma, além de suspender o uso de medicamentos e cigarros de acordo com a orientação médica.

A recuperação da cirurgia facial costuma ser lenta e causa algum desconforto na primeira semana após o procedimento. Para que esse processo seja menos desconfortável e os resultados sejam positivos, é preciso que o paciente siga algumas recomendações como:  

  • tomar remédios para controlar a dor;
  • dormir sempre de barriga para cima e elevar o travesseiro, pelo menos na primeira semana;
  • manter cabeça e pescoço enfaixados;
  • realizar a drenagem linfática a partir do terceiro dia de cirurgia;
  • evitar usar cosméticos nos 7 primeiros dias após o procedimento;
  • não mexer nas cicatrizes.

Passado o efeito pós-cirúrgico, a partir de 2 ou 3  semanas, a expectativa é uma aparência mais jovem, com menos flacidez e menos ocorrência de rugas. Felizmente, as técnicas utilizadas atualmente permitem que o rosto fique com uma aparência natural, deixando o visual leve e harmonioso.

As cirurgias de lifting facial são realizadas com um corte pequeno na linha da orelha, de onde se trabalha toda a musculatura facial. Por essa razão, não é preciso ter medo das cicatrizes, uma vez que elas ficaram restritas a essa região e quase imperceptíveis. Algumas técnicas também utilizam o corte na borda do couro cabeludo, o que também permite um resultado discreto e natural.  

O lifting facial ou rejuvenescimento da face é uma ótima opção para quem busca elevar a autoestima e ver-se livre de rugas ou excesso de pele. Mas, para isso, não se esqueça de procurar médicos especialistas credenciados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e, também,  clínicas que ofereçam toda a infraestrutura necessária para o procedimento.

Ficou interessado em fazer o rejuvenescimento facial? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

O que você precisa saber sobre a masculinização da mama feminina?

A presença dos seios — para a grande maioria dos homens transgêneros — é um dos maiores incômodos nos seus corpos. Por isso, a masculinização da mama feminina, o que é possível por meio de uma cirurgia chamada de redução das mamas, vem sendo muito procurada por esse público, que visa adquirir uma aparência mais masculina para as mamas e compatível com a sua identidade de gênero.

A definição de transgênero está completamente interligada à identidade. Ou seja, são pessoas que não se correspondem com o sexo atribuído na hora do nascimento e se expressam conforme o gênero oposto.

No caso de uma pessoa que nasceu com o sexo feminino, mas se identifica como homem, as suas mamas têm traços biológicos de uma mulher, com maior volume e gordura. Assim, a redução mamária, torna-se a solução para construir uma mama masculina, como o desejado.

Quer descobrir mais sobre a masculinização da mama feminina? Continue a leitura e confira mais sobre esse procedimento!

Como funciona a redução mamária masculinizadora?

A masculinização da mama feminina de um homem transgênero é o objetivo da redução mamária masculinizadora. No procedimento, toda a estrutura é retirada, o que inclui as glândulas mamárias, gordura e excesso de pele. As aréolas são diminuídas e reposicionadas.

Diferentes técnicas podem ser aplicadas pelo cirurgião para atingir esse resultado, o que depende basicamente do tamanho e do tipo de mama que será operada.

Nos seios pequenos, a retirada da glândula mamária pode ser feita diretamente pelas aréolas. A cicatriz gerada fica posicionada ao redor das aréolas e é pouco visível. Nessa técnica, pode ser necessário fazer uma lipoaspiração para retirar o excesso de gordura que circundam as mamas.

Nos seios grandes, a indicação é que a cirurgia seja feita por uma incisão no sulco inframamário, região abaixo dos seios. Nesses casos, a remoção do excesso de pele e reposicionamento dos mamilos é indispensável.

Ao todo, uma cirurgia de redução das mamas masculinizadora costuma durar entre 2 e 4 horas. A anestesia utilizada no procedimento é geral, associada ou não com uma infiltração local.

Quais são os tipos de cicatriz no final da cirurgia?

Diferentemente da cirurgia de redução da mama feminina, onde em grande parte dos casos deixa uma cicatriz no formato de T invertido, a técnica masculinizadora poderá resultar em cicatrizes somente ao redor das aréolas ou somente no sulco mamário ou no T invertido à semelhança da redução das mamas femininas.

