Por que evitar o ganho de peso após cirurgia bariátrica?

A intervenção cirúrgica é uma alternativa que promove bons resultados para quem quer combater a obesidade e ter um peso mais saudável, mas já tentou outros métodos sem muito sucesso. O problema é que, o resultado pode variar de acordo com alguns fatores, ou seja, dependendo dos hábitos do paciente, organismo ou histórico familiar, por exemplo, pode ocorrer o ganho de peso após cirurgia bariátrica.

E você sabe por que isso acontece? Neste artigo, vamos entender como ocorre a perda de peso na cirurgia bariátrica, qual a importância de manter o controle e daremos dicas de como evitar o ganho de peso após cirurgia bariátrica. Vamos lá? Confira!

Como ocorre a perda de peso com a cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica, ou redução de estômago, é indicada para tratamentos de graus avançados de obesidade e quando há risco de agravamento de doenças como diabetes ou hipertensão arterial. Essa intervenção pode ser classificada em 4 tipos regulamentados pela ANS, de acordo como a forma como trabalha a eliminação do peso:

  • gastroplastia em Y: diminui a capacidade do estômago para 10% restringindo a quantidade de alimento consumida e desviando-os para o duodeno causando a redução do apetite;
  • gastrectomia vertical: remove aproximadamente 80% do estômago tornando-o um tubo estreito.
  • derivação bileopancreática: além da redução do estômago é aliado a um desvio intestinal, o que inibe a absorção calórica;
  • banda gástrica ajustável: é feita com uma inserção de um dispositivo de silicone no começo do estômago. É um método reversível e pouco invasivo, mas pode sofrer rejeição do organismo.

É importante lembrar que a recomendação para qualquer um dos tipos de cirurgia dependerá da indicação de um profissional da área.

A perda de peso acontece devido às mais diversas alterações fisiológicas causadas pelas intervenções bariátricas. Por isso, após o procedimento é importante observar as taxas hormonais, seguir as diferentes fases da dieta e criar uma rotina com atividades físicas, caso contrário, o risco de ganhar peso futuramente é grande.

Qual a importância de controlar o peso após o procedimento?

O período pós-operatório para pacientes bariátricos exige uma série de cuidados. Além das medidas indicadas em qualquer procedimento, como repouso, seguir a medicação recomendada, evitar esforço físico e sol na região é preciso estar atento à alimentação e aos hábitos de vida.

Caso essas recomendações não sejam seguidas, o paciente da cirurgia bariátrica pode apresentar algumas consequências como fraqueza, anemia, queda de cabelo e fraqueza nas unhas, osteoporose e, principalmente, o ganho de peso.

O ganho de peso após cirurgia bariátrica causa transtorno físico, afinal, a gordura que era um problema volta a incomodar, e também psicológico, uma vez que ele pode apresentar culpa por acreditar que é o responsável pela falta de sucesso da cirurgia.

A situação ocorre, pois, normalmente, em média, até os 18 meses a pessoa está motivada, já que há uma grande perda de peso e ela ainda segue a risca as orientações da equipe médica. Soma-se a isso o fato de ter a autoestima elevada, graças aos constantes elogios à nova forma física. Entretanto, com o tempo, o apetite pode aumentar gradativamente e a compulsão alimentar pode crescer e o paciente pode voltar a ter os mesmos hábitos alimentares de antes da cirurgia.

Com o ganho de peso após cirurgia bariátrica, problemas emocionais podem surgir, aumentando a dificuldade em emagrecer de forma saudável.

É importante lembrar que é normal apresentar uma estagnação na perda de peso depois de um tempo ou até um pequeno aumento na balança. No entanto, engordar muitos quilos associados ao surgimento de doenças podem causar prejuízos à saúde, e por isso, merece atenção.

O que deve ser feito para evitar o ganho de peso após cirurgia bariátrica?

Como vimos, o ganho de peso após cirurgia bariátrica pode causar consequências físicas e psicológicas. Por essa razão, o sucesso da intervenção depende de algumas atitudes por parte do paciente.

Faça um acompanhamento médico multidisciplinar

Enfrentar uma cirurgia bariátrica e todo processo envolvido exige preparo emocional e consciência dos cuidados a serem tomados. Mesmo depois, é muito importante que o paciente passe por constantes avaliações físicas e psíquicas para identificar o seu estado de saúde.

Por essa razão, além do cirurgião plástico é preciso contar com a ajuda de uma equipe multidisciplinar composta por clínicos, nutricionistas e psicológicos que façam análises e investigações do quadro e que deem suporte ao paciente em todo processo operatório e pelo resto da vida.

Mantenha uma alimentação equilibrada

Além do acompanhamento médico, o paciente precisa estar aberto a adotar uma alimentação equilibrada. Ou seja, mesmo com a perda de peso, é necessário a adoção de hábitos alimentares saudáveis como ingestão de proteínas magras, carboidratos integrais, frutas, legumes, verduras, gorduras boas e evitar ao máximo produtos industrializados, calóricos e ricos em açúcar.

Invista em suplementação de vitaminas e sais minerais

Devido a retirada de parte do estômago e do intestino e, consequentemente, uma mudança na forma como o organismo absorve os nutrientes, algumas pessoas podem apresentar deficiências nutricionais. Para reverter esse quadro é interessante, com recomendação nutricional, apostar na suplementação segura de vitaminas e sais minerais.

Respeite as etapas da dieta proposta

O período de recuperação da bariátrica exige uma dieta específica para cada fase. A indicação é que seja feita da seguinte maneira:

  • entre 24 h e 48 h deve ser priorizada uma dieta sem resíduos para auxiliar na adaptação à nova forma. Devem ser ingeridos chás, sucos naturais, água e caldo de carne de acordo com a recomendação médica.
  • entre 1 a 2 semanas é introduzida a dieta líquida em que podem ser incluídas vitaminas, leite desnatado, caldo de legumes, sopas, iogurte e gelatina amolecida;
  • entre 2 e 4 semanas é introduzida a dieta pastosa para estimular a mastigação em que podem ser servidos em pequenas porções alimentos como carne, ovos mexidos, vegetais cozidos, leguminosa, sopas, frutas etc.
  • por fim a dieta regular que é quando o paciente pode voltar a se alimentar se forma saudável, respeitando os limites do corpo.

Considere fazer cirurgias para melhorar a autoestima

Uma das formas de fazer com o paciente siga firme na mudança de hábitos e evitar o ganho de peso é recorrer a cirurgias plásticas para remoção do excesso de pele em algumas áreas e, até mesmo, a lipoaspiração para a retirada de algum ponto de gordura localizada. Com os resultados mais visíveis a sua autoestima será ainda maior.

Como vimos, o ganho de peso após cirurgia bariátrica pode acontecer com pacientes que não fazem acompanhamento adequado ou que não aderem a uma mudança de hábitos. Por isso, procure por clínicas sérias que oferecem toda estrutura para a realização do procedimento e de todo acompanhamento necessário.

Gostou desse assunto? Que tal acessar o nosso conteúdo com 6 dicas para acabar com a gordura localizada?

Lifting de braço: o que é e quando é indicado?

O lifting de braço, ou braquioplastia, é uma cirurgia plástica que tem feito muito sucesso atualmente. Todos os anos, cada vez mais pessoas encaram a mesa de cirurgia para usufruir da liberdade de exibir os braços e poder acenar sem nenhum constrangimento.

O fato de não se sentir satisfeito com uma parte do seu corpo é o suficiente para desencadear problemas de autoestima e confiança. Isso afeta diretamente os relacionamentos e o convívio social, além de diminuir consideravelmente a qualidade de vida de uma pessoa.

O problema é ainda maior quando se trata dos braços, uma região do corpo extremamente visível. Seja por motivo genético, um emagrecimento muito rápido ou até mesmo a idade, o excesso de pele nos membros superiores pode acometer qualquer pessoa e ser solucionada por meio de um lifting de braço.

Quer descobrir mais sobre essa cirurgia plástica? Neste artigo, separamos os tópicos mais relevantes sobre o tema. Acompanhe!

O que é o lifting de braço?

