Cirurgia Plástica: tudo que você precisa saber

O número de cirurgias plásticas no Brasil tem uma forte tendência de crescimento. De 2014 a 2016, houve um crescimento de 8% para os casos de procedimentos com finalidade estética de acordo com uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Ou seja, as pessoas estão buscando cada vez mais qualidade de vida e se cuidando melhor.

Se você pensa da mesma forma e deseja realizar uma cirurgia plástica, continue com a leitura deste post e saiba tudo o que precisa sobre o assunto!

O que é cirurgia plástica?

O principal objetivo da cirurgia é o de agregar melhorias. Isso se dá tanto no aspecto funcional, auxiliando o indivíduo em suas tarefas diárias, tornando-as mais fáceis de serem feitas, quanto no campo estético, aumentando a autoestima. A cirurgia plástica pode se dividir em dois grandes grupos:

Cirurgia plástica reparadora

Aqui, o foco é reparar lesões que pode ter tanto a finalidade de melhorar a funcionalidade — como no caso de queimaduras que costumam reduzir a amplitude de movimento — quanto à finalidade estética, como nos casos da reparação da mama. Nesse grupo, também entram fraturas de ossos da face, que podem ser causadas por acidentes, tumores, entre outros.

Cirurgia plástica estética

Nesse caso, a cirurgia tem como principal finalidade a estética, com o objetivo de melhorar a aparência, como no caso de cirurgias no nariz ou mesmo a lipoaspiração. Ela também pode oferecer maior funcionalidade, por exemplo, nos casos de mulheres que apresentam seios grandes e que, por isso, têm fortes dores cervicais.

O Brasil é um dos países que apresenta referência em cirurgia plástica. A cada dez cirurgias do tipo feitas no mundo, uma acontece em território brasileiro.

Como funciona a cirurgia plástica?

A cirurgia plástica é um procedimento invasivo e, por isso, é necessário ter uma série de cuidados antes e depois dela. A primeira etapa começa na busca por um bom profissional e, para esse ponto, não poupe tempo, afinal de contas, estamos falando de uma cirurgia que, como qualquer outra, apresenta certos riscos. Portanto, saiba tudo o que for necessário sobre o cirurgião plástico, sobre a clínica, sobre a equipe e também encontre outros pacientes que já realizaram o procedimento com ele.

Depois de escolher o profissional, marque uma consulta. Nela, tire todas as suas dúvidas sobre o procedimento. Por exemplo, a questão da idade precisa ser avaliada, pois muito depende também do tipo de cirurgia que se deseja fazer. E, é claro, o médico está apto a contraindicar um determinado procedimento a uma pessoa e indicar um mais adequado se for o caso.

É importante lembrar que pode ocorrer a reversão da cirurgia plástica, mas resultados satisfatórios são difíceis de serem atingidos. Logo, antes de tomar a decisão final, é muito importante que o assunto seja amplamente discutido não apenas com os médicos, mas também com alguns familiares e com psicólogos. Em alguns casos, os próprios especialistas indicam algumas sessões de terapia para seus pacientes antes que a cirurgia se realize.

Uma das grandes preocupações de quem realiza a cirurgia plástica é se haverá ou não a formação de cicatrizes. Como esse tipo de procedimento envolve cortes na pele, algumas marcas podem se formar e, assim, a cicatriz é uma consequência natural da reparação da pele pelo organismo. Porém, muitos especialistas já escolhem um local específico para fazer a incisão, de forma que a marca fique escondida ou quase imperceptível.

O pré-operatório é realizado de qual forma?

Mesmo antes da cirurgia de fato acontecer, é necessário fazer alguns preparativos. Esse período antes do procedimento — o pré-operatório é tão importante quanto o ato de realizar a cirurgia. Preparar o corpo e deixar tudo em ordem para aumentar o sucesso dos resultados é fundamental em qualquer tipo de cirurgia que seja realizada.

Vejamos abaixo alguns fatores que diminuem os riscos da cirurgia e aumentam as chances de sucesso:

Parar de fumar

Se você tem o hábito de fumar, precisará interrompê-lo por pelo menos 30 dias antes do procedimento. O motivo disso é simples: a nicotina atrapalha o funcionamento de praticamente todos os nossos sistemas, especialmente o circulatório e o cardíaco. O hábito de fumar reduz o espaço dos vasos pelo qual o sangue flui e, com isso, aumenta a pressão arterial. Como consequência, o coração passa a ter mais trabalho para bombear o sangue para todas as partes do corpo.

Isso afeta diretamente o processo de cicatrização após a cirurgia. O sangue é repleto de nutrientes e oxigênio, substâncias vitais para todos os processos do corpo. Se o sangue não chega da melhor maneira aos tecidos, a pele demora a fechar e as chances de infecção e outros problemas se tornam maiores.

Hidratar a pele

Durante o procedimento cirúrgico, a pele será lesionada por conta da incisão. Assim, cuidar bem dela é essencial para evitar problemas durante e depois da cirurgia. Além da hidratação externa, com a utilização de cremes de acordo com o seu tipo de pele, também deve ser realizada a hidratação interna com o consumo de líquidos constantemente. Beber ao menos dois litros de água por dia é essencial.

Alimentar-se bem

Além de manter o corpo hidratado, é necessário mantê-lo bem nutrido. Algum tipo de anemia — mesmo que leve — e a deficiência nutricional de alguma vitamina ou mineral podem prejudicar a recuperação do paciente. Por exemplo, a vitamina K é conhecida por ser anticoagulante, ou seja, ela ajuda o corpo a criar uma barreira para o caso de cortes nos tecidos e, assim, impede a saída de uma grande quantidade de sangue.

Como estamos falando de um procedimento invasivo, fica claro perceber a importância dessa substância não apenas no pós-cirúrgico, mas, principalmente, durante a cirurgia. É claro que os médicos podem fazer uso de medicações anticoagulantes, mas, se isso já ocorrer de forma natural, como resposta do próprio organismo, é ainda melhor.

Parar o uso de anticoncepcionais

De uma forma geral, os anticoncepcionais aumentam as chances de trombose. A trombose é como um coágulo formado por sangue e diversas proteínas, formando uma espécie de “rolha” que pode atrapalhar a circulação sanguínea e parar no pulmão (embolia pulmonar), situação agravante. No caso de um procedimento cirúrgico, as complicações podem ser inúmeras. Portanto, siga as orientações médicas e suspenda o uso dessa medicação pelo tempo que ele determinar.

Quais os principais tipos de cirurgia plástica?

Existem diversos tipos de cirurgia plástica e, por isso, vamos listar aqui apenas as principais. Vamos agora falar tanto das cirurgias que são reparadoras quanto das estéticas. Descubra como é realizada cada uma!

Rinoplastia

É uma cirurgia que tem como foco corrigir alguns problemas no nariz e, por melhorar o aspecto visual do rosto, é um dos procedimentos cirúrgicos estéticos mais realizados pelas pessoas. Não importa o “defeito” que se encontre nessa parte do corpo — espaço entre as narinas, corcunda na ponte, tamanho do nariz, entre outros —, a rinoplastia consegue resolver o problema ou, pelo menos, amenizá-lo.

O objetivo da rinoplastia é deixar o nariz de acordo com as proporções do rosto. Soma-se a isso o fato de que esse tipo de procedimento também pode resolver diversos problemas respiratórios, como no caso de alguma narina que é muito estreita ou está obstruída.

Mamoplastia de aumento

Outra cirurgia bastante famosa entre as mulheres, a mamoplastia tem como objetivo aumentar o tamanho dos seios, corrigir o formato das mamas ou ainda a projeção delas. Apesar de ser mais popular entre o sexo feminino, homens também costumam realizar esse tipo de procedimento cirúrgico, mas as técnicas utilizadas são diferentes.

Há também os casos de mamoplastia de redução, para as mulheres que têm seios grandes e, muitas vezes, desproporcionais à sua estrutura, causando dores na coluna. Além disso, o aspecto estético também pode causar baixa autoestima, pois as mamas costumam ficar caídas.

Lipoaspiração

Trata-se de outro procedimento estético bastante realizado em todo o mundo. Provavelmente, você já deve ter visto notícias de famosos que fizeram a lipoaspiração ou mesmo amigos que já tenham realizado. O principal objetivo é remover os depósitos de gordura corporal, a famosa gordura localizada, mas em uma proporção menor.

Ela é mais indicada para os casos em que, mesmo praticando exercícios físicos e seguindo uma dieta balanceada, o acúmulo de tecido adiposo permanece em certos pontos do corpo. Além da barriga, a lipoaspiração pode ser realizada em outras partes do corpo, como glúteos, flancos, braços etc.

A cirurgia costuma levar cerca de duas horas ou mais, a depender do caso e também da técnica utilizada. Por exemplo, a lipoaspiração de ultrassom pode demorar cerca de 40% a mais do tempo usado para a de lipossucção normal. A recuperação pode levar de duas a quatro semanas em média no que se refere a realizar atividades mais intensas, mas já é possível voltar ao trabalho em aproximadamente duas semanas.

Ginecomastia

Alguns homens têm uma quantidade exagerada de testosterona e podem sofrer com o problema popularmente chamado de “mamas caídas”. A ginecomastia consegue resolver essa situação com sucesso, devolvendo a autoestima do homem, evitando situações constrangedoras.

Cirurgia de reparação de cicatriz

Pessoas que sofreram algum tipo de acidente ou queimadura que deixaram cicatrizes como consequência — especialmente, em locais visíveis, como no rosto — podem resolver ou amenizar o problema por meio da cirurgia plástica. Esse tipo de procedimento pode durar de uma a três horas em média, e a técnica que será utilizada dependerá de alguns fatores, como tamanho da cicatriz e características da pele do paciente.

Não é necessária internação e já é possível voltar ao trabalho em apenas uma semana. Lembrando que os resultados levam tempo para aparecer e a finalização deles só é possível reconhecer em, no mínimo, um ano.

Abdominoplastia

Também conhecida como redução da barriga, a abdominoplastia tem como função reduzir o tamanho do abdômen, removendo o excesso não só de tecido adiposo como também da própria pele. Após isso, os músculos da parede abdominal — como o reto e os oblíquos — são reposicionados para ficarem de acordo com a nova estrutura física da região. Caso o excesso de gordura não seja grande, dá-se o nome de Mini Abdominoplastia ao procedimento.