Como citado, as técnicas cirúrgicas variam conforme o volume das mamas do paciente. 

Existem requisitos para passar por essa cirurgia?

O Conselho Federal de Medicina e o Ministério da Saúde estabeleceram uma série de requisitos para a realização da redução das mamas com finalidade masculinizadora.

O paciente transgênero precisa ter 21 anos e passar por um acompanhamento multiprofissional, com psicólogo, psiquiatra, assistente social, endocrinologista e o cirurgião por um período mínimo de 2 anos.

Esse acompanhamento é considerado essencial para que o paciente tenha certeza sobre a transformação que fará no seu corpo.

É importante destacar que essa cirurgia é irreversível quanto à capacidade de amamentação, pois todas as células que produzem leite são removidas. A reversão fica limitada à recuperação do volume mamário por meio de próteses de silicone.  

Que cuidados são necessários antes de realizar a redução das mamas com finalidade masculinizadora?

Antes de ir para a mesa de cirurgia, o paciente vai passar por uma série de exames pré-operatórios para verificar se as suas condições de saúde estão adequadas. Entre eles, estão:

  • exames sanguíneos;
  • cardiológicos;
  • ultrassonografia das mamas;
  • mamografia.

A consulta pré-operatória também é o momento em que o cirurgião vai repassar todas as orientações necessárias ao paciente, as quais são comuns a outras cirurgias plásticas.

Exemplos de cuidados que devem ser tomados no pré-operatório estão:

  • manter uma alimentação saudável;
  • suspender medicamentos que podem interferir no procedimento ou na cicatrização;
  • parar de fumar pelo menos um mês antes da cirurgia;
  • evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Como é o pós-operatório da masculinização da mama feminina?

Depois do procedimento cirúrgico, pode ser necessário que o paciente fique internado de 1 a 2 dias para acompanhamento médico integral. Assim, que recebe alta, ele vai para casa com um curativo fechado na região da cirurgia e uma malha compressiva semelhante a um colete, o qual deve ser usado por 30 dias.

Essa malha auxilia na recuperação, diminui o inchaço e também a produção e eliminação de secreções. Em alguns casos, o paciente precisa ficar com um dreno no local da cirurgia, para evitar o acúmulo de líquidos, o qual é retirado após alguns dias da cirurgia.

O dreno deve ficar bem preso à roupa para que não seja deslocado ou removido por acidente. Ele deve ser esvaziado duas vezes ao dia e a quantidade de líquido removida anotada e repassada ao médico na consulta de retorno.

Confira quais são os outros cuidados mais importantes que devem ser realizados no período de recuperação:

  • tomar todos os medicamentos prescritos, como analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos, nas dosagens e horários corretos até o fim do tratamento;
  • evitar fazer movimentos bruscos, levantar os braços, pegar peso, dirigir e praticar atividades físicas por 30 dias;
  • voltar ao médico para consulta de retorno, a qual deve se deixar pré agendada, assim que voce já tenha marcado a data da sua cirurgia; 
  • continuar o acompanhamento com o cirurgião, em consultas semanais por 4 semanas e mensais por 3 meses;
  • sempre entrar em contato com o médico caso desenvolva sintomas como febre, dores fortes, vermelhidão e inchaço no local da cirurgia.

A cicatrização completa pode levar até 12 meses para ser concluída. Para auxiliar no processo, é necessário manter a região hidratada com o uso de cremes.

Nos 2 primeiros meses, é comum que a cicatriz fique avermelhada. No entanto, ela torna-se mais clara com o tempo. O importante é destacar que, quanto mais cuidados forem tomados no pós-operatório, mais rápida e eficiente será a recuperação após a masculinização da mama feminina.

Está interessado nesse procedimento? Nossa clínica é habilitada para realizar a redução das mamas masculinizadora com qualidade e segurança! Entre em contato conosco agora mesmo e inicie essa transformação, este é um grande passo, que mudará a sua vida!

Quero tirar meu implante, e agora? Saiba como é o procedimento!

As cirurgias plásticas de correção são frequentemente utilizadas quando algum aspecto do corpo não está harmonioso e, também, quando o paciente busca uma renovar a autoestima, melhorando pontos que desagradam em sua aparência. 

operação na mama, principalmente a mamoplastia de aumento, ou seja, a implantação de próteses de silicone nos seios, é uma das intervenções cirúrgicas preferidas das brasileiras. Contudo, a redução também é bastante comum.