A braquioplastia é uma cirurgia realizada na parte inferior dos braços que visa a diminuir a flacidez da região. A técnica utilizada levanta os tecidos do local, o qual deixa de apresentar dobras ou excesso de pele e fica com um aspecto muito mais harmonioso.  

O lifting de braço é considerado um procedimento simples, que remodela a estrutura e diminui a quantidade de pele no local. Mesmo assim, cuidados na sua avaliação e recuperação do paciente são fundamentais para o sucesso da operação.

Por isso, converse muito bem com o seu cirurgião plástico antes de se submeter a essa cirurgia e siga todas as recomendações para o pré e pós-operatório. Dessa forma, as chances de obter resultados positivos são elevadas.

Para que ela serve?

A braquioplastia reduz o excesso de tecido cutâneo que vai desde as axilas até o cotovelo, na parte inferior do braço. Assim, o membro superior adquire um formato mais fino, com contornos anatômicos e tonificados.

Portanto, essa cirurgia contribui de maneira significativa para uma pessoa se sentir mais bonita e com altos níveis de bem-estar.

Quando esse procedimento é indicado?

O lifting de braço é indicado para pessoas que passaram por uma grande perda de peso; para aquelas que, com o envelhecimento, acabaram por ficar com os braços mais flácidos; ou ainda para quem sofre com a genética de apresentar essa característica.

No entanto, existem algumas condições para a realização do procedimento. São elas:

  • o adulto não deve estar obeso;
  • o seu peso deve estar relativamente estável;
  • ele precisa estar saudável e não pode apresentar doenças que prejudiquem a cicatrização ou a realização do procedimento;
  • ele não deve fumar;
  • esse adulto precisa ter capacidade para seguir corretamente todas as orientações do profissional.

Portanto, se você apresenta flacidez e excesso de pele nos membros superiores e se encaixa em todas as condições citadas acima, você é um forte candidato para o lifting de braço.

Qual é a preparação necessária para a cirurgia?

O pré-operatório é a etapa em que a sua segurança e o sucesso do procedimento começam a ser definidos. Por esse motivo, é importante que você tenha uma conversa franca com o seu cirurgião.

Nela, o profissional questionará sobre seu estilo de vida, hábitos alimentares, prática de exercícios físicos, vícios, condições de saúde, alergias, doenças crônicas preexistentes e cirurgias já realizadas.

É preciso que você seja muito sincero, pois assim o profissional saberá exatamente quais são os riscos de realizar esse procedimento no seu corpo e definir se ele é adequado ou não.

A segunda parte do pré-operatório é a avaliação das suas condições de saúde. Assim, o cirurgião pedirá exames laboratoriais e de imagem para confirmar que seu organismo tem condições adequadas para passar pela cirurgia.

Por um período determinado pelo seu médico, pode ser necessário tomar alguns medicamentos e suspender outros fármacos que possam interferir na cicatrização ou coagulação, como a aspirina. Além disso, se fumante, o paciente deve parar com esse hábito alguns meses antes da cirurgia.

No pré-operatório, todas as recomendações sobre o dia da cirurgia, como tempo de jejum e medicamentos necessários, assim como as atitudes que devem ser tomadas logo após o procedimento, devem ser repassadas pelo profissional.

É muito importante que a cirurgia seja realizada em um local seguro, como um hospital equipado para atender a qualquer intercorrência durante o procedimento. Assim, é possível evitar riscos e garantir a segurança do paciente.

Quais são os cuidados necessários na recuperação?

O pós-operatório é ainda mais importante para definir o sucesso de uma cirurgia de braquioplastia e garantir a saúde do paciente. Por isso, as recomendações passadas devem ser seguidas à risca. Entre elas:

  • evitar levantar os braços e carregar pesos por até dois meses;
  • não fazer exercícios físicos por um mês;
  • usar malhas de compressão, faixa elástica, atadura ou bandagem pelo tempo recomendado pelo cirurgião;
  • utilizar os medicamentos conforme a prescrição, seguindo as dosagens e dias de tratamento;
  • fazer repouso absoluto de uma a duas semanas;
  • cuidar, limpar e trocar o curativo conforme as orientações;
  • retornar obrigatoriamente ao consultório para que o cirurgião acompanhe a sua recuperação.

Entre os sintomas que serão sentidos nessa fase estão o inchaço e os hematomas, os quais costumam melhorar em até 3 semanas. Para auxiliar nesse processo, a aplicação de compressas de gelo é uma ótima alternativa.  

Caso o paciente apresente falta de ar, batimentos cardíacos acelerados ou anormais e dores no peito, ele deve ser orientado a procurar ajuda médica imediatamente.

Quais são os resultados esperados?

Os resultados de um lifting de braço estão completamente relacionados com o pré e pós-operatório. Quanto melhores as condições no preparo para a cirurgia, melhor será o resultado.

Os traços mais suaves dos braços são obtidos logo após a cirurgia. No entanto, o inchaço e os hematomas são fatores que podem prejudicar um pouco a visualização do resultado. Por esse motivo, ele só será observado cerca de 4 a 6 meses após a operação.

Uma cirurgia de lifting de braço é a melhor solução para quem sofre com flacidez ou excesso de pele na região inferior dos membros superiores. Se você está nessa situação, não deixe de procurar um bom cirurgião plástico para fazer uma primeira avaliação e, assim, começar a caminhada rumo o aumento do seu bem-estar e qualidade de vida.

Que tal começar agora mesmo? Entre em contato conosco e agende a sua consulta!

Você já ouviu falar em lifting de coxa? Conheça o procedimento!

Em países de clima tropical como o Brasil, ter liberdade para mostrar as pernas em qualquer época do ano é sinônimo de conforto e qualidade de vida. Por isso, quem anseia em ter os membros inferiores torneados e esteticamente agradáveis deve apostar na prática regular de exercícios e na adoção de uma dieta equilibrada. Mas quando essas medidas não são suficientes, existe outra solução: o lifting de coxa.

Ainda não sabe o que é esse tipo de cirurgia e quando ela é indicada? Então você veio ao lugar certo! Neste artigo, explicaremos o que é o lifting de coxa, em que casos o procedimento é indicado e quais são os cuidados necessários para alcançar o resultado desejado e ter pernas lindas!

O que é o lifting de coxa?

Envelhecimento, efeito sanfona, perda excessiva de peso e até mesmo condições hereditárias: esses são apenas alguns dos fatores que podem levar ao acúmulo de gordura e ao excesso de pele na região das coxas, gerando flacidez. Essa é uma situação incômoda para muitas pessoas, pois além de prejudicar a imagem em frente ao espelho, pode atrapalhar o caminhar e limitar o uso de roupas justas.

Uma solução eficiente para esse desconforto é o lifting de coxa, também conhecido como cruroplastia, dermolipectomia das coxas, lifting crural ou levantamento de coxas. Essa intervenção cirúrgica tem como objetivo a retirada do excesso de pele na parte superior de cada uma das coxas, o que pode ou não ser associado à eliminação da gordura localizada na região por meio de uma lipoaspiração.

O tipo de incisão depende do grau de flacidez da pele na região e pode ser caracterizado de três formas:

  • incisão somente na virilha: indicado para casos mais leves de flacidez, pois age apenas sob o terço superior das coxas;
  • incisão na virilha até a metade da coxa: indicada para casos moderados em que a flacidez se encontra até a parte mediana da coxa;
  • incisão na virilha até o joelho: esse tipo de incisão deve ser feito em casos mais severos de flacidez, quadro comum em pacientes que passam por uma perda muito intensa de peso.

Após a incisão, é feito um esticamento da pele para a realização dos cortes que remodelam o contorno da perna. O cirurgião deve envolver a coxa com ligaduras apertadas, podendo ainda introduzir drenos próximos ao local do corte para retirar possíveis acúmulos de líquidos.

A cirurgia para retirada de pele excessiva nas coxas dura entre 2 e 4 horas e não costuma apresentar complicações, desde que o paciente siga as recomendações médicas à risca. Veja a seguir em quais casos ela é indicada.

Em quais casos o procedimento é indicado?

O lifting de coxa é indicado para pessoas que estão insatisfeitas com o contorno de suas pernas e que, mesmo após a rotina de atividade física intensa e adoção de dietas, não obtiveram o resultado necessário, apresentando excesso de pele nas pernas.