Em média, a cirurgia dura de duas a cinco horas e a recuperação para o retorno ao trabalho leva cerca de duas a quatro semanas. Já para a realização de atividades mais intensas, esse tempo aumenta para de quatro a seis semanas ou até mais. Já para que a cicatriz fique com uma aparência melhor, o tempo é mais longo: de três meses a dois anos.

Blefaroplastia

Chamada de Cirurgia das Pálpebras, a Blefaroplastia é bastante aplicada em diversos idosos. Ela tem como função corrigir pálpebras caídas, o excesso de pele na região ou mesmo a formação de bolsas ao redor dos olhos. O procedimento dura de uma a duas horas na maioria dos casos e a recuperação é muito rápida.

Para voltar a ler, basta aguardar em torno de dois a três dias e, para retornar ao trabalho, bastam de sete a dez dias, em média. Caso você faça uso de lentes de contato, é necessário aguardar um período de no mínimo duas semanas. O inchaço e sensibilidade nas pálpebras é normal e só se resolve após o percurso de várias semanas.

Como funciona o pós-operatório?

O momento do pós-operatório talvez seja a parte mais importante de todo o procedimento e que também será capaz de garantir o sucesso da cirurgia e da cicatrização do local. Esse é um período de maior sensibilidade e no qual a saúde precisa de maiores cuidados. Portanto, seguir todas as orientações médicas é imprescindível e pode ser necessário ter alguém para ajudá-lo nas tarefas, das mais básicas às mais complexas.

Normalmente, o paciente não fica internado e, assim que possível, pode voltar para casa. Como hospitais e clínicas são lugares que têm uma grande quantidade de vírus e bactérias, é essencial evitar que os pacientes fiquem em contato com esses agentes invasores por muito tempo. Você sairá com todas as instruções médicas em mãos e com a necessidade de retornos dentro de um determinado período para analisar como a cicatrização está seguindo.

Quais cuidados são necessários?

Em geral, o maior cuidado é com a higiene, especialmente no local onde foi realizado o corte. Ele deve estar sempre bem limpo e, caso necessário, o curativo deve ser trocado com frequência. A limpeza da região do corpo deve ser feita com o máximo de cuidado e com o uso de água e sabão neutro. Depois, deve secá-la com o máximo de delicadeza para não pressionar o corte.

Evite fazer algum tipo de esforço, ainda que mínimo. O esforço físico aumenta a pressão interna dos órgãos e tecidos, podendo levar ao rompimento dos pontos. Inclusive, muitas vezes, é dada uma medicação para evitar a tosse no paciente, pois esse é um mecanismo que exerce grande pressão interna e pode oferecer riscos.

Outro cuidado que você precisa ter é quanto ao local do corte. É preciso observar sempre se não está inflamado ou até infeccionado. Um inchaço pós-cirúrgico é normal, mas dor aguda, vermelhidão e elevação da temperatura corporal são sinais de que algo não vai bem. Nesses casos, procure imediatamente o médico responsável pelo procedimento.

Além desses cuidados citados acima, há outros que precisam ser tomados. Veja abaixo quais são eles:

Alimentação

Esse fator dependerá muito do tipo de cirurgia que foi realizado. Por exemplo, uma redução de abdômen ou uma lipoaspiração nesse local não lhe permitirá — pelo menos em um primeiro momento — comer qualquer coisa e em qualquer consistência. Nesses casos, o médico dará todas as orientações necessárias sobre as suas refeições.

De uma forma geral, devemos evitar aqueles alimentos que não fazem bem à nossa saúde. Por exemplo, as frituras e alimentos açucarados como os doces prejudicam a circulação do sangue e, portanto, acabam dificultando o processo de cicatrização. Além disso, é indicado que, nos primeiros dias, as refeições sejam feitas com maior frequência, porém, em porções menores. Isso ajuda a evitar alguns desconfortos gastrointestinais típicos desse momento.

Para cirurgias no rosto, a restrição alimentar é ainda maior. Os músculos e os ossos da face não podem se movimentar muito e, portanto, não é possível comer certos tipos de alimentos. Aqui, o indicado é uma alimentação pastosa e líquida. Qualquer tipo de bebida alcoólica ou uso de cigarros fica terminantemente proibido nesse período, por pelo menos 30 dias.

Relações sexuais

Algumas pessoas se sentem constrangidas em perguntar ao médico sobre a situação das relações sexuais após o procedimento cirúrgico, mas é preciso. Há um tempo médio de 30 dias, porém, é preciso analisar cada caso. No caso, por exemplo, de cirurgias que envolvem partes íntimas, pode ser necessário um período maior de recuperação.

Exercícios físicos

Quem já tem o hábito de fazer atividades físicas certamente sentirá falta disso e, consequentemente, ficará ansioso para voltar à vida ativa o mais rápido possível. Mas é preciso ser paciente e tomar muito cuidado. O retorno às atividades intensas depende muito do tipo de cirurgia e, principalmente, de como está indo a recuperação.

Algumas atividades que exigem maior esforço, como a musculação, por exemplo, devem demorar cerca de três meses para serem retomadas na maioria dos procedimentos cirúrgicos. Já algumas atividades mais leves, como caminhadas ou até mesmo dirigir, podem ser realizadas em cerca de um mês.

Medicamentos

Além de tomar os medicamentos indicados pelo seu médico, é importante também seguir os horários. Há um motivo para que uma determinada substância seja tomada de seis em seis horas, por exemplo. Isso significa que, em cerca de seis horas, os efeitos daquela medicação começam a diminuir e, para mantê-los, é necessário tomar uma outra dose.

Esse é um ponto importante: nunca tome uma dosagem maior do que a prescrita pelo profissional. Se, mesmo seguindo todas as orientações, a dor persistir ou houver vestígios de infecção, vá primeiro ao médico e só depois consuma o que foi orientado por ele.

Alguns outros cuidados

Tenha cuidado na hora de dormir, para que o local da cirurgia não seja pressionado nesse momento. Siga à risca todas as orientações médicas, especialmente no fator uso de medicamentos e também no de acessórios como sutiãs, meias, cintas, entre outros. Marcar algumas sessões de drenagem linfática para evitar a formação de trombos também é uma ótima opção, mas apenas com autorização médica.

Alguns medicamentos também estão restritos e mesmo os mais banais — como o dipirona, que pode ser comprado sem prescrição médica — devem ter a aprovação do profissional. Eles podem ser anticoagulantes, por exemplo, o que significa que há uma maior chance de sangramentos e hemorragias por meio do local aberto na pele. Esse é um risco desnecessário.

Remédios como as substâncias anticoncepcionais também precisam ser evitados ao máximo pelo mesmo motivo que devem ser suspensos antes do procedimento: aumentam o risco de trombose.

Evite também lugares quentes, exposição ao sol e roupas que possam aumentar a temperatura corporal. O calor dilata os vasos sanguíneos e aumenta o fluxo de sangue por meio deles. Com isso, as chances de hemorragias são maiores. Assim, os banhos devem ser mornos e rápidos para não esquentar a pele. Se expor ao sol também não é aconselhável, já que facilita o sangramento e também pode causar manchas na área da cirurgia. Caso seja preciso, não se esqueça de aplicar protetor solar na região próxima à incisão cirúrgica.

Como escolher um bom profissional?

Além das dicas que já demos acima, como pedir indicações e fazer uma ampla pesquisa sobre o profissional, existem alguns pontos que são essenciais para observar. Por exemplo, o ideal é que esse especialista seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Esse profissional tem pelo menos cinco anos de treinamento em cirurgia — sendo que dois deles são de cirurgia plástica —, só realiza procedimentos em locais devidamente credenciados e responde a um restrito código de ética.

Tudo isso dará mais segurança e conforto na hora de marcar a consulta e fazer todos os procedimentos necessários. Você saberá que está nas mãos de um profissional que tem amplo conhecimento para realizar a cirurgia e dar todas as orientações.

É possível fazer uma cirurgia plástica com total segurança. Além de se preparar emocionalmente, ter a certeza de que é isso que deseja e procurar um bom profissional, tenha também organização financeira. Além de ter que pagar a cirurgia (na maioria dos casos), também é necessário pensar em todos os exames que precisam ser realizados, nas medicações que devem ser compradas e sempre reservar um dinheiro extra para imprevistos.

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Quais as diferenças entre rugas e linhas de expressão?

Em algum momento da vida, por mais que tenhamos um cuidado rigoroso com a pele do rosto, os primeiros sinais de envelhecimento vão surgir. Alguns sinais como manchas, perda da elasticidade e as rugas começam a tomar espaço despertando a nossa preocupação e até a baixa da autoestima

A boa notícia é que, na maioria das vezes, esses problemas têm tratamento. Para demonstrar isso, vamos explicar as diferenças entre rugas e linhas de expressão.

Portanto, se você quer entender quais são as suas causas, como elas surgem e quais os possíveis tratamentos tanto para rugas quanto para linhas de expressão, leia este artigo até o final e descubra!

O que são rugas?

As rugas são sulcos ou linhas profundas que surgem na pele, principalmente no rosto como uma das marcas mais evidentes do processo de envelhecimento. Embora seu aparecimento seja mais comum após os 30 anos de idade, é possível, no caso de predisposição genética, que esses sulcos apareçam por volta dos 25 anos.

Quando nos referimos às rugas, falamos de um nível de profundidade mais avançada. Elas são mais frequentes na região próxima aos olhos, entre o lábio superior e o nariz, na testa e, também, no pescoço.

Elas podem, ainda, estar associadas a outros sinais da evolução da idade como alterações de cor em algumas regiões da pele, aumento de vasos sanguíneos, pequenos tumores benignos e nevos (pequenas pintas pretas).

O envelhecimento da pele ocorre devido à perda de elasticidade (capacidade que a pele tem de responder às movimentações realizadas pela musculatura) e plasticidade (caracterizada pela capacidade da pele se moldar ao rosto).

Soma-se a isso o fato de a própria massa muscular da área do rosto se tornar flácida e reduzir o tamanho, fazendo com que sobre pele.

