Lipoaspiração: tudo que você precisa saber

A lipoaspiração é um tipo de cirurgia plástica que se caracteriza pela aspiração de gordura por meio de cânulas. Essa intervenção pode ser realizada em diversas partes do corpo em que haja gordura localizada. A técnica pode ser considerada pequena, média ou grande, variando conforme a parte do corpo remodelada e a quantidade de gordura retirada. Normalmente, retira-se até 5% do peso corporal.

A finalidade da lipoaspiração não é tratar a obesidade. Ela também não é eficiente para ser usada no emagrecimento, uma vez que o objetivo é remover gorduras localizadas que não são eliminadas com exercícios físicos ou dietas.

Você passou recentemente por uma cirurgia bariátrica ou realizou alguma dieta e precisa de uma lipoaspiração para conquistar a harmonia corporal que deseja? Confira abaixo tudo que você deve saber antes de encarar esse procedimento! Boa leitura!

Como é feita a lipoaspiração?

É imprescindível que a cirurgia de lipoaspiração seja feita por um médico com especialidade em cirurgia plástica e treinado para executá-la. O início do processo cirúrgico se dá a partir da infiltração de solução de adrenalina e soro fisiológico, cujo objetivo é reduzir as possibilidades de sangramento e evitar o trauma cirúrgico.

Na sequência, as cânulas (instrumentos que retiram a gordura) são introduzidas na pele até alcançarem o tecido adiposo, no qual a gordura está localizada. A partir daí, um sistema de vácuo aspira o excesso de gordura. A técnica aplicada pelo cirurgião e a anatomia do paciente definem os pontos exatos em que as cânulas são inseridas.

É importante ressaltar que as cânulas têm pontas bem finas, deixando cicatrizes que medem em torno de meio centímetro, que não causam dor e tornam-se imperceptíveis no decorrer do tempo.

O procedimento pode ser realizado com anestesia local, geral ou peridural, tudo vai depender da área do corpo que será aspirada.

Quando é indicada?

A lipoaspiração é indicada para pessoas que buscam fins estéticos, ou seja, querem deixar o seu corpo mais bonito, retirando a gordura localizada que, dificilmente, será eliminada com atividade física e dieta. Nesse caso, o paciente procura o cirurgião plástico e cabe a ele aprovar a realização da cirurgia ou não.

Além disso, a lipoaspiração também pode ser utilizada como uma técnica auxiliar para o paciente pós-bariátrico, que, depois de perder muito peso, está com sobra de pele e gordura no abdômen, nas coxas, na face, nos braços e nas mamas.

Qual parte do corpo posso lipoaspirar?

Um dos motivos da cirurgia de lipoaspiração ser tão procurada por quem almeja remodelar o seu corpo é o fato de poder ser feita em qualquer região, desde que haja a concentração de gordura localizada. Os locais que mais costumam ser lipoaspirados são o abdômen, as coxas, as costas, os braços, a papada e a lateral das mamas.

Inclusive, é possível fazer a cirurgia em várias partes do corpo no mesmo dia, desde que não seja excedido o 5% do peso corporal já citado. Se o paciente optar por retirar a gordura em regiões diferentes e em datas separadas, deve observar um prazo mínimo de 3 meses, que precisa ser aguardado para realizar uma nova lipoaspiração.

Quais são os tipos de lipoaspiração que existem?

Na verdade, não existem “tipos de lipoaspiração”, mas sim aparelhos ou táticas de abordagem diferentes. Contudo, saiba que todos os tópicos apresentados abaixo pertencem a mesma técnica, ou seja, à lipoaspiração.

Lipoaspiração comum

A cirurgia de lipoaspiração comum usa uma cânula simples que aspira a gordura em determinada região. O tecido adiposo (gordura) tem uma certa resistência. A sua quebra é feita por meio de força mecânica — o cirurgião plástico faz movimentos de vai e vem com a cânula e, aos poucos, quebra e aspira a gordura da região.

Essa técnica é indicada para a retirada de grandes quantidades de gordura.

Lipoescultura

Na lipoescultura, parte da gordura retirada é tratada, limpa e depositada em outras partes do corpo, dando volume e reduzindo vincos e depressões, além de beneficiar o contorno corporal. Os enxertos mais comuns são nos glúteos e na face.

A grande vantagem desse procedimento é que a gordura é bem-aceita pelo organismo, diminuindo os riscos de rejeição e infecções. Parte do enxerto acaba sendo absorvido, mas o restante se adapta à área em que foi depositado. É preciso ressaltar, no entanto, que essa gordura pode aumentar ou reduzir caso o paciente engorde ou emagreça.

Hidrolipo

A hidrolipo é feita em áreas pequenas. Ela faz uso de uma composição anestésica denominada tumescente, que diminui a dor na região aspirada. Ao contrário da lipoaspiração comum, a hidrolipo faz aspiração de gorduras em áreas menores, proporcionando uma recuperação mais rápida.

Essa lipo é indicada para pessoas com pequenos depósitos de gorduras e que não podem se afastar dos afazeres do dia a dia, já que o procedimento tradicional exige alguns dias de repouso no pós-operatório.

As regiões mais comuns para a hidrolipo são costas, abdômen, culote, coxas, joelhos, braços, papada, cóccix e púbis. Não se esqueça de que a hidrolipo não é recomendada em casos de muita gordura localizada.

Vibrolipo (aparelho)

A vibrolipo, também conhecida como vibrolipoaspiração, é uma cirurgia plástica em que se usa um processo vibratório nas cânulas, facilitando a retirada do tecido adiposo. Esse procedimento, mesmo sendo similar à lipoaspiração comum, tem a vantagem de ser menos invasivo.

O processo é muito simples. A diferença é que as cânulas são ligadas a um aparelho vibratório, que faz o movimento de vibração de forma contínua. Isso possibilita a retirada da gordura com mais facilidade e menos traumas, já que os movimentos são mais delicados, sem que o médico use sua própria força.

Mini-lipo

A mini-lipo é feita da mesma forma que a lipoaspiração comum, porém, somente em regiões menores. Por essa razão, pode ser realizada apenas com anestesia local. A cânula usada é mais fina (2mm) em comparação com a tradicional (3mm).

Ela é indicada para regiões que tenham pouco depósito de gordura. Por ser feita com anestesia local, é uma cirurgia plástica menos dolorosa e com rápida recuperação.

Lipoaspiração a laser (laserlipólise)

Para esse caso, juntamente à cânula comum, faz-se a inserção de uma fibra ótica (laser) responsável por quebrar a membrana das células de gordura, de modo que ela possa ser retirada com mais facilidade e menos trauma para o paciente.

Em seguida, o cirurgião usa outra cânula — simples ou de vibração — para fazer a sucção da gordura, que agora está liquefeita. O calor do laser também cauteriza pequenos vasos sanguíneos, diminuindo o sangramento.

Quais são os cuidados pré-operatórios?

Antes de se submeter à lipoaspiração, o paciente tem que passar por diversas consultas com o médico cirurgião plástico, que indicará a técnica mais apropriada para o seu perfil e as suas necessidades. Também é preciso fazer os exames pré-operatórios: cardiológico, de sangue, ultrassom de abdome e radiografia do tórax.

O médico ainda pode solicitar um ultrassom da área que vai ser lipoaspirada e um doppler — exame que visualiza os vasos sanguíneos das pernas e ajuda a identificar se existe a presença de trombos na corrente sanguínea. No período que antecede o procedimento, o paciente tem que ficar oito horas em jejum.

Quais são os cuidados pós-operatórios?

O tamanho da área lipoaspirada determina o tempo de duração da cirurgia, mas, em média, leva-se de três a quatro horas para concluí-la. Se o procedimento foi grande ou lipoaspirou várias partes do corpo no mesmo dia, o paciente terá que ficar internado por, pelo menos, 24 horas.

O médico prescreve o uso de medicação analgésica e antibióticos para impedir a ocorrência de infecções. A recuperação dessa cirurgia acontece rapidamente, o que se deve ao fato de haver pouco ou nenhum ponto de costura cirúrgico.

Na maioria dos casos, uma semana após o procedimento, o indivíduo já pode voltar ao seu trabalho, desde que faça esforços leves. Enquanto se recupera, o paciente deve usar uma cinta modeladora por 30 dias, tirando-a apenas no momento do banho, para comprimir a região lipoaspirada, reduzir o inchaço e modelar a área tratada.

A alimentação balanceada também é indispensável para uma boa recuperação. Portanto, dê preferência a frutas e verduras com vitamina C, como laranja, beterraba, cenoura e abóbora, que têm betacaroteno — um poderoso antioxidante que aumenta a sua imunidade e confere elasticidade à pele.

O período total para um paciente recuperar-se é de um mês. Após esse prazo, você já pode voltar a fazer atividades físicas. No entanto, nada de exagero, já que é necessário ter cautela, iniciando por exercícios leves e progredindo até atingir o seu nível normal.