A cruroplastia pode ser indicada para pacientes com mais de 18 anos que estejam próximos ou que já tenham atingido o seu peso ideal pois, esta é uma observação importante porque, caso haja uma nova perda de peso após a cirurgia, corre-se o risco da pele ficar flácida de novo.

De modo geral, essa intervenção cirúrgica é indicada para:

  • pessoas que passaram por uma intensa perda de peso em pouco tempo, sobretudo que fizeram a cirurgia bariátrica;
  • mulheres que tenham passado por uma gravidez recente e que apresentam oscilação de peso;
  • pessoas que visam corrigir o efeito do envelhecimento da pele.

É importante lembrar ainda que o lifting de coxas não retira a gordura localizada. Quando o paciente apresenta esse problema, associa-se a cirurgia de lipoaspiração.

Quais são os cuidados para fazer a cirurgia?

Ao pensar em realizar essa cirurgia, o paciente deve buscar por um cirurgião plástico filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e que atenda em clínicas com todo o suporte necessário. O médico escolhido deve fazer uma avaliação geral da área e solicitar os exames pré-operatórios, fundamentais para compreender o quadro de saúde do paciente.

Também é importante suspender o uso de medicamentos anticoagulantes e o consumo de cigarros e bebidas alcoólicas no período que antecede a cirurgia. O jejum total deve ser aderido nas 8 horas anteriores ao procedimento.

Como é o período pós-operatório?

A intervenção cirúrgica nas coxas não costuma apresentar complicações, e a recuperação em geral leva de 20 a 30 dias. Para que isso ocorra, porém, é importante seguir algumas recomendações básicas no pós-operatório, como:

  • manter repouso relativo nos 5 primeiros dias após a cirurgia;
  • ter uma alimentação equilibrada a partir da cirurgia para evitar o ganho de peso;
  • não fumar por pelo menos 15 dias após a cirurgia;
  • evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • evitar tomar sol na área nos primeiros 3 meses e, após esse período, utilizar protetor solar na região;
  • não ter relações sexuais por 30 dias, já que o corte da cirurgia é na região da virilha;
  • dormir na posição de barriga para cima no primeiro mês;
  • não realizar atividades físicas por 30 dias. Depois desse período, começar a praticar atividades leves e moderadas, quando liberada pelo seu médico;
  • realizar drenagem linfática após 30 dias;
  • fazer o uso correto da medicação receitada pelo médico;

Quais resultados são esperados?

Depois de seguidas as recomendações no período pós-operatório, o paciente pode esperar os melhores resultados. As cicatrizes ficarão visíveis por cerca de até 6 meses, mas ficam bem disfarçadas no contorno da perna.

Os resultados esperados com o lifting de coxa são pernas mais torneadas, com o aspecto firme e sem atrito entre as coxas ao caminhar. Passado os inchaços do procedimento, já possível perceber a mudança, e em até 6 meses o resultado definitivo aparecerá.

A manutenção dos resultados do lifting de coxa vai depender da adoção de alguns hábitos, como a prática regular de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada. Em caso de dúvidas ou interesse nesse assunto, entre em contato conosco e veja qual procedimento é o mais adequado para o seu caso!

Conheça agora os 3 tipos de cirurgia de mama!

Aumentar ou reduzir o tamanho dos seios, ou mesmo levantá-los, é o desejo de grande parte das mulheres. De fato, quem é que nunca se pegou em frente ao espelho imaginando como seriam eles, caso fosse possível mudá-los? Se você se identificou com a situação, precisa conhecer os diferentes tipos de cirurgia de mama.

São elas: mastopexia, mamoplastia redutora e mamoplastia de aumento. Mas atenção: seja qual for o procedimento ideal para você, saiba que é fundamental consultar o cirurgião plástico e realizar uma bateria de exames antes de decidir entrar em uma sala de cirurgia.

Neste artigo vamos mostrar quais as diferenças entre cada tipo de técnica cirúrgica e dar dicas importantes dos cuidados que é preciso ter no pós-operatório. Confira!

3 tipos de cirurgia de mama

Está pensando em mudar os seios? Seja para aumentá-los, seja para reduzi-los ou levantá-los, é preciso fazer previamente a avaliação mamária por meio de mamografia e ultrassonografia. Dito isso, conheça os três tipos de cirurgia de mama e descubra qual é a mais adequada para você!

1. Mastopexia

A mastopexia é uma prática cirúrgica para solucionar o caimento natural dos seios, conhecido no linguajar médico de ptose mamária. Chamado também de lifting de mama, esse tipo de cirurgia plástica é recomendado para mulheres com flacidez na região, situação que pode ocorrer devido ao peso, à idade ou à amamentação.

Durante o procedimento, a aréola e a pele flácida são reposicionadas. Assim, as mamas voltam à posição original e ficam em simetria.

O implante de silicone é ou não necessário, de acordo com a quantidade de tecido mamário da paciente. Se houver espaços vazios na mama, o médico usará a solução para preenchê-los e dar firmeza aos seios. Essa técnica é denominada mastopexia com prótese.

Em uma situação contrária, apenas o excesso de pele é removido e o tecido mamário reposicionado. Há casos em que é preciso retirar gorduras ou glândulas para que os seios fiquem com o formato mais apropriado.

2. Mamoplastia redutora

Como o próprio nome sugere, a mamoplastia redutora é o procedimento realizado para diminuir o tamanho das mamas. Há mulheres que optam por essa cirurgia por razões estéticas, mas ela também pode ser indicada para quem deseja cuidar da saúde.

É que, em determinados casos, o volume dos seios pode comprometer a coluna e gerar incômodos no pescoço e nos ombros, devido ao peso.

A prática cirúrgica consiste na remoção de uma parcela da gordura presente na região, o tecido glandular, para possibilitar a redução de tamanho. É preciso, ainda, retirar uma porção de pele. Assim, as mamas ficam menos flácidas e mais firmes.

Para garantir a harmonia dos seios com o corpo, o médico precisa levar em conta o peso e a altura da paciente. Dessa forma, é possível calcular a quantidade exata de tecido a ser removido.

3. Implante de silicone

Se você deseja aumentar o volume dos seios e proporcionar mais firmeza a eles, o implante de silicone é a cirurgia indicada. Chamada pelos médicos de mamoplastia de aumento, a técnica costuma ser procurada por quem que tem pouco conteúdo mamário ou gestantes que amamentaram e tiveram suas mamas diminuídas.

É um procedimento bastante simples, que consiste na introdução do silicone pela parte de baixo ou de cima dos seios. Há a opção, também, de realizar a incisão nas axilas.

Devemos destacar que a altura da paciente, o diâmetro do tórax, as medidas naturais das mamas e até mesmo as características da pele, como a presença de estrias, são fatores que precisam ser considerados na hora de escolher o tamanho ideal de uma prótese.

Falando nisso, saiba que ela pode ser encontrada nas modalidades cônica, redonda e gota. Os resultados da cirurgia são imediatos e elevam a autoestima de mulheres que sempre desejaram ter os seios maiores.

Além dos três tipos de cirurgia de mama, em pacientes que tiveram câncer, é necessária a reconstrução mamária. Para o procedimento, devem ser levados em conta a aparência, a forma e o tamanho dos seios depois da retirada parcial ou total do tecido mamário.

A depender de cada caso, são feitas também a redução, o aumento ou a mastopexia na região. Em geral, a aplicação de implante requer a realização de outras técnicas, que podem ocorrer na data da remoção do tumor ou após o tratamento.

Dicas essenciais para a fase do pós-operatório

Terminada a cirurgia de mama, é fundamental tomar certos cuidados na fase do pós-operatório para uma recuperação rápida e saudável. Sendo assim, você precisa prestar atenção nas dicas a seguir:

  • a primeira sugestão é lançar mãos de um sutiã especial de sustentação durante 30 dias. Assim, você vai contribuir com a rápida cicatrização e imobilização da região;
  • lembre-se de retirar os pontos no prazo correto, ou seja, de sete a 15 dias depois da realização do procedimento;
  • pelo menos durante o primeiro mês e, em alguns casos, no período de 60 dias, é preciso fazer curativos;
  • nos 30 dias seguintes à cirurgia, é primordial evitar os exercícios físicos, o esforço e carregar peso;
  • você só deve voltar a dirigir quando completar um mês após ter passado pelo procedimento;
  • é preciso manter-se protegida do sol pelo período de 30 dias. Quem passou pela reconstrução mamária precisa ficar de três a seis meses distante da luz do sol, de acordo com a orientação do cirurgião.

Por fim, tenha em mente que qualquer procedimento nos seios deve ser realizado por profissionais de qualidade e capacitados para tal prática. Da mesma forma, é importante lembrar que as técnicas cirúrgicas precisam, obrigatoriamente, ser feitas em hospitais equipados com UTI.

Aprendeu quais são os tipos de cirurgia de mama? E então, qual é a mais indicada para você? Se pretende procurar o médico especializado, não deixe de contar a ele quais as suas expectativas e tirar todas as suas dúvidas sobre o procedimento. Afinal de contas, antes de tomar qualquer decisão, é fundamental se sentir totalmente segura.

Agora que você está a par das diferentes técnicas cirúrgicas para os seios, siga-nos no Facebook e no Instagram para ficar por dentro de todos os nossos conteúdos!

 

Dermolipectomia braquial (plástica no braço): o que você deve saber sobre a cirurgia?

Em países de clima quente, como o Brasil, os braços ficam a mostra quase o ano todo, o que pode se tornar um incômodo para quem não está satisfeito com os seus membros superiores devido ao excesso de pele ou até mesmo gordura. Nesses casos, o ideal é procurar por uma dermolipectomia braquial, ou seja, uma cirurgia plástica no braço.

Se você está enfrentando esse problema ou tem interesse em saber mais sobre o assunto, leia este artigo até o final. Nele, explicaremos como é feita a cirurgia no braço, quais são as indicações para esse tipo de procedimento, quais são as recomendações médicas para quem deseja fazer a intervenção e quais os resultados você pode esperar. Confira!

Como é feita a cirurgia plástica no braço?

A dermolipectomia braquial é uma cirurgia plástica feita na região que se estende da axila até o cotovelo com o objetivo de remover o excesso de pele ou gordura.

Quando há o excesso de gordura, pode ser feita uma lipoaspiração no braço a partir da axila. Já em casos de excesso de pele, o mais recomendado é uma incisão na parte interna do membro para a sua retirada.

Normalmente, o procedimento dura em torno de duas horas e não costuma apresentar complicações, desde que sejam cumpridas as recomendações antes e depois do procedimento.

Quais são as indicações da dermolipectomia braquial?

A parte posterior, ou interna, do braço é uma área do corpo que costuma acumular gordura além de ser um músculo menos exercitado normalmente. A falta de músculos fortes, associada ao excesso de flacidez e acúmulo de gordura, fazem com que, ao longo do tempo, haja uma tendência da perda de contorno, deixando com o aspecto indesejado.

A cirurgia plástica no braço é recomenda para pessoas que estão insatisfeitas com a sua estética. Isso acontece, principalmente, devido ao excesso de pele decorrente de um emagrecimento rápido, como em casos de cirurgia bariátrica, ou quando a pessoa tem oscilações de peso frequentes, o chamado efeito sanfona. Além disso, a flacidez costuma estar associada ao avanço da idade, que faz com que a pele perca a elasticidade.

A intervenção cirúrgica é indicada para casos em que a pele do braço apresenta dificuldade para retornar ao lugar ou quando a região acumula tanta gordura que apenas atividade física e uma alimentação regrada não dão conta de corrigir a estética.

Quais são os níveis de flacidez e possibilidades de cirurgia?

Chamamos de dermolipectomia braquial as cirurgias destinadas à correção estética dos braços. No entanto, o procedimento pode variar de acordo com o nível de flacidez em que se encontra a pele e a quantidade de gordura localizada na região.

Existem quatro diferentes casos de flacidez que são:

  • nível 1: não há flacidez e sim acúmulo de gordura na região braquial. O mais indicado nesse caso é a realização de uma lipoaspiração;
  • nível 2: acontece quando o braço apresenta flacidez e não tem aumento do nível de gordura. Recomenda-se a cirurgia de ressecção de pele sem a necessidade de lipoaspiração;
  • nível 3: é chamado assim quando há flacidez e aumento da quantidade de gordura localizada no braço. Nesses casos, podem ser combinadas a lipoaspiração com a ressecção da pele;
  • nível 4: apresenta grande acúmulo de gordura e flacidez extensa desde a axila até a região próxima ao cotovelo. O ideal é associar a dermolipectomia com a cirurgia plástica da axila.

Quais são os cuidados pré e pós operatório?

Como vimos, a cirurgia plástica no braço não costuma apresentar complicações. No entanto, em alguns casos, os pacientes podem apresentar problemas como hematomas, abertura dos pontos, seromas, quelóides (cicatrizes elevadas na região que sofreu intervenção), infecção, necrose (morte das células que causa o sofrimento da pele) ou outros sintomas relacionados.

Para evitar tais complicações, é muito importante que o paciente siga corretamente os cuidados pré e pós-operatórios de acordo com a recomendação médica. Saiba quais são as medidas necessárias em ambos os casos a seguir!

Pré-operatório

Antes de se submeter a uma dermolipectomia braquial, é importante conversar com seu médico e informar sobre o uso de medicamentos como anticoncepcionais e anticonvulsivantes, vitaminas ou outras drogas. Além disso, pacientes fumantes devem evitar fazer uso do cigarro pelo menos duas semanas antes da data da cirurgia.

O médico responsável deve solicitar os exames necessários, investigar a saúde e as condições do paciente para se submeter a uma cirurgia e orientar sobre a necessidade de jejum.

A exposição solar também deve ser evitada, principalmente na área que será operada. Também é preciso manter uma dieta equilibrada, pois a falta de nutrientes pode acabar prejudicando os resultados da cicatrização.

Em geral, pessoas de qualquer idade podem se submeter à plástica no braço — com exceção de grávidas e pessoas em um grau avançado de obesidade.

Pós-operatório

Imediatamente após a cirurgia, o paciente deve evitar fazer movimentos bruscos com os braços e retomar a rotina aos poucos. É importante não fazer esforço físico ou mesmo dirigir dentro do período de 30 dias. Também não é recomendado se expor ao sol até que a ferida cicatrize por completo. Depois disso, use sempre filtro solar.

É preciso ter atenção na hora do banho e ter cuidado redobrado com os curativos, pois são eles que ajudarão no processo de cicatrização. Ademais, o médico prescreverá medicamentos que reduzam o desconforto e as dores no período pós-cirúrgico

Como lidar com as expectativa e quais resultados esperar?

Ao se decidir por uma plástica no braço, é muito importante conversar com o seu médico sobre suas expectativas e quais são as possibilidade reais de resultados, levando em conta que a intervenção pode deixar uma cicatriz.

Em geral, a dermolipectomia braquial apresenta resultados satisfatórios, desde que seguidas as recomendações feitas durante todo o processo e, após cerca de 1 ano depois, os resultados já serão definitivos.

Neste artigo, você pôde conhecer um pouco mais sobre a dermolipectomia braquial e quando ela é indicada. Ao se decidir por uma cirurgia plástica no braço, procure uma clínica especializada e leve em consideração as suas necessidades e o custo-benefício de passar por uma intervenção.

De uma forma geral, as cirurgias plásticas ajudam na autoestima, autoaceitação e também a forma como você lida consigo mesmo. Quer saber mais sobre o assunto? Leia nosso conteúdo sobre como melhorar a autoestima pós-bariátrica com a cirurgia plástica!

O que é rinoplastia? Saiba tudo sobre essa cirurgia!

A busca pela aparência dos sonhos acaba levando milhares de pessoas a uma cirurgia plástica, seja reparadora ou estética. Uma das principais intervenções e também a mais procurada no Brasil é a rinoplastia, a cirurgia plástica no nariz. Esse procedimento tem como objetivo melhorar a estética de pontos de mais destaque do rosto e corrigir problemas anatômicos que prejudicam a respiração.

