Botox e preenchimento facial: como saber qual o ideal para mim?

Com o passar dos anos, a pele não consegue mais produzir as fibras de colágeno e elastina, que garantem sua elasticidade, em grandes quantidades. A consequência disso é o aparecimento de rugas e linhas de expressão. Para manter a pele rejuvenescida, porém, existem dois tratamentos famosos nos consultórios: botox e preenchimento facial.

A toxina botulínica (conhecida como botox), quando aplicada, paralisa o músculo e impede sua contração. Assim, a formação de rugas é evitada.

Já o preenchimento facial ocorre pela injeção de substâncias para preencher sulcos e rugas. Uma delas é o ácido hialurônico, que, além de preencher os espaços entre as células, é responsável por hidratar a pele.

Ambos os procedimentos agem contra o envelhecimento, mas como saber qual deles utilizar? Neste artigo, você entenderá as diferenças entre botox e preenchimento facial, além das indicações de cada um. Continue a leitura! 

Quais são as diferenças entre botox e preenchimento facial?

Por mais que tenham a função de tratar o envelhecimento da pele, os procedimentos não são iguais — principalmente em relação aos locais onde são aplicados.

Explicando de forma bem simples, o botox relaxa a musculatura e traz naturalidade à pele, prevenindo e amenizando as rugas e marcas de expressão. Já o preenchimento proporciona mais volume e contorno ao local em que é utilizado.

Apesar de serem similares, o botox e o preenchimento facial são indicados para casos distintos. Confira, abaixo, as principais diferenças entre eles.

Botox

A toxina botulínica é extraída de uma bactéria chamada Clostridium Botulinium. Essa substância é usada para corrigir rugas e marcas de expressão, devido à sua ação paralisante. Ao ser aplicada no músculo, ela impede sua contração — responsável por formar a ruga. Nas rugas já existentes, é possível suavizar os vincos.

O botox pode atuar de duas formas: reparativa e preventiva. Na primeira, ele retira a tensão do músculo, suavizando as marcas que se formaram no local.

Mas, de forma preventiva, a toxina botulínica pode ser aplicada antes do aparecimento de qualquer marca de expressão. Isso é indicado principalmente para pessoas que têm o hábito de franzir a testa ao se expressarem ou por fatores genéticos.

A aplicação é feita no tecido subcutâneo, por meio de agulhas bem finas (geralmente, em pequenas quantidades). O processo ocorre no consultório, é praticamente indolor e dura cerca de 30 minutos. Lembramos que é recomendado procurar um médico especializado para realizar esse procedimento.

Preenchimento facial

Trata-se de um tratamento em que se usa o ácido hialurônico para preencher as rugas. Essa substância existe naturalmente nos tecidos do nosso corpo — ela é capaz de atrair e reter água, dando mais viço e firmeza para a pele. Entretanto, com o passar dos anos, a concentração desse ácido diminui, levando à formação de rugas e linhas de expressão.

O ácido hialurônico preenche o volume perdido, agindo no controle da flacidez e melhorando o contorno do rosto. Ao contrário do botox, com o preenchimento facial, a musculatura continua se contraindo: a diferença é que há um aumento de volume nas áreas necessárias.

Esse procedimento também é realizado em consultório e dura cerca de 30 minutos. A aplicação é feita com agulhas, mas não causa nenhuma dor ao paciente. Novamente, ressaltamos: o tratamento deve ser feito apenas por médicos especializados, como cirurgiões plásticos ou dermatologistas.

Por que aplicar botox ou preenchimento facial?

Existem dois tipos de rugas: as dinâmicas e as estáticas. As primeiras são responsáveis pelas marcas de expressão e causadas pelos movimentos que fazemos com os músculos da face, como o sorriso. Já as estáticas podem ser vistas mesmo com a musculatura do rosto em repouso, sendo decorrentes do envelhecimento natural da pele.

Dessa forma, a toxina botulínica é indicada para tratar as rugas dinâmicas, evitando a contração dos músculos envolvidos. Seu uso é recomendado para:

  • pés de galinha;
  • arquear as sobrancelhas;
  • linhas de expressão na testa;
  • testa franzida.

O preenchimento facial, por outro lado, é o melhor tratamento para rugas estáticas, pois preenche os vincos e sulcos da pele, deixando-a mais suave e firme. Os locais ou casos indicados para aplicação são:

Quais cuidados é preciso tomar? E os resultados obtidos?

Ambos os procedimentos são realizados no consultório e a aplicação é bem parecida: ocorre por meio de agulhas. Com a toxina botulínica, o resultado começa a aparecer após 48 horas e atinge seu potencial máximo após 15 dias.

Em mulheres, o efeito do botox dura entre 4 a 6 meses. Nos homens, como a musculatura é mais forte, ele pode durar até 4 meses.

Após a aplicação, não há a necessidade de mudanças drásticas na rotina. É preciso apenas evitar tocar na região e deixar de fazer atividades físicas por pelo menos 4 horas. O botox não dói, mas podem aparecer alguns hematomas que tendem a desaparecer algumas horas depois.

Para o preenchimento facial, é recomendado não tomar sol ou fazer atividades físicas após a aplicação. Os resultados são percebidos de imediato, mas, devido ao inchaço, ele será totalmente visível após uma semana. A duração do efeito varia de 12 a 20 meses.

Os dois procedimentos podem se complementar?

Botox e preenchimento facial podem ser usados como complemento um do outro, pois têm indicações para diferentes áreas da face. Para um tratamento mais completo, o paciente deve ser avaliado como um todo. Dessa forma, o resultado fica mais suave e harmônico.

Em conjunto, esses tratamentos podem rejuvenescer o rosto e trazer ótimos resultados. Mas vale lembrar que o envelhecimento da pele também pode ser prevenido com hábitos saudáveis, como: hidratação frequente, boa alimentação e uso de filtro solar.

Ainda assim, botox e preenchimento facial são ótimos aliados para o tratamento dos sinais de envelhecimento que, com o passar do tempo, tendem a aparecer. Portanto, procure por um profissional que possa realizar esses procedimentos com segurança e qualidade.

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Você sabe como é feita a cirurgia de correção de cicatriz? Veja neste artigo!

As cicatrizes são marcas formadas a partir de um processo natural de recuperação de lesões na pele. Elas podem ser decorrentes de traumas, queimaduras ou de alguma intervenção cirúrgica. Apesar de serem relativamente comuns, essas marcas costumam causar um incômodo do ponto de vista estético e até mesmo afetar a autoestima. Para muitas pessoas, a melhor opção, nesses casos, é optar por uma cirurgia de correção de cicatriz.

Mas como funciona esse procedimento? No artigo de hoje, vamos explicar como é feita essa cirurgia, quais são os tipos de cicatrizes e também os fatores que podem influenciar na qualidade e no aspecto deixado pela lesão. Se você quer saber mais sobre esse assunto, leia este artigo até o final e descubra!

Como é a cirurgia de correção de cicatriz?

A cicatrização é uma ação que faz parte dos mecanismos de defesa e de recuperação do corpo. Quando a pele passa por algum tipo de lesão, o organismo produz um tipo de tecido fibroso para se recuperar, fechando a ferida.

Entretanto, esse processo varia de pessoa para pessoa e por isso as cicatrizes costumam apresentar os mais variados tamanhos, tipos e cores. Alguns desses sinais podem incomodar bastante, fazendo com que a pessoa busque por uma cirurgia de correção de cicatriz.

Essa cirurgia pode ser realizada em pessoas de qualquer idade e o procedimento deve levar em conta a individualidade do paciente, o tipo de lesão e a situação da cicatriz. Para a realização da cirurgia, o médico deve solicitar os exames pré-operatórios necessários e orientar quanto à importância do jejum de 8 horas, bem como sobre os cuidados pós-operatórios .

Dependendo do tamanho, coloração e profundidade da área lesionada, um único procedimento pode ser suficiente para a correção da cicatriz. Normalmente é uma intervenção rápida e que raramente apresenta complicações.

É importante destacar que o sucesso do procedimento vai depender do cumprimento das recomendações médicas e dos profissionais que vão realizá-lo.