O problema é que o procedimento algumas vezes é feito por impulso ou por mulheres ainda muito novas que se veem diante do seguinte questionamento: quero tirar meu implante, e agora, o que eu faço?

Pensando em responder a essa pergunta, neste artigo vamos elencar os principais motivos pelos quais as mulheres optam pela retirada da prótese, quais os melhores caminhos a serem seguidos para a realização do procedimento e ainda abordar como a mastopexia é uma alternativa para retomar o formato original das mamas. Vamos lá? Confira!

Por que quero tirar meu silicone?

Muitas mulheres que optam pela mamoplastia de aumento estão em busca de melhorar a aparência dos seios, aumentando o volume, sustentação e contorno. Outras pacientes optam pelo implante da prótese em decorrência da amamentação ou perda de peso excessiva — ambas situações que geram flacidez às mamas e que acabam prejudicando a sua autoestima.

Entretanto, em alguns casos, há mulheres que optam por retirar o implante devido a uma série de razões. Veja algumas delas:

  • mudança de estilo de vida;

  • idade, já que algumas cirurgias são feitas em mulheres muito jovens que ainda podem ter desenvolvimento mamário;

  • nova percepção do corpo com o amadurecimento;

  • ganho de peso, que pode deixar as mamas mais pesadas;

  • gravidez, mesmo não afetando a amamentação, algumas mulheres optam pela retirada do silicone.

  • prática de atividade física intensa.

Quais são os primeiros passos?

Você pesquisou bastante e pensou: quero tirar o implante, o que eu faço? A primeira coisa a se fazer é ter a certeza de que é realmente quer retirar o silicone.

A partir disso, procure um cirurgião plástico da sua confiança e que seja credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP para avaliar e orientar em relação ao que deve ser feito em seu caso. Além disso, ele ainda explicará melhor sobre quais os caminhos possíveis de acordo com as suas expectativas.

O procedimento mais indicado para a remoção da prótese é a mastopexia. A seguir, confira como é feita essa cirurgia, se existe algum risco e quais os cuidados necessários para que o resultado seja positivo!

Como é feita a mastopexia?

mastopexia é indicada quando há uma insatisfação com o formato das mamas devido ao avanço de idade, amamentação, gravidez, perda de peso excessivo ou quando a paciente quer retirar seu implante de silicone.

Com o objetivo de conferir maior simetria aos seios, remover a flacidez e o excesso de pele, a mastopexia realiza um lifting na região das mamas, levantando e removendo a pele que foi esticada com a prótese. Por meio essa cirurgia há um reposicionamento da aréola e correção da flacidez, deixando-os com o formato original, de maneira simétrica.

A mastopexia é um procedimento que visa melhorar aparência do colo, inclusive em casos de remoção de implante. Ela pode ser feita de duas formas, dependendo do objetivo:

  • clássica: é feita quando há o reposicionamento da mama a partir da retirada do silicone, da pele e da gordura, promovendo um formato harmônico;

  • com outra prótese: quando a mulher quer apenas diminuir o tamanho do implante, é feita a remoção de pele excedente e da gordura de acordo com o novo tamanho.

Essa intervenção cirúrgica por ser feita por meio de incisões na região dos mamilos que se estendem por uma linha vertical até a base do seio. Outra opção é realizar um corte em formato de T invertido. A escolha de qual tipo de incisão vai depender da quantidade de pele que deve ser retirada da região e do tamanho do implante.

Existe algum risco na cirurgia?

Umas das principais dúvidas em relação a cirurgia de retirada da prótese de silicone nos seios é se ela oferece algum risco e se o resultado será, de fato, o esperado.

Primeiro é preciso ter em mente que todo o procedimento envolvido resultará em cicatrizes permanentes. O tamanho, a cor e a profundidade vão ser definidos de acordo com características de cada pessoa.

Quando a redução for muito grande, a cicatriz costuma ser feita ao redor da aréola ou no formato do T invertido, como detalhamos. Já quando o implante utilizado for pequeno, o médico pode examinar se é possível a retirada da prótese pela mesma incisão da mamoplastia de aumento, apesar de serem raros esses casos. A ideia é sempre buscar pela opção que trará a menor marca para a paciente.