Associado a todo esse processo, é preciso considerar o estresse pelo qual as células passam. Afinal, trata-se de um fator que contribui enormemente para o aparecimento das linhas. O estresse pode ocorrer pela ação de forças endógenas (originadas pelo próprio organismo) e exógenas (oriundos de meios externos ao corpo humano).

Os principais fatores endógenos que contribuem para o aparecimento das rugas é carga genética e o aparecimento de doenças associadas com a elasticidade da pele. Como causas exógenas podemos apontar os seguintes processos:  

  • exposição solar sem proteção;
  • falta de hidratação da pele;
  • tabagismo;
  • perda brusca de peso;
  • exposição a herbicidas.

O que são linhas de expressão?

Como vimos, as rugas são linhas profundas na pele e são um estágio mais avançado do envelhecimento. No entanto, outras linhas podem surgir na pele do rosto sem necessariamente terem alguma ligação com o envelhecimento. Essas são as chamadas linhas de expressão.

Para entender melhor o que são esses sinais, pense nas seguintes situações: imagine que você está em um ambiente com pouca luz e de repente, vai para onde tem luz solar. A reação normal é contrair os olhos para tentar enxergar, não é mesmo? É o que também ocorre com quem tem dificuldade para enxergar e não usa óculos.

Outro caso bem ilustrativo é quando estamos indignados com alguma situação e a nossa testa tende a se franzir. Ficou na dúvida, faça o teste em frente ao espelho!

Esses dois exemplos servem para pensarmos melhor na definição de linhas de expressão que, assim como o nome indica, são marcas causadas pela repetição de determinadas expressões faciais e podem surgir a partir dos 20 anos.

Elas são mais comuns onde há maior movimentação dos músculos faciais como ao redor da boca, dos olhos, a testa e entre as sobrancelhas.

Entre as principais causas desse tipo de linha, destacam-se, além das expressões, a necessidade do uso de óculos (isto é, quando a pessoa tem algum problema de visão e não os utilizam, fazendo com que a musculatura do olho seja continuamente contraída), estresse, ingestão insuficiente de água e excessiva exposição solar.

Com a diminuição do colágeno, bem como a elasticidade e plasticidade da pele, se não tratadas, essas linhas tendem a se tornar mais numerosas e profundas e, posteriormente se tornando rugas.

Quais as principais diferenças entre elas?

Conforme mencionado, as principais diferenças entre as rugas e as linhas de expressão relacionam-se às diferentes causas e a profundidade com que se manifestam na pele. Enquanto as linhas de expressão têm origem predominantemente externa, as rugas possuem causas tanto externas quanto internas.

Essa variação que existe entre os dois tipos é decisiva na hora de escolher o tratamento, já que enquanto as linhas são mais finas e fáceis de serem reduzidas, as rugas exigem procedimentos mais complexos. Entenda melhor sobre tratamentos para os sinais faciais no próximo tópico.

Quais os tratamentos em ambos os casos?

Para os casos apontados, existem alguns tratamentos específicos.

Toxina botulínica (Botox)

Indicado tanto para linhas de expressão quanto para rugas finas, esse procedimento consiste na aplicação do produto no local desejado para suavizar o problema. Não se trata de um processo definitivo, ou seja, há a necessidade de reaplicação conforme a necessidade de cada paciente e as características de sua pele.

Laser

Consiste na estimulação da produção de colágeno e elastina na região afetada por meio da penetração do raio laser em microperfurações na pele facial. Pode ser usado em ambos os casos.

Ácido retinóico

Esse ácido é derivado da vitamina A, sendo é bastante popular no tratamento do envelhecimento facial. Atua por meio de uma ligação com receptores nucleares na pele, exercendo função terapêutica, tanto nos casos de envelhecimento causado por fatores externos quanto internos.

Peelings químicos 

 

Preenchimento facial com ácido hialurônico

É um tratamento para embelezamento e reestruturação da pele, preenchendo rugas e sulcos (principalmente para o sulco nasogeniano ou bigode chinês), melhorando todo o contorno facial como um todo, além de promover a hidratação da pele.

Eletrolifting

O eletrolifting é um processo que consiste na correção da flacidez do rosto, por meio de um estímulo elétrico que ajuda na produção de novas fibras preenchendo as linhas de expressão e as rugas.

Muitas vezes, as diferenças entre rugas e linhas de expressão só podem ser identificadas por um cirurgião plástico ou dermatologista. Além disso, somente um profissional especializado pode indicar o tratamento que mais se adapta a sua pele e às suas necessidades.

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Blefaroplastia: conheça a cirurgia nas pálpebras e quais problemas ela resolve

Muitas pessoas, ao se depararem com o espelho depois de certa idade, podem notar a perda de elasticidade da pele, que é um processo natural que reflete em uma aparência mais envelhecida e no surgimento das rugas e linhas de expressão. Uma das áreas que é bastante afetada pelo envelhecimento da pele é a das pálpebras, que costumam ficar flácidas ou acumular bolsas de gordura ao seu redor. A solução para o problema é a blefaroplastia, ou cirurgia nas pálpebras.

Se você está enfrentando esse problema ou gostaria de saber mais sobre esse assunto, leia este artigo até o final! Explicaremos como é feita a cirurgia, em quais casos ela é indicada e os cuidados que os pacientes precisam ter antes e depois da realização do procedimento. Confira!

Procedimento de realização da blefaroplastia

A blefaroplastia é uma cirurgia plástica feita para a remoção das áreas em que a pele está flácida ou enrugada na região das pálpebras, melhorando a aparência em geral e tornando a área mais bonita. Além da pele em excesso na parte superior dos olhos, a cirurgia nas pálpebras é responsável pela retirada das chamadas bolsas de gordura, localizadas logo abaixo dos olhos e que costumam dar a impressão de olheiras.

Ela é um procedimento bastante procurado devido à sua baixa complexidade e garantia de uma aparência mais jovial e esteticamente agradável. A blefaroplastia, como vimos, pode ser de dois tipos: a inferior, que remove a gordura localizada, e a superior, que, além de eliminar o aspecto de cansaço e a aparência envelhecida, também pode ser indicada por questões de saúde, quando prejudica a visão.

Para a realização da cirurgia nas pálpebras, é aplicada anestesia local, que é aquela com pouca duração e abrange uma pequena região do corpo. Todo processo é relativamente simples e não há necessidade de longas internações, pois, em geral, é feita pela manhã, e a liberação ocorre à tarde, quando passa o efeito do sedativo.

Em geral, a blefaroplastia dura entre 40 a 90 minutos, e o processo se inicia com a marcação e o corte do excesso de pele. Em seguida, o profissional realiza a cauterização do local e realiza os pontos na parte externa. Em alguns casos, quando há perda muscular na região, o cirurgião deve, ainda, corrigir a musculatura orbicular. Intervenções como rinoplastia (cirurgia no nariz) e lifting facial podem ser feitas no mesmo dia.

Indicações da cirurgia nas pálpebras

Como vimos, a blefaroplastia tem como principal finalidade a remoção das bolsas de gordura localizadas abaixo das camadas de pele e músculo na região dos olhos. Entretanto, é interessante destacar que essa gordura sempre esteve nesse lugar e acaba ficando mais aparente com o avançar da idade e as mudanças bruscas no peso.

A principal consequência desse acúmulo é a alteração da aparência. Mas, apesar de ela nunca ter causado a cegueira em uma pessoa, esse problema pode afetar a qualidade de vida do indivíduo já que, em casos em que o acúmulo é muito grande, afeta o campo de visão e atua como se fosse uma cortina para os olhos.

Podemos dizer a cirurgia nas pálpebras é mais procurada e indicada quando:

  • há pele em excesso nas pálpebras superiores;
  • a parte superior do olho está com o aspecto caído;
  • as pálpebras superiores também são muito altas em relação ao olho;
  • existe a presença de bolsas de gorduras na parte inferior dos olhos;
  • as pálpebras inferiores também são caídas;
  • são muito altas em relação ao resto do rosto.

Vale destacar que há um equívoco frequente: esse procedimento não serve para levantar ou alterar a posição das sobrancelhas. O procedimento mais indicado nessas situações é o lifting.

Cuidados pré-operatórios

Apesar de não ser uma cirurgia de alta complexidade, os momentos que antecedem o procedimento exigem alguns cuidados. Para a realização da intervenção, o médico deve solicitar, como exames pré-operatórios, um hemograma completo e um coagulograma (que indica a capacidade do sangue em coagular na hora da cirurgia). Também devem ser suspendidos quaisquer medicamentos que tenham ação anticoagulante, como aspirina, além da suspensão de cigarros por pelo menos 30 dias.

No dia da blefaroplastia, o paciente precisa fazer um jejum de, no mínimo, 8 horas e a internação, pelo menos, 6 horas antes do horário marcado para o procedimento.

Além disso, você deve verificar se o profissional que o atenderá está registrado no Conselho Federal de Medicina (CFM) e se é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (oftalmologistas com especialização na área podem realizar a intervenção). O hospital também precisa estar autorizado para a realização desse tipo de cirurgia.

Cuidados pós-operatórios

Como qualquer procedimento cirúrgico, apesar de simples, o pós-operatório da blefaroplastia exige alguns cuidados. Veja os aspectos que requerem atenção:

  • cicatrizes — é possível que fiquem cicatrizes embaixo dos cílios superiores e dentro da conjuntiva, mas, com os cuidados necessários, elas desaparecerão em algumas semanas;
  • cigarro — deve ser evitado antes e depois do procedimento, pois atrapalha o processo de recuperação;
  • medicamentos — o médico pode receitar antibióticos e analgésicos para aliviar a dor e evitar inflamações;
  • higiene — é preciso lavar a área com água e sabonete normalmente, e soro fisiológico também pode ser indicado nos primeiros dias;
  • repouso — deve ser feito por, pelo menos, uma semana até a retirada dos pontos;
  • cuidados com o sol — é recomendado que não haja exposição solar nenhuma por 90 dias;
  • óculos escuros — são indicados para evitar contato com o sol, que pode causar manchas;
  • sono — deve-se sempre dormir de barriga para cima e com a cabeça inclinada durante o período de recuperação;
  • lentes de contato — você precisa evitá-las nos primeiros 10 dias.

A blefaroplastia, quando não feita corretamente, pode causar sangramento, infecções, assimetria, má cicatrização ou outras complicações. Por isso, caso queria realizar uma cirurgia nas pálpebras, certifique-se de procurar uma boa clínica e um profissional capacitado na área.