Quais são os principais mitos e verdades sobre a lipoaspiração?

A lipoaspiração é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados no Brasil, segundo os últimos dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (Sbcp). A última análise comparativa mostra que a cirurgia de lipoaspiração fica atrás apenas do aumento de mamas!

Não restam dúvidas de que a lipoaspiração é um excelente método para retirar o excesso de gordura e melhorar muito a autoestima das pessoas. Todavia, muitas dúvidas surgem a respeito dessa cirurgia plástica e os pacientes não sabem o que é verdade ou não.

Para responder a essas questões, selecionamos os principais mitos e verdades sobre a lipoaspiração. Veja!

“O resultado é permanente”

Mito. É fato que as células de gordura não se regeram, ou seja, uma vez retiradas, elas não voltam. Contudo, após eliminar o excesso de gordura, é fundamental manter um controle nutricional para evitar o ganho de peso, pois, ao contrário do que muitos pensam, apenas a cirurgia de lipoaspiração não é suficiente.

O resultado inicial é garantido, mas a manutenção dependerá da força de vontade e do estilo de vida de cada paciente.

“O pós-operatório é tranquilo”

Verdade. Entretanto, isso pode variar de acordo com a sensibilidade de cada paciente. Como qualquer cirurgia, a lipoaspiração requer cuidados no pós-operatório. Nos primeiros dias, é normal sentir incômodos e até dor na região.

Esses sintomas vão diminuindo, desde que o paciente faça repouso, use a cinta modeladora e siga as orientações médicas. Para alívio da dor, o cirurgião poderá prescrever medicamentos e tratamentos específicos.

“A lipoaspiração é indicada para quem quer emagrecer”

Mito. A lipoaspiração não é um tratamento para obesidade e não substitui a alimentação adequada e a prática de exercícios físicos. Ela não é indicada para quem quer perder peso, mas sim para homens e mulheres que desejam definir o contorno do corpo.

A cirurgia de lipoaspiração apenas retira as gorduras localizadas — como aqueles famosos “pneuzinhos”, que são acúmulos de gordura difíceis de eliminar. Se você está muito acima do peso, o ideal é fazer uma dieta equilibrada associada a exercícios físicos para perder alguns quilos antes de remover o excesso de gordura.

“O procedimento é perigoso”

Mito. Os riscos são os mesmos de qualquer cirurgia plástica de mesmo porte. Em muitas situações, os pacientes são operados sem estarem em condições ideais, isto é, fora do peso, com problemas de saúde ou em locais que não estão preparados para tal procedimento.

Grande parte das complicações não acontecem pelo ato cirúrgico, mas por intercorrências anestésicas ou condições inerentes a qualquer cirurgia, como é o caso da trombose. Esses problemas podem ser evitados quando o procedimento é feito em um centro cirúrgico bem equipado e com profissionais experientes.

“Apenas um cirurgião plástico é capacitado para tal cirurgia”

Verdade. O Conselho Federal de Medicina especifica a lipoaspiração como um procedimento da especialidade de cirurgia plástica, sendo obrigatória a formação cirúrgica do médico. Esse profissional tem uma formação mínima de 11 anos para se especializar nesse tipo de cirurgia.

Assim, é fundamental procurar um cirurgião plástico que tenha o seu registro ativo na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Apenas esses profissionais podem fazer tais procedimentos de maneira segura e proporcionar um resultado adequado.

“A lipoaspiração trata a celulite”

Mito. A celulite é causada por um conjunto de fatores, como acúmulo de gordura, flacidez e acúmulo de líquidos e fibrose. Assim, apenas a lipoaspiração não é capaz de removê-la, pois pode deixar alguns vincos na pele.

Em áreas como o culote, pode haver uma melhora da celulite, porém, para tratar a região, são indicados sessões de drenagem linfática, exercícios e uma alimentação balanceada.

“A lipoaspiração pode ser feita em várias partes do corpo”

Verdade. A cirurgia de lipoaspiração, como falamos, pode ser feita em várias partes do corpo que tenham gordura localizada, como abdômen, papada, culotes, coxas, mamas, joelhos, braços, flancos e costas. Para fazer a cirurgia em várias áreas, pode ser necessário dividi-la em duas ou três etapas.

“A lipoaspiração pode deixar cicatrizes”

Mito. A lipoaspiração não deixa marcas visíveis no corpo. As cicatrizes têm, em média, de 2 a 4 mm e ficam em áreas escondidas. Todos os edemas e inchaços desaparecem durante o pós-operatório.

“O procedimento retira qualquer quantidade de gordura”

Mito. Como mencionamos no início do texto, existe um percentual limite de gordura que pode ser retirado na lipoaspiração, que gira em torno de 5% do peso corporal. Assim, não é possível retirar qualquer quantidade de gordura.

Agora que você sabe tudo sobre a lipoaspiração, já pode começar a se preparar para enfrentá-la e restabelecer-se de forma saudável e responsável.

E então, ficou alguma dúvida sobre a lipoaspiração? Para saber mais sobre essa cirurgia, entre em contato conosco.

Será um prazer atendê-lo!

Lipoaspiração: tudo que você precisa saber

A lipoaspiração é um tipo de cirurgia plástica que se caracteriza pela aspiração de gordura por meio de cânulas. Essa intervenção pode ser realizada em diversas partes do corpo em que haja gordura localizada. A técnica pode ser considerada pequena, média ou grande, variando conforme a parte do corpo remodelada e a quantidade de gordura retirada. Normalmente, retira-se até 5% do peso corporal.

A finalidade da lipoaspiração não é tratar a obesidade, nem é eficiente para ser usada para emagrecimento, uma vez que é uma cirurgia plástica com o objetivo de remover gordura localizada que não é eliminada com exercícios físicos ou dietas.

Você passou recentemente por uma cirurgia bariátrica ou realizou aluma dieta e precisa de uma lipoaspiração para conquistar a harmonia corporal que deseja? Confira abaixo tudo que você precisa saber antes de encarar esse procedimento! Boa leitura!

Como é feita a lipoaspiração?

É imprescindível que a lipoaspiração seja feita por um médico com especialidade em cirurgia plástica e treinado para executá-la. O início do processo cirúrgico se dá a partir da infiltração de  solução de adrenalina e soro fisiológico, cujo objetivo é reduzir as possibilidades de sangramento e evitar o trauma cirúrgico.

Na sequência, as cânulas (instrumentos que retiram a gordura) são introduzidas na pele até alcançar o tecido adiposo, no qual a gordura está localizada. A partir daí, um sistema de vácuo aspira o excesso de gordura. A técnica aplicada pelo cirurgião e a anatomia do paciente definem os pontos exatos em que as cânulas são inseridas.

É importante ressaltar que as cânulas têm pontas bem finas, deixando cicatrizes que medem em torno de meio centímetro, que não causam dor e tornam-se imperceptíveis ao decorrer do tempo.

O procedimento pode ser realizado com anestesia local, geral ou peridural, tudo vai depender da área do corpo que será aspirada.

Quando é indicada?

A lipoaspiração é indicada para pessoas que visam a fins estéticos, ou seja, querem deixar o seu corpo mais bonito, retirando a gordura localizada que, dificilmente, será eliminada com atividade física e dieta. Nesse caso, o paciente procura o Cirurgião Plástico e cabe a ele aprovar a realização da cirurgia ou não.

Além disso, a lipoaspiração também pode ser utilizada como uma técnica auxiliar para o paciente pós-bariátrico, que, depois de perder muito peso, está com sobra de pele e gordura no abdômen, nas coxas, na face, nos braços e nas mamas.

Qual parte do corpo posso lipoaspirar?

Um dos motivos da lipoaspiração ser tão procurada por quem almeja remodelar o seu corpo é o fato de poder ser feita em qualquer região, desde que haja a concentração de gordura localizada. As regiões que mais costumam ser lipoaspiradas são o abdômen, as coxas, as costas, os braços, a papada e a lateral das mamas.

Inclusive, é possível fazer a cirurgia em várias partes do corpo no mesmo tempo, desde que não exceda os 5% já citado. E se o paciente optar por retirar a gordura em regiões diferentes em datas separadas, deve-se observar um prazo mínimo de 3 meses a ser aguardado para realizar uma nova lipoaspiração.

Quais são os tipos de lipoaspiração que existem?

Na verdade não existem TIPOS de LIPOASPIRAÇÃO e sim aparelhos ou táticas de abordagem diferentes, mas saiba que todos os nomes abaixo pertencem a mesma técnica ou seja: lipoaspiração.