Então, se você quer fazer alguma correção na estrutura do nariz, este artigo é para você! Nele vamos explicar o que é rinoplastia, quais as suas indicações, como é feito o procedimento e se há algum risco. Se você quer saber mais sobre o assunto, não deixe de ler este artigo até o final. Boa leitura!

O que é rinoplastia?

A rinoplastia é uma intervenção cirúrgica que tem como principal objetivo alterar o nariz, remodelando a estética e também sua anatomia quando há problemas relacionados à respiração.

A rinoplastia se tornou popular no século 20. No entanto, existem relatos de intervenções na região nasal datados de 800 anos a.C. Com o passar do tempo, a cirurgia adotou padrões rígidos de qualidade e passou a respeitar a individualidade de cada rosto, levando em conta o tipo de pele, etnia, formato do rosto e gosto do paciente.

Em quais casos a cirurgia é indicada?

De forma geral, a cirurgia plástica no nariz é indicada para qualquer pessoa que tenha mais de 15 anos e que não apresente problemas de saúde que impeçam a realização do procedimento.

Como vimos, a rinoplastia é procurada tanto para melhorar a harmonia do rosto, conferindo a proporção adequada ao nariz em relação aos outros traços, como também para corrigir problemas que afetam a respiração.

As áreas que normalmente passam por correção são a parte dorsal, a ponta, o septo e as narinas. Para entender melhor os casos, vamos conhecer melhor as situações em que o paciente pode optar pelo procedimento.

Estética

A cirurgia com fins estéticos pode partir de algumas motivações. Confira cada uma delas a seguir!

Redução

Acontece quando o nariz apresenta uma estrutura grande em relação ao formato de rosto ou quando o seu formato (alargado, comprido, pontudo) afeta a autoestima do paciente.

Aumento

Quando há uma má-formação da estrutura nasal, perda de parte do nariz devido a acidentes, subdesenvolvimento nasal congênito, cirurgias anteriores mal executadas ou quando ele não corresponde com a harmonia facial do paciente.

Cirurgia étnica

É um tipo de cirurgia que tem como objetivo melhorar a estética das pessoas pertencentes de grupos étnicos que têm como característica um nariz com curvas mais suaves ou de tamanho maior (africanos, asiáticos, orientais e povos da Oceania). A cirurgia melhora os traços, mantendo a identidade étnica da pessoa.

Correção de traços

O procedimento visa melhorar a aparência do nariz, melhorando seus traços. É o caso da correção de columela (parte inferior), quando a pessoa apresenta nariz torto ou tem o nariz caído (em que a ponta se volta para baixo quando sorri).

Condições ligadas à saúde

A seguir, algumas condições anatômicas do nariz que podem ser corrigidas com a rinoplastia, melhorando a qualidade de vida do paciente.

Desvio do septo

O septo é aquela cartilagem localizada entre as duas narinas. Quando ele tem um desvio, a condição pode causar problemas como apneia do sono, roncos em excesso, dificuldade na respiração, dor de cabeça e sangramentos nasais.

Carne esponjosa

A carne esponjosa é responsável por umidificar o ar que entra nas narinas. Quando há um aumento dessa estrutura, há chances de ocorrer problemas para respirar, podendo causar roncos e inflamações no ouvido.

Sinusite

A sinusite é uma inflamação nos seios da face que causam dificuldade respiratória e dor de cabeça. Apesar de não ser tão comum, o problema pode ser corrigido por uma cirurgia no nariz, sobretudo quando há questões estéticas envolvidas.

Como é feita uma cirurgia plástica no nariz?

Agora que já sabemos o que é uma rinoplastia e para quais casos ela é indicada, vamos conhecer o modo como é feita essa intervenção cirúrgica.

Basicamente, a rinoplastia é feita de duas formas:

  • rinoplastia aberta  o cirurgião realiza o procedimento fazendo uma incisão na base do nariz e em cada uma das narinas. Esse tipo apresenta uma pequena cicatriz que desaparece durante a recuperação;
  • rinoplastia fechada  é uma técnica que demanda experiência, pois as incisões são feitas apenas dentro das narinas.

Existe algum risco na realização da rinoplastia?

De maneira geral, a rinoplastia é considerado um procedimento cirúrgico seguro. No entanto, existem alguns riscos associados como sangramento, lesões no septo, inchaço na região dos olhos, problemas de pele e obstrução da respiração.

Para evitar complicações, é fundamental seguir algumas recomendações antes e após a cirurgia. Confira quais são!

Cuidados pré-operatórios

  • realizar os exames solicitados;

  • suspender o uso de anticoagulantes e aspirinas por 7 dias antes da operação;

  • não realizar a cirurgia caso haja algum sinal de infecção no corpo;

  • não consumir bebidas alcoólicas e nem fumar no período que antecede a cirurgia;

  • realizar uma dieta equilibrada;

  • avisar sobre atraso menstrual ou a possibilidade de gravidez;

  • fazer jejum de 8 horas antes do procedimento.

Cuidados pós-operatórios

  • manter o repouso absoluto nos primeiros 7 dias;

  • utilizar soros ou descongestionantes para facilitar a respiração;

  • alimentar-se à base de alimentos pastosos e sopas;

  • não se expor ao sol nos primeiros dias e depois sempre usar o protetor solar;

  • ter atenção à posição de dormir. O recomendado é de barriga para cima e com a cabeça alta.

De maneira geral, seguindo esses cuidados o procedimento correrá bem e, a partir de 30 dias, já será possível ver os primeiros resultados. O resultado definitivo deve aparecer entre 6 meses e um ano.

Agora que você já sabe o que é rinoplastia, também é importante saber que é preciso conversar com o seu cirurgião plástico para saber das suas condições e quais expectativas deve ter em relação aos resultados da intervenção. Por isso, a escolha de profissionais capacitados e confiáveis é determinante para a realização de um procedimento seguro e que atenda ao seu objetivo.

E aí, o que achou deste artigo? Se você quer saber mais sobre o assunto, acesse o nosso conteúdo com 8 tipos de cirurgias plásticas que você precisa conhecer!

Mastopexia e mamoplastia: entenda as principais diferenças

As cirurgias plásticas de correção nas mamas estão entre as mais populares no Brasil e as principais técnicas utilizadas são a mastopexia e mamoplastia. Junto com a vontade de deixar os seios harmoniosos com o restante do corpo e ainda dar aquela levantada na autoestima, surgem também algumas dúvidas em relação a qual tipo de procedimento escolher de acordo com o resultado esperado.

E você, sabe quais são as principais diferenças entre mastopexia e mamoplastia? Se você está pensando em realizar um procedimento para correção mamária, mas está em dúvida sobre qual deles é o mais indicado, este artigo é para você! Nele, vamos apresentar cada uma dessas técnicas, mostrar as diferenças entre elas e explicar quando são indicadas. Vamos lá? Boa leitura!

O que é mastopexia?

Alguns fatores  avanço da idade, amamentação, alterações hormonais, gravidez, o emagrecimento excessivo ou até mesmo a ação da gravidade  fazem com que os seios se tornem flácidos e com aspecto caído. Esse processo é chamado de ptose mamária.

Visando a corrigir esse problema e melhorar a autoestima das mulheres, a mastopexia realiza um lifting nas mamas, levantando-as e revertendo o seu caimento natural. A ideia é reposicionar a aréola e retirar o excesso de pele flácida, deixando as mamas elevadas e retornando-as para a sua posição original de maneira simétrica.

Esse tipo de procedimento é indicado para mulheres que estão satisfeitas com o tamanho dos seios, mas estão infelizes com sua aparência e formato. A cirurgia pode ser feita de duas formas:

  • clássica: há o reposicionamento da mama a partir da retirada do excesso de pele e gordura, conferindo um formato harmonioso sem o uso de prótese de silicone;

  • com prótese: quando há muita flacidez no seio, pode-se recorrer ao implante de silicone para dar mais firmeza e sustentação.

A mastopexia pode ser realizada a partir de um corte na região dos mamilos, se estendendo em uma linha vertical em direção à base, ou optando por um corte que se assemelha a um T invertido. O tipo de incisão depende da quantidade de pele e gordura a ser retirada.