Este artigo foi esclarecedor para você? Se você quiser saber mais sobre o procedimento de blefaroplastia, entre em contato conosco. Estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas sobre essa e outras cirurgias plásticas.

Blefaroplastia: conheça a cirurgia nas pálpebras e quais problemas ela resolve

Muitas pessoas, ao se depararem com o espelho depois de certa idade, podem notar a perda de elasticidade da pele, que é um processo natural que reflete em uma aparência mais envelhecida e no surgimento das rugas e linhas de expressão. Uma das áreas que é bastante afetada pelo envelhecimento da pele é a das pálpebras, que costumam ficar flácidas ou acumular bolsas de gordura ao seu redor. A solução para o problema é a blefaroplastia, ou cirurgia nas pálpebras.

Se você está enfrentando esse problema ou gostaria de saber mais sobre esse assunto, leia este artigo até o final! Explicaremos como é feita a cirurgia, em quais casos ela é indicada e os cuidados que os pacientes precisam ter antes e depois da realização do procedimento. Confira!

Procedimento de realização da blefaroplastia

A blefaroplastia é uma cirurgia plástica feita para a remoção das áreas em que a pele está flácida ou enrugada na região das pálpebras, melhorando a aparência em geral e tornando a área mais bonita. Além da pele em excesso na parte superior dos olhos, a cirurgia nas pálpebras é responsável pela retirada das chamadas bolsas de gordura, localizadas logo abaixo dos olhos e que costumam dar a impressão de olheiras.

Ela é um procedimento bastante procurado devido à sua baixa complexidade e garantia de uma aparência mais jovial e esteticamente agradável. A blefaroplastia, como vimos, pode ser de dois tipos: a inferior, que remove a gordura localizada, e a superior, que, além de eliminar o aspecto de cansaço e a aparência envelhecida, também pode ser indicada por questões de saúde, quando prejudica a visão.

Para a realização da cirurgia nas pálpebras, é aplicada anestesia local, que é aquela com pouca duração e abrange uma pequena região do corpo. Todo processo é relativamente simples e não há necessidade de longas internações, pois, em geral, é feita pela manhã, e a liberação ocorre à tarde, quando passa o efeito do sedativo.

Em geral, a blefaroplastia dura entre 40 a 90 minutos, e o processo se inicia com a marcação e o corte do excesso de pele. Em seguida, o profissional realiza a cauterização do local e realiza os pontos na parte externa. Em alguns casos, quando há perda muscular na região, o cirurgião deve, ainda, corrigir a musculatura orbicular. Intervenções como rinoplastia (cirurgia no nariz) e lifting facial podem ser feitas no mesmo dia.

Indicações da cirurgia nas pálpebras

Como vimos, a blefaroplastia tem como principal finalidade a remoção das bolsas de gordura localizadas abaixo das camadas de pele e músculo na região dos olhos. Entretanto, é interessante destacar que essa gordura sempre esteve nesse lugar e acaba ficando mais aparente com o avançar da idade e as mudanças bruscas no peso.

A principal consequência desse acúmulo é a alteração da aparência. Mas, apesar de ela nunca ter causado a cegueira em uma pessoa, esse problema pode afetar a qualidade de vida do indivíduo já que, em casos em que o acúmulo é muito grande, afeta o campo de visão e atua como se fosse uma cortina para os olhos.

Podemos dizer a cirurgia nas pálpebras é mais procurada e indicada quando:

  • há pele em excesso nas pálpebras superiores;
  • a parte superior do olho está com o aspecto caído;
  • as pálpebras superiores também são muito altas em relação ao olho;
  • existe a presença de bolsas de gorduras na parte inferior dos olhos;
  • as pálpebras inferiores também são caídas;
  • são muito altas em relação ao resto do rosto.

Vale destacar que há um equívoco frequente: esse procedimento não serve para levantar ou alterar a posição das sobrancelhas. O procedimento mais indicado nessas situações é o lifting.

Cuidados pré-operatórios

Apesar de não ser uma cirurgia de alta complexidade, os momentos que antecedem o procedimento exigem alguns cuidados. Para a realização da intervenção, o médico deve solicitar, como exames pré-operatórios, um hemograma completo e um coagulograma (que indica a capacidade do sangue em coagular na hora da cirurgia). Também devem ser suspendidos quaisquer medicamentos que tenham ação anticoagulante, como aspirina, além da suspensão de cigarros por pelo menos 30 dias.

No dia da blefaroplastia, o paciente precisa fazer um jejum de, no mínimo, 8 horas e a internação, pelo menos, 6 horas antes do horário marcado para o procedimento.

Além disso, você deve verificar se o profissional que o atenderá está registrado no Conselho Federal de Medicina (CFM) e se é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (oftalmologistas com especialização na área podem realizar a intervenção). O hospital também precisa estar autorizado para a realização desse tipo de cirurgia.

Cuidados pós-operatórios

Como qualquer procedimento cirúrgico, apesar de simples, o pós-operatório da blefaroplastia exige alguns cuidados. Veja os aspectos que requerem atenção:

  • cicatrizes — é possível que fiquem cicatrizes embaixo dos cílios superiores e dentro da conjuntiva, mas, com os cuidados necessários, elas desaparecerão em algumas semanas;
  • cigarro — deve ser evitado antes e depois do procedimento, pois atrapalha o processo de recuperação;
  • medicamentos — o médico pode receitar antibióticos e analgésicos para aliviar a dor e evitar inflamações;
  • higiene — é preciso lavar a área com água e sabonete normalmente, e soro fisiológico também pode ser indicado nos primeiros dias;
  • repouso — deve ser feito por, pelo menos, uma semana até a retirada dos pontos;
  • cuidados com o sol — é recomendado que não haja exposição solar nenhuma por 90 dias;
  • óculos escuros — são indicados para evitar contato com o sol, que pode causar manchas;
  • sono — deve-se sempre dormir de barriga para cima e com a cabeça inclinada durante o período de recuperação;
  • lentes de contato — você precisa evitá-las nos primeiros 10 dias.

A blefaroplastia, quando não feita corretamente, pode causar sangramento, infecções, assimetria, má cicatrização ou outras complicações. Por isso, caso queria realizar uma cirurgia nas pálpebras, certifique-se de procurar uma boa clínica e um profissional capacitado na área.

Este artigo foi esclarecedor para você? Se você quiser saber mais sobre o procedimento de blefaroplastia, entre em contato conosco. Estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas sobre essa e outras cirurgias plásticas.

Conheça 6 formas de reduzir a papada

Reduzir a papada é uma meta de muita gente. Ela é formada pelo acúmulo de tecido adiposo na região abaixo do queixo e que pode, sim, causar muito incômodo e, principalmente, constrangimento, afetando a autoestima das pessoas.

A papada não escolhe gênero ou idade, mas é mais provável que afete os adultos. Uma vez vista como um desconforto, é possível desenvolver algumas práticas que minimizem esse problema e, assim, se sentir melhor. Para conhecer algumas formas de reduzir a papada, continue a leitura!

Quais as principais causas da papada?

Por que algumas pessoas têm papada e outras não? Bem, as causas da papada são várias e, em muitos casos, está relacionada ao sedentarismo, obesidade, má alimentação, fatores genéticos, envelhecimento, fatores hormonais e, até mesmo, o uso constante de cigarro.

Outra causa comum é quando uma pessoa que perde peso de forma muito rápida fica com o excesso de pele nessa região (entre o queixo e o pescoço). Isso pode acontecer, por exemplo, em pacientes que emagrecem sem acompanhamento profissional.

A idade é um fator significativo pois, entre os 28 e 30 anos, há algumas mudanças no nosso metabolismo e na forma com a qual a gordura é consumida pelo organismo. O que se vê é um acúmulo de gordura em certas partes do corpo por conta dessa mudança metabólica que afeta diretamente a proporção entre massa magra e massa gorda que temos.

Como reduzir a papada?

Mas, como reduzir a papada? Quais as melhores formas de resolver esse problema? Veja abaixo uma lista sobre os principais tratamentos!

1. Redução da retenção de líquidos

Alguns maus hábitos como o consumo de bebidas alcoólicas, açúcar e excesso de sal também estão relacionados ao desenvolvimento da papada. Além de aumentarem a gordura localizada, essas substâncias também fazem com que o organismo retenha uma maior quantidade de líquidos. Com isso, a região do pescoço também pode ficar inchada, assim como outras partes do corpo.

Nesse caso, além de uma mudança de hábitos, você também precisa passar a se exercitar mais, a beber mais água e também pode fazer sessões de drenagem linfática. Ela é excelente para ajudar o nosso corpo a eliminar o excesso de líquidos.

2. Exercícios

Sabia que existem alguns exercícios que podem ser praticados por qualquer pessoa e que conseguem, não só reduzir a papada, mas também aumentar o fortalecimento muscular da área do pescoço? Enquanto são trabalhados, os músculos precisam de mais energia para manter a contração, energia que pode ser retirada da gordura localizada na área.

Os exercícios são bem simples de serem feitos. Por exemplo, vire a cabeça para o lado (orelha próxima ao ombro) e encoste a ponta da língua no palato duro, mais conhecido como céu da boca. Faça esse movimento de 10 a 15 vezes e depois mude de lado.

3. Cremes firmadores

Existem diversos produtos no mundo dos cosméticos que podem auxiliar você a reduzir a papada. Alguns são ricos em colágeno e, por isso, conseguem oferecer maior firmeza à região. Também têm vitaminas e outra proteína chamada elastina que consegue reduzir a flacidez. Para aplicar, siga as recomendações escritas na própria embalagem e, se possível, peça indicação médica.

4. Radiofrequência

A radiofrequência é um tratamento estético bastante utilizado para eliminar a flacidez de certos locais do nosso corpo e também a gordura localizada. Sendo assim, ela se torna um excelente método para eliminar ou, pelo menos, reduzir a papada.

A técnica consegue obter bons resultados devido a geração de calor no tecido subcutâneo que, por sua vez, consegue aumentar a síntese, ou seja, a produção de colágeno na pele. O colágeno é uma proteína que oferece maior firmeza aos tecidos e, por isso, reduz a flacidez local. Para ter esses efeitos, o aparelho emite correntes de 30 a 40 mil volts. Obviamente, ela é totalmente segura para ser aplicada.