  • lipoaspiração comum: realizada com a introdução de uma cânula que aspira a gordura em determinada região;
  • lipoescultura: retira a gordura, trata e a deposita em outras partes do corpo, beneficiando o contorno corporal;
  • hidrolipo: faz uso de uma composição anestésica denominada tumescente, que diminui a dor na região aspirada. É feita em áreas pequenas, podendo ser chamada de mini-lipo;
  • vibrolipo(aparelho): utiliza a cânula, mas aplica uma vibração para que a gordura seja retirada;
  • mini-lipo: feita da mesma forma que a lipoaspiração comum, porém, somente em regiões menores. Por isso, pode ser executada somente com anestesia local;
  • lipoaspiração a laser(Laserlipólise): juntamente à cânula comum, faz-se a inserção de uma fibra ótica(LASER) responsável por quebrar a membrana das células de gordura, de modo que ela possa ser retirada com mais facilidade e menos trauma para o paciente.

Quais são os cuidados pré-operatórios?

Antes de se submeter à lipoaspiração, o paciente tem que passar por diversas consultas com o médico cirurgião plástico, que indicará a técnica mais apropriada para o seu perfil e as suas necessidades. Também é preciso fazer os exames pré-operatórios: cardiológico, de sangue, ultrassom de abdome e radiografia do tórax.

O médico ainda pode solicitar um ultrassom da área que vai ser lipoaspirada e um doppler  exame que visualiza os vasos sanguíneos das pernas e ajuda a identificar se existe a presença de trombos na corrente sanguínea. No período que antecede o procedimento, o paciente tem que ficar oito horas em jejum.

Quais são os cuidados pós-operatórios?

O tamanho da área lipoaspirada determina o tempo de duração da cirurgia, mas, em média, leva-se de três a quatro horas para conclui-la. Se o procedimento foi grande ou lipoaspirou várias partes do corpo no mesmo dia, o paciente terá que ficar internado, por 24 horas. O médico prescreve o uso de medicação analgésica e antibióticos para impedir a ocorrência de infecções.

A recuperação dessa cirurgia acontece rapidamente, o que se deve ao fato de haver pouco ou nenhum ponto de costura cirúrgico. Na maioria dos casos, uma semana após o procedimento, o indivíduo já pode voltar para o seu trabalho, desde que faça esforços leves.

Enquanto se recupera, o paciente deve usar uma cinta modeladora por 30 dias, tirando-a apenas para o banho, para comprimir a região lipoaspirada, reduzir o inchaço e modelar a área tratada. A alimentação balanceada também é indispensável para uma boa recuperação. Portanto, dê preferência para frutas e verduras com vitamina C, como laranja, beterraba, cenoura e abóbora, que têm betacaroteno  um poderoso antioxidante que aumenta a sua imunidade e confere elasticidade para a pele.

O período total para um paciente recuperar-se é de um mês. Após esse prazo, você já pode voltar a fazer atividades físicas. No entanto, nada de exagero, já que é necessário ter cautela, iniciando por exercícios leves e progredindo até atingir o seu nível normal.

Agora que você sabe tudo sobre a lipoaspiração, já pode começar a se preparar para enfrentá-la e restabelecer-se de forma saudável e responsável.

Quer saber mais sobre como se cuidar depois de passar por uma cirurgia? Veja quais são os cuidados no pós-operatório de cirurgia plástica! Não perca!

Você sabe como perder barriga e afinar a cintura?

Como perder a barriga? Para muitas pessoas, esta pergunta está estritamente associada à estética, mas, estar no peso ideal vai muito além disso. Quando há sobrepeso ou até mesmo obesidade, acaba se tornando uma questão de saúde, pois, muitos problemas cardíacos e vasculares estão associados a essas razões, e nos últimos tempos, vem crescido cada vez mais o número de pessoas que sofrem desses males.

Além do incômodo estético, o excesso de barriga é o indicativo mais preciso para a avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares, colesterol, diabetes e até hipertensão, e isso acabou se tornando um motivo a mais para que as gorduras localizadas sejam eliminadas de vez.

Por isso, apresentaremos alguns métodos de como perder barriga de uma vez por todas, mantendo a saúde e, consequentemente, melhorando a auto-estima. Confira!

Alimentação Saudável

A maior parte da população deseja emagrecer e saber como perder barriga, e muitos se dedicam a dietas de todos os tipos.

As muito radicais podem até funcionar a um curto prazo, mas são extremamente prejudiciais ao organismo. Além de restringirem nutrientes importantes, são repetitivas e maçantes, e quando são finalizadas, o organismo procura suprir essas carências nutricionais perdidas com as restrições. Por isso, se desperta a vontade de comer de tudo e em muita quantidade, ocasionando novamente o ganho de peso.

Portanto, esqueça dietas extremamente radicais: se você quer saber como perder barriga e emagrecer sem correr o risco de recuperar o peso perdido — e com resultados permanentes — a melhor maneira ainda é a reeducação alimentar.

Ela consiste na mudança de alguns hábitos, mas sem excluir o que faz parte da cultura e dos costumes do indivíduo, ou seja, ele não precisa deixar de comer tudo o que gosta e muito pelo contrário, ela ensina a se alimentar de forma totalmente equilibrada e sem exageros. 

O ideal é procurar a orientação de um nutricionista, pois, deve-se considerar o estilo de vida e a presença de doenças preexistentes de cada paciente.

Alimentos que auxiliam na queima de gordura

A alimentação costuma estar relacionada com a gordura localizada na região abdominal, pois, na maioria das vezes, esse acúmulo vem da ingestão de carboidratos simples, bebidas alcoólicas e açúcar.

Há diversos alimentos saudáveis que podem ajudar no processo de reeducação alimentar, como frutas, legumes, verduras, carnes e ovos.

Também existem os alimentos termogênicos, que aumentam o gasto calórico do organismo durante a digestão e, consequentemente, ajudam a queimar a gordura localizada da barriga.

São eles:

Água

A ingestão de água, além de hidratar o organismo, é muito importante para ajudar a regular o intestino e eliminar toxinas pela urina e pela transpiração. A  bebida também ativa a queima de gordura, ajuda no emagrecimento e na diminuição do volume abdominal. Ela não possui calorias, e o ideal é beber de 1,5 a 2 litros por dia.

Alimentos ricos em Ômega-3

Salmão, sardinha e atum são ricos em ômega-3, uma gordura insaturada que é responsável por diminuir as citocinas inflamatórias, presentes na gordura abdominal localizada e em casos de excesso de peso, além de contribuir para a saciedade.

Recomenda-se a ingestão desses peixes de 2 a 3 vezes na semana, de preferência, assados ou grelhados.

Chá-verde e chá de hibisco

O chá-verde é rico em cafeína, e possui uma grande ação termogênica, ou seja, contribui para uma queima de calorias mais intensa. Pessoas sensíveis à cafeína devem consumi-lo com moderação.

Já o chá de hibisco é rico em antioxidantes, que contribuem para que menos gordura fique acumulada na região do abdômen.

Gengibre

Além de ser um excelente termogênico, possui gingerol, um composto que exerce funções antioxidantes, anti-inflamatórias e antifúngicas. A quantidade diária indicada de gengibre é uma fatia pequena, e pode ser consumido cru ou refogado, em sucos, e até na forma de chá.

É importante ter cautela no uso, pois, o excesso pode provocar alguns efeitos indesejáveis como gastrites, úlceras, aumento do fluxo sanguíneo e até aborto em gestantes.

Canela

Possui ação termogênica, anti-inflamatória e cromo, nutriente responsável pelo controle da glicemia no sangue. Pode ser usada em vitaminas, frutas e chás.

Prática de exercícios físicos

A principal questão sobre como perder a barriga com exercícios é o fato que muitas pessoas acreditam que somente abdominais auxiliam nesse processo, o que não é verdade.

Para esse objetivo ser atingido, é necessário unir a reeducação alimentar, o consumo de alimentos termogênicos e um programa de exercícios aeróbicos, pois, além de ajudarem na perda de calorias, também são muito eficazes na diminuição da gordura visceral — acumulada na região da barriga. 

O ideal é fazer a atividade física aeróbica no mínimo 3 vezes por semana, e por mais de 30 minutos, pois, depois do vigésimo minuto é iniciado o processo de queima de gordura corporal. A intensidade da atividade é controlada através da frequência cardíaca do indivíduo e muda de acordo com seu condicionamento físico.

Para quem gosta de academia, pode se exercitar na esteira, bicicleta ergométrica, spinning ou natação. Já para quem prefere atividades ao ar livre, caminhada ou corrida são ótimas opções.

Cirurgias plásticas

Mesmo com uma boa alimentação e a prática de exercícios físicos, muitas pessoas ainda não conseguem obter a barriga que desejam. Para esses casos, a solução é a intervenção cirúrgica, que se divide em três métodos:

Lipoaspiração

A lipoaspiração é uma cirurgia que faz a retirada do acúmulo de gordura, realizada por meio de cânulas — que possuem em torno de 4 mm — e são inseridas diretamente na camada de gordura do paciente, deixando cicatrizes muito pequenas.