Quais são os tipos de cicatriz?

Dependendo do que causou a lesão na pele, de fatores genéticos e de outras ocorrências que veremos ainda neste post, as cicatrizes podem apresentar formas, colorações e tamanhos diferentes. A seguir, veja os principais tipos de cicatriz e suas características.

Queloide

A queloide é um tipo de cicatriz que costuma ser grande e endurecida, ultrapassando os limites da ferida. Em alguns casos, pode causar coceira. Essa cicatriz se forma devido a uma produção excessiva de colágeno e está ligada a fatores genéticos. Além disso, não costuma regredir com o tempo, necessitando de cirurgia.

Cicatriz alargada

As cicatrizes que recebem esse nome são mais frequentes em áreas em que há uma maior tensão da pele. Elas são semelhantes às estrias. Com o aspecto raso e espalhado, uma das causas para a cicatriz alargada é o esticamento excessivo da pele ou a ruptura de pontos cirúrgicos.

Cicatriz hipertrófica

As cicatrizes hipertróficas também apresentam uma pequena elevação. No entanto, diferente das queloides, não ultrapassam os limites da ferida inicial. Apesar de serem originadas do excesso de colágeno, não têm ligação com fatores hereditários e podem regredir com o tempo.

Cicatriz discrômica

As cicatrizes discrômicas são aquelas que geram cores diferentes na pele do paciente. Elas podem ser tanto hipercrômicas, em que há uma pigmentação escura da região, como hipocrômicas, que é quando a ferida se torna mais clara que a superfície ao redor. O tipo mais comum é a hipercrômica, que apresenta relação com o excesso de exposição solar na região e afeta principalmente tons de pele mais escuros.

Cicatriz retraída

Esse é um tipo de cicatriz que tensiona a pele, normalmente causada por queimaduras. Essa cicatriz causa um efeito de repuxa e pode dificultar os movimentos quando estiver localizada próxima de uma articulação, como cotovelos ou joelhos.

Quais fatores influenciam na qualidade da cicatriz?

Alguns fatores são determinantes para que a cicatriz possa apresentar uma melhor ou pior recuperação. Ter conhecimento sobre o assunto importante, já que eles refletem na estética da pessoa. Continue a leitura e saiba quais são!

Localização no corpo

Algumas regiões do corpo podem apresentar um comportamento cicatricial diferente, como orelhas, ombros, tórax etc. Ou seja, em uma parte eles podem ter uma recuperação simples e em outra podem gerar uma marca maior ou mais profunda, por exemplo.

Formato

Cicatrizes que têm o formato elevado, oblíquo ou que estão em trajetos curvos também apresentam a recuperação prejudicada em relação às demais.

Dimensão da ferida

Quanto maior a dimensão da ferida, tanto em extensão quanto em profundidade, maiores são as chances de que ela apresente um comportamento cicatricial alterado.

Idade do paciente

Quanto mais idade tiver o paciente, mais tempo leva para a recuperação total de uma ferida. Por outro lado, pacientes mais jovens costumam apresentar cicatrizes mais aparentes em relação aos idosos.

Características genéticas

Algumas características genéticas também são definidoras no processo de recuperação epitelial. Por exemplo, pacientes de cor negra ou de origem asiática são naturalmente predispostos a apresentar alterações ou patologias em relação às cicatrizes.

Cirurgia e cuidados pós-operatórios

O modo como é realizada a cirurgia também é um dos fatores determinantes, pois quando a ferida é bem fechada, levando-se em consideração a área afetada e sua dimensão, as chances de existirem marcas menos evidentes é maior.

Além disso, é de extrema importância que o paciente siga as recomendações passadas pelo cirurgião para o período pós-operatório, pois isso pode reduzir as chances de abertura dos pontos ou infecção das feridas.

Depois de entender um pouco mais sobre a cirurgia de correção de cicatriz, é importante destacar que a escolha da clínica e do profissional que vai realizar o procedimento é decisiva. Sempre procure por recomendações do estabelecimento e investigue o seu histórico de atendimento (se houve algum problema em relação a algum paciente, por exemplo). Também é importante que ele esteja com os registros em dia e que você se sinta confiante em relação ao trabalho desenvolvido e quanto aos resultados.

Se você tem mais dúvidas sobre a cirurgia de correção de cicatriz ou quer saber mais detalhes sobre o procedimento, entre em contato conosco!

Fazer cirurgia plástica após os 50 anos? Entenda sobre essa tendência!

A realização de cirurgia plástica após os 50 anos de idade é algo que está se tornando cada vez mais comum. Não é só porque uma pessoa entrou na terceira idade que ela precisa deixar de se cuidar, certo? Aliás, quanto mais a idade avança, mais essas pessoas desejam ter uma pele firme, macia e sem manchas, assim como um corpo compatível com os seus desejos.

Dessa forma, muitos idosos buscam a cirurgia plástica para recuperar alguns fatores que interferem na beleza, autoestima e bem-estar. Ao longo da vida, diversos fatores influenciam e refletem na aparência que teremos no futuro. Entre eles estão a alimentação, exposição ao sol, consumo de bebidas alcoólicas e o tabagismo.

Para quem se cuidou em todos os estágios da vida, buscando sempre uma alimentação equilibrada, a prática de exercícios físicos e cuidados diários com a pele, como a aplicação de protetor solar, além de ficar longe do álcool e do cigarro, é certo que a sua aparência refletirá em uma idade menor do que a que realmente tem.

No entanto, mesmo com todos os cuidados indicados, o tempo continua sendo um inimigo natural da beleza e vai chegar um dia em que a sua pele se tornará mais frágil, sensível e apresentará flacidez, rugas, manchas e vermelhidão. Além disso, o seu corpo também será afetado e certamente precisará de algumas correções.

Assim, a cirurgia plástica se torna uma aliada muito apropriada no combate dos sinais da idade. Ao recuperar aspectos fundamentais para uma pessoa se sentir mais bonita, esses procedimentos certamente contribuem para a qualidade de vida da população acima dos 50.

Quer conhecer quais são os procedimentos mais realizados entre essas pessoas? Continue a leitura e descubra também quais são os cuidados necessários e se existe alguma restrição nas cirurgias. Confira!

Quais são os principais procedimentos realizados após os 50 anos?

Para tratamentos faciais, a população mais madura pode optar por procedimentos estéticos minimamente invasivos, como:

  • peeling químico;
  • aplicação de toxina botulínica;
  • preenchimento labial, em rugas ou sulcos;
  • tratamentos a laser.

Essas técnicas oferecem bons resultados na amenização de manchas solares, marcas de acnes e outros sinais de envelhecimento.

No entanto, as opções mais eficientes continuam sendo as cirúrgicas. Além disso, a cirurgia pode ser a única opção para redução de pele e gordura corporal em excesso, por exemplo. Separamos, a seguir, quais são os procedimentos mais realizados no auge da idade.

Blefaroplastia

A blefaroplastia, também chamada de cirurgia plástica de rejuvenescimento das pálpebras, é uma técnica realizada para melhorar a aparência e sustentação dessa parte do olho, tanto as superiores como as inferiores.

Normalmente, esse costuma ser o primeiro procedimento realizado entre todas as etapas de rejuvenescimento facial. A técnica retira o excesso de gordura e pele que confere o aspecto de pálpebras caídas e olhar cansado.

Lifting facial

Todos os dias, a ação da gravidade estimula a queda da pele e dos tecidos de sustentação da face. Além disso, as rugas e linhas de expressão ficam cada vez mais evidentes.

Nesses casos, o lifting facial é a opção ideal de cirurgia plástica para disfarçar o aspecto de flacidez, assim como os sinais que surgem com o avançar da idade.

Abdominoplastia

Várias pessoas passam a vida inteira desejando realizar uma cirurgia plástica para melhorar a aparência da barriga, seja devido uma gravidez ou uma grande perda de peso. No entanto, em muitos casos, acaba sendo na terceira idade em que essas pessoas procuram um médico para realizá-la.