Uma sessão dura, em média, de 30 a 40 minutos e a quantidade de sessões necessárias para resolver o problema dependerá muito da extensão da gordura e flacidez da pele.

5. Criolipólise

A criolipólise é outro procedimento estético que continua sendo bastante utilizado para eliminar a gordura localizada. Essa técnica foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Havard e tem como foco a utilização do frio para eliminar as células de gordura. Nesse procedimento, as células são congeladas e levadas a temperaturas negativas e, dessa maneira, elas são destruídas.

Para isso, o profissional usa um aparelho específico que consegue se acoplar a diversas áreas do corpo. Ele faz uma espécie de vácuo na região aplicada, algo que pode causar um certo incômodo enquanto congela as células de gordura. A criolipólise trabalha sobre as células mais sensíveis de maneira seletiva, tornando o procedimento extremamente eficaz.

6. Cirurgia plástica

Ao contrário das técnicas citadas acima, essa trata-se de uma invasiva que, para muitos, pode ser uma excelente solução. Nesse caso, é realizado o procedimento da lipoaspiração, bastante utilizado nos casos em que a gordura localizada é pequena e de fácil localização. São realizados 3 furos: 1 abaixo do lóbulo de cada orelha e 1 logo abaixo do queixo.

A cirurgia plástica pode durar cerca de 30 minutos — no caso da lipoaspiração — mas, caso seja necessário remover o excesso de pele, a cirurgia da papada será necessária. Esse procedimento pode durar entre 1 a 2 horas e o especialista leva esse excesso para uma região atrás da orelha, deixando a área com aspecto mais liso.

Após a realização da cirurgia, o paciente fica internado por apenas 12 horas (tempo necessário para uma recuperação inicial segura) e a anestesia é local. É possível receber alta no mesmo dia, procedimento ideal para evitar maiores complicações típicas de ambiente hospitalar como a infecção bacteriana.

O paciente sai com a lateral da cabeça enfaixada e deve ser mantida assim por, pelo menos, 48 horas. É normal que a região fique inchada na primeira semana, mas logo em seguida é possível começar a notar os resultados. O repouso é muito importante para uma boa recuperação e deve ser entre 4 ou 5 dias. A partir de então, é possível seguir com as atividades normais, mas sempre seguindo a orientação médica.

Existem inúmeras formas de reduzir a papada e ter uma vida melhor, com menos constrangimento e maior autoestima. Para se livrar desse problema de uma vez por todas, o mais importante é contar com a ajuda de bons profissionais que poderão oferecer a orientação mais correta, levando em consideração a sua boa saúde física e mental.

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Entenda o que é culote e o que fazer para eliminá-lo

Culote: existe um pequeno terror embutido nessa palavra. Afinal, depois que o culote se instala, é muito difícil se livrar dele. Ele não entende que não é muito bem-vindo e faz de tudo para ficar mesmo quando você faz de tudo para ele ir embora. Dietas parecem não surtir efeito, exercícios aeróbicos não parecem ajudar e começa a bater em você um certo desespero, procurando tudo quanto é tipo de tratamento.

Não adianta. O culote é resistente e muito difícil de ser eliminado. Se você também está incomodada com essa “curva” indesejada, vamos explicar o que é culote e como fazer para ele ir embora da sua vida. Boa leitura!

O que é culote?

Sabe aquela gordurinha na lateral do seu corpo que incomoda sempre que você coloca um jeans um pouco mais baixo? Prazer, culote! O culote nada mais é do que a gordura localizada acumulada na região lateral do quadril. Ele aparece com facilidade e é muito difícil eliminá-lo, mesmo com dietas rigorosas e exercícios físicos, o que torna outros tipos de intervenções necessários.

É um tipo de acúmulo de gordura mais comum nas mulheres, inclusive, é o que dá ao corpo feminino o formato de violão característico, mas em excesso é algo que incomoda.

Como o culote é formado?

Nosso corpo, na contramão da nossa vontade, acumula gordura por causa de nossas origens. Quando os homens surgiram, como caçadores pré-históricos, era necessário acumular a “sobra” de energia em forma de gordura para que pudéssemos garantir a energia necessária no caso de falta de alimento, já que não tínhamos supermercados e padarias à disposição.

Na atualidade, temos oferta de alimento disponível o tempo todo, mas nosso corpo continua “achando” que precisa estocar energia para o caso de um jejum prolongado. Como esse jejum não acontece e o acúmulo é maior que o gasto, ficamos com esses reservatórios de gordura localizada que tanto nos incomodam.

Além de ingerirmos mais comida que o necessário, há outros fatores que influenciam para o aparecimento do culote feminino.

Fator hormonal

O excesso de estrógeno (hormônio feminino) nas mulheres traz a predisposição à formação de culote, pois as células que ficam na região das coxas e dos glúteos sofrem a ação do hormônio. Essas alterações começam a aparecer após a puberdade, perto dos 18 anos.

Fator genético

Caso sua mãe, irmã, avó ou tia tenha culote, provavelmente haverá uma tendência de você desenvolver, tendo em vista o histórico genético familiar.

Fator nutricional

Sua alimentação é saudável e equilibrada? Se sim, você poderá não desenvolver o temido culote. Continue ingerindo líquidos o dia todo, coma alimentos que contenham baixos níveis de gordura e carboidratos e carne branca, de preferência.

É possível eliminá-lo apenas por meio de exercícios?

Infelizmente, o culote, uma vez que aparece, é difícil de ser eliminado. Mesmo fazendo exercícios físicos, é possível reduzi-lo, mas não acabar com ele. Um treino aeróbico com atividades de alta intensidade e exercícios específicos para o culote ajudam a acelerar o processo.

Como prevenir o aparecimento do culote?

Existem maneiras de prevenir o culote feminino, mesmo em quem tem tendência a tê-lo. Veja as alternativas e quais se encaixam a você!

1. Alimentação saudável

Mude seus hábitos alimentares, evitando o consumo de gorduras, frituras e açúcares. Prefira frutas, legumes e verduras. Beba dois litros de água diariamente. Se encontrar dificuldade para fazer a mudança, procure uma nutricionista que passará uma dieta indicada para seu perfil e, caso seja necessário, um suplemento para equilibrar os nutrientes.

2. Drenagem linfática

drenagem linfática consiste em técnicas de massagens, manual ou mecânica, que auxiliam o organismo a eliminar as toxinas e o acúmulo de líquidos entre os tecidos, ativando o metabolismo e fazendo a quebra de células de gordura que podem aumentar de volume.

Outro benefício é a oxigenação da pele em curto prazo. Pode ser realizada semanalmente, por uma hora, sendo de 5 a 10 sessões.

3. Exercícios físicos

Os exercícios são uma das chaves para se ter uma vida mais saudável. Ao praticá-los, eliminará com mais facilidade as gorduras que estão em excesso, principalmente os aeróbios. No entanto, não deixe a musculação de lado, porque com ela enrijecerá e definirá sua musculatura, melhorando o resultado estético e prevenindo a celulite.

Para eliminar o culote, as seguintes atividades podem ajudar:

  • pedalar a bicicleta na rua ou na academia utiliza as gorduras do quadril e das coxas, que são fontes de energia, como também é trabalhado o músculo do local;

  • as aulas de step variam os movimentos, exercitando a musculatura dos glúteos, coxas e panturrilhas. Por ser intenso, elimina a gordura mais rapidamente;

  • a elevação lateral você pode fazer em casa, inclusive. Potencialize a atividade com uma caneleira, com série de 12 repetições, trabalhando bem a lateral das pernas;

  • o agachamento exercita a parte posterior das pernas e glúteos, auxiliando no combate ao culote. Faça 3 séries de 12 repetições.

4. Cremes

Há cremes específicos que ajudam na queima da gordura localizada, mas devem ser receitados por médicos dermatologistas e deve haver acompanhamento, para que não tenha problemas de alergia.

Os cremes redutores de medidas têm princípio ativo para quebrar a gordura ou aumentar o metabolismo do local. A cafeína é muito utilizada e está geralmente nas fórmulas, acompanhada de peptídeos e extratos vegetais para potencializar seu efeito. Outra vantagem da cafeína é combater a flacidez da região com a perda de gordura.

5. Procedimentos estéticos

A medicina estética está bem modernizada, com inúmeros procedimentos para reduzir e prevenir o culote. Entre eles estão:

  • a radiofrequência — uma técnica de alta emissão de calor que é colocado na região para que a gordura seja reduzida. O recomendado é fazer de 4 a 12 sessões;

  • a lipocavitação — ondas ultrassônicas emitidas pela máquina atingem o adipócito, estimulando a queima da gordura e a tensão das células para quebrarem a membrana de gordura. São indicadas 10 sessões para obter resultado;

  • a carboxiterapia — é injetado gás carbônico anidro (CO2) no culote, aumentando o fluxo sanguíneo da região para melhorar a circulação e a drenagem. Pode ser realizada 3 vezes na semana;

  • a criolipólise — as mulheres chegam a eliminar até 25% da gordura da região. O tratamento pode ser feito no abdômen, glúteos e flancos. O equipamento congela as células de gordura da região em 10 graus por uma hora. Após, elas são eliminadas pelo organismo e a gordura não volta a se desenvolver no lugar;

  • o manthus — é mais um procedimento que gera correntes estereodinâmicas de ultrassom, atingindo 4 centímetros de camada de gordura. Promove a quebra, estimulando o sistema linfático a expulsar a gordura excedente. Pode ser feito em 10 sessões.

Por que as mulheres têm mais culote?

O local em que o corpo humano vai acumular a energia em forma de gordura depende de vários fatores: genética, metabolismo, alimentação, idade, hormônios, entre outros. Os hormônios femininos induzem o corpo das mulheres a acumular gordura na região dos quadris e coxas, pois é isso que dá ao corpo feminino as características que o definem e que o fazem ser diferente do corpo masculino.

Quando temos uma dieta equilibrada e um metabolismo que funciona normalmente, a gordura é acumulada, principalmente, para dar formato ao corpo e proteger do frio, mas quando a dieta é exagerada em açúcares e carboidratos, o acúmulo de gordura nessa região pode ser maior do que o necessário, causando incômodo estético, que pode levar à baixa autoestima e até mesmo à depressão.