Como a pele não é retirada nesse procedimento, a flacidez não é tratada. Por isso, é indicada apenas para pacientes com gordura localizada, próximos do peso ideal e sem excesso de pele.

Abdominoplastia

É uma cirurgia feita no abdômen que retira a pele abaixo do umbigo, e estica a remanescente, sendo totalmente indicada para pacientes que tenham feito a cirurgia bariátrica ou que tenham perdido muito peso e permanecido com excesso de pele.

Diferente da lipoaspiração, não retira a gordura de outros lugares além da localizada entre o umbigo e a região acima do púbis , e deixa uma grande cicatriz proporcional a dobra de pele ou flacidez.

Na abdominoplastia também é corrigido o distanciamento dos músculos, através da aproximação da musculatura por meio de sutura, e é uma cirurgia indicada  para casos de abdome em avental, ou seja, quando há excesso tanto de pele como de gordura.

Lipoabdominoplastia

Já para quem apresenta excesso de gordura com flacidez, é indicado a associação das duas técnicas, chamada lipoabdominoplastia.

A lipoaspiração é realizada primeiramente, para a retirada de gordura, e logo após, na mesma cirurgia, é feita a abdominoplastia, retirando o excesso de pele que restou e corrigindo a cinta muscular.

O principal benefício dos procedimentos serem realizados juntos é que muitas vezes, quando se realiza somente a abdominoplastia, sobram gorduras em áreas onde não se retirou o excesso de pele, problema que é resolvido com a associação da lipoaspiração.

Apesar de todas essas informações apresentadas sobre como perder barriga, é interessante enfatizar que a consulta com um profissional qualificado( Cirurgião Plástico) é fundamental, e só ele poderá indicar o melhor método para cada paciente.

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7 dicas para conseguir dinheiro para cirurgia plástica

Conseguir dinheiro para cirurgia plástica é uma demanda importante para quem pretende se submeter a alguma intervenção. Os custos são um tanto quanto elevados, o que faz necessário um planejamento bem estruturado, além de uma organização constante para se manter firme no objetivo.

Ter disciplina, investir seu dinheiro e procurar mudar a forma como você se relaciona com ele são maneiras importantes de se aproximar da cirurgia, tendo em vista que essas atitudes são positivas para obter o valor desejado.

No post a seguir você poderá ver 7 dicas fundamentais para se manter no caminho certo em prol da realização da sua cirurgia. Siga a leitura e saiba como!

1. Acompanhe seus gastos de perto

A disciplina financeira está muito ligada ao acompanhamento dos seus gastos. Manter um perfil mais econômico depende muito disso. É necessário saber para onde seu dinheiro vai e quanto é disponibilizado para cada uma de suas despesas. É comum gastar sem realizar um controle, o que resulta em excessos.

Certifique-se de sempre registrar os seus gastos e manter uma observação em tempo real de como anda seu orçamento. Isso ajuda a manter tudo bem definido para que não haja desfalques nos valores que você pretende direcionar para realizar a sua cirurgia plástica.

Há uma série de aplicativos para smartphone que são de extrema ajuda para isso. Eles mantêm seu status financeiro atualizado e te ajudam a saber onde seu dinheiro está sendo gasto, tudo com um acesso fácil e dinâmico.

2. Mantenha seu objetivo vivo

Todo objetivo que envolve dinheiro requer esforços. Por vezes, ter que abrir mão de algumas coisas pode acabar desanimando, mas é importante sempre se lembrar que o propósito maior, quando conquistado, trará muita felicidade e satisfação. Você já consegue se imaginar após a realização da sua cirurgia?

Exerça sempre esse pensamento quando surgirem as dificuldades de se manter bem disciplinada para conseguir o dinheiro para realizar o procedimento. Ainda que durante algum tempo as coisas fiquem um pouco apertadas e você tenha que abrir mão de outros gastos, seu grande objetivo será realizado em breve.

Cada vez que sentir-se desmotivada, pense em como serão benéficos para a sua vida os resultados da cirurgia. Cada pessoa tem sua necessidade própria e só você mesma consegue julgar o tamanho dessa conquista.

3. Defina metas financeiras

É importante ver o montante aumentar para ter a prova concreta de que está valendo a pena todo o esforço. Além disso, definir metas é fundamental para não fugir do esperado em relação a valores obtidos. Desse modo, defina quanto você pretende acumular em determinados períodos, sempre com uma conta bem realista em relação a outras despesas fundamentais que você tenha.

Estimule desafios realistas. Defina para si própria que precisa, por exemplo, acumular R$ 1.500 mensais nos próximos 6 meses. Conforme o tempo for passando e você verificar que está sendo possível cumprir essa meta, mais próxima de conseguir todo o dinheiro necessário você estará.

Tente nunca fugir da meta! Por isso é fundamental traçar um planejamento realista, de modo que você consiga cumprir sem passar nenhum tipo de necessidade com outras coisas relevantes.

4. Corte despesas pouco importantes

É comum nos vermos em meio a gastos supérfluos e despesas que têm pouca importância em nossas vidas, mas que acabam levando um percentual alto de nosso orçamento. Normalmente já é recomendado tentar se livrar disso, mas é ainda mais importante quando há um objetivo mais caro e importante como a cirurgia. É necessário pensar no que realmente faz diferença para seu dia a dia.

Será mesmo que você precisa, por exemplo, gastar tanto com roupas e sapatos durante o mês? Já pensou nas saídas, jantares fora, cinemas e outros momentos de lazer? Por vezes é possível viver com menos, se divertir em casa e conseguir economizar um bom dinheiro com coisas que não fazem tanta diferença.

O consumo desenfreado é um problema que afasta as pessoas dos seus grandes objetivos ou simplesmente de conseguir manter um conforto e um equilíbrio financeiro. Repense a maneira como você gasta seu dinheiro e isso resultará em mais possibilidades para a sua cirurgia.

5. Gaste apenas o que você tem

Essa dica parece um pouco óbvia, não é mesmo? Porém ela faz muito sentido para algumas pessoas, especialmente aquelas que fazem uso constante do cartão de crédito. Ele oferece muitas facilidades, principalmente com os parcelamentos, mas pode também arruinar um planejamento quando não é utilizado com disciplina.

Para evitar gastar mais do que ganha, vá com calma nas compras parceladas, pois elas podem se tornar uma verdadeira bola de neve. O resultado acaba sendo um salário todo indo para pagar faturas do cartão. Para evitar isso, sempre que puder, compre à vista. Quando não puder, junte e compre quando tiver o dinheiro, ao menos que seja algo muito urgente.

Algumas pessoas possuem contas com o benefício do cheque especial, o que pode facilitar a entrada no “vermelho”. Para que isso não aconteça, esteja sempre de olho de quanto ainda resta na sua conta corrente.

6. Aplique o seu dinheiro

Há formas de fazer o seu dinheiro render, o que é muito importante para chegar ao seu objetivo da cirurgia. Assim você não depende apenas de quanto consegue guardar exatamente, já que esse dinheiro ainda pode aumentar ainda mais. Há diferentes opções de produtos financeiros que podem te ajudar nessa tarefa de fazer o dinheiro crescer!

A poupança é uma das maneiras mais comuns e conhecidas, já que quase todos que possuem uma conta corrente têm também um fundo disponível associado a ela, porém o rendimento às vezes pode não ser tão interessante.

Os investimentos em renda fixa são ótimas opções de fazer seu dinheiro aumentar! Eles oferecem uma modalidade em que o investidor sabe exatamente quanto irá receber ao final da aplicação, sem sustos e com tudo bem definido. A renda fixa pode ser feita pelos bancos ou corretoras.

7. Confira opções de financiamento da cirurgia

O financiamento também é uma maneira eficiente de conseguir dinheiro para cirurgia plástica, sendo oferecido cada vez mais por clínicas renomadas e que disponibilizam tudo que você precisa. Essa modalidade de pagamento é fundamental tanto para quem não tem o dinheiro todo, quanto quem não possui nenhuma reserva.

Nos financiamentos, as clínicas oferecem essa possibilidade em parceria com um banco específico que trata de todo o pagamento, desde a aprovação do crédito até a cobrança das parcelas. Certifique-se de se informar sobre todas as condições dos financiamentos antes de fechar negócio!

É importante entender que uma clínica que realize o procedimento mais barato nem sempre é a melhor opção, já que ela pode não oferecer tudo que é necessário, como profissionais capacitados, além de toda a estrutura de UTI.

Realizar esse tão sonhado objetivo fica cada vez mais próximo quando se sabe como conseguir dinheiro para cirurgia plástica. A disciplina é fundamental, assim como a organização financeira. Siga essas dicas e obtenha sucesso!

Agora que você já sabe mais sobre o assunto, que tal nos seguir nas redes sociais? Assim você tem acesso a mais posts como este, além de saber mais sobre nossos serviços. Estamos no Facebook e Instagram!