Esse procedimento resulta em cicatrizes permanentes. No entanto, dependendo do tipo de pele e do cumprimento dos cuidados pós-operatórios, elas se tornam praticamente imperceptíveis.

O que é mamoplastia?

Diferente da mastopexia, a mamoplastia é uma intervenção cirúrgica que tem como principal finalidade alterar o volume dos seios. De acordo com o objetivo e a necessidade da paciente, ela pode ser de aumento, de redução, reparadora ou de reconstrução. A seguir, vamos conhecer melhor cada uma dessas variações e entender quais as suas indicações. Confira!

Mamoplastia de aumento

A mamoplastia de aumento é a intervenção cirúrgica cujo objetivo é aumentar o tamanho da mama. Utilizando uma prótese de silicone, a cirurgia é responsável por dar mais volume aos seios, garantindo maior proporção ao restante do corpo e satisfação pessoal. Serve também para restaurar o volume perdido em casos de mulheres que amamentaram ou perderam muito peso em um curto período.

A escolha do tamanho da prótese varia de acordo com o biotipo de cada mulher aliado às suas expectativas em relação ao resultado que deseja obter. Também deve ser considerada a recomendação do cirurgião plástico.

A mamoplastia de aumento pode ser feita inserindo a prótese sobre o músculo do peito ou por baixo dele, dependendo das condições clínicas da paciente. Para a realização da cirurgia com prótese de silicone, é feito um corte discreto em torno da aréola ou na parte inferior dos seios.

O tamanho e a recuperação das cicatrizes pode variar de acordo com o local onde foi feita a incisão. Entretanto, elas costumam ser bem pequenas, variando de 3 a 5 cm, de acordo com o volume do implante.

Mamoplastia redutora

A mamoplastia redutora é a cirurgia indicada para a diminuição do tamanho dos seios. É um procedimento recomendado para mulheres que têm seios desproporcionais ao tórax, o que prejudica a coluna, a postura corporal e também a estética.

Para realizar a mamoplastia redutora, o cirurgião leva em conta a dimensão do tórax, o tamanho das mamas e a expectativa da paciente. Nesse procedimento, há a retirada de tecido da mama e da pele excedente. Logo em seguida, é realizada a remodelagem dos seios, buscando um formato natural.

A cicatriz dessa cirurgia fica na região periareolar e tem formato de T invertido. Além da retirada do excesso dos tecidos, pode ser usada uma prótese de silicone para conferir uma consistência mais firme e um colo mais marcado.

Mamoplastia reparadora

A mamoplastia reparadora tem como objetivo corrigir a diferença entre os tamanhos e formatos dos dois seios. Com isso, durante o procedimento, pode se optar por colocar próteses com volumes diferentes, reduzir o tamanho da mama maior ou, ainda, reposicionar os seios.

Mamoplastia reconstrutiva

É a cirurgia que tem como propósito dar uma nova aparência para os seios, sobretudo em casos de acidentes ou da retirada cirúrgica de uma ou ambas as mamas. Além do implante de silicone, é feita a reconstrução estética do seio, fazendo com que a mulher se sinta bem com seu corpo novamente.

Mastopexia e mamoplastia: qual escolher?

Agora que você já sabe a diferença entre mastopexia e mamoplastia, como escolher uma delas? A resposta para esse questionamento deve partir dos seus objetivos com a intervenção e levar em consideração seu biotipo.

Por exemplo, se você deseja aumentar ou reduzir o volume dos seios, deve optar por uma mamoplastia. Agora, caso queira apenas recuperar a elasticidade, levantar os seios e ficar com uma aparência mais jovem, a opção mais adequada é a mastopexia. Por fim, se seu objetivo é alterar o tamanho e ainda remodelar a aparência, combinar as duas técnicas pode ser uma alternativa viável.

Como é o pós-operatório de uma cirurgia nas mamas?

O resultado de qualquer um dos procedimentos depende da escolha de uma clínica de cirurgia plástica séria, das expectativas em relação aos resultados e também de seguir as recomendações médicas no pós-operatório. Para que a recuperação transcorra bem e você tenha o corpo que desejou ao buscar a cirurgia, é preciso seguir os seguintes cuidados:

  • utilizar a medicação recomendada de maneira correta;
  • evitar movimentos bruscos com os braços;
  • dormir sempre de barriga para cima;
  • evitar a exposição solar;
  • utilizar sutiã cirúrgico ou bandagem elástica;
  • higienizar os curativos.

Pronto! Neste artigo, trouxemos as principais diferenças entre mastopexia e mamoplastia e suas indicações mais frequentes. Caso deseje realizar uma cirurgia plástica nas mamas, procure um cirurgião credenciado e converse com ele sobre as suas expectativas.

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6 dicas para acabar com a gordura localizada!

Se olhar no espelho e dar de cara com gordurinhas que não gostaria que estivesse ali é, sem dúvidas, uma das queixas mais frequentes em relação ao corpo, tanto por parte dos homens quanto pelas mulheres. A chamada gordura localizada é o acúmulo de tecido adiposo, os famosos “pneuzinhos”, que ocorrem principalmente em pessoas magras, com o peso considerado normal, ou que passaram por uma grande perda de peso, como com a cirurgia bariátrica.

Esse tipo de problema é mais comum na região do abdômen, culotes, costas, parte interna da coxa e braços. A boa notícia é que, apesar de difícil, é possível acabar com a gordura localizada. Ainda não sabe como? Neste artigo, vamos dar 6 dicas valiosas para exterminar com esse incômodo de vez! Está preparado? Vamos lá!

1. Esteja atento à sua alimentação

Ter uma alimentação equilibrada é um dos principais fatores que garantem uma boa saúde aliada à boa forma física. Da mesma forma, uma alimentação que não é saudável, rica em açúcar, produtos industrializados, gordura trans e sódio pode contribuir para o aparecimento de doenças e também favorecer o acúmulo de gordura.

De uma maneira geral, uma alimentação balanceada deve partir dos seguintes princípios:

  • preferir carboidratos de baixo índice glicêmico, como tubérculos em geral, e acrescentar produtos integrais à sua rotina;
  • priorizar o consumo de proteínas magras, como peixes, peito de frango patinho bovino, ovos e queijos magros;
  • inserir as chamadas gorduras boas, como abacate, castanhas, azeite de oliva ou óleo de coco nas refeições, já que ajudam na saciedade e regulam o metabolismo;
  • acrescentar porções de frutas e vegetais ao longo do dia, pois são importantes fontes de vitaminas e sais minerais;
  • incluir fibras na dieta, visto que ajudam no trato gastrointestinal;
  • tomar a quantidade de água recomendada para o seu peso;
  • evitar o consumo de produtos industrializados, pois são ricos em açúcares e sódio.

Quem quer passar por uma reeducação alimentar, adquirir novos hábitos de alimentação e perder gordura localizada deve procurar um nutricionista, que fará uma dieta de acordo com a sua necessidade e individualidade biológica.

2. Pratique exercícios físicos

A segunda dica para acabar com a gordura localizada é praticar exercícios físicos com regularidade. A atividade física, quando parte de uma rotina, é benéfica tanto para a mente, devido à liberação de hormônios ligados ao prazer e a satisfação, como também para o bem-estar físico.

Além da gordura localizada, a atividade física promove a perda de peso saudável, reduz o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão, diminui o colesterol e o diabetes, acelera o metabolismo, fortalece os ossos e articulações e, ainda, melhora a autoestima.

As atividades aeróbicas, como corrida, bicicleta, dança e esportes coletivos, melhoram o condicionamento físico e aceleram a queima de gordura. Já os exercícios voltados para o ganho muscular, como a musculação ou o Crossfit, promovem o fortalecimento dos músculos e a diminuição da flacidez.

Com isso, o ideal é buscar uma atividade que você se identifique, sinta prazer em praticar e que possa fazer parte da sua rotina.

3. Descanse o tempo adequado

Ter uma boa noite de sono, além de reparador ajuda na manutenção do peso corporal. Isso ocorre porque quando não dormimos a quantidade ideal para o nosso corpo, há um aumento dos níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse, que favorece o acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal.

Por isso, se você quer acabar com a gordura localizada, procure reduzir o estresse, dormir o tempo adequado e praticar atividades relaxantes.