Assim, o resultado e a aparência da cicatriz vai depender da técnica, do tamanho do implante retirado, da idadedo peso (IMC) e da qualidade da pele. Com o sucesso da cirurgia, em pouco tempo você verá o resultado.

Em relação aos riscos da cirurgia em si, a remoção de prótese não costuma apresentar complicações. Entretanto, por se tratar de uma intervenção cirúrgica como qualquer outra, o ideal é buscar por profissionais sérios que realizarem a operação em clínicas ou hospitais que disponham da estrutura necessária para atender a uma emergência, se for necessário.

Quais são os cuidados necessários?

Assim como nas cirurgias de aumento, na mastopexia redutora é recomendado seguir algumas recomendações no pós-operatório para que a recuperação seja tranquila e o resultado positivo. Confira:

  • fazer uso da medicação recomendada pelo médico;

  • evitar fazer movimentos bruscos com o braço;

  • dormir de barriga para cima;

  • não se expor ao sol;

  • fazer uso do sutiã cirúrgico pelo tempo indicado;

  • higienizar os curativos com frequência.

Neste artigo respondemos a questão: quero tirar meu implante, e agora? Como percebemos, é necessário conversar com o cirurgião de sua confiança para explicar suas expectativas e, então, realizar o procedimento de remodelação das mamas. Seguindo todas as recomendações médicas, é possível ter um ótimo resultado e ter uma aparência que a deixe feliz e realizada.

Se você se interessou pelo assunto ou está pensando em passar por uma cirurgia para remoção do silicone, não perca tempo. Entre em contato conosco agora mesmo e tire todas as suas dúvidas sobre o procedimento.

Tire suas principais dúvidas sobre o implante de silicone mamário!

Apesar de ser um dos procedimentos estéticos mais conhecidos e realizados no Brasil e em todo o mundo, o implante de silicone mamário continua a gerar muitas dúvidas entre as mulheres que estão interessadas nesta cirurgia plástica.

Se você está insatisfeita com o tamanho dos seus seios e pretende passar por uma cirurgia de prótese mamária, continue a leitura! Neste artigo, separamos os assuntos mais relevantes sobre o tema para acabar com as suas dúvidas.

Vamos lá?

Quais são as principais indicações para o implante de silicone?

A cirurgia plástica de aumento das mamas é indicada para as mulheres que desejam aumentar o volume dos seios, projetá-los ou ainda levantar as mamas.

No entanto, nem todas estão liberadas para passar pelo procedimento. Entre as restrições estão a população de grávidas, mulheres no período pós-parto ou amamentação, pacientes com problemas de saúde, como doenças hematológicas ou imunodepressoras, problemas cardiovasculares, qualquer tipo de câncer e também quem tem histórico de câncer de mama na família.

Por isso, antes de se submeter ao procedimento, é importante passar por um check-up completo para verificar se todas as condições estão adequadas para a realização da cirurgia. 

Ademais, também não é recomendado que pacientes muito jovens realizem o implante de silicone mamário, isso porque o desenvolvimento das mamas pode estar incompleto e é preciso esperar que esse processo seja finalizado.

Nessas situações, o ginecologista é o profissional responsável por fazer a liberação para a cirurgia, assim como é necessária a autorização dos pais caso a paciente seja menor de idade.

Onde são feitas as incisões?

As incisões para a inserção das próteses de silicone podem ser feitas nos sulcos logo abaixo das mamas, nas aréolas ou nas axilas. Em todos os casos, o corte é pequeno, com cerca de 4 a 6 centímetros, e a cicatriz resultante é discreta e difícil de visualizar. Confira detalhes sobre cada uma dessas incisões:

  • no sulco mamário: esse tipo de incisão é uma das mais indicadas pelos cirurgiões, quer pela facilidade de acesso, como a dificuldade de se visualizar o corte;
  • nas aréolas: indicada para as pacientes que possuem aréolas maiores, normalmente a cicatrização nesta região com o tempo é pouco perceptível;
  • nas axilas: a principal vantagem da incisão nas axilas é que nenhuma cicatriz nas mamas será produzida. Além disso, a ocorrência de queloides nessa região é rara.

Como escolher o volume mais adequado?

A escolha do tamanho da prótese que será utilizada no implante de silicone mamário depende basicamente da anatomia das mamas e o tamanho do tórax. A orientação do cirurgião plástico, é um fator importante para a decisão final.