Exames pré-operatórios: entenda sua importância

Para garantir a segurança e o sucesso de qualquer procedimento cirúrgico, os exames pré-operatórios são essenciais. Entre os principais solicitados pelos médicos estão os laboratoriais e os clínicos, que são capazes de identificar fatores de risco para o paciente que vai se submeter a uma cirurgia.

Para entender melhor a importância desses exames, confira neste post algumas informações importantes sobre esse assunto. Acompanhe e aproveite para tirar as suas dúvidas!

Saiba qual é a relevância da fase pré-operatória

Definimos como fase pré-operatória a etapa entre a indicação da cirurgia e o momento de sua realização. Depois de confirmar o procedimento, o médico responsável fornece uma série de instruções, que vão desde a preparação do paciente até sua recuperação.

Todas essas etapas devem ser seguidas à risca. Afinal, o paciente precisa estar com condições perfeitas de saúde no dia marcado para a realização do procedimento. É claro que, dependendo do tipo de cirurgia, há orientações específicas. Em geral, o objetivo é fazer que o paciente esteja em seu melhor estado físico e emocional.

Quando o paciente já se decidiu pela cirurgia plástica — a fim de mudar algo que o esteja incomodando em seu corpo —, é fundamental entender que o sucesso do procedimento não depende apenas do que ocorre durante a operação.

Os resultados satisfatórios são conquistados quando as etapas antes e depois da cirurgia são cumpridas com cuidado. Na fase pré-operatória, portanto, é essencial que se façam todos os exames que forem solicitados. Eles vão garantir a segurança do paciente e os resultados que ele deseja.

Veja como funcionam os exames pré-operatórios

Esse exames precisam ser realizados o quanto antes, pois caso seja necessária uma avaliação médica complementar, o cirurgião responsável terá tempo para solicitá-la. Também pode ser que seja pedido o tratamento de alguma doença até então desconhecida, como a silenciosa anemia.

Cabe frisar que a validade mínima dos exames é de seis meses. Caso não aconteça nenhuma alteração na saúde do paciente, alguns exames podem valer por até um ano. Logo, nunca deixe os exames para depois: a recomendação é de que o quanto antes eles forem realizados, melhor para o sucesso do processo cirúrgico.

Conheça os principais exames solicitados antes da cirurgia

O tipo de cirurgia define os exames que o paciente deve realizar. Alguns, no entanto, são quase obrigatórios, pois ajudam a avaliar a saúde como um todo. Veja, a seguir, os principais deles.

Hemograma

Esse exame é de suma importância antes da realização de qualquer cirurgia plástica. Ele é feito a partir de uma coleta de sangue e tem o objetivo de comprovar a ausência de doenças, como a anemia, leucemia, infecções viróticas ou bacterianas e inflamações.

Ele é composto também por:

  • eritrograma: que avalia e demonstra a contagem de glóbulos vermelhos;
  • leucograma: que analisa e apresenta a contagem de glóbulos brancos;
  • contagem de plaquetas.

Glicemia

Conhecido popularmente como “teste de glicose”, esse exame é feito em jejum de, pelo menos, 12h. Ele avalia a quantidade de açúcar no sangue e é usado para diagnosticar diabetes. Em pacientes que já sabem que são diabéticos, serve para verificar o nível de glicemia para, assim, ajustá-lo por meio de tratamento adequado.

Como diabetes descompensado dificultar e comprometer o seu pós-operatório em diferentes níveis  e até mesmo gerar problemas com a cicatrização.

Eletrocardiograma

Como o próprio nome sugere, o eletrocardiograma é um exame que avalia a atividade  cardíaca — e, por isso, é indispensável em qualquer tipo de cirurgia. Ele faz o diagnóstico de disfunções no coração, como arritmia cardíaca, patologias e até infarto.

A realização do eletrocardiograma é rápida e indolor. Caso alguma alteração seja identificada, é preciso fazer uma avaliação com um especialista em cardiologia antes da cirurgia.

Coagulograma

Entre os exames pré-operatórios essenciais, é importante incluir o coagulograma. É ele que permite fazer a medição da capacidade que o organismo tem de evitar hemorragias por meio da produção de coágulos.

Com ele, é possível diagnosticar complicações hemorrágicas que o paciente possa vir a ter durante a realização e até mesmo depois do procedimento cirúrgico. Caso algum problema seja detectado, o médico responsável deve avaliar minuciosamente a situação e o estado geral de saúde do paciente, para evitar que haja problemas posteriores.

Radiografia de tórax

O raio-X do tórax, como é chamado popularmente, é um exame de imagem que identifica possíveis alterações no sistema cardiorrespiratório. Em casos de cirurgias, ele é pedido normalmente quando o paciente é fumante ou tem problemas asmáticos e apresenta tosse, falta de ar e dor torácica.

Além de verificar problemas nos pulmões, o exame também identifica possíveis alterações no coração, nos ossos e nos vasos sanguíneos.

Ureia e creatinina

Para avaliar a função renal, o exame de ureia e creatinina é bastante importante. Afinal, resultados com indicadores abaixo ou acima do normal podem indicar problemas de saúde que podem afetar o processo da cirurgia. 

Exames complementares

De modo geral, quando o histórico clínico detalhado é feito e os principais exames são solicitados, poucos testes complementares são pedidos. No entanto, para que nenhuma alteração no estado de saúde do paciente passe despercebida é possível que haja  solicitações complementares, além das básicas já citadas.

Na maioria dos casos, esses pedidos são feitos para pacientes que apresentam doenças controladas (condição conhecida como comorbidade),como por exemplo Hipertensão arterial ou doenças pulmonares.

Os exames pré-operatórios garantem que a cirurgia plástica, independentemente do tipo, ocorra de forma segura e de acordo com as expectativas do paciente e do médico. Todos eles precisam ser feitos assim que forem solicitados para que, caso haja alterações, o médico possa indicar o melhor caminho a seguir — e, assim, evitar riscos desnecessários durante o procedimento cirúrgico.

E então, gostou de entender melhor a importância dos exames pré-operatórios? Então leia sobre os tipos de cicatrização para conhecer quais são e os cuidados necessários. Boa leitura!

Diferenças dos tipos de cirurgia abdominal: clássica ou em âncora

Muitas vezes o emagrecimento deixa de ser uma questão estritamente estética e se torna necessário por motivos de saúde. Entretanto, após esse processo, podem ficar alguns vestígios. O excesso de pele no abdome é o mais comum. A boa notícia é que há solução para isso. Continue lendo para conhecer os principais tipos de cirurgia abdominal.

São sobretudo os pacientes que recorrem à cirurgia bariátrica que costumam apresentar esse quadro, visto que o emagrecimento ocorre de forma rápida e intensa. E, por isso, alguns continuam com a mesma insegurança do corpo que tinham na época em que eram obesos.

No entanto, a causa passa a ser outra: a pele abdominal tende a não voltar totalmente ao normal após a cirurgia. Para corrigir esse efeito, existem diferentes tipos de cirurgia abdominal.

Os principais são a clássica ou a em âncora. Se você deseja entender melhor, continue lendo abaixo. Preparamos um miniguia com as principais características de cada uma delas.

Cirurgia abdominal clássica

Considerada um dos principais tipos de cirurgia abdominal, a técnica consiste em uma incisão em formato de arco localizada logo acima dos pelos pubianos. Há casos nos quais também é necessária uma outra incisão ao redor do umbigo. Normalmente, essa cirurgia é indicada para pacientes que apresentam excesso de pele tanto acima quanto abaixo do umbigo.

Após realizar os cortes, o médico desloca a pele do abdome em direção ao tórax e expõe os músculos, que serão unidos e costurados, formando uma parede abdominal mais firme e definida.

Trata-se de um procedimento mais invasivo e a partir dele é possível retirar também alguma gordura abdominal remanescente. Essa gordura é retirada da pele do abdome, junto com o excesso da mesma, e todo o tecido é reposicionado.

Devido a diminuição da pele e da circunferência abdominal, pode ser que o orifício inicial não coincida com o umbigo do paciente, sendo necessário fazer um novo corte na pele, no qual ele se encaixará.

Esse excesso pode ser resultante do emagrecimento após uma cirurgia bariátrica, ou mesmo por dieta alimentar, gravidez ou flacidez da pele que se desenvolve com o tempo.

Normalmente é realizada mediante anestesia geral e peridural.

Após a cirurgia, o paciente permanece com dreno em torno de 7 dias. Caminhadas, curativos e cintas de compressão também são indicados para uma boa recuperação e para auxiliar no alcance dos resultados desejados.

A cicatriz permanece, mas é atenuada com o tempo. Contudo, uma nova gravidez ou ganho de peso podem comprometer os resultados. É por isso que uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos regulares são fatores fundamentais para resultados mais duradouros e satisfatórios.