4. Recorra a procedimentos estéticos

Alguns procedimentos estéticos podem ser aliados à alimentação saudável e à prática de atividade física na eliminação do tecido adiposo acumulado. O tipo de procedimento vai depender de onde a gordura se encontra alojada e da sua quantidade. Alguns dos principais são:

  • aanthus;
  • criolipólise;
  • drenagem linfática;
  • cremes redutores;
  • massagem modeladora;
  • radiofrequência;
  • carboxiterapia.

5. Procure um médico

Em alguns casos, é recomendado procurar por médicos especialistas para investigar problemas hormonais ou outras disfunções físicas, que estejam atrapalhando a perda de gordura localizada. O médico pedirá exames e indicará o melhor caminho para possibilitar a redução do percentual de gordura corporal.

6. Considere uma cirurgia plástica

Quando a presença da gordura incomoda e os outros caminhos não surtiram o efeito desejado, pode ser a hora de considerar uma cirurgia plástica. As cirurgias, que não tem como objetivo o emagrecimento, e sim um redesenho corporal, são alternativas para melhorar a autoestima e alcançar o corpo desejado.  As principais intervenções cirúrgicas para acabar com a gordura localizada são:

  • abdominoplastia: reduz o volume do abdômen, retirando a pele e a gordura excedente, e restaurando os músculos da região;
  • lipoaspiração: é a retirada de gordura de um ou mais pontos específicos do corpo por meio da sucção;
  • lipoescultura: faz o mesmo processo da lipoaspiração e em seguida realiza a lipoenxertia, ou seja, utiliza a gordura excedente para fazer aplicações em outras regiões do corpo que tenha menor volume;
  • hidrolipo: é uma lipoaspiração realizada com anestesia local, ideal para áreas menores.

Essas cirurgias plásticas são recomendadas apenas para indivíduos que apresentem boas condições de saúde, não fumantes, que estejam com o IMC (índice de massa corpórea) próximo do ideal, e que tenha expectativas realistas em relação aos resultados do procedimento.

É importante destacar também que o sucesso do procedimento e a obtenção dos resultados esperados depende do cumprimento das recomendações pós-operatórias que, em geral, são:

  • repouso;
  • alimentação equilibrada;
  • ingestão dos medicamentos solicitados;
  • uso de roupas de compressão, quando necessário;
  • manutenção de hábitos saudáveis de vida;
  • cautela com a exposição solar;
  • cuidado com a cicatrização da pele;
  • prática de atividades físicas, após o período predeterminado pelo médico;
  • acompanhamento médico.

Agora que você já sabe as principais dicas para acabar com a gordura localizada, procure orientação médica adequada e, em conjunto, decida qual a melhor forma de ter o contorno corporal mais agradável para melhorar a sua imagem diante do espelho.

E aí, gostou deste conteúdo? Quer ficar por dentro de mais assuntos ligados a eliminação de gordura e cirurgia plástica? Siga nossas redes sociais agora mesmo! Estamos no Facebook e também no Instagram.

Será que existe melhor época do ano para fazer cirurgia?

A decisão por fazer uma cirurgia plástica, seja reparadora ou estética, é algo que merece atenção, pois, além de apresentar as condições ideais para se submeter ao procedimento, também é preciso planejar com antecedência o tempo que será gasto no pós-operatório. Por essa razão, muitas pessoas acreditam que existe melhor época do ano para fazer cirurgia.

Mas será que isso é verdade? Neste artigo, vamos explicar se existe um período do ano mais indicado para passar por uma intervenção cirúrgica e ainda apresentaremos as vantagens e desvantagens, típicas de cada época. Então, se você tem dúvida a respeito desse assunto, leia este artigo até o final e descubra!

Existe a melhor época do ano para fazer cirurgia?

Você já deve ter lido ou ouvido falar que julho é o mês da cirurgia plástica, não é mesmo? Do mesmo jeito, muitas pessoas apontam o verão como a época do ano mais indicada para fazer cirurgias, devido ao período maior de férias.

No entanto, essas são afirmações que precisam ser desmistificadas, uma vez que não existe uma única melhor época para fazer cirurgia. A ideia é que você escolha o período que for mais confortável, prático e adequado para as suas necessidades.

Além disso, é preciso levar em conta uma série de fatores, como a disponibilidade de agenda das clínicas e dos cirurgiões, o período de férias e a programação de viagens em família, além das preferências pessoais. Afinal, se você já não gosta das altas temperaturas, você tende a se sentir mais desconfortável no verão, e o contrário também pode ocorrer no inverno.

Mas, se você não sabe ainda o que é melhor para você, confira, a seguir, as vantagens e desvantagens de fazer uma cirurgia plástica em determinadas épocas do ano. Vamos lá?

Vale a pena fazer uma cirurgia no inverno?

Fazer cirurgia no inverno pode significar estar com a aparência dos sonhos quando chegar o verão. Soma-se a isso o fato de que muitas pessoas se sentem mais confortáveis com as baixas temperaturas. Mas será que essa é a melhor época do ano fazer cirurgia? Confira as vantagens e desvantagens que o inverno apresenta, logo abaixo!

Vantagens

Os meses de junho e julho são bastante procurados por pessoas que desejam passar por uma intervenção cirúrgica, devido à proximidade com o período de férias escolares. Além disso, as baixas temperaturas favorecem o processo de recuperação e o inchaço na região operada tende a ser menor, principalmente quando a pessoa já tem a tendência em reter mais líquidos, pois há uma contração dos vasos sanguíneos.

Outra vantagem é que o incômodo pós-cirúrgico costuma ser menor, pois o uso de cintas e malhas cirúrgicas é mais confortável, principalmente porque a quantidade de suor é menor.

Desvantagens

Por outro lado, optar por uma cirurgia plástica no inverno pode significar longas esperas pela data ideal, assim, muitas vezes, o paciente tem que esperar até o próximo ano para fazer o seu procedimento.

E é preciso considerar que o período de férias costuma ser menor no meio do ano. Com isso, pode ser difícil conciliar o pós-operatório com a disponibilidade de tempo para a ajuda de familiares, por exemplo.

Não podemos esquecer que, nessa época do ano, manter uma alimentação equilibrada é mais difícil, pois não é tão comum a ingestão de sucos ou frutas e há um desejo maior por alimentos quentes e calóricos.

Por fim, lembre-se de que, no Brasil, há uma grande dificuldade de identificar as estações corretas, de modo que o inverno tem curta duração em relação ao período com temperaturas mais elevadas, o que dificulta a opção por essa época.

Será que é melhor fazer a cirurgia no verão?

Para muitas pessoas, o verão é a estação mais esperada para aproveitar e curtir praias, piscina, cachoeiras ou outro passeio que envolve altas temperaturas e muito sol. Mas esse é também um período em que há muita procura para a realização de procedimentos estéticos.

Para saber se essa é a melhor época do ano para fazer cirurgia, no seu caso, conheça as vantagens e desvantagens desse período.

Vantagens

Graças a grande procura das cirurgias plásticas no meio do ano e a urgência de chegar ao verão com a aparência desejada, nessa época costuma ter mais disponibilidade de agenda dos profissionais.

Além disso, com as festas de fim de ano somadas ao período de férias, muitas pessoas têm uma maior disponibilidade de tempo para se recuperar e seguir todas as recomendações prescritas pelo médico no pós-operatório.

Para muitas pessoas, o verão também é a estação ideal para seguir uma alimentação balanceada, que é fundamental para uma boa recuperação. Isso porque, nessa época, optamos por alimentos mais leves e refrescantes, como sucos, vitaminas, frutas e verduras. Com o corpo mais saudável, o processo de cicatrização tende a ser mais rápido.

Vale destacar também que o final do ano também apresenta uma importante vantagem econômica, uma vez que, com o décimo terceiro, você pode conseguir algum dinheiro a mais para custear uma cirurgia.

Desvantagens

Apesar de todos os benefícios citados acima, esse período do ano também apresenta algumas desvantagens que precisam ser levadas em conta.

Por exemplo, nessa estação, as temperaturas elevadas podem causar desconforto, principalmente quando o paciente necessita de cintas, sutiãs ou malhas pós-cirúrgicas. No entanto, esse problema pode ser minimizado, caso você tenha um ar-condicionado em casa.