Por esse motivo, a abdominoplastia, uma cirurgia que elimina o excesso de gordura e pele do abdômen, também é um dos procedimentos mais realizados após os 50 anos. Assim, é possível ter um abdômen firme e sem pregas devido ao excesso de pele.

Mamoplastia redutora

Na terceira idade, mamas muito grandes podem ser um fator desencadeante de dores, principalmente nas costas. Nesses casos, a mamoplastia redutora é uma técnica que remove o excesso de tecido gorduroso, glândulas e pele dos seios. Assim, é possível adaptar o tamanho das mamas com a estrutura corporal da mulher, além de deixá-las mais elevadas e menos flácidas.

Quais são os cuidados necessários para realizar uma cirurgia plástica nessa idade?

Antes de realizar qualquer procedimento cirúrgico, é fundamental que o paciente seja submetido a uma bateria de exames clínicos e laboratoriais para que a sua saúde possa ser avaliada como um todo.

Além disso, é indicado que cada cirurgia dure, no máximo, até 2 horas, pois isso evita a exposição excessiva do paciente idoso. Ademais, é contraindicado associar duas técnicas cirúrgicas em um mesmo procedimento, porque a recuperação do paciente pode ser prejudicada.

Na população idosa, o pós-operatório costuma ser mais complicado que em uma pessoa mais jovem. Por esse motivo, a avaliação pré-cirúrgica precisa ser extremamente criteriosa para evitar que uma cirurgia plástica após os 50 anos traga problemas.

Existe alguma restrição nos procedimentos?

Não existe idade limite para uma pessoa passar por uma cirurgia plástica. Assim, mesmo os mais idosos, como os pacientes nos seus 70 ou 80 anos de idade, podem passar por um procedimento, desde que estejam em boas condições de saúde.

Entre os fatores que devem ser analisados estão doenças preexistentes, como hipertensão e diabetes, distúrbios de coagulação, dificuldade de cicatrização e problemas cardíacos. Esses fatores impedem a realização de um procedimento por aumentar os riscos durante a cirurgia ou no pós-operatório.

Por esse motivo, para que tudo ocorra da melhor forma possível, é indispensável procurar um médico qualificado e com todas as especializações para realizar tais procedimentos. Assim, você terá certeza de que está cuidando da sua estética com segurança.

Nas mãos de um bom profissional, o qual fará uma avaliação minuciosa e colocará a sua saúde em primeiro lugar, a cirurgia plástica após os 50 tem tudo para atender às suas expectativas! Dessa forma, é possível melhorar a sua aparência e recuperar a vitalidade que tanto deseja, porque é assim como você se sente por dentro.

Ficou interessado em realizar uma cirurgia plástica? A Clínica Integrada de Cirurgia Plástica São Paulo conta com uma equipe qualificada para realizar o seu procedimento com segurança e qualidade! Entre em contato conosco agora mesmo e marque a sua consulta!

O que é bichectomia? Descubra mais sobre esse procedimento!

Você sabe o que é bichectomia? Nos últimos tempos, essa cirurgia plástica se tornou muito comum entre os pacientes, já que, com ela, é possível reduzir o tamanho das bochechas, proporcionando um aspecto mais magro, sofisticado e atraente para o rosto.

Muitas pessoas sofrem de baixa autoestima por terem bochechas grandes e volumosas. Para elas, a bichectomia consegue afinar o rosto e ressaltar as famosas linhas do “blush”, deixando-o mais delineado e harmonioso.

Mas, afinal, o que é bichectomia? Se você está interessado e quer saber como funciona esse procedimento e quais as suas indicações, não deixe de ler este artigo. Aqui, falaremos como é realizado a bichectomia, quais são os cuidados com o pós-operatório e se existe algum risco para o paciente. Acompanhe!

O que é bichectomia e quais suas indicações?

A bichectomia, também conhecida como lipoplastia facial, é um procedimento cirúrgico de retirada das Bolas de Bichat, que é um tecido gorduroso localizado nas bochechas. A remoção dessas bolinhas de gordura faz com que o rosto fique mais fino e alongado.

Por mais que as Bolas de Bichat sejam um tecido adiposo, elas não são usadas como fonte de energia pelo organismo. Ou seja, mesmo com a perda de peso e emagrecimento, elas não diminuem de tamanho. Por essa razão, algumas pessoas optam por removê-las cirurgicamente, visando modificar e afinar o contorno facial.

A cirurgia de bichectomia é indicada, principalmente, para pessoas com um volume muito grande de bochecha e que se sentem inseguras com a aparência do rosto. Além disso, esse procedimento também é indicado para corrigir a falta de harmonia na face e a indefinição da linha da mandíbula.

Como é realizado o procedimento de bichectomia?

O procedimento para a cirurgia de bichectomia é muito simples e dura cerca de 30 minutos a uma hora. O cirurgião faz uma pequena incisão de 1 a 4 centímetros na parte interna da boca, facilitando a localização das bolsas de gordura. As Bolas de Bichat são removidas em volume variável, dependendo da necessidade de cada paciente.

A anestesia usada, geralmente, é a local acompanhada de sedação, mas isso pode mudar de acordo com cada pessoa. Como o procedimento é relativamente simples, o paciente tem alta no mesmo dia, e os pontos usados para fechar o corte, geralmente, são absorvíveis, não sendo necessária a retirada deles.

A cirurgia não deixa cicatriz aparente, pois o corte é realizado na cavidade oral. Além disso, a recuperação costuma ser muito rápida — pode ser comparada à extração do siso. Normalmente, os pacientes não precisam de mais de três dias de afastamento do trabalho.

O resultado da operação é imediato?

Nos primeiros dias após a cirurgia, é normal o surgimento de inchaços e pequenos hematomas. Conforme a semana passa, o rosto volta ao normal. O resultado começa a ser notado depois de duas semanas. Após esse período, o rosto começa a afinar e adquire uma aparência mais definida. Os resultados finais, no entanto, só podem ser avaliados após seis meses da cirurgia.

Quais os cuidados com o pré e o pós-operatório?

Durante as consultas com o profissional especializado, é normal que ele precise de certas informações sobre o paciente relacionadas ao uso de medicamentos ou problemas de saúde, por exemplo. Para o pré-operatório, é comum a realização de exames de sangue — glicemia, coagulograma e hemograma —, mas isso depende muito da idade do paciente e das condições de saúde dele.

Como mencionado, a recuperação da bichectomia é muito simples, e com o pós-operatório não é diferente. Alguns cuidados, no entanto, são necessários após a cirurgia, como:

  • evitar tomar sol nas primeiras 4 semanas ou enquanto o local ainda estiver roxo;

  • retomar as atividades físicas só após 2 semanas depois do procedimento, dependendo da evolução do paciente;

  • adotar uma dieta líquida e pastosa nas primeiras 48 horas;

  • fazer compressas geladas na região nos primeiros 3 dias para diminuir o inchaço.

A recomendação geral é de repouso por, pelo menos, uma semana. É importante também o uso de faixas de compressão facial para diminuir edemas e evitar qualquer hematoma.

Além disso, o profissional responsável prescreverá medicamentos como anti-inflamatórios e analgésicos para a dor. Os cuidados com a higiene bucal devem ser mantidos normalmente a fim de evitar infecções.

Existe algum risco ou contraindicação em relação à bichectomia?

Qualquer cirurgia tem seus riscos. Entretanto, quando realizada por um profissional qualificado, eles diminuem bastante. Antes de realizar esse procedimento, é importante conhecer o que é bichectomia e como ela funciona, para avaliar todos os seus prós e contras. Dois riscos específicos devem se considerados antes da cirurgia: lesão do nervo responsável pela movimentação da região ou dano ao ducto parotídeo ( que leva a saliva para a boca).

Um profissional que entende o que é bichectomia e tem experiência em cirurgias faciais dificilmente cometerá erros como esses. Por isso a importância de escolher bem o cirurgião que realizará o procedimento.

Existem algumas contraindicações que são consideradas antes da cirurgia:

  • pacientes com doenças sistêmicas;

  • cardiopatias severas;

  • pessoas com problemas de coagulação;

  • infecções locais ou sistêmicas;

  • pessoas menores de idade.