Cirurgia abdominal em âncora

Algumas pessoas, após o emagrecimento, apresentam uma incômoda barriga em formato de “avental”. Trata-se de um excesso de pele que fica caído, impedindo que o paciente use roupas mais justas e causando assaduras em dias de calor.

Nesse caso, pode ser recomendada a cirurgia abdominal em âncora. A anestesia empregada nesse procedimento é a peridural com sedação ou a geral, em casos mais complexos. O procedimento dura entre 3 e 5 horas e, além do corte realizado logo acima dos pelos pubianos, também há um outro corte em linha reta que passa pelo umbigo até o baixo ventre.

Isso acontece porque normalmente o paciente indicado para esse tipo de cirurgia abdominal necessita de uma redução maior de tecido. Além disso, a pele pode ser reduzida tanto no sentido horizontal quanto vertical.

O nome da cirurgia deriva da sua cicatriz, que costuma ficar em formato de uma âncora. Após o procedimento, também será necessário utilizar uma cinta de compressão e realizar pequenas caminhadas, que ativam a circulação e ajudam a evitar a ocorrência de trombose.

Entretanto, é proibido pegar peso e esticar demais o corpo nas primeiras semanas. Tais atitudes podem fazer com que os pontos se abram, causando complicações e comprometendo o resultado do procedimento.

Quais as diferenças entre esses procedimentos?

Após entender como funciona cada um dos tipos de cirurgia abdominal, é comum que surjam dúvidas quanto às diferenças entre elas. Somente o seu médico poderá indicar qual a melhor para o seu caso.

A cicatriz da abdominoplastia clássica pode ser facilmente disfarçada, visto que fica em uma região que normalmente fica coberta pelas roupas, ainda que a paciente use biquíni. Já a cirurgia em âncora apresenta uma cicatriz maior e mais evidente por conta do corte vertical.

Quais as semelhanças entre eles?

Nos dois tipos de cirurgia abdominal, a anestesia e o pós operatório normalmente são semelhantes. Em ambos os procedimentos, o paciente inspira cuidados não podendo realizar grandes esforços físicos nas primeiras semanas.

O não cumprimento dessas e de outras recomendações médicas pode levar à ruptura dos pontos ou mesmo à inflamações. Tais eventos, além de comprometer os resultados, podem colocar em risco outros aspetos da saúde do paciente.

O uso de cintas e a prática de caminhadas leves também é importante em ambos os casos, de modo a evitar problemas circulatórios que podem aparecer como complicações pós cirúrgicas.

Tanto para pacientes que realizaram o procedimento clássico quanto para aqueles que fizeram a cirurgia em âncora, a volta às atividades normais do dia a dia acontece cerca de 30 dias após o evento. Esse prazo pode alterar e o médico é quem deve fazer um acompanhamento e mensurar as variáveis da recuperação.

É importante ter em mente que, embora existam algumas reações e procedimentos padrão, há diferenças de um organismo para outro. Portanto, não estranhe se a sua recuperação for diferente do pós operatório da sua amiga, que usou a mesma técnica aplicada pelo mesmo cirurgião.

Em caso de dúvida ou insegurança, é importante ter uma conversa franca com o seu médico para que o procedimento seja realizado sem receios ou preocupações.

Entendeu quais são os principais tipos de cirurgia abdominal e como cada um deles funciona em termos de resultados e recuperação? Se você gostou do post ou se ainda tem alguma dúvida, entre em contato conosco e conheça nossos profissionais.

Cirurgia plástica estética e reparadora: há diferença?

Quando falamos em cirurgia plástica, é comum depararmos com vários termos diferentes e, para muitos, confusos. E a maior parte da confusão se dá por explicações de senso comum.

Hoje, vamos esclarecer se existe ou não diferença entre uma cirurgia plástica reparadora e uma estética. Essa, aliás, é uma confusão comum entre as futuras pacientes, principalmente para quem quer realizar o procedimento por meio de um plano de saúde. Acompanhe!

Quais são os objetivos de uma cirurgia plástica?

Antes de falarmos sobre o que difere os dois tipos de cirurgia, é importante abordarmos o que leva uma pessoa a decidir em realizá-los. Entendendo isso de forma clara, será possível compreender cada uma das nomenclaturas dadas aos procedimentos. Listamos alguns dos principais fatores que motivam a modificação de alguma parte do corpo:

Aumento da autoestima

Talvez um dos principais motivos que fortalecem a decisão de alguém em recorrer à uma clínica de cirurgia plástica para corrigir ou melhorar alguma parte do seu corpo seja a busca pela melhora da autoestima. De certo, quando alguém está bem consigo, principalmente com a sua imagem, há um aumento da segurança e confiança em várias áreas da sua vida.

Por isso, buscar um cirurgião plástico pode trazer ganhos muito maiores que os estéticos, pois o que enxergamos no espelho impacta, e muito, o comportamento do nosso psicológico. Mas é importante entender que uma plástica, por mais fantástica que seja, não resolve problemas psicológicos causados por outros fatores.

Melhora da qualidade de vida

Diversos tipos de cirurgias são procuradas pelos pacientes, ou até mesmo requisitadas por seus médicos, para melhorar a sua qualidade de vida. Independentemente do resultado estético, que é um ganho que vem junto, esses procedimentos contribuem para o seu bem-estar e saúde.

Um exemplo é a cirurgia bariátrica que é recomendada para as pessoas que não conseguem reduzir o seu peso seguindo os métodos comuns, como dietas e exercícios físicos. Por isso, o caminho mais indicado é uma intervenção cirúrgica, que consegue alcançar os resultados no tempo adequado ao tratamento, como a cirurgia bariátrica.

Dessa forma, há outros tipos que visam o mesmo fim, como a Mamoplastia de redução, indicada para seios muito grandes e desconfortáveis, que acarretam problemas na coluna por causa do seu peso.

Correção pós-cirúrgica

Outro grande benefício de uma cirurgia plástica é a sua associação com outros procedimentos a fim de corrigir cicatrizes ou outras marcas que ficaram. Por exemplo, quando alguém passa por uma cirurgia após um acidente, os cirurgiões podem indicar que essa pessoa busque uma plástica para reconstruir a área afetada, já que esses procedimentos em caráter de urgência não objetivam o fator estético.

Cirurgias de câncer de mama também deixam sequelas desagradáveis, e algumas mulheres buscam uma alternativa na cirurgia plástica, para recuperar a forma anterior.

O que é uma cirurgia plástica estética?

O conceito de cirurgia estética é bem mais amplo do que as definições dadas à ele. Afinal, por mais que não seja considerado como tal, o resultado de vários procedimentos também é estético e altera a aparência, melhorando-a por consequência.

Porém, muitos órgãos, principalmente as empresas de planos de saúde consideram como cirurgia estética aquelas que visam exclusivamente uma transformação na aparência da área modificada, sem interferências funcionais ou corretivas.

Essa definição é utilizada para justificar valores e coberturas desses planos. No entanto, as suas características não podem limitar ou separar um procedimento do outro, e os Cirurgiões Plásticos os consideram como únicos.

Vale lembrar que, considerando esse entendimento, uma mesma cirurgia pode ser considerada de reparação ou estética a depender do objetivo para o qual ela foi recomendada.

O que é uma cirurgia plástica reparadora?

O que separa os conceitos dos dois tipos cirúrgicos são os objetivos. Assim como citamos na estética, essas diferenciações servem apenas para balizar as decisões de cobertura dos planos, mas na prática não há argumentos que justificam uma separação.

A cirurgia reparadora é aquela que visa corrigir alguma incorreção no corpo, que prejudica a saúde ou traz complicações para o paciente. E, para quem faz essa distinção, esses procedimentos são de reparação e não estéticos, embora os seus resultados estéticos sejam evidentes.

Para que você entenda bem essa divisão, tomaremos como exemplo a cirurgia para correção dos lábios leporinos. Quem tem essa falha, normalmente busca a correção visando a melhora das funções naturais do corpo, a depender do tipo do problema. Porém, a transformação gera benefícios que vão além dos funcionais, pois a reconstrução modificará esteticamente a imagem da pessoa, devolvendo a sua auto-estima e propiciando sua integração social.

Qual é o melhor momento para buscar uma cirurgia plástica?

Independentemente do fim da cirurgia, é importante que ela seja feita para satisfazer, por completo, as expectativas de quem a busca. Se o corpo não tiver necessidade de reparação, mas a pessoa não tiver satisfeita com a sua aparência, a cirurgia deve ser considerada.

A recomendação é que o interessado, na sua primeira consulta com o cirurgião plástico, saiba explicar todas as suas motivações e os motivos que o levaram à decisão de buscar essa transformação.

A escolha do Cirurgião Plástico , pode fazer toda a diferença!