No pré-operatório, o médico analisa o biotipo da paciente, sua altura, o tamanho do seu tórax, a posição dos mamilos, a quantidade de glândulas, a flacidez e gordura das mamas. Assim, ele define qual o volume mais adequado para cada mulher, conforme seu biotipo ou seja, suas características corporais.

Quais são os tipos de prótese de silicone disponíveis?

Além do volume, também é preciso decidir o tipo de prótese que será utilizado no implante. Esse fator é o que definirá como deve ficar o formato das mamas. Conheça quais são as três possibilidades:

  1. prótese em gota: também chamada de anatômica, essa é a opção mais indicada para pacientes que desejam um resultado mais natural, sem um volume muito grande no colo mamário;
  2. prótese redonda: para as mulheres que desejam um maior preenchimento do colo mamário, a prótese redonda é a ideal;
  3. prótese cônica: esse é o tipo de prótese recomendada para pacientes com tórax estreito ou que desejam uma projeção mais acentuada da mama, associada a pouco volume.  

Quais são as possíveis complicações?

Assim como todo procedimento invasivo, o implante de silicone mamário pode desencadear algumas complicações.

Contratura capsular

Esse problema acontece quando o organismo reage as próteses e desenvolve uma membrana fibrosa grossa ao seu redor, o que deforma o implante e deixa-o com um aspecto artificial. Em alguns casos, a contratura capsular pode até provocar dor nas mamas. Nesta ocorrência esta indicada a troca do implante mamário.

Com a evolução da qualidade dos materiais das próteses utilizadas, essa complicação é cada vez mais incomum e atinge cerca de 2 a 4% das pacientes que passam por essa cirurgia.

Alteração da sensibilidade da mama

A perda da sensibilidade das mamas, principalmente na região dos mamilos, é um dos maiores medos das mulheres que colocam silicone. A verdade é que isso realmente pode acontecer logo após a cirurgia. Contudo, depois de algum tempo, que varia de algumas semanas até 6 meses, tudo tende a se normalizar.

Quando é necessário trocar o implante de silicone?

A recomendação é de que, a cada 10 ou 15 anos, as próteses de silicone devem ser trocadas. 

Todavia, caso ocorra contratura capsular ou rompimento das próteses, será preciso realizar a troca, antes do tempo de recomendação dada (10 ou 15 anos).

Quais são os benefícios do implante de silicone mamário?

Passar por uma cirurgia de prótese mamária é algo muito positivo para a estética de uma paciente. Isso porque, quando uma mulher não se sente confortável com o tamanho ou o formato dos seus seios, a sua autoestima é afetada.

Por esse motivo, esse procedimento estético se torna essencial, pois agrega beleza e feminilidade às mamas, um ponto necessário para que uma mulher se sinta bem com o seu próprio corpo.

Com o auxílio de um cirurgião plástico de confiança, você pode aumentar o tamanho dos seus seios ou remodelá-los conforme a sua vontade e obter resultados muito naturais, ou seja, nada artificial ou exagerado. Além disso, as cicatrizes são quase imperceptíveis. Portanto, não há o que temer.

Gostou de tirar as suas dúvidas sobre o implante de silicone mamário? Para finalizar, destacamos que, se o seu maior desejo é passar por essa cirurgia, não deixe de correr atrás desse sonho! Concretizá-lo só trará vantagens para a sua vida!

Quer saber mais sobre cirurgia de mamas? Leia agora mesmo o nosso artigo e conheça quais são as três técnicas que podem ser realizadas!

Outubro Rosa: descubra como se cuidar para prevenir o câncer de mama

Outubro Rosa é uma campanha realizada anualmente no mês outubro. O objetivo é conscientizar as mulheres para a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, a fim de aumentar a chance de cura e reduzir a taxa de mortalidade.

O câncer de mama é o segundo mais frequente entre as mulheres no mundo todo, perdendo apenas para o de pele não-melanoma. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que, no Brasil, em 2018 e 2019, surjam 59.700 novos casos para cada ano. O risco estimado é de 56,33 ocorrências a cada cem mil mulheres.

A possibilidade de cura do câncer de mama é altíssima se a doença for diagnosticada no início. Por esse motivo, redigimos este artigo para falar mais sobre os fatores de risco, os sintomas e, principalmente, apresentar 10 dicas de como se prevenir. Confira!