Outro aspecto que deve ser considerado é a flacidez excessiva do rosto. Nesse caso, é ideal que um cirurgião plástico faça uma avaliação, já que, geralmente, unir a bichectomia a um lifting facial pode ser mais efetivo e trazer melhores resultados.

Quais os profissionais que podem realizar a bichectomia?

Os profissionais habilitados para realizar a bichectomia são os cirurgiões plásticos e os cirurgiões dentistas. Além disso, o profissional deve ser especializado nesse tipo de cirurgia, pois esse é um procedimento estético irreversível. Além disso, não basta realizar a retirada das Bolas de Bichat, é preciso harmonizar o rosto para que o resultado seja o melhor possível.

É preciso, também, avaliar se não há a necessidade de procedimentos complementares, como a lipoaspiração de pescoço, para conseguir um resultado mais completo. Apenas um cirurgião plástico é capacitado para realizar esse tipo de avaliação.

Entender o que é bichectomia e como é realizado o procedimento é fundamental antes de fazer a cirurgia. Mais importante ainda é escolher um profissional adequado e competente. Por isso, pesquise bem. Somente assim você conseguirá como resultado um rosto mais fino, alongado e harmonioso.

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Saiba quais são as frutas que mais emagrecem e como isso é possível!

Frequentemente, quem está na busca por emagrecimento acaba deparando-se com receitas malucas ou dietas mirabolantes cujo objetivo é a perda de peso rápida. O problema é que essas medidas, sem orientação de um profissional, acabam prejudicando o processo e, até mesmo, a saúde.

A boa notícia, e que muita gente ainda não sabe, é que uma alimentação saudável e rica em nutrientes pode ser a saída. Por isso, inclua todos os grupos alimentares e conte com frutas que emagrecem como aliadas.

Está curioso para entender como as frutas podem ajudar no processo de emagrecimento, cuidar da sua saúde e, ainda, melhorar a autoestima? Então, não deixe de ler este post até o final! Hoje, falaremos da importância de uma alimentação balanceada, listaremos as principais frutas que emagrecem e, ainda, daremos dicas de como adicionar o alimento em sua rotina. Vamos lá?

O que é uma alimentação balanceada?

Antes de saber quais são as frutas que emagrecem, é importante que você conheça, de fato, uma dieta que prioriza uma alimentação balanceada. Apesar de frequentemente associamos a palavra dieta a situações de restrição de comida, podemos utilizar o termo para definir a forma como nos alimentamos.

Com isso, podemos dizer que uma dieta equilibrada deve priorizar todos os grupos alimentares na proporção correta. Mas o que isso significa? Quer dizer que quem está buscando por um emagrecimento saudável precisa ter, em sua rotina alimentar, carboidratos saudáveis (que são produtos de baixo índice glicêmico e ricos em fibras), proteínas magras (queijos, carnes, soja, ovos, etc.), fontes de gordura boa (azeite de oliva, óleo de coco e castanhas) e também vitaminas, sais mineiras e fibras, que podem ser encontrados em vegetais, legumes e frutas.

As principais vantagens de uma alimentação equilibrada são: perda de peso, melhora da qualidade da pele, mais disposição no cotidiano, cabelos mais saudáveis, intestino regulado e melhora da memória.

Para entender como você pode adotar uma dieta equilibrada, procure um profissional da área para auxiliá-lo. Enquanto isso, confira, a seguir, uma lista com as melhores frutas para acrescentar na dieta de emagrecimento.

Quais são as frutas que emagrecem?

Morango

O morango é uma fruta que, além de ser marcada por cores e sabores intensos, é rica em vitamina C, além de ajudar a emagrecer, pois tem como característica ser um anti-inflamatório natural.

O morango conta com grande quantidade de antocianina que confere a sua cor forte e a maior parte dos seus benefícios. Outra substância do morango que merece destaque é a procianidina que, dentre outras coisas, ajuda a reduzir a pressão arterial.

Abacate

Durante muito tempo, no senso comum, o abacate foi considerado um verdadeiro vilão do emagrecimento, pelo alto teor de gorduras em sua composição. A verdade é que a gordura presente nessa fruta é do tipo ômega 9, que é responsável por acelerar o metabolismo e também ajudar na ativação da queima de gordura corporal.  

Com isso, o consumo do abacate pode reduzir o risco da síndrome metabólica, que é uma desordem no organismo e, dentre outras coisas, causa o aparecimento do diabetes e aumento significativo do peso.

Outro grande benefício do abacate é que a fruta aumenta a sensação de saciedade do organismo, fazendo com que você sinta menos fome. Também atua na redução do índice glicêmico, mantendo os níveis de glicose mais baixos no sangue.

Kiwi

O kiwi é uma fruta com alto teor de vitaminas do complexo A e E, sais minerais, como ferro, potássio e antioxidantes. Esses elementos juntos ajudam a fortalecer o sistema imunológico e também a diminuir o risco de problemas cardíacos.

Essa fruta tem, como alguns dos principais benefícios relacionados ao emagrecimento, o alívio da prisão de ventre, o efeito diurético, a melhora da digestão e, ainda, a saciedade. Tudo isso colabora para um melhor funcionamento do metabolismo e, consequentemente, a perda de peso.

Maçã

Uma das frutas mais populares na mesa dos brasileiros, a maçã faz emagrecer, pois é rica em antioxidantes. Ela ajuda na digestão graças à presença da pectina, que é uma fibra que age arrastando a gordura para fora do organismo. E não para por aí: a casca da maçã contém fibras que demoram a ser digeridas, o que acaba retardando a fome.

A maçã é rica em potássio e também é uma aliada na prevenção de alguns problemas,  como colesterol e triglicerídeos altos, intestino preso e outras doenças decorrentes da obesidade.

Limão

O limão é uma fruta que age como diurético natural, possui grande quantidade de vitamina C e é antioxidante — contém substâncias que ajudam na eliminação de toxinas do corpo e deixam a pele com o aspecto mais saudável. Tais características fazem dele um grande aliado no emagrecimento.

Por ser rico em substâncias como ácido nicotínico, ácido cítrico e ácido ascórbico, o limão protege as artérias, previne problemas cardiovasculares, evita hemorragias e ajuda na cicatrização de feridas.

Outra curiosidade sobre essa fruta é que a sua parte branca, quando dissolvida em água, produz uma massa que ajuda a manter a saciedade, auxilia no trânsito intestinal e, ainda, retarda a absorção do açúcar pelo organismo.

Abacaxi

A última da nossa lista de frutas que emagrecem é o abacaxi, rico em água e vitamina C. Por ser uma fruta ácida, ajuda no processo de digestão dos alimentos. e por ser diurética, também combate a retenção de líquidos — com isso, reduz as medidas e a sensação de inchaço na região do abdômen.

Como adicionar frutas à rotina?

Para obter os benefícios presentes nas frutas, elas devem ser inseridas em sua alimentação diariamente. O ideal é comer, pelo menos, 3 porções ao longo do dia, de acordo com as orientações de seu nutricionista.

Se você acha que não tem tempo de comer frutas devido a uma rotina agitada, experimente levá-las para o trabalho e acrescentar aos seus lanches. Você pode optar por frutas inteiras que demandam menos trabalho, como a maçã e a banana, ou preparar uma porção de outra fruta em potes práticos. Uma boa dica é procurar substituir a sobremesa por uma porção de frutas, mas sempre com moderação.

Você já conhecia as frutas que emagrecem? Elas são grandes aliadas na adoção de uma rotina saudável e podem trazer mais qualidade de vida para você. Mas lembre-se: não inicie uma dieta sem orientação profissional. Se você quer ter ainda mais resultados, considere praticar exercícios físicos com regularidade! 

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IMC: entenda como ele afeta o resultado da cirurgia plástica

Quem procura por uma cirurgia plástica, seja por motivos exclusivamente estéticos ou após uma intervenção bariátrica precisa saber que existem vários fatores que podem influenciar diretamente no resultado da cirurgia. Um desses fatores é o IMC, que dependendo do valor, prejudica os resultados e até mesmo ser um fator de impedimento para a realização do procedimento.

Porém, você sabe o que é IMC e como exatamente ele pode afetar o resultado da intervenção cirúrgica? Não se preocupe! No artigo de hoje vamos explicar de forma detalhada o que significa esse parâmetro, como ele pode ser calculado, o que esse índice demonstra e ainda quais fatores podem interferir no valor. Em seguida, você vai descobrir como o IMC afeta o resultado da cirurgia plástica.

E aí, ficou interessado? Leia este post até o final e descubra!

O que é o IMC

O IMC é uma sigla que corresponde ao índice de massa corporal, ou seja, um número de que avalia o peso de uma determinada pessoa. Esse parâmetro é uma das principais formas de  classificar as diferentes faixas de peso e o primeiro indicador de obesidade adotado pela OMS — Organização Mundial da Saúde que começou a ser utilizado em todo o mundo a partir da década de 1990.

Apesar disso, o IMC não deve ser tomado como fator absoluto para medir a situação corporal, como veremos ao longo deste texto.

Como ele é calculado

Para se obter o número do IMC, são levadas em conta duas medidas: peso e altura. O número deve ser obtido a partir da divisão do peso pela sua altura ao quadrado, ou seja, multiplicada por ela mesma.

Por exemplo, suponha que uma pessoa pese 68 quilos e possui 1,72 de altura. A operação matemática seria a seguinte: 68/ (1,72 X 1,72) que resulta no valor de 22,9, que corresponde ao seu IMC. Mas o que esse número significa?

Existe uma escala adotada pelos médicos que diz como está a situação do nosso peso corporal. Os números padrões são os seguintes:

  • abaixo de 18,5, temos casos onde há a subnutrição;

  • de 18,5 a 24,9, o peso é considerado normal e o mais indicado para aquela pessoa;

  • a partir de 25 até 29,9, a pessoa está em caso de sobrepeso, mas ainda não configura obesidade;

  • acima de 30 já estamos diante de uma situação de obesidade;

  • de 35 a 39,9 é a chamada obesidade tipo II;

  • acima de 40, obesidade tipo III, que é o estágio mais grave do excesso de peso.

Quais fatores devem ser levados em conta

Apesar de existirem padrões de classificação para o IMC, alguns fatores devem ser levados pelos profissionais de saúde e nutrição na hora de fornecer o diagnóstico. Sexo, idade e nível de atividade física, por exemplo,  não podem ser desconsiderados na hora do cálculo, uma vez que podem ser decisivos.

Para entender melhor, basta imaginar duas pessoas com a mesma altura e exatamente o mesmo peso. Supondo que estamos diante de duas mulheres com 1,68 m de altura e 75 quilogramas, porém, uma delas é atleta de alta performance e possui em sua composição corporal, grande quantidade de massa magra (músculos) e a outra, sedentária e por isso, acumulou gordura em todo o corpo.

Apesar de ambas possuírem exatamente o mesmo peso, a primeira é considerada saudável enquanto a segunda, faz parte do grupo de pessoas que estão em sobrepeso. Por isso, em alguns casos, cabe uma avaliação mais profunda, com avaliação física de bioimpedância e dobras cutâneas para calcular o percentual de gordura de cada um, de forma individualizada.

IMC e resultado da cirurgia plástica

A cirurgia plástica para remoção de gordura ou excesso pele corporal é muito utilizada para quem deseja obter mais harmonia nas formas do corpo e também por pessoas que acabaram de passar por uma cirurgia bariátrica, que é uma intervenção no sistema digestivo voltada para o emagrecimento. No entanto, em ambos os casos existem algumas restrições a pessoas nas quais o tratamento não é o mais indicado. Hoje vamos falar especificamente em relação à influência do IMC no resultado da cirurgia.

A primeira coisa que precisamos ter em mente que cirurgia plástica não deve ser usada para emagrecimento e sim para correções estéticas. Dessa forma, quem deseja realizar um procedimento de lipoaspiração ou abdominoplastia não pode estar com o IMC elevado, sob o risco de não obter resultados na cirurgia satisfatórios ou mesmo retomar o antigo corpo depois de alguns meses por falta de hábitos saudáveis.

Por isso, antes da realização do procedimento, o indicado é que você adote uma rotina de estratégias alimentares e de exercícios físicos que visem a diminuição do peso corporal (e do IMC), para que, no momento da cirurgia, você esteja com o peso próximo do desejado.

Além disso, por questões de segurança, de acordo com a SBPC — Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, não são recomendadas extrações de gorduras superiores a 7% do peso corporal, ou seja, caso a pessoa possua 70 quilos no total, podem ser retirados apenas 4,9 quilos de tecido adiposo.

Isso porque, além de prejudicar no tão sonhado resultado, o excesso de tecido adiposo e até mesmo a obesidade são fatores agravantes na hora da cirurgia. Isso porque o excesso de gordura pode elevar a pressão arterial, alterar o metabolismo e ainda favorecer o surgimento de doenças que colocam em risco a saúde do paciente.

O IMC ideal para quem busca resultados satisfatórios e duradouros é no máximo 29. No entanto, como alertado acima, cada caso deve ser observado de maneira isolada levando-se em consideração a estrutura corporal geral, densidade óssea, sexo e se a pessoa pratica atividade física.

Por exemplo, casos em que a pessoa possui um IMC um pouco acima desse valor, mas que apresenta bom condicionamento físico, pratica atividade física regular e mesmo assim ainda possui alguma gordura localizada, devem ser considerados da mesma forma.

Com tudo que vimos até aqui, o ideal é que se você deseja passar por uma intervenção cirúrgica visando a redução de gordura localizada ou excesso de pele é investigar a fundo suas condições de saúde por meio de exames, manter o IMC dentro do limite com hábitos saudáveis — comer de forma adequada, praticar atividades físicas, evitar o álcool e o cigarro etc. — e procurar ajuda com quem realmente entende do assunto. Lembre-se que um bom pré-operatório garante o melhor resultado na cirurgia!

E aí, gostou do artigo de hoje? Se você quer saber mais sobre este assunto, não deixe de assinar a nossa newsletter. Assim você fica por dentro de todas as novidades!

Mitos e verdades sobre o Botox que você precisa conhecer

Provavelmente, você já deve ter ouvido falar do Botox, não é verdade? Com frequência, esse procedimento costuma gerar dúvidas, pois muita gente já ouviu falar sobre ele, mas não sabe realmente o que é e como funciona.

Conhecido por sua ação estética no tratamento de rugas e de marcas de expressão, ele possibilita resultados visíveis e satisfatórios, melhorando a autoestima de quem deseja uma aparência mais jovem.

Entretanto, engana-se quem pensa que o Botox serve apenas para melhorar a aparência. Sua utilização vai muito além: ele também tem fins terapêuticos e pode ser usado no controle de dores crônicas, de suor excessivo e até em casos de paralisia.

Pensando nisso, neste artigo, explicamos o que é essa substância, quais são seus vários benefícios e ainda alguns mitos e verdades sobre o Botox que você deve conhecer. Ficou interessado? Então, continue a leitura e confira!

O que é o Botox

O nome oficial do Botox é toxina botulínica. Essa substância é produzida a partir de uma proteína derivada da bactéria Clostridium botulinum. Devido à sua capacidade de relaxar a musculatura, é usada em vários tratamentos médicos e estéticos.

Quando injetada, a toxina botulínica age como um bloqueador neuromuscular, ou seja, impede, parcial ou totalmente, a contração do músculo. Vale ressaltar ainda que, hoje em dia, a aplicação do Botox é o procedimento não cirúrgico mais realizado no mundo.

Benefícios do uso do Botox

Em decorrência da sua popularização, existem muitas informações disponíveis, inclusive vários mitos e verdades sobre o Botox. O que muita gente não conhece são os seus benefícios, que, como mencionamos, vão muito além de um tratamento estético para amenizar rugas e linhas de expressão. A seguir, confira mais informações sobre ele!