Por que a preocupação com o culote vai além da estética?

A gordura localizada em todo o corpo é composta, principalmente, por triglicerídeos. Esse tipo de gordura em excesso aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Além disso, o excesso de triglicerídeos contribui para o aumento do colesterol, principalmente o LDL, chamado de colesterol ruim.

Por que é difícil eliminar o culote?

As células que acumulam gordura, chamadas adipócitos, surgem quando ainda somos embriões no ventre de nossa mãe. Essas células se enchem de gordura quando é necessário e o emagrecimento apenas “murcha” as células, mas não as destrói. Um adipócito que já esteve cheio é mais sensível e se enche novamente com mais facilidade, o que leva a gordura a ser acumulada mais uma vez na mesma região, mesmo depois de você fazer uma dieta rígida ou uma cirurgia bariátrica.

Apesar de você achar que ter adipócitos “vazios” é uma vantagem, pois isso significa menos gordura localizada, seu corpo acha isso uma desvantagem, pois é uma reserva de energia a menos, e se esforça para voltar a encher aquela célula e garantir aquela reserva.

Por isso, as formas mais eficazes de eliminar o culote são técnicas que removam ou destruam os adipócitos, como a lipoaspiração.

O que é lipoaspiração?

lipoaspiração é uma técnica cirúrgica que utiliza cânulas metálicas para sugar as células de gordura localizada. Sob anestesia geral ou peridural, a cânula é inserida no espaço subcutâneo, no qual se encontra a gordura, por meio de uma pequena incisão. A cirurgia dura em torno de 2 horas e o período de internação é de 24 horas.

Antes da cirurgia são necessários alguns cuidados pré-operatórios, como exames, controles alimentares e com medicamentos. Também é indicado diminuir a quantidade de cigarros e bebidas alcoólicas ou não fazer uso deles nos 15 dias anteriores à cirurgia.

Após a cirurgia são necessários alguns dias de repouso relativo, mas geralmente as atividades do dia a dia podem ser retomadas em uma semana. A atividade física deve ser retomada aos poucos, após os 30 dias de cirurgia, sempre com a orientação e liberação do seu médico.

Por que escolher a lipoaspiração para eliminar o culote?

Explicamos acima o que é culote e você viu que as células que acumulam gordura não são eliminadas com dietas e exercícios facilmente, apenas murcham e se enchem novamente com mais facilidade quando o corpo entende que precisa acumular aquela gordura de novo.

lipoaspiração evita que isso aconteça removendo o adipócito, que é a célula que acumula essa gordura indesejada. Uma vez que a célula é removida, um novo acúmulo de gordura se torna mais difícil, pois a quantidade de adipócitos presentes no corpo será menor.

Por outro lado, você pode optar pela lipoescultura para remodelar o contorno corporal, deixando-o com curvas mais suaves e sem volumes nas laterais. Esse procedimento consiste em usar a gordura retirada da lipoaspiração, que passará por um tratamento, e depois colocá-la em outra parte do corpo que você e o médico considerem necessária.

Uma observação a ser feita é que, na lipoescultura, 30% a 50% da gordura injetada o organismo da pessoa absorverá. Dessa forma, deve haver uma compensação na hora da cirurgia para que a perda não seja perceptível e que não seja preciso fazer outra cirurgia para reparar.

O resultado tanto da lipoaspiração quanto da lipoescultura é de longa duração, mas deve-se estar atenta ao ganho de peso, envelhecimento, gravidez e estilo de vida, para que ele não volte.

Quando as tentativas de eliminar o culote com exercícios físicos e dietas não dão certo, a tendência é você ficar frustrada, e essa frustração pode levar ao estresse, à irritação e outros incômodos que podem fazer mal e alterar a rotina do seu dia a dia.

É importante entender o que é culote para saber ao certo qual é o tratamento mais indicado quando ele surge, porém, quem avaliará seu corpo e determinará o procedimento adequado deve ser um médico especializado na área de cirurgia plástica e estética.

Verifique se o profissional tem conhecimento de anatomia, reconhece sinais clínicos, como reações alérgicas, queda de pressão, hipoglicemia e até se sabe atuar numa parada cardíaca, caso alguma intercorrência possa acontecer. Você precisa se sentir segura para realizar um procedimento estético e sair dele melhor do que entrou.

Esteja atenta a tudo isso para que não tenha complicações e não corra riscos desnecessários. Não deixe que a preocupação com o culote tire seu sono e sua autoestima.

Gostou do nosso conteúdo? Entre em contato com nossa empresa para que possamos explicar mais sobre os tratamentos para culotes ou outra área que a incomoda e deseja melhorar.

Você sabe quando trocar o implante de silicone nas mamas?

O implante de silicone é considerado uma conquista para muitas mulheres, afinal, ele pode aumentar a autoestima e fazer com que elas se sintam bem com seus corpos. Ele é uma das formas de a mulher ser e ter o que ela quiser. É uma libertação.

De fato, o implante de silicone transforma a vida de uma mulher, pois quando ela se sente mais bonita, também se sente mais poderosa, mais viva e mais capaz. Mas a dúvida depois de fazer a tão sonhada cirurgia é: quando trocar o implante de silicone?

Aposto que a resposta já surgiu na sua cabeça, não é verdade? Dez anos? Esse tempo não é um fato irrefutável, sabia? E nós vamos explicar por quê. Acompanhe!

Os implantes de silicone têm validade?

As próteses têm uma indicação do fabricante quanto à sua duração. Por isso, é importante conversar com seu cirurgião sobre a prótese a ser utilizada e juntos escolherem a melhor opção. Há alguns anos a indicação da maioria dos fabricantes era a troca da prótese em 10 anos. Talvez por isso esse número esteja gravado na nossa memória.

Próteses mais recentes tendem a durar mais tempo, pois a texturização e a densidade do material mudaram para se adequar melhor ao processo de cicatrização do corpo humano. Portanto, desde que os exames de rotina estejam ok e não haja incômodos, não há necessidade de troca do implante de silicone.

Quando trocar os implantes de silicone?

E se os exames acusarem algo? E se a prótese estiver incomodando? E se quiser aumentar ou diminuir? Algumas situações vão exigir a troca da prótese. Outras vão fazer você desejar a troca, ainda que não haja necessidade médica para isso. Vamos listar algumas situações abaixo:

Algumas situações que exigem a troca:

Contratura capsular

Situação onde o tecido de cicatrização ao redor do implante se contrai. Pode causar desconforto, dor e formato irregular. Atualmente é necessário o envio do material para análise patológica para descartar a possibilidade de um tipo de linfoma que pode estar relacionado a essa situação.

Ruptura da prótese

A ruptura pode não causar sintomas e ser identificada em exames de imagem ou pode ser responsável por desconfortos como dor, formigamento, dormência, nódulos e mudança no formato da mama. Esses casos exigem a troca por serem prejudiciais à saúde, levando a sintomas físicos dolorosos e podendo causar outros problemas, como infecções.

Algumas situações em que você escolhe se quer trocar

  • Desejo de aumentar ou diminuir o tamanho do implante

  • Você está descontente com o tamanho das mamas e quer mudar.
  • Flacidez após ganhar peso, perder peso ou engravidar

Seu corpo passou por uma grande mudança e sua prótese antiga já não combina com seu novo “eu”. Esses casos não têm exigência médica para a troca, mas podem causar problemas relacionados à autoestima da mulher, por isso a ela é recomendada.

Resumindo: você deve trocar o implante de silicone quando não se sente bem com ele, seja fisicamente ou psicologicamente.

Como saber se eu preciso trocar o implante de silicone?

É necessário que você faça acompanhamento com seu médico a cada 6 ou 12 meses para garantir que nada vai passar despercebido. É importante identificar uma contratura capsular ou uma ruptura de implante o quanto antes justamente para evitar que causem sintomas dolorosos.

Mas, se está sem acompanhamento ou se entre as consultas você apresentar esses sinais e sintomas, procure um cirurgião para avaliar seus implantes:

  • vermelhidão;
  • inchaço;
  • dor;
  • assimetria;
  • rigidez;
  • formigamento;
  • prótese visível ou palpável;
  • qualquer outro incômodo nas mamas ou adjacências.

Preciso trocar o implante de silicone, e agora?

Chegou até aqui com a certeza de que quer ou precisa trocar o implante de silicone e não sabe o que esperar? Nós explicamos: primeiro você precisa procurar um cirurgião plástico. Dê preferência, se possível, ao cirurgião plástico que fez a sua cirurgia.            O cirurgião vai ajudar você com questões como tamanho, tipo e formato da prótese, além de solicitar exames pré-operatórios e orientar em relação aos cuidados que devem ser tomados no período pré e pós-operatório.

Como é a cirurgia?

A cirurgia para troca de implante de silicone é muito parecida com a mamoplastia de aumento adicionando o fato de que haverá a remoção da prótese antiga e a retirada da cápsula, que é a cicatriz em volta do implante.

A anestesia é feita de acordo com o que for considerado melhor para o seu caso, podendo ser anestesia geral ou sedação intravenosa. O comum é que o corte seja feito no mesmo local do anterior para evitar uma segunda cicatriz, mas isso vai depender de alguns pontos como tipo e tamanho da prótese.

A nova prótese é alocada sob o músculo peitoral ou sob as glândulas mamárias, dependendo do que for previamente acordado entre seu cirurgião e você. O tecido interno será suturado e na pele podem ser utilizadas suturas, colas ou adesivos, sempre cuidando para que o aspecto da cicatriz seja o melhor possível.

A internação hospitalar  poderá ser de 12 ou 24 h a critério de seu médico.

Para concluir tendo a certeza de que você não vai esquecer nada do que falamos aqui, vamos recapitular:

  • a troca do implante de silicone é necessária em situações em que são encontradas inadequações nas próteses atuais ou na forma como o corpo se adaptou a elas;
  • essas inadequações podem ser encontradas pelo médico num exame físico ou de imagem;
  • podem também ser encontradas pela própria paciente, ao sentir sinais e sintomas que indiquem a necessidade da troca, como dor e desconforto;
  • a troca também pode ser feita por desejo de aumentar ou diminuir o tamanho da prótese;
  • a cirurgia é semelhante à mamoplastia de aumento e os cuidados pré e pós-cirúrgicos são os mesmos;
  • a principal causa de troca do implante de silicone é a contratura capsular, um problema no processo cicatricial que faz com que o tecido se contraia em torno do implante, causando dor, desconforto e assimetria.