Fatores de risco para o câncer de mama

O câncer de mama não tem uma causa específica. Diversos fatores podem contribuir para o aparecimento da doença. Entretanto, a presença desses riscos não significa que a pessoa terá câncer, mas será necessário um cuidado maior para prevenir seu desenvolvimento.

As campanhas do Outubro Rosa falam exatamente sobre isso e alertam sobre as possíveis causas do problema. Confira alguns fatores que estão relacionados ao câncer de mama:

Histórico familiar e genética

O histórico familiar é muito importante para definir as chances de desenvolvimento da doença. Pessoas com familiares de primeiro ou segundo grau que desenvolveram câncer de ovário ou de mama, especialmente antes dos 50 anos, compõem os grupos de risco. Já os fatores genéticos estão relacionados à presença de mutações em genes transmitidos na família.

Dessas mutações, as mais comuns são os genes BRCA1 e BRCA2. Em células normais eles previnem o desenvolvimento de tumores. No entanto, as versões mutadas não conseguem cumprir tal papel, e isso pode levar ao câncer.

História reprodutiva e hormonal

Refere-se à quantidade de hormônio estrogênio que a pessoa foi submetida, seja ele produzido de forma natural ou consumido de outras maneiras. Os fatores incluem: menarca precoce — primeira menstruação antes dos doze anos —, menopausa tardia (após os 55 anos), primeira gravidez após os trinta, não ter amamentado, uso de contraceptivos orais e reposição hormonal após a menopausa, principalmente por tempo prolongado.

Reposição hormonal

Muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. No entanto, esse processo pode aumentar as chances de desenvolver câncer de  mama devido à ação de esteroides (como o estrogênio e a progesterona) no tecido mamário.

Esse tratamento é arriscado quando feito por tempo prolongado, geralmente acima de cinco anos. Como alternativa, são indicadas a prática de exercícios físicos e a adoção de uma dieta balanceada.

Idade

As mulheres entre 40 e 69 anos são mais propensas a desenvolver a doença. Isso porque a exposição a hormônios e as próprias alterações biológicas causadas pelo envelhecimento aumentam o risco. A partir de 50 anos, as chances são ainda maiores e os cuidados devem ser triplicados.

Maus hábitos alimentares

A má alimentação é um fator importante para o desenvolvimento de câncer. Alguns alimentos, quando consumidos em períodos prolongados, podem transformar células saudáveis em cancerosas. É o caso de comidas gordurosas, enlatadas e processadas.

Por isso, evite comer muita fritura e embutidos como salsichas, linguiças, salames e presuntos. O ideal é aumentar o consumo de alimentos saudáveis como as frutas, verduras e legumes. Eles contêm vitaminas, nutrientes e fibras que auxiliam as defesas do organismo. Procure ingerir, pelo menos, cinco porções por dia.

Tabagismo

O cigarro é um fator de risco para qualquer tipo de câncer. Ele libera no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas, que podem ser inaladas por fumantes e não fumantes. Os movimentos do Outubro Rosa e de várias outras organizações alertam sobre o uso do tabaco e os danos que ele causa ao organismo.

Sedentarismo e obesidade

Não ser fisicamente ativo e estar acima do peso é um risco para o desenvolvimento de câncer de mama, principalmente após a menopausa. Praticar exercícios físicos proporciona um corpo mais saudável e menos suscetível a doenças.

Outro fator importante é a quantidade de estrogênio produzido pelo tecido adiposo — camada de gordura. Quanto mais gordura o corpo possui, mais estrogênio produz. O problema é que as células cancerígenas usam esse hormônio como combustível, já que ele atua fortemente nas glândulas mamárias.

Principais sintomas da doença

Muitas pessoas acreditam que o caroço é o único sintoma do câncer de mama, mas não é verdade. Nos primeiros estágios a doença costuma ser assintomática. Contudo, conforme se desenvolve, outros sinais começam a surgir, e é muito importante saber reconhecê-los:

  • alterações no tamanho ou no formato da mama;

  • vermelhidão, inchaço, dor ou calor na pele do seio;

  • nódulos nas axilas;

  • liberação de secreções escuras ou sangue pelo mamilo;

  • coceira na mama e no mamilo;

  • feridas e crostas na pele;

  • pele da mama enrugada.