Buscar um Cirurgião Plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, já fará um diferença no processo de decisão para uma plástica, pois é um procedimento que exige uma relação de honestidade e apoio do profissional ao paciente.

Esperamos que o nosso post tenha o ajudado a compreender as características de uma cirurgia plástica reparadora e da estética. Mesmo não tendo diferença, há alguns detalhes que são característicos de cada uma.

Se você está planejando realizar uma transformação na sua imagem ou deseja corrigir algo em seu corpo, entre em contato com a gente, marque uma consulta com um dos nossos profissionais ou uma visita à clínica. Será um prazer esclarecer as suas dúvidas e lhe ajudar.

O que você precisa saber sobre a Dermolipectomia

Você já ouviu falar da Dermolipectomia? A cirurgia que remove o excesso de pele é ideal para quem passou por um emagrecimento muito grande de forma repentina, como nos casos de pacientes pós bariátricos.

Mesmo após a perda de peso, o que já contribui grandemente para os aspectos de saúde, uma questão importantíssima permanece em aberto na vida das pessoas que se submetem à redução do estômago — a recuperação da autoestima. É aí que entram as cirurgias plásticas.

Para entender melhor do que se trata a Dermolipectomia, como ela é feita e quais as indicações para cada caso, fique por dentro deste post:

O que é Dermolipectomia?

A Dermolipectomia nada mais é do que a remoção do excesso de pele ocasionado pelo emagrecimento abrupto, conhecido como perda ponderal.

Essa cirurgia normalmente é pós-bariátrica, isto é, geralmente ela é procurada por pacientes que recém fizeram uma redução do estômago e perderam muitos números na balança, chegando a emagrecerem 40 ou 50 quilos em um intervalo de tempo muito pequeno.

É natural que a pele não consiga se adaptar ao novo peso com a mesma rapidez, por isso, é bastante comum que algumas regiões do corpo se tornem flácidas e que passem a ter um grande volume de tecido excedente.

A Dermolipectomia é o procedimento que busca solucionar justamente este problema, e pode ser classificada em três tipos principais:

  • abdominal, que remodela o abdômen;
  • braquial, que remodela os braços; e
  • crural, que remodela a parte interna das coxas.

Essa cirurgia plástica vai muito além de um procedimento puramente estético. Ela está diretamente relacionada com a melhora da autoestima do paciente, o seu bem-estar e sua qualidade de vida.

Dermolipectomia abdominal

A Dermolipectomia abdominal é indicada para as pessoas que têm sobra de tecido na região da barriga, tanto em função da cirurgia bariátrica, como também após a gravidez ou em decorrência do envelhecimento.

Como é feita?

Essa cirurgia consiste na remoção do tecido excedente do abdômen, que geralmente é feita após a aplicação de uma anestesia epidural ou geral, a depender do caso.

É feito um corte transversal semilunar na barriga e, em seguida, a pele e o tecido gorduroso subcutâneo que serão removidos são deslocados e retirados pelo cirurgião.

Quando é necessário remodelar também a musculatura, os tecidos musculares são cortados e costurados cuidadosamente.

Como é a recuperação?

Após a cirurgia, o paciente deve ter cuidado com os pontos e com a alimentação para evitar uma inflamação. É recomendado repouso por cerca de 20 a 30 dias, mas a recuperação tende a ser tranquila e pouco dolorosa.

Alguns cirurgiões podem recomendar sessões de drenagem linfática durante esse período para evitar que líquidos se acumulem na região da barriga, o que pode prolongar o tempo de recuperação.

Dermolipectomia braquial

A Dermolipectomia braquial é indicada para remover o excesso de pele que faz muita gente evitar a todo custo o temível “tchauzinho”, eliminando o tecido flácido e remodelando os braços.

Como é feita?

Nesse tipo de cirurgia, é feita uma pequena incisão na dobra da axila e são retirados tanto a pele excedente como o tecido gorduroso que a reveste, tanto é que em alguns casos o cirurgião opta por realizar também o procedimento de lipoaspiração no local.

Quando a remoção que será feita é muito extensa ou volumosa, o cirurgião pode fazer um corte maior na vertical da parte interna do braço. Em todos os casos o paciente recebe uma anestesia local e também a geral.

Como é a recuperação?

O procedimento leva em média 3 horas para ser concluído e os cuidados no pós-operatório são bem fáceis de serem seguidos. Não é necessário repouso absoluto, mas o paciente deve evitar movimentar bruscamente os braços ou levantar peso por cerca de 30 dias.

Essa medida interfere diretamente na aparência da cicatriz. Quanto menor for a tração da musculatura no local da cirurgia, mais discretos ficarão os vestígios do corte, que costumam alargar um pouco com o tempo devido à pele fina da região dos braços.

Os resultados definitivos só poderão ser vistos 6 meses após a realização do procedimento, quando a cicatrização externa e interna estará completa.

Dermolipectomia crural

A Dermolipectomia crural, também conhecida como cruroplastia ou ainda suspensão das coxas, é indicada para os pacientes com muita flacidez na parte interior das pernas, além de um excesso de tecido nessa região.

Como é feita?

A cruroplastia exige que o paciente interrompa o uso de medicamentos e até mesmo de anticoncepcionais alguns dias antes do procedimento, de forma a minimizar os riscos de coagulação e de trombose.

No dia da cirurgia, é aplicada uma anestesia peridural, associada ou não com a anestesia geral . Em muitos casos a associação com a lipoaspiração tem a sua indicação.

O corte é feito na virilha, sendo que em alguns casos mais complexos pode ser necessária uma incisão vertical na parte interna da coxa. O procedimento leva de 2 a 3 horas normalmente

Como é a recuperação?

Essa cirurgia exige o repouso relativo por um período de 2 semanas. Depois desse prazo, o paciente pode voltas às suas atividades cotidianas, mas evitando forçar muito a musculatura das pernas.

A recuperação completa acontece por volta de 6 semanas após o procedimento, quando até mesmo atividades físicas são liberadas pelo médico.

Assim como no caso da Dermolipectomia abdominal, as sessões de drenagem linfática são recomendadas e bem-vindas.

Seja qual for o tipo de Dermolipectomia mais indicado para o seu caso, o importante é resgatar a autoestima e gostar do seu corpo. Como você pode ver, apesar de serem cirurgias relativamente grandes, os procedimentos são simples e o periódo de pós-operatório costuma ser tranquilo para a maioria dos pacientes.

Um dos fatores que levam ao sucesso da cirurgia é a escolha de um bom cirurgião plástico, além, é claro, dos cuidados durante o tempo de recuperação.

E aí, mais tranquilo em relação à Dermolipectomia? Está pensando em recorrer a esse procedimento? Se sim, qual tipo? Conte para a gente nos comentários!

(*) Conheça os tipos de próteses de silicone e saiba como escolher

A insatisfação com o próprio corpo é um mal que aflige muitas mulheres. Quando ela começa a afetar sua autoestima, porém, é hora de procurar soluções. Não por acaso, o Brasil é um dos países que mais se preocupa com a estética.

Segundo dados de pesquisa feita pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), ficamos atrás somente dos Estados Unidos. Entre as preferidas do público, majoritariamente feminino (85,6%), está a colocação de próteses mamárias.

Seja para melhorar a autoestima, valorizar o colo, projetar ou acabar com a aparência flácida das mamas, a mamoplastia de aumento é uma das cirurgias plásticas mais procuradas.

A seguir, explicamos um pouco sobre os diferentes tipos de próteses de silicone e para quem são indicadas. Acompanhe!

Como escolher um entre os vários tipos de próteses de silicone?

Com tantos biótipos diferentes, a variedade de próteses está aí para acompanhá-los. Elas podem variar em forma (redonda, cônica ou em gota), em projeção (baixo, moderado ou alto), em superfície (poliuretano, lisa ou texturizada) e, ainda, no conteúdo (silicone gel ou salina). Ufa! É muita coisa, não é mesmo?

Para descobrir a ideal para cada caso, o mais indicado é consultar um cirurgião plástico, que sabe a que melhor funciona para cada situação. Existem tabelas com medidas indicadas, mas também se levam em conta a finalidade da prótese, o tipo e o tamanho do corpo, e outros.

O silicone é o único material disponível?

Sim, elas ainda são feitas exclusivamente com silicone. As mais modernas levam gel de silicone coesivo, que também tem consistência natural, além de ser agradável ao toque. Todas as próteses usadas no país devem passar pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para receber um selo de qualidade e uma certificação.

Quais os principais formatos de prótese?

Existem três principais formatos quando estamos falando dos tipos de próteses de silicone disponíveis atualmente. Saiba, a seguir, quais são eles.

1. Em gota

A prótese em gota, como é conhecida popularmente, também pode ser chamada de “anatômica”. Isso porque a maior parte do volume de silicone nesse tipo de prótese concentra-se na parte de baixo, o que aumenta a mama sem perder o contorno natural.