Além disso, durante o período pós-operatório, não é indicado que o paciente fique exposto ao sol, pelo risco de gerar manchas na pele, ou seja, no verão esse cuidado deve ser redobrado. Outro ponto negativo é que o calor pode aumentar o inchaço e edemas na região operada.

Por fim, não se esqueça de que também é preciso colocar na balança a importância das férias em família e separar outro período para o descanso.

Com a leitura desse artigo, você viu que não existe uma melhor época para fazer cirurgia. O que pode existir é um período mais adequado para você, que pode atender melhor as suas expectativas. Assim, o mais importante é consultar um profissional, que vai tirar todas as suas dúvidas em relação aos procedimentos e agendar o período ideal para você!

Quer descobrir mais sobre cirurgias plásticas? Que tal ler o nosso artigo com tudo o que você precisa saber sobre a lipoaspiração? Boa leitura!

Conheças os 5 tipos de cirurgias minimamente invasivas

Com o passar dos anos, as cirurgias foram se aprimorando, tornando-se menos invasivas e incomodas para o paciente. Nesse grupo encontra-se o que chamamos de cirurgias minimamente invasivas.

Na prática, essas cirurgias, além de evitar a dor, comum nas cirurgias convencionais, também reduzem ou eliminam certos incômodos no pós-operatório.

No post de hoje, vamos conhecer 5 desses procedimentos pouco invasivos e comparáveis em benefício e praticidade com cirurgias plásticas convencionais. Acompanhe e tire suas dúvidas!

1. Dermoabrasão

A dermoabrasão ajuda a refinar e melhorar o aspecto da pele por um método controlado de raspagem física, que pode ser feita por uma escova áspera metálica ou algum instrumento que contenha uma ponteira de diamante.

Trata-se de um procedimento considerado pouco invasivo, principalmente pelo seu tempo de execução, que pode durar minutos ou até no máximo duas horas, dependendo da complexidade da pele.

O valor do procedimento varia de acordo com a complexidade e profissional que irá executá-lo.

Indicação

Esse é um método especialmente indicado para que tem:

  • manchas;
  • tumores pré-cancerosos (queratose);
  • cicatrizes profundas deixadas por acne ou cirurgias;
  • pele danificada pelo sol;
  • rugas e marcas de expressão.

Para conduzir esse tipo de procedimento, é necessário um cirurgião ou um dermatologista especializado, já que é considerado uma cirurgia minimamente invasiva.

Cuidados após o tratamento

No pós-operatório, é comum ocorrer vermelhidão, inchaço e um pouco de dor na área que foi realizada a raspagem. Pode ser necessário utilizar pomadas de uso tópico nas áreas de desconforto. Além disso, é ideal a utilização de hidratante e protetor solar depois do procedimento, para que não ocorra nenhum tipo de complicação. 

2. Toxina Botulínica

A toxina botulínica é aplicada por meio de injeção não cirúrgica que reduz temporariamente características da pele, como rugas, pés de galinha ao redor dos olhos, linha de expressão e bandas grossas no pescoço.

Essa toxina é derivada de uma bactéria e, se aplicada em pequenas quantidades, causa paralisia temporária em músculos da face ou outros locais do corpo.

Indicação

Esse procedimento é especialmente indicado para pessoas adultas que querem se livrar de rugas incomodas ou marcas de expressão mais avançadas.

A aplicação não costuma durar mais que trinta minutos e uma única sessão já pode ser suficiente. O resultado do procedimento pode durar em entre 4 a 6 meses.

3. Laser

Existem diversos procedimentos estéticos considerados cirurgias minimamente invasivas que servem para melhorar o aspecto da pele e promover seu rejuvenescimento. Um desses procedimentos mais recentes é o laser que, graças às novas tecnologias, possui precisão mesmo em áreas mais sensíveis.

Para o procedimento, o cirurgião envia curtos feixes de luz concentrados à pele com irregularidades. Esses feixes irão remover a epiderme (camada superficial) com problemas.

Essa ação permite que haja o crescimento de novas fibras de colágeno. A medida com que a pele cicatriza, uma nova, uniforme e lisa, vai se formar.

Indicação

O laser é indicado para diversos danos cutâneos, entre eles:

  • linhas finas e rugas ao redor ou sob os olhos, testa e boca;
  • verrugas;
  • marcas de nascença;
  • pele danificada ou envelhecida pelo sol;
  • cicatrizes de acne ou catapora;
  • pele amarelada ou acinzentada.

Esse tipo de procedimento não é tão indicado para quem tem pele escura, já que após a cicatrização, pode ocorrer hiperpigmentação (pigmentação escura). Também pode não ser uma boa opção para quem tem excesso de pele ou flacidez, além de rugas muito profundas.

Como é feito o tratamento

Antes da realização da aplicação do laser, e para melhores resultados, é necessário seguir alguns procedimentos que podem ter início seis semanas ou mais antes da realização do laser. Esse tratamento é personalizado e varia de acordo com o tipo de pele do paciente.

Já no procedimento, o cirurgião irá anestesiar a pele com anestésicos locais. Em seguida, serão administrados analgésicos para o conforto do paciente. No preparo do procedimento, a pele será devidamente limpa e o paciente receberá uma proteção para os olhos.

Dois tipos de laser são comumente usados para a aplicação de laser:

Laser de CO2

O laser CO2 emite feixes contínuos de luz e remove precisamente as camadas finas da pele causando danos mínimos.

Laser de ébrio

Utilizado para remover linhas de expressão e rugas moderadamente profundas do rosto, além disso, pode ser utilizado em áreas como o pescoço, peito e mãos.

Cuidados após o tratamento

A recuperação dura em torno de duas semanas para o laser CO2 e uma para o laser de érbio.

Depois do procedimento, a diferença na pele pode ser notada imediatamente, como pode demorar um tempo mais prolongado para tal, sendo que os resultados duram até um ano.

O valor do procedimento varia de acordo com a necessidade da pele e de quem realizará o mesmo.

4. Peeling químico

O peeling químico é uma solução composta de vários ácidos que, juntos, são aplicados na pele para que a mesma seja suavizada, resultando, assim, na remoção das camadas exteriores. Esse tipo de aplicação melhora marcas de acne, cicatrizes, manchas, sardas e rugas.

Há diversos tipos de peeling: superficiais, médios e de grande profundidade. A profundidade do peeling será estabelecida a partir da análise do cirurgião ou especialista.

Uma sessão dura em torno de 20 minutos e a quantidade necessárias será determinada pelo responsável pelo procedimento.

Indicação

Se você tem alguma das características seguintes é provável que esse não seja o tratamento mais indicado:

  • rugas muito profundas;
  • flacidez na pele;
  • pigmentação anormal;
  • histórico de cicatrizes;
  • origem negra ou asiática.

5. Preenchimento cutâneo

O preenchimento cutâneo nada mais é que um preenchimento dérmico injetável (facelift líquido) que oferece muitos benefícios equivalentes ao lifting cirúrgico, sem que seja invasivo.

Uma das substâncias mais utilizadas para a aplicação é o ácido hialurônico, que além de seguro, é um componente natural da nossa pele.

Esse tipo de procedimento serve para trazer volume à pele com rugas ou flacidez. O preenchimento não é permanente, porém, pode ser repetido, se desejado.

Indicação

Se você deseja devolver o viço da pele, melhorar o contorno e estrutura do rosto, esse é um possível procedimento indicado.

O tratamento costuma durar alguns minutos e, dependendo do paciente, pode necessitar de cuidados adicionais. O custo varia de acordo com a quantidade de sessões e aplicações.

Como explicado, os procedimentos e cirurgias minimamente invasivas têm benefícios equivalentes às cirurgias convencionais. Esses procedimentos são ótimas opções pra quem quer mudanças estéticas sem que seja necessária uma cirurgia plástica, que envolve muito mais etapas, preparos e cuidados.

Gostou do nosso conteúdo? Quer saber mais sobre as cirurgias minimamente invasivas? Entre em contato conosco, nossa equipe está preparada para atendê-lo e tirar suas dúvidas sobre os procedimentos. 

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