Pode ser usado como tratamento preventivo

Com o tempo, a constante movimentação dos músculos faciais faz com que a pele fique marcada. Nesse sentido, o Botox pode evitar que isso aconteça, já que diminui a força de contração da musculatura e, no longo prazo, impede que as rugas sejam provocadas. Dessa forma, o uso da toxina botulínica é recomendado como método preventivo, pois evita o surgimento de rugas mais profundas.

Sua aplicação é prática

Diferentemente das cirurgias plásticas que exigem pré e pós-operatório, a aplicação do Botox é muito simples e rápida. O procedimento é realizado, no consultório mesmo, por um profissional especializado. Ele é aplicado por meio de injeções com agulhas ultrafinas que não causam hematomas, e o desconforto é muito pequeno.

É um ótimo complemento

Pacientes que apresentam rugas nas regiões dos olhos e da testa ou flacidez no rosto e no pescoço e que são candidatos a cirurgias plásticas para correção podem potencializar e complementar o resultado com o uso do Botox. Ele age como complemento terapêutico de cirurgias como a blefaroplastia (cirurgia das pálpebras) e o facelift (cirurgia de rejuvenescimento facial).

Pode ser utilizado para outras finalidades médicas

No Brasil, a toxina botulínica é usada para fins terapêuticos desde 1992, sendo que as primeiras indicações foram para tratamentos de estrabismo e de blefaroespasmos (ação de piscar excessivamente). Hoje em dia, o Botox é usado para tratar doenças como bexiga hiperativa, cefaleia, paralisias e hiperidrose.

Nesse contexto, convém ressaltar que a hiperidrose é uma doença caracterizada pelo suor excessivo, mesmo quando a pessoa está em repouso. Para essa condição, o Botox é aplicado em regiões com alta concentração de glândulas sudoríparas — mãos, pés e axilas — e desestimula a produção de suor, reduzindo a transpiração por até 10 meses.

Mitos e verdades sobre o Botox

Como falamos, a toxina botulínica é o procedimento não cirúrgico mais pedido em consultórios. Devido a essa popularização, várias dúvidas acabam surgindo. Mas, será que o que falam é verdade? Confira alguns mitos e verdades sobre o Botox e fique bem informado!

“Botox é a mesma coisa que preenchimento”

Mito. Embora os dois procedimentos tenham por finalidade o combate ao envelhecimento da pele, eles são diferentes. O Botox serve para amenizar rugas e linhas de expressão por meio do relaxamento muscular.

Por sua vez, o preenchimento consiste na injeção de substâncias, como o ácido hialurônico, para preencher rugas e dar mais volume ao rosto. Apenas um cirurgião plástico pode dizer qual o mais indicado para cada paciente.

“O efeito do Botox demora alguns dias para aparecer”

Verdade. O efeito do Botox demora cerca de 48 a 72 horas para aparecer e atinge seu potencial máximo em duas semanas após a aplicação. Para começar a notar os resultados, é necessário aguardar esse período e dar tempo para os músculos se acomodarem.

“O efeito do Botox é permanente”

Mito. Nas mulheres, o efeito dura cerca de 4 a 6 meses. Em homens, por sua musculatura ser mais forte, pode durar até 4 meses. Sendo assim, não é um processo definitivo e é necessário fazer uma nova aplicação após esse período.

“O Botox deixa a pessoa sem expressão”

Mito. Dentre os mitos e verdades sobre o Botox, esse é o que mais levanta dúvidas. A toxina botulínica é aplicada apenas no músculo que está formando a ruga. O relaxamento dependerá da dosagem e da necessidade de cada paciente.

A qualidade do resultado está diretamente relacionada ao profissional que fará a aplicação. Por isso, é muito importante procurar um médico especializado para que ele faça a simetria do rosto e o deixe mais harmonioso.

“O Botox oferece outros benefícios além do rejuvenescimento facial”

Verdade. Como foi dito no decorrer do artigo, quando aplicado em pessoas mais jovens, além de corrigir rugas, o Botox pode prevenir o aparecimento delas. Além disso, pode ser usado no tratamento de dores crônicas como enxaquecas e até para o alívio de depressão. O uso do Botox na medicina é muito versátil e tem apresentado resultados satisfatórios.

“Não existe idade mínima para fazer esse tratamento”

Verdade. Não existe uma idade certa para iniciar a aplicação do Botox, afinal, algumas pessoas tendem a apresentar rugas mais cedo do que outras — geralmente quem tem a pele mais clara e fina. O ideal é procurar um especialista para indicar o melhor momento, pois, se for o caso, a toxina pode ser aplicada com o intuito preventivo.

“A aplicação do Botox é dolorida”

Mito. O procedimento é praticamente indolor, pois as agulhas utilizadas são muito finas. Para pessoas muito sensíveis, o médico pode aplicar um anestésico local a fim de deixar o paciente mais confortável. A aplicação é muito simples, rápida e quase sem nenhum efeito colateral.

Agora que os mitos e verdades sobre o Botox foram esclarecidos, é necessário ressaltar a importância de procurar uma clínica especializada e de qualidade para fazer a aplicação. Esse procedimento deve ser realizado por um profissional com conhecimento em anatomia muscular e que saiba harmonizar a simetria do rosto para que o resultado seja o melhor possível.

Então, o que achou do nosso artigo? Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e ajude seus amigos a esclarecerem dúvidas sobre a aplicação do Botox!
 

Otoplastia: entenda como é feita a cirurgia para correção da orelha em Abano

Orelhas. Você já parou para pensar nas suas orelhas hoje? Geralmente, as orelhas não são uma parte do corpo que nos incomoda ou que nos agrada. As pessoas não apontam a orelha como a melhor parte do corpo delas. Nem como a pior. São somente orelhas, certo? Bom, nem sempre.

A orelha pode passar a ser um incômodo em algumas circunstâncias: quando são muito grandes ou protuberantes ou quando apresentam alguma deformação, que pode ser congênita ou causada por trauma. A otoplastia é um meio de melhorar essa aparência e aumentar a autoestima de quem sofre com algum dos problemas apresentados.

Fique com a gente e leia este artigo para entender tudo sobre o procedimento! 

O que é a otoplastia?

Apesar do nome estranho, o significado é simples: otoplastia é a cirurgia de correção das orelhas. Geralmente, é feita para ajustar as famosas “orelhas em abano”, mas também pode suavizar outros casos e, inclusive, ser feita para construir uma nova orelha em alguém que nasceu sem essa parte do corpo ou remodelar, quando deformado por acidente.

Imperfeições que incomodam podem causar muita insegurança com relação à autoimagem e motivar a baixa autoestima. No caso das orelhas, a situação é geralmente uma característica de nascença e que causa inconvenientes mesmo em crianças, que recebem apelidos e são vítimas de bullying. A boa notícia é que a otoplastia pode ser feita também na infância, em indivíduos a partir de 6 anos de idade.

Quando a otoplastia é indicada?

A cirurgia tem indicação no caso de defeito que atrapalhe a audição ou de malformação que prejudique a harmonia do rosto. Existem vários graus de deformidade que podem ser encontrados nas orelhas, mas esse não é exatamente um critério para a realização da cirurgia. É possível que uma pessoa com um grau avançado de deformidade conviva bem com isso e que outra pessoa, com um grau leve, incomode-se muito.

Portanto, a principal indicação para a cirurgia é a quantidade de prejuízo emocional e psicológico que o paciente sente. Se a situação for realmente incômoda, a otoplastia pode, então, ser uma saída para ajudar a resolver o problema!

Como a cirurgia é realizada?

A otoplastia deve ser realizada em ambiente hospitalar. O profissional escolhido deve ser cirurgião plástico, ter registro no Conselho Federal de Medicina e fazer parte da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. É preciso que o paciente siga algumas orientações antes da cirurgia, como não fumar e não utilizar certas medicações, como anticoagulantes, além de fazer os exames pré-operatórios necessários.

Para o processo cirúrgico, é necessário que a pessoa a ser operada esteja em jejum de 8 horas. A primeira parte do processo é a anestesia, que pode ser local com sedação ou geral, que é mais utilizada em crianças. Antes da cirurgia, há uma consulta exclusiva com o anestesista, então, esse é o momento para tirar quaisquer dúvidas!

Após a anestesia, o cirurgião faz uma incisão na parte de trás da orelha, expondo a cartilagem, que pode ser removida ou raspada em parte para conferir um melhor formato à orelha. Essa incisão também pode ser feita na parte da frente, e, nesse caso, a cicatriz fica escondida pelos relevos naturais da orelha.

Em alguns casos, o alvo da correção é o lóbulo da orelha, por ser muito grande, aderido ou rasgado, e, nesse caso, a incisão será feita de acordo com a necessidade. Em casos de reconstrução total ou parcial, partes de cartilagem podem ser removidas de outras partes do corpo para remodelar a orelha.

Depois de atingir o resultado esperado, o cirurgião faz a sutura externa. Os pontos podem ser absorvidos pelo corpo ou terem de ser retirados após alguns dias, e isso acontece conforme a orientação do médico, pois depende do fio utilizado na sutura. É feito um curativo em forma de faixa, contornando a cabeça do paciente, de modo que as orelhas sejam protegidas.

A cirurgia demora de 60 a 120 minutos, e o período de internação dura em torno de 12 horas. Ou seja, em situações normais, quem faz a cirurgia de manhã já pode jantar no conforto de casa.

Quais são os cuidados pós-operatórios?

O pós-operatório da otoplastia é bem simples. Por alguns dias, a pessoa operada não vai poder (e provavelmente não iria conseguir) dormir sobre as orelhas. O curativo colocado após a cirurgia é removido depois de 2 ou 3 dias, pelo médico. Após esse processo, é necessário manter o local da incisão limpo e seco e utilizar a faixa compressiva.

As atividades do dia a dia poderão ser retomadas em menos de uma semana, com exceção dos exercícios físicos, que terão que esperar um pouquinho mais. É preciso tomar cuidado para que as ações da rotina não causem dano à orelha operada, pois isso pode causar bastante dor e inflamação e estragar o resultado da cirurgia.

Sentir um pouco de dor, inchaço, coceira e falta de sensibilidade é comum por algum tempo. Analgésicos serão receitados, mas é importante saber que excesso de dor não é comum nesse procedimento. Em caso de dor excessiva, a ação correta é procurar o médico. E outro cuidado básico é evitar coçar o local, para não causar traumas ou infecções.

Seguir à risca as orientações do cirurgião, para garantir um pós-operatório tranquilo e uma boa cicatrização, é fundamental. 

Que benefícios a otoplastia oferece?

A otoplastia traz a melhora da autoestima, estimulando que o paciente sinta todos os benefícios que isso proporciona, como mais felicidade e disposição. Outros benefícios são:

  • prevenção de problemas psicológicos;
  • melhora na harmonia da face;
  • correção de imperfeições e assimetrias;
  • possibilidade de realização em qualquer fase da vida, até mesmo na infância.

Por fim, depois de entender sobre otoplastia, um último recado: é importante você gostar do seu corpo, apreciar a imagem refletida no espelho, uma que coloque um sorriso no seu rosto. E a otoplastia pode ser uma forma de fazer isso por você. Conhecer melhor todo o processo da cirurgia é um passo importante para seguir a decisão de fazer esse procedimento, que pode mudar a sua vida para melhor.

E aí, gostou de saber mais detalhes sobre a otoplastia? Nosso blog também traz conteúdos sobre outros tipos de cirurgias plásticas e variados assuntos de estética, beleza e saúde. Assine nossa newsletter para não perder as novidades!

6 dicas sobre como cuidar da saúde sem sofrimento

Como anda a sua saúde? Manter a saúde em dia envolve alguns hábitos que, muitas vezes, podem parecer desafiadores para muitas pessoas. É importante saber que uma pessoa saudável tem o equilíbrio tanto físico e emocional e, para alcançar esse estágio, é preciso ter alguns cuidados no dia a dia que vão garantir, além da qualidade de vida, um corpo ativo fisicamente e o controle do peso.

Quer saber como cuidar da saúde sem sofrimento? Então, continue a leitura e conheça 6 dicas sobre hábitos alimentares, cuidados físicos e demais formas de encontrar a paz interior e estar de bem consigo mesmo. Confira!

1. Se alimente de forma saudável

Você já ouviu dizer que nós somos o que comemos? Apesar de ser uma frase genérica, não há como negar que uma vida saudável e equilibrada deve começar com uma alimentação de qualidade.

Se você está em busca de mais qualidade de vida, a primeira coisa que deve fazer é fugir ao máximo dos produtos super industrializados. Biscoitos recheados, salgadinhos, embutidos (presunto, mortadela, salsicha e por aí vai) são produtos ricos em sal, açúcares e substâncias químicas que não são benéficas à saúde. O consumo em excesso desses alimentos pode gerar compulsão alimentar, aumentar as chances de obesidade e ainda podem desencadear o aumento dos níveis de colesterol, diabetes e triglicerídeos.

Mas o que fazer, então, para ter uma alimentação saudável? A dica é simples: dê preferência para alimentos mais naturais, sem excesso de conservantes e que traga nutrientes e sais minerais para o seu organismo. Basicamente, nossa saúde depende da ingestão balanceada de carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e sais minerais. Entenda como incorporar esses grupos alimentares na dieta:

  • carboidratos: esse macronutriente garante que tenhamos energia ao longo do dia, por isso, coma com moderação e opte por produtos integrais (pois são ricos em fibras) e tubérculos, como batata-doce, mandioca, inhame etc;
  • proteínas: são responsáveis por manter a saúde dos músculos. Para não errar, aposte em carnes magras (frango, patinho bovino, lombo suíno ou peixes), ovos e queijos;
  • gordura: aqui devemos ingerir as chamadas gorduras boas, como as castanhas, óleo de coco, abacate ou azeite de oliva;
  • vitaminas e sais minerais: são essenciais para o funcionamento do nosso corpo e podem ser encontrados em frutas, legumes e vegetais que, além de tudo, têm alta quantidade de fibras e permite o melhor funcionamento do intestino.

2. Não fique sem comer

Outro erro comum que diversas pessoas cometem ao buscar uma vida saudável — e o controle do peso — é apostar em dietas extremamente restritivas. Esse tipo de alimentação tende a não funcionar durante muito tempo, pois a escassez de alimentos gera compulsão alimentar. Com isso, ao passar longos períodos sem se alimentar ou, até mesmo, comendo muito abaixo da sua necessidade calórica diária, corre-se o risco de sofrer com o efeito sanfona e recuperar todo o peso perdido ao longo da dieta.

As necessidades alimentares de cada pessoa é diferente, algumas, por exemplo, precisam comer mais vezes durante o dia. Por isso, nutricionistas indicam a ingestão de alimentos de 3 em 3 horas, para acelerar o metabolismo e evitar que haja grandes ingestões de comida. De qualquer forma, é importante consultar um profissional da área para entender melhor as suas necessidades e prescrever o plano alimentar de acordo com elas.

3. Beba bastante água

A água ajuda em uma série de funções no nosso corpo, como melhora da circulação, digestão e excreção. Além de garantir que todos os tecidos fiquem hidratados, esse líquido permite que a temperatura do organismo se mantenha equilibrada.

Ou seja, se você quer ter saúde, beba pelo menos 2 litros de água ao longo do dia. Essa necessidade pode aumentar dependendo do seu peso ou nível de atividade física.

4. Faça exercícios físicos

Quando pensamos em como cuidar da saúde, naturalmente vem em mente a necessidade de fazer exercícios físicos. A OMS — Organização Mundial da Saúde recomenda que as pessoas façam exercícios pelo menos 3 vezes na semana para obter qualidade de vida e manter-se ativo.

Os exercícios físicos regulares apresentam os seguintes benefícios:

  • gasto calórico e perda de peso;
  • melhora do condicionamento físico e na capacidade cardiovascular;
  • ganho muscular e fortalecimento das articulações e ossos;
  • aumento da imunidade;
  • melhora nos índices de colesterol, diabetes e triglicerídeos;
  • diminuição do risco de problemas cardiovasculares;
  • melhora no humor;
  • combate a ansiedade e depressão.