Outubro Rosa: 10 cuidados para prevenir o câncer de mama

Aproveitando o mês do Outubro Rosa, é momento de reavaliar certos hábitos e mudar de atitude para prevenir o câncer de mama. A partir dos 50 anos, a recomendação é que as mulheres façam a mamografia a cada dois anos. Contudo, quem tem histórico familiar deve fazer o exame mais cedo. O ideal é procurar um médico para obter orientações, pois cada caso exige um procedimento diferenciado.

O segundo cuidado, independentemente da idade, é o autoexame — com ele, é possível detectar nódulos e alterações nas mamas. As mulheres devem realizá-lo uma vez ao mês, cerca de 3 a 5 dias após o início da menstruação. O processo é muito simples: no momento em que você estiver relaxada, vá em frente a um espelho e fique, de preferência, sem blusa e sem sutiã.

Primeiramente, observe os seios e veja se existe alguma alteração na textura, tamanho e forma. Depois, levante o braço esquerdo e coloque a mão atrás da cabeça. Com a mão direita, apalpe o seio esquerdo e faça movimentos circulares com os dedos, para cima e para baixo. Pressione o mamilo suavemente. Repita o mesmo processo no seio direito.

O autoexame e a mamografia são hábitos que devem estar presentes na vida de qualquer mulher. Contudo, atitudes diárias também podem prevenir o câncer de mama. Confira mais 8 cuidados importantes:

  • vá ao médico regularmente;

  • evite bebidas alcoólicas e cigarro;

  • pratique exercícios físicos;

  • tenha uma alimentação balanceada;

  • amamente durante o maior tempo possível;

  • siga uma rotina menos estressante;

  • evite o excesso de peso — mantenha o IMC adequado;

  • faça a terapia de reposição hormonal apenas com orientação médica.

O câncer de mama assusta muitas pessoas. Entretanto, informações podem salvar vidas. Sendo assim, aproveite o Outubro Rosa e busque o máximo de conhecimento possível. Vá ao médico e se previna. A doença pode ser curada se diagnosticada no início.

Com alguns cuidados e mudanças na rotina, é possível prevenir o câncer de mama. Compartilhe este artigo nas suas redes sociais. É importante que todos tenham acesso a essas informações!

Você sabe qual a relação entre lipoaspiração e lipoescultura?

A gordura localizada que se manifesta na barriga, culotes, bochechas ou qualquer outra área é o verdadeiro terror de quem está em busca do corpo perfeito. Às vezes a combinação de atividade física e alimentação balanceada não é suficiente para eliminar o incômodo, e a pessoa acaba tendo que lidar com as gordurinhas. Nesses casos, uma dica é recorrer a procedimentos cirúrgicos como a lipoaspiração e lipoescultura.

Mas será que você sabe qual é a diferença entre esses dois procedimentos tão parecidos na escrita? O artigo de hoje vai explicar melhor como funciona a lipoaspiração e a lipoescultura, como elas estão relacionadas, para quem são indicadas e quais resultados podem ser esperados. Não perca!

O que é lipoaspiração?

A lipoaspiração é uma cirurgia que tem como objetivo eliminar a gordura localizada por meio da aspiração. Ela pode ser feita em diversas partes do corpo e ser de pequeno, médio ou grande porte. O tipo vai depender da quantidade de gordura e também da região submetida ao procedimento.

No entanto, é preciso destacar que não se trata de uma cirurgia de emagrecimento. Os indivíduos que desejam passar pelo procedimento devem estar próximos do peso ideal, uma vez que o percentual máximo de retirada de gordura não deve ultrapassar 5% do peso corporal. Ou seja, uma pessoa com 70 quilos pode ter apenas 3,5 quilos de massa adiposa retirada.

A lipoaspiração pode ser feita em diversas partes do corpo, como barriga, coxas e braços. A finalidade é melhorar o contorno e a estética corporal para recuperar a autoestima do paciente. Ela é indicada quando uma pessoa não consegue eliminar a gordura localizada com exercícios físicos, dieta e outros tratamentos estéticos.

O procedimento pode ser feito por homens e mulheres e acontece da seguinte forma: primeiro o médico demarca a região da pele onde será retirada a gordura. Em seguida, com a anestesia aplicada, são feitos pequenos orifícios por onde serão inseridas as cânulas (tubos) para aspirar a gordura. Por fim, é feita a sucção.