Esperamos que esse post sobre a hora de trocar o implante de silicone tenha ajudado a sanar suas dúvidas. Assim, imaginamos que você também vai achar esse outro post incrível! Ele vai contar as diferenças entre uma cirurgia estética e uma reparadora!

Dieta low carb funciona? Descubra aqui!

Quem está em busca de emagrecimento e de alcançar o corpo dos sonhos, frequentemente se depara com uma série de estratégias alimentares ou dietas que prometem ajudar a conquistar o objetivo.

No entanto, sabemos que as dietas não funcionam da mesma forma para todos e, por isso, precisamos nos informar bastante e procurar orientação profissional para entender melhor os processos pelos quais passa o nosso corpo

Uma dessas estratégias é a dieta low carb. Você sabe do que se trata? Não se preocupe! No artigo de hoje vamos explicar o que é essa dieta, como funciona, quais os benefícios e os possíveis riscos e, ainda, apresentar uma série de alimentos que são permitidos e aqueles não indicados. Tudo pronto? Vamos lá!

O que é dieta low carb?

A dieta low carb, a de baixo carboidrato, recebe esse nome por reduzir a ingestão desse macronutriente no dia a dia. O carboidrato é responsável por fornecer energia para o nosso corpo realizar as atividades ao longo do dia e ajudar na regulação de alguns hormônios.

Basicamente, os carboidratos são divididos em dois grupos: simples e complexos. Os carboidratos simples são encontrados em doces, farinha e massas em geral. Por terem absorção rápida no organismo causam uma alteração imediata nos níveis de glicose no sangue, fazendo o corpo acumular gordura no fígado e músculos. Já os complexos são encontrados em produtos integrais, legumes e grãos. Por terem absorção mais lenta, controlam a glicemia corporal e garantem maior saciedade.

Com isso, na dieta low carb, não há a eliminação desse nutriente da alimentação, mas uma redução, dando preferência aos carboidratos complexos. Além disso, nessa estratégia alimentar, o restante da necessidade calórica do dia deve ser composto por maior quantidade de proteínas, sobretudo de origem animal, e por gorduras de origem boa.

Confira no item a seguir os alimentos indicados e os que são vetados para quem deseja aderir a essa dieta.

Como é a relação com os alimentos?

Para entender melhor como fazer uma dieta low carb, é indispensável procurar orientação profissional porque, devido à nossa individualidade biológica, cada pessoa reage de um jeito aos planos alimentares. Sendo assim, conheça os alimentos que não podem faltar na sua rotina e aqueles que você deve reduzir do seu cardápio!

Alimentos permitidos na dieta

Verduras e legumes

As verduras e legumes são ótimas fontes de carboidratos complexos e fibras, que ajudam no bom funcionamento do intestino. Mas, para não errar na escolha, aposte em legumes como batata-doce, tomate, abobrinha, entre outros pobres em calorias, e verduras em geral.

Frutas

Algumas frutas, como abacate, morango, pêssego e coco, além de terem diversas vitaminas, são pobres em calorias e ainda diminuem a compulsão por doces. Ou seja, são ótimas escolhas!

Proteínas

As proteínas cumprem diversas funções metabólicas vitais para o corpo humano, como a composição dos músculos e a formação de colágeno, além de atuar diretamente em funções estruturais e motoras. Na dieta low carb, o ideal é optar por proteínas mais magras, como carne de frango, peixes, patinho, ovos e lacticínios, sobretudo queijos amarelos.

Gorduras

Nem todas as gorduras são prejudiciais à saúde. Quando de origem boa, atuam na saciedade e podem reduzir os níveis do colesterol LDL (mau) e aumentar o LDL (bom), reduzindo o risco de complicações cardiovasculares. São exemplos de gorduras benéficas: azeite, óleo de coco, castanhas de todo tipo e abacate.

Alimentos que devem ser evitados

Açúcar e farinha branca

Os alimentos ricos em açúcar e em farinha branca devem ser evitados ao máximo por qualquer pessoa, principalmente quando está em dieta com restrição de carboidrato. Essas comidas em excesso podem levar a doenças como diabetes e até obesidade. Ou seja, fuja de doces, refrigerantes, sorvetes, bolos açucarados e biscoitos.

Embutidos

Os alimentos embutidos, como presunto, calabresa, linguiças em geral ou mortadela, além de muito processados, são ricos em derivados do sódio, que aumentam a retenção de líquido, e, consequentemente, o peso, podendo também levar a quadros de hipertensão.

Produtos industrializados em geral

Os produtos muito industrializados têm na composição, além de açúcar e sódio, uma imensa lista de conservantes e realçadores de sabor que também não são benéficos para o corpo.

Alimentos gordurosos

Apesar de nem toda gordura ser prejudicial, é preciso ficar atento a produtos que contenham gordura hidrogenada ou saturada como ingredientes porque, em exagero, esse nutriente pode se acumular debaixo da pele e gerar o excesso de peso.

Quais os benefícios da restrição dos carboidratos?

Graças à menor ingestão dos produtos industrializados, ricos em sódio, gordura ou açúcar, e também por aumentar a sensação de saciedade, a dieta low carb ajuda no processo de emagrecimento, principalmente quando aliada à prática de atividades físicas.

Além disso, essa forma de se alimentar também pode ajudar na qualidade do sono, atuar no controle dos triglicerídeos, diabetes, colesterol, melhorando o funcionamento intestinal, devido à maior ingestão de alimentos que contêm fibras.

Quais os riscos de aderir à dieta?

Dietas muito restritivas em geral, no início, podem desencadear algum tipo de mal-estar relacionado à compulsão por alimentos. Se feita de maneira incorreta, a dieta com baixa quantidade de carboidrato pode diminuir a taxa de metabolismo basal, que é a quantidade de alimentos que o corpo precisa para sobreviver sem atividade física, o que pode dificultar a perda de peso no futuro, caso interrompa o plano.

Pela alta ingestão de proteínas, essa dieta pode prejudicar o funcionamento dos rins e ainda causar distúrbios no corpo em geral, devido ao acúmulo de substâncias tóxicas. Sintomas como grande irritabilidade, indisposição, alterações intestinais e até mau hálito podem aparecer com a diminuição de carboidrato na alimentação. Pessoas com problemas renais, cardíacas ou alterações hepáticas não devem seguir esse tipo de dieta.

Com tudo isso, é possível perceber que a dieta low carb é uma alternativa para quem busca emagrecimento. No entanto, assim como toda dieta, se você não seguir com uma rotina saudável e alimentação balanceada, possivelmente retomará o peso perdido. Lembre-se de que qualquer estratégia alimentar deve ser acompanhada de perto por um profissional responsável.

E aí, o que achou deste conteúdo? Agora, que você já sabe um pouco mais sobre a dieta low carb, conte aos seus amigos compartilhando em suas redes sociais!

Plástica íntima: entenda mais sobre este tipo de cirurgia

É normal que toda mulher tenha muitas dúvidas quando se trata de plástica íntima. O procedimento está se tornando cada vez mais conhecido entre as brasileiras e apresenta uma série de finalidades. Normalmente, quem procura a intervenção alega tanto incômodos estéticos quanto problemas de saúde.  

A melhora da autoestima é um dos principais positivos, já que as preocupações com as alterações da região costumam causar bastante insegurança. Entre as mais comuns estão a vergonha de usar biquíni e roupas mais justas. Outra questão abordada com frequência nos consultórios envolve o desconforto durante as relações sexuais. 

Não se preocupe! Se você passa por isso, continue a leitura que vamos tirar todas as suas dúvidas e contar detalhes dos procedimentos. 

Indicações do procedimento 

A plástica íntima é a cirurgia mais indicada para quem apresenta queixas de diferentes origens na região perineal. Grande parte das intervenções dura entre 40 minutos e uma hora e meia, com possibilidade de recuperação rápida para atividades laborais ou seja , você não precisa ficar muito tempo afastada do trabalho.

Diante do aumento da procura nos últimos anos, os profissionais da área desenvolveram uma série de técnicas extremamente modernas e eficientes. O principal objetivo é conquistar a harmonia na estrutura íntima, com isto, elevar a sua autoestima; sem deixar de lado a melhora fisiológica . Pois, nem tudo se trata apenas de vaidade.

Muitas mulheres recorrem à ação como forma de eliminar dores durante as relações sexuais. Em alguns casos, as pacientes apresentam dificuldades em higienizar a região, com quadros constantes de infecções, como candidíase, por exemplo. Veja outras indicações para a realização da plástica da intimidade:

  • excesso de pele nos lábios vaginais;
  • acúmulo de gordura no monte de Vênus ou púbis;
  • Diminuição ou “murchamento” dos grandes lábios vaginais.

Principais tipos de plástica íntima 

Independentemente do tipo do procedimento, ele poderá ser realizado com  sedação associada ou não, de uma anestesia raquidiana ou peridural. Existe, também, a possibilidade de realizar o procedimento com anestesia local e sedação. Esses casos são menos complexos, e a mulher pode deixar o hospital no mesmo dia após a conclusão da plástica.

Os pontos mais usados são os absorvíveis, e não precisam ser retirados posteriormente.  A técnica utilizada deve ser definida em avaliação prévia feita pelo médico com base nas características particulares de cada paciente. Uma das principais vantagens do procedimento é a cicatriz muito discreta que surge durante a recuperação.

Além do benefício estético ou da melhora da saúde, o foco também deve estar em melhorar a autoestima. Conheça detalhes sobre as seis cirurgias mais comuns: 

1. Redução do monte de Vênus

A região está localizada acima do púbis. Quem costuma procurar pelo procedimento se queixa de excesso de volume no local, abaixo dos pelos pubianos. O que mais incomoda é a impossibilidade de se sentir confortável ao usar uma calça jeans justa ou alguns tipos de biquíni, já que a projeção pode ficar bastante evidente.