Com ela, o colo fica pouco marcado. Como tem pouca projeção, acaba sendo a mais utilizada em cirurgias para reconstrução de mama. Também é indicada para mulheres sem flacidez e com mamas bem proporcionadas.

2. Cônico

Entre os formatos disponíveis, a prótese cônica agrada bastante porque deixa um aspecto bem natural, já que projeta as mamas sem precisar de volumes muito grandes de prótese. Como o nome explica, ela tem formato de cone e não aumenta muito nas laterais.

É indicada, principalmente, para quem tem tórax e ombros mais estreitos que o quadril — o famoso corpo em formato de pera, um dos mais comuns entre as brasileiras.

3. Redondo

A prótese com formato redondo é a mais utilizada até o momento. Ela preenche igualmente todos os espaços da mama e do colo. Dependendo do volume, da projeção e da forma como é colocada, pode dar um aspecto mais artificial.

O que muda na projeção?

A projeção — ou seja, o quanto as mamas ficarão mais “para a frente” e o quanto a prótese vai se espalhar pelo espaço — pode variar.  Entenda a diferença entre elas a seguir.

Perfil baixo

Indicada para quem tem o tórax mais largo ou quer aumentar o tamanho das mamas sem projetá-las muito para a frente, a prótese de perfil baixo tem a largura maior que a altura. Ela, porém, não costuma ser muito utilizada.

Perfil moderado

No perfil moderado, a base ainda é larga, porém menos que no perfil baixo. Ele oferece pouca projeção para a frente, mas um preenchimento moderado do colo.

Perfil alto

Diferentemente das anteriores, próteses de perfil alto têm mais altura que largura. Com as bases menores, projeta as mamas para a frente sem preencher tanto assim. Isso marca menos o colo e oferece um aspecto mais natural.

Perfil superalto

Há ainda quem prefira preencher bem o colo e, ao mesmo tempo, dar maior projeção. Para esses casos, encontramos próteses de perfil superalto, com base ainda menor e maior projeção.

Quais as texturas de prótese disponíveis?

A textura das próteses tem relação com a aderência que elas terão no corpo. Existem próteses lisas, texturizadas e próteses de poliuretano. Conheça-as a seguir!

Próteses lisas

Pelo próprio nome você já pode intuir que a prótese lisa é aquela que apresenta uma superfície sem rugosidades. A desvantagem, no entanto, é que esse modelo oferece maior risco de contratura capsular — que é quando ocorre a retração da cápsula fibrosa em torno do implante, ou seja, o endurecimento da mama.

Próteses texturizadas

Exatamente por oferecerem risco de contratura, as próteses lisas quase não são utilizadas. Hoje em dia, as próteses texturizadas são mais comuns, em conjunto com as opções de poliuretano. As primeiras têm uma superfície rugosa, o que ajuda a melhorar a cicatrização e oferece maior aderência aos tecidos.

Próteses de poliuretano

Já as próteses de poliuretano são até mais seguras que as texturizadas, mas precisam de alguns cuidados especiais. Por serem mais aderentes, a incisão deve ser um pouco maior.

Por outro lado, são menos suscetíveis a sair do lugar — o que, em longo prazo, significa mamas firmes mesmo com o passar do tempo!

Agora que você conhece os tipos de próteses de silicone disponíveis no mercado, entende também como é importante a consulta a um cirurgião plástico. Afinal, ele pode indicar o que vai funcionar melhor para o seu caso.

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Tipos de anestesia: saiba quais são e quando são mais indicadas

A busca por um tratamento estético e/ou saúde pode levantar a muitas duvidas sobre os diversos tipos de anestesias e suas respectivas indicações.

A anestesia é um método que bloqueia os estímulos dolorosos durante um procedimento cirúrgico. Os remédios utilizados como anestésicos são para diferentes tipos de anestesia – geral, peridural, raquidiana, local ou sedação – dependendo da cirurgia.

Algumas cirurgias podem requerer muito mais que o bloqueio da sensação de dor, como: anestesiar a musculatura para que não haja movimentos durante a operação, ou induzir ao sono profundo, são aqueles casos em que você acorda e pergunta: quando a cirurgia irá começar e a cirurgia já terminou.

Neste post vamos abordar quais são os tipos de anestesia e em quais operações elas devem ser aplicadas. Continue com a leitura!

1. Anestesia local e anestesia local com sedação

A anestesia local é o mais simples dos procedimentos anestésicos. É indicada para cessar a dor em uma pequena região — como as usadas em tratamentos dentários, pequenos tumores na pele, corrigir cicatrizes, e sutura de cortes — é aplicada diretamente no local a ser operado.

As substâncias utilizadas com esta finalidade são varias, podendo ser de uso tópico ou infiltrativa,associada ou não com a sedação. A indicação irá variar de acordo com o procedimento e sua extensão; como por exemplo a cirurgia das pálpebras, que poderá ser indicada anestesia local ou associada com sedação.

2. Anestesia geral

Indicada em intervenções cirúrgicas maiores ou mais complexas e de duração mais longa — como a mamoplastia e a ritidoplastia —, a anestesia geral ocorre com a administração de drogas intravenosas a fim de deixar o paciente em um sono profundo controlado.No caso das ritidoplastias é comum associarmos a anestesia geral com a anestesia local, a fim de diminuirmos a dor no pós-operatório e o sangramento durante o ato cirúrgico.  

Dependendo do grau de complexidade da cirurgia ou do tempo da mesma, o paciente é mantido por ventilação assistida espontânea através de uma mascara de oxigênio ou mecânica – entubado, para possa receber oxigenação adequada durante o procedimento cirúrgico. 

De qualquer forma, nos dias de hoje , quando termina a sua cirurgia, você já estará despertando,pois todo o processo de sedação ou de anestesia geral são revertidos quase que instantaneamente junto com o término da cirurgia. .

 

3. Anestesia peridural

Aplicada entre as vértebras, a anestesia peridural — ou epidural — é usada em cirurgias que necessitem um bloqueio da cintura para baixo, como as realizadas no abdômen, região pélvica, pernas, ou outras operações nos membros inferiores.

O anestesista orienta o paciente a ficar sentado ou deitado de lado, inclinando o corpo para frente e dobrando os joelhos, para que o anestésico seja aplicado entre as vértebras da coluna espinhal.

Em seguida, o profissional insere a agulha e o cateter, para depois injetar o medicamento dentro desse tubo fino. O paciente poderá sentir uma leve picada da agulha e uma sensação de calor provocada pela entrada do remédio. O anestesista continua administrando a droga pelo cateter durante a cirurgia.

Há situações em que a peridural é aplicada com sedação, ou seja, o paciente dorme, e assim, não sente nenhum desconforto durante a cirurgia plástica.

4. Anestesia raquidiana

Popularmente conhecida como “raqui”, a anestesia raquidiana é semelhante a anestesia peridural, mas a diferença é o local da aplicação: a “raqui” é aplicada no interior da coluna espinhal, e de uma única vez, ou seja, não é administrada de forma contínua como a peridural.

É um dos tipos de anestesia mais indicado em partos de cesariana, pois oferece bloqueio motor por 3 horas, mas sem deixar a gestante inconsciente.

A anestesia “raqui” também pode ser adotada para outras intervenções em membros inferiores, tais como vasculares, ortopédicas, curetagens, ginecológicas e urológicas. Assim como a peridural, a raqui também pode ser associada à sedação.

Tanto a anestesia peridural quanto a raquidiana podem ser acompanhadas da anestesia geral como forma de dar mais conforto à paciente após o ato cirúrgico.

 

Qual anestesia deve ser usada na cirurgia plástica?

Antes de realizar qualquer cirurgia, o médico e o anestesista avaliam o histórico do paciente, exames pré-operatórios, possíveis alergias e reações a anestesia, medicamentos de que esteja fazendo uso e hábitos de vida — se o paciente é fumante e consome bebida alcoólica, por exemplo.

É por meio desses dados que o anestesista responsável pela sua anestesia vai decidir qual é a anestesia ideal para o tipo de procedimento que você ira realizar.

De qualquer forma, as anestesias mais comuns para a realização de cirurgias plásticas, a depender da complexidade, são as locais com sedação, peridural e raquidiana e a anestesia geral. A escolha da melhor técnica anestésica para cada caso é sempre do anestesista, que é um elemento importantíssimo dentro da equipe de cirurgia.

Portanto, quando você estiver com o seu médico e o seu anestesista, não deixe de tirar todas as suas dúvidas e saber qual anestesia será aplicada em seu caso. A anestesia é acompanhada pelo profissional, que monitora o paciente e controla seus sinais vitais durante toda a operação.

Este artigo sobre os tipos de anestesia foi esclarecedor para você? Então não deixe de acompanhar tudo o que você precisa saber sobre o pré-operatório de uma cirurgia plástica!

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