Com duração média de 2 horas, a lipoaspiração não deixa cicatrizes visíveis em virtude dos pequenos buracos. Estes costumam ser feitos na marca do biquíni ou por dentro do umbigo.

Os riscos de passar por uma lipoaspiração são os mesmos de qualquer cirurgia. Por isso, o recomendado é procurar um cirurgião plástico filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) para avaliar cada caso individualmente e solicitar os exames necessários para realizar o procedimento com segurança.

O pré-operatório consiste em fazer jejum durante as 8 horas antecedentes, informar o médico sobre a medicação tomada, suspender o uso de anticoncepcionais e anticoagulantes, não fumar ou consumir bebidas alcoólicas e adotar uma dieta líquida nos dois dias anteriores. Além disso, é recomendado estar saudável no dia da cirurgia, cancelando-a caso surja um imprevisto, como uma gripe ou um resfriado.

Normalmente a cirurgia para retirada de gordura localizada é feita em hospitais e clínicas que possam oferecer toda a infraestrutura necessária para garantir a segurança e o pronto atendimento em caso de complicações.

O que é lipoescultura?

Devido à semelhança nos nomes, muitas pessoas tendem a confundir ou até mesmo entender como sinônimas as cirurgias de lipoaspiração e lipoescultura. A verdade é que elas são complementares.

A lipoescultura é uma cirurgia que alia técnicas da lipoaspiração e da lipoenxertia. O procedimento consiste em retirar a gordura de alguma região do corpo do paciente para inseri-la em outra parte, a fim de esculpir a silhueta. É possível aumentar, preencher e modelar estruturas flácidas ou áreas que tendem a apresentar pouco volume, como os glúteos.

Para a realização desse procedimento o médico parte dos mesmos métodos utilizados na lipoaspiração. A gordura retirada passa por um tipo de tratamento específico em que as células rompidas, o sangue e o anestésico são retirados. Após esse processo ela pode ser enxertada em outro local.

Normalmente o corpo não apresenta rejeição a esse procedimento e a recuperação tende a ser rápida, desde que seguidas as recomendações da equipe médica. Na hora da cirurgia o resultado já estará visível, entretanto, a silhueta definitiva só aparecerá quando o inchaço diminuir.

Em quais áreas do corpo são mais aplicadas?

A lipoaspiração pode ser feita em qualquer parte do corpo que apresente acúmulo de gordura indesejada: barriga, coxas, culote, região abaixo do pescoço (papada), braços, bochechas, entre outras.

Já a lipoescultura é feita retirando a gordura dessas áreas citadas e enxertando em regiões com pouco volume, com excesso de pele ou que apresentam depressões, a exemplo do bumbum e dos seios. Um exemplo claro é a retirada de gordura do abdômen para aplicar nos glúteos ou nas maçãs do rosto — neste caso, para garantir melhor contorno e harmonia facial.

Para quem essas cirurgias são indicadas?

Qualquer pessoa saudável, maior de 18 anos e que esteja com o IMC dentro da faixa do peso ideal pode realizar a cirurgia de lipoaspiração e lipoescultura. O mais indicado é que a pessoa só recorra aos procedimentos depois de tentar eliminar a gordura com outros meios. Desse modo, as cirurgias terão como finalidade a melhora da estética corporal, e não a perda de peso.

Quais resultados são esperados?

Quem opta por realizar um procedimento para a retirada de gordura localizada está em busca de melhorar a sua imagem diante do espelho. Tanto a lipoaspiração quanto a lipoescultura apresentam resultados satisfatórios, seguros e em um espaço de tempo relativamente curto — em até 6 meses serão definitivos. Ou seja, os benefícios estéticos são muito positivos! 

E então, o que você achou de conhecer as diferenças e a relação entre os procedimentos? É importante lembrar que um cirurgião plástico precisa avaliar cada caso individualmente e entender as demandas do paciente.

Caso opte por realizar a lipoaspiração e lipoescultura, é importante seguir todas as recomendações médicas e manter o cuidado com o corpo para que os resultados sejam mais duradouros.

Se você ainda tem dúvidas em relação ao assunto, temos uma dica que pode ajudar: aproveite para se informar lendo o nosso artigo sobre as melhores épocas para fazer uma cirurgia.

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