O procedimento habitual é feito com lipoaspiração, e pode ser acompanhado da retirada do excesso de pele flácida na área após a eliminação da gordura. Algumas pessoas também procuram especialistas com a intenção de aumentar o monte de Vênus. O efeito inverso é conquistado a partir da injeção de gordura no local desejado. 

2. Labioplastia

Também chamada de ninfoplastia, a cirurgia é uma das mais procuradas atualmente. O procedimento corrige pequenos lábios com tamanho elevado. A técnica reduz o excesso, de maneira que os pequenos lábios não se projetem para fora dos grandes lábios.

Uma das principais funções, além de tornar a área mais harmoniosa, é corrigir problemas de mulheres que sentem incômodos e dores durante as relações sexuais. 

3. Perinoplastia

A cirurgia íntima pode ser feita por pacientes que sofreram alterações na vagina durante o parto ou outras lesões profundas que prejudicaram a musculatura. Quando não tratado corretamente, o problema aumenta as chances de desenvolver incontinência urinária.

Outra possibilidade é o desejo das mulheres de tornar a região mais justa. Uma das principais técnicas envolve a incisão entre o ânus e a vagina para ressecar o local, resultando na aproximação dos músculos do períneo, procedimento este, acompanhado pelo ginecologista.  

4. Flacidez dos grandes lábios

Os grandes lábios também costumam incomodar muito as mulheres. Em algumas situações, o excesso de tamanho esconde os pequenos lábios e provoca flacidez na pele do local.

Para solucionar o problema, o médico trabalha com um laser para retrair a pele. Caso não seja possível extrair tudo dessa forma, torna-se necessário retirar a pele excedente. Já outras queixas estão relacionadas à falta de volume na região.

O procedimento mais usado envolve a retirada de gordura das costas ou da barriga para ser transferida aos grandes lábios. O resultado apresenta total diferença visual com a área apresentando um volume mais adequado e firme. 

5. Clitoriplastia

A cirurgia é extremamente delicada por ser realizada na região do clitóris. As indicações do procedimento são para pessoas com excesso de pele ou malformação íntima. Em ambos os casos, a paciente deve atentar para a possibilidade de afetar a sensibilidade do local.

No entanto, as técnicas usadas são direcionadas de acordo com cada problema. A retirada de pele, normalmente, tem como principal objetivo deixar o clitóris mais exposto. Já em outras situações, o clitóris necessita ser reduzido. 

6. Reconstrução do hímen

O hímen é a pele que fecha parcialmente o orifício da vagina. Quando a mulher faz sexo pela primeira vez, acontece o rompimento e, consequentemente, a perda da virgindade.  

A cirurgia permite a reconstrução da pele protetora a partir da união das partes restantes do hímen.

Após a recuperação completa, em torno de 15 dias, a mulher já pode voltar a ter relações sexuais. No entanto, não é possível sentir nenhuma diferença durante o rompimento do novo hímen. Trata-se apenas de questão simbólica. 

Números no Brasil 

Segundo números divulgados pela Sociedade Internacional de Cirurgiões Plásticos (ISAPS), o Brasil é o líder em procedimentos íntimos de mulheres. O tema, cada vez mais, deixou de ser tabu e passou a ser tratado com muita naturalidade. 

A segunda posição no ranking é ocupada pelos Estados Unidos, com 13.276 ninfoplastias. Além dos benefícios psicológicos e de saúde, a chegada de tecnologias diferenciadas também contribui para atrair novas interessadas. Outro ponto alto é a ausência de contraindicações absolutas. 

Pronto! Agora você já sabe como funciona o procedimento da plástica íntima. Pesquise bastante sobre o assunto e encontre um profissional de confiança para tirar todas as dúvidas.

Lembre-se de que o cirurgião plástico e o ginecologista são os únicos responsáveis por avaliar cada caso. Outra dica muito bacana é conversar com alguém que já tenha passado pela mesma técnica para trocar experiências. 

Gostou das informações deste artigo? Então, entre em contato com a gente e conheça outros detalhes sobre os procedimentos.

Deficiências nutricionais frequentes em pacientes pós-bariátrico

As deficiências nutricionais podem ser definidas como as manifestações no organismo pela carência dos nutrientes indispensáveis à manutenção da saúde, favorecendo o aparecimento de algumas doenças. Um exemplo nos pacientes pós-bariátrico é a deficiência de ferro ou vitamina B, que provoca um quadro de anemia.

Também conhecida como gastroplastia, trata-se de uma cirurgia para reduzir o volume e tamanho do estômago. É indicada para perda de peso em caso de obesidade, podendo estar associada a complicações, como diabetes e hipertensão.

Você sabe como ocorre a deficiência nutricional pós-bariátrica? Conhece quais são as causas, sintomas e cuidados após a cirurgia? Então continue acompanhando nosso artigo — vamos falar sobre tudo isso a seguir!

Como surge a deficiência nutricional em pacientes pós-bariátricos?

A cirurgia bariátrica reduz o consumo de calorias, além de causar uma redução na capacidade de absorver macro e micronutrientes. Em um estômago reduzido a capacidade de comportar alimentos também fica menor, afetando as principais fontes nutricionais e provocando um quadro de deficiência de forma quase inevitável. Dentre as principais, podemos citar:

Deficiência de ferro

A cirurgia bariátrica causa uma deficiência do ferro por conta da grande diminuição da ingestão de alimentos que o contenham. A suplementação desse nutriente é fundamental após a realização do procedimento, para garantir que os pacientes pós-bariátrico não tenham anemia .

Deficiência da Vitamina B12

Para ser absorvida apropriadamente, a vitamina B12 necessita de um fator intrínseco presente na mucosa gástrica. Por conta de a cirurgia ser justamente no estômago e a área ainda não estar completamente estável, a vitamina B12 não é absorvida de forma adequada pelos pacientes pós-bariátrico.

Deficiência proteica

Para muitos pacientes que fizeram a cirurgia bariátrica, a deficiência proteica é um fator de risco muito comum — especialmente em cirurgias maiores, uma vez que no estômago operado a tolerância para alimentos ricos em proteínas, como as carnes, é bem baixa. Sendo assim, muitos pacientes também precisam dos suplementos proteicos durante o período inicial da perda de peso.

Quais os sintomas que podem surgir devido a deficiência de nutrientes?

O baixo consumo dos alimentos ricos em Ferro, como as carnes, pode causar uma forma de anemia conhecida como ferropriva. Este é um nutriente essencial na formação da hemoglobina do sangue e no transporte do oxigênio até as células.
A anemia de causa nutricional pode ainda estar relacionada a outras deficiências, como a de proteína, ácido fólico, vitaminas C e B12, bem como ao excesso de fitatos e oxalatos na alimentação.

A vitamina B12, também chamada de cianocobalamina, é fundamental para as hemácias e para os neurônios. Cada célula do seu corpo necessita de vitamina B12 em quantidades mínimas para trabalhar corretamente, mas o corpo é incapaz de produzi-la, sendo necessário obtê-la a partir de alimentos — especialmente de origem animal — ou suplementos vitamínicos.

Uma das manifestações da carência de vitamina B12 é a anemia megaloblástica. Trata-se de uma doença que aumenta o tamanho das hemácias e reduz sua função no transporte de oxigênio. Outros sintomas incluem prejuízo na função cerebral, neuropatia e níveis elevados de homocisteína, que por si só é um fator de risco para várias doenças.

Após a cirurgia pode haver, ainda, a deficiência na absorção de cálcio. Os sintomas mais comuns da falta desse elemento na dieta incluem ossos porosos e enfraquecidos — a condição é chamada de raquitismo, para crianças, e osteomalácia, para adultos.

Já a falta de proteínas no organismo leva a um quadro de fadiga generalizada, enfraquecimento e perda de massa muscular, além queda de cabelo — podendo até causar edema generalizado.  

É importante também destacar que muitos dos pacientes pós-bariátrico têm reduzida a capacidade de o organismo produzir o 5-hidroxi-triptofano e, assim, ficam incapacitados de converter o composto em serotonina, levando a um quadro de depressão. 

Quais os cuidados com a alimentação após a cirurgia bariátrica?

Após a realização da gastroplastica, é necessária a reposição de nutrientes. A alimentação ideal após a realização do procedimento cirúrgico, depois da evolução alimentar necessária para a cicatrização do estômago e intestino, deve ser feita por profissional que esteja acompanhando o paciente em todo o processo de preparação. Ele será capaz de indicar a alimentação mais adequada de acordo com o organismo do paciente.

Os cuidados nutricionais envolvem o uso de suplementos (vitaminas, ferro, cálcio, proteínas), a ingestão de água entre as refeições em pequenas quantidades e a atividade física regular, após liberação médica.

Dentre os grupos alimentares, o consumo de proteínas deve ser prioridade, já que reparam tecidos, melhoram a cicatrização e auxiliam na manutenção da massa muscular. Os suplementos proteicos são essenciais para atingir as necessidades diárias e evitar a carência desse composto.

Frutas e vegetais frescos que oferecem fibras, vitaminas e minerais são o segundo grupo mais importante. Vale lembrar que devem ser ingeridos sempre na forma natural, nunca em sucos que concentram açúcar e são ricos em calorias. A melhor forma de consumi-los é ainda crus e bem higienizados.

O terceiro grupo são os carboidratos — sempre integrais para favorecer a ingestão de fibras, promover saciedade e o controle glicídico e lipídico.

Por último, o que deve ser evitado são os doces e alimentos gordurosos, as bebidas alcoólicas e as também as gaseificadas, como refrigerantes e sucos industrializados.

Além disso, também é comum recomendações de descanso — e isso envolve manter braços ao longo do corpo, sem elevação, por 20 dias. Após este período, pode-se elevar os cotovelos até a altura dos ombros. Apenas depois de 30 dias é que são liberados movimentos amplos.

Carregar peso e erguer objetos é permitido apenas após 45 dias. Exercícios que trabalham as pernas, como caminhadas, e a direção são liberados após 20 dias. Musculação, natação e exercícios mais intensos somente depois de 90 dias.

Portanto, o acompanhamento médico regular e a realização de exames periódicos em pacientes pós-bariátricos é importante. Além disso, é necessário prestar atenção em situações que peçam a reposição de vitaminas, ferro e outros nutrientes.

Gostou deste artigo? Então não deixe conferir tudo sobre os cuidados que se deve ter após a realização de uma cirurgia plástica!

 

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