Começar uma atividade física pode ser um verdadeiro desafio. Mas para vencer a dificuldade inicial, tente dar o primeiro passo com pequenas atitudes, como ir a pé ou de bicicleta para o trabalho, quando possível, subir escadas ou caminhar próximo à sua casa. Existe uma série de exercícios físicos e todos eles trazem ganhos para a sua vida. Então, escolha aquele que mais faz bem.

5. Descanse e relaxe

Tão importante quanto praticar exercícios físicos é o descanso. Por isso, procure estabelecer um tempo para relaxar e distrair a mente dos problemas. Você pode fazer isso escolhendo um hobby, como ler, caminhar, meditar e encontrar os amigos. O importante é encontrar algo do qual goste e que lhe traga paz interior.

Além disso, procure dormir bem. Especialistas recomendam em torno de 8 horas de sono por dia, mas essa necessidade pode variar de acordo com a sua rotina. Uma boa noite de sono ajuda no controle do peso, ganho muscular, no alívio do estresse e da ansiedade.

6. Vá ao médico regularmente

É bastante comum que as pessoas só procurem um médico quando estão, de fato, precisando. Mas se você quer uma dica de como cuidar da saúde, se consulte regularmente. Sim, mesmo quando você sente que está tudo bem, procure um profissional para fazer um checkup pelo menos uma vez ao ano para que ele investigue como anda a sua saúde.

Com os mais diversos exames, fica mais fácil para o médico cuidar da sua saúde e indicar pontos que merecem atenção. O trabalho com a prevenção é mais eficaz que o tratamento do problema já em estágio mais avançado. Por isso, é sempre importante visitar um médico, principalmente se você já passou por alguma intervenção ou está em pós-operatório, como a cirurgia bariátrica.

Agora que você já sabe algumas dicas de como cuidar da saúde, procure orientação e comece agora mesmo a buscar uma vida plena e com qualidade. A sua saúde física e mental agradecem!

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5 mitos e verdades sobre as estrias que você precisa conhecer!

Você sofre com as estrias? Se você não as tem, certamente conhece alguém que tenha, pois essas pequenas listras na pele são um problema que atinge a maioria das pessoas, principalmente quem padece de perda e ganho de peso constantes.

E mais: elas ainda podem prejudicar a autoestima daqueles que as têm. O que muita gente não sabe é que as informações relacionadas aos tratamentos mais adequados para elas podem causar bastante confusão — já que nem sempre são corretas.

Pensando nisso, neste post explicamos o que são as estrias, como elas se formam na pele e esclarecemos cinco mitos e verdades em relação a esse problema que incomoda tanta gente. Está preparado? Boa leitura!

O que são estrias

As estrias são pequenas marcas na pele em forma de listras. Elas costumam ser avermelhadas ou mais claras que o tom da pele, dependendo do tempo de aparecimento. As vermelhas são as consideradas frescas e as claras são aquelas já um pouco mais antigas. As estrias podem surgir em qualquer parte do corpo: coxas, abdômen, nádegas, seios, costas e até nos braços. Isso depende do dano que foi causado na área.

Como elas se formam

Basicamente, as estrias se formam a partir de um dano na derme, a camada intermediária da pele que fica abaixo da epiderme e acima da hipoderme. Elas são cicatrizes que surgem a partir do rompimento das fibras que dão sustentação à pele constituídas de elastina e colágeno, são elas que garantem seu suporte e sua elasticidade.

Isso ocorre quando a pele sofre um estiramento muito rápido que a impede de se acostumar com a nova forma. Os principais motivos para o surgimento dessas lesões, então, são:

  • predisposição genética;

  • hábitos pouco saudáveis de alimentação;

  • excesso de peso;

  • gravidez;

  • efeito sanfona (perda e ganho de peso em um curto período de tempo);

  • falta de atividade física.

Mitos e verdades sobre as estrias

Como há diversas causas para seu surgimento e também pelo fato de serem um problema relativamente comum, as estrias despertam muita curiosidade. Assim, existem vários mitos que apenas causam desinformação. Confira a seguir o que é mito e o que é verdade sobre elas!

1. Estrias têm cura

Mito. É possível encontrar, principalmente na internet, métodos que prometem a cura completa das estrias. Isso, porém, não é possível, já que se trata de uma cicatriz na camada média da pele: depois de um tempo, graças à fibrose existente no local, ela perde melanina e o processo se torna irreversível. Infelizmente, a única maneira de não ter estrias é procurar evitar o seu aparecimento.

2. Hidratar a pele evita o aparecimento de estrias

Verdade. Uma das formas de evitar o surgimento dessas cicatrizes é hidratar bem a pele com produtos adequados. O ideal é usar cremes hidratantes ou óleo de amêndoas logo após o banho. Esses produtos melhoram a elasticidade e podem ajudar na prevenção das estrias, exceto quando há predisposição genética a desenvolvê-las.

Vale lembrar que a dica também é interessante para mulheres grávidas, já que a pele da barriga precisa de muita elasticidade enquanto o bebê se desenvolve. Além dos produtos cosméticos, existem outras formas de prevenir as estrias. Conheça algumas delas:

  • exercícios físicos: além de ajudarem a manter um peso ideal, contribuem para a melhora da elasticidade da pele e a mantêm firme por mais tempo;

  • massagens: quando são feitas em áreas propensas ao surgimento das estrias, como barrigas e nádegas, têm a capacidade de evitar seu aparecimento;

  • água: a ingestão de água em quantidades adequadas é uma boa forma de manter a pele hidratada e, assim, evitar rupturas no tecido cutâneo;

  • vitaminas e minerais: se consumidos na quantidade adequada, eles atuam na formação do colágeno, substância fundamental para a sustentação da pele e a cicatrização.

3. Trata-se de um problema exclusivamente feminino

Mito. Como a incidência é maior nas mulheres e também porque o público feminino procura mais tratamentos para elas , é comum que se acredite que seja um problema exclusivo desse sexo.

No entanto, é possível encontrar as estrias também em homens que tenham os fatores agravantes, como predisposição genética, efeito sanfona ou até mesmo aqueles que tiveram ganho muscular muito rápido.

4. Tomar sol melhora a aparência das estrias

Mito. Muita gente acredita nesse método, uma vez que, com o surgimento das cicatrizes na pele, há perda de melanina no local. Assim, supostamente, com a exposição ao sol e o consequente bronzeamento seria mais fácil disfarçar as listras. Entretanto, com o bronzeamento solar, as pequenas listras na pele tendem a ficar mais evidentes. Isso porque, com a pele mais escura, elas se tornam mais visíveis.

5. As estrias podem ser amenizadas com tratamento

Verdade. Apesar de não terem cura, as estrias podem ser tratadas para se tornarem menos perceptíveis. Existem três principais métodos para o tratamento de estrias a fim de deixá-las menos visíveis. Conheça-os a seguir:

  • químico: este procedimento se resume a peelings à base de ácido feitos no local das estrias;

  • térmico: aqui, é feita a fototermólise seletiva, que tem como princípio a emissão de luz de laser na área com estrias;

  • mecânico: esse tratamento usa a microdermoabrasão para fazer um processo que se assemelha a um lixamento de pele.

Vale lembrar que o melhor momento para o tratamento das cicatrizes é quando elas ainda estão vermelhas, ou seja, são recentes. Por isso, caso queira amenizar os sinais, procure tratamento assim que notar a presença das estrias.

Algumas pessoas recorrem à abdominoplastia. Apesar de o objetivo não ser a remoção das estrias em si e sim a retirada de pele em excesso em razão de uma grande perda de peso , essa cirurgia pode resolver o problema das cicatrizes no abdômen.

E aí, gostou do post? Você acreditava em algum dos mitos apresentados? Lembre-se de que, caso queria tratar de estrias, procure sempre a orientação de um profissional especializado. Se você quer saber mais sobre cirurgia plástica e entender melhor a diferença entre cirurgia estética e reparadora, leia este conteúdo sobre o assunto!

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