Veja como a cirurgia plástica mudou a vida de Carla para sempre

A cirurgia bariátrica no Brasil aumentou 46,7% entre os anos de 2012 e 2017, segundo pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. Os números alcançados no período foram acima de 105 mil procedimentos. Por consequência, a cirurgia plástica entrou no rol do tratamento para complementar a parte estética, eliminando os excessos de pele.

Quem fez parte desta estatística foi Carla Dias Brosch Chiuratto, de 41 anos, que realizou as duas operações para ter sua saúde de volta, bem como a autoestima. Depois de lutar contra a balança fazendo regimes, exercícios e tomando remédios, viu seu organismo ficar comprometido e optou pela bariátrica.

Porém, após sua mudança para melhor, seu marido pediu o divórcio (mas calma, o desfecho desse relato é feliz). Conheça mais sobre sua história e a importância de gostar de si mesmo. Confira!

Compreenda a vida antes da cirurgia plástica

Quando teve sua filha, em 2007, Carla desenvolveu uma anemia séria devido à amamentação. Dessa forma, por indicação médica, ficou sem menstruar usando anticoncepcional injetável por um ano. Isso acarretou um aumento de peso de 30 quilos.

Para diminuir o peso, fez dois anos de tratamento com endocrinologista e nutricionista, mas não conseguia emagrecer. Durante esse tempo, era casada e não se sentia à vontade com seu corpo. “Achava-me gorda, não trocava de roupa na frente do meu marido, tomava banho de porta trancada e não tinha coragem de namorar com a luz acesa. Eu estava me sentindo muito feia”, relembra a paulistana.

Com a autoestima prejudicada, dificuldades para emagrecer, exames constatando o acúmulo de gordura no fígado e a quantidade de açúcar no sangue subindo, sua médica endocrinologista viu como alternativa a cirurgia bariátrica. Porém, Carla não tinha índice de massa corpórea suficiente para operar, então teve de fazer a solicitação junto ao convênio, baseada nas patologias existentes.

Apoio da família

A paciente, antes de tomar uma decisão, achou melhor conversar com sua mãe e marido para saber a opinião deles. Ambos deram muito apoio. Decidida, fez todos os exames pré-operatórios e conseguiu a autorização do plano médico.

“Como fazia regime constantemente, depois que marquei a cirurgia, aproveitei para comer massas, pães e frituras, ou seja, fui para a mesa de operação pesando 106 quilos”, comenta a paciente. Ela avalia que sua cirurgia foi um sucesso, pois a recuperação foi rápida e não sofreu com dores.

No entanto, o que era para ser só felicidade, uma grande decepção se abateu sobre ela. Seu marido, após 20 anos de casamento, pediu o divórcio. Além de já ter emagrecido mais do que o esperado com o procedimento, ainda perdeu mais 20 quilos em um mês, pois não conseguia se alimentar por causa da situação.

Início da recuperação

“Aos poucos, comecei a me recuperar e engordei 10 quilos. Não considerei ruim, afinal, estava muito magra. Mesmo assim, quando olhava no espelho continuava me vendo feia por causa do excesso de pele. Isso fez com que procurasse meu convênio para fazer uma cirurgia plástica reparadora”, acrescenta Carla.

Dessa forma, ao ligar na empresa para conversar a respeito do reembolso de um medicamento, e comentando com a atendente sobre seu caso, foi questionada se já havia feito a cirurgia reparadora. A paulistana explicou que há anos estava tentando, mas era sempre negado pelo plano. Com isso, a funcionária indicou o Dr. Lecy Marcondes, porque o cirurgião plástico sempre conseguia a reparadora pelo convênio, além de ser um grande profissional.

Veja o resultado de uma grande virada

Carla marcou a consulta e o médico explicou, em detalhes, os riscos envolvidos para realizar a cirurgia. Falou sobre a questão psicológica, pois a pessoa deve estar bem emocionalmente para ajudar no processo. Além disso, mostrou os possíveis resultados satisfatórios. Ela não teve dúvidas e, mais uma vez, estava enfrentando uma operação: agora de abdominoplastia e mastopexia para a retirada de excesso de peles.

“Fiz os dois processos juntos e não senti nenhuma dor. Houve um pouco de desconforto, o que era esperado, já que estava com quatro drenos, dois no abdômen e dois nos seios. Segui todas as recomendações médicas para que o resultado final fosse o desejado”, conta ela.

Carla ainda ficou 15 dias sem tomar banho, fazendo sua higienização com lenço. “Amei o resultado e minha autoestima foi restaurada. Valeu muito a pena”, conclui. Atualmente, Carla é muito vaidosa, se sente bonita e segura diante das pessoas.

Suas amigas dizem que nos lugares em que ela entra, chama a atenção de todos, mesmo tendo engordado 10 quilos depois de ter ficado desempregada. Mas já está fazendo regime para retornar ao corpo conquistado e não perder as cirurgias feitas.

Saiba como um profissional qualificado é determinante

Para a paciente, o cirurgião plástico Dr. Lecy Marcondes foi determinante, já que solucionou as negativas da sua operação reparadora e ainda a ajudou na recuperação da autoestima. “Eu o indico porque é um profissional que se preocupa com as pacientes e com a autoimagem delas, uma pessoa muito humana, além de simpático. É transparente e criterioso nos procedimentos para que os pacientes saiam da recuperação satisfeitos”, avalia Carla.

Segundo ela, seus seios ficariam mais distantes com as próteses e o médico avaliou que seria melhor dar um ponto por dentro para deixá-los mais próximos. Isso deu mais harmonia às mamas e fica perfeito nos decotes dos vestidos. O mesmo não ocorreu com sua amiga, que fez a mamoplastia e o profissional não realizou o procedimento.

Quando ela vê as fotos de antes e depois, se assusta com a sua aparência transformada. Agora, ao conseguir um emprego, economizará dinheiro para fazer lipoaspiração e colocar próteses nos glúteos, dando um pouco de volume.

Viu como a cirurgia plástica modificou a vida da Carla para sempre? A saúde e a autoestima foram restabelecidas para que ela tenha aceitação e vontade de viver saudavelmente. Assim, não fique com medo ou se lamentando: busque sua transformação. Tanto a bariátrica quanto a plástica reparadora são garantidas por lei para serem feitas pelos convênios ou pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Procure tirar suas dúvidas com profissionais qualificados, entrando em contato com nossa clínica, e volte a ter amor por você.

Conheça 5 principais tipos de limpeza de pele e como escolher

A pele é o maior órgão do corpo humano e necessita de cuidados especiais que requerem bastante atenção. Um deles é a limpeza de pele, um procedimento estético feito em clínicas de estética ou consultórios, que tem por objetivo remover impurezas e cravos da derme. O tratamento pode deixar a pessoa com o rosto mais higienizado, brilhante e bonito.

Existem diversos tipos de limpeza de pele, oferecendo diferentes soluções para quem necessita eliminar impurezas oriundas da poluição e outros agentes ambientais. Essa limpeza proporciona vários benefícios e o principal deles é a remoção das células mortas, o que facilita a penetração de cremes hidratantes, clareadores e detoxificantes.

Neste post, vamos apresentar 5 tipos de limpeza de pele, mostrando as características de cada um. Confira!

Quais são os tipos de limpeza de pele?

1. Esfoliação

A esfoliação é um procedimento por meio de uma mistura de substâncias com textura granular que são misturadas ao óleo ou creme e têm o objetivo de limpar, hidratar e promover a renovação celular da pele. O procedimento garante que a camada mais superficial, na qual são encontradas células mortas, seja removida.

Os resíduos são eliminados por meio da abrasão ou descamação da mistura em contato com a derme. A partir desse momento, a derme fica equilibrada, além de diminuir a aparência de manchas e marcas.

Existem diversos benefícios da esfoliação. Ela uniformiza e melhora a tonalidade, estimula a circulação do sangue, elimina a celulite, devolve à pele um aspecto saudável e elimina impurezas e toxinas.

O esfoliante é ideal para cada tipo de pele, seja normal, sensível, seca, mista ou oleosa. Entretanto, é muito importante consultar um especialista que poderá realizar o tratamento de maneira correta.

Caso a esfoliação seja feita em casa, a melhor maneira é realizar um movimento circular firme em todas as regiões do corpo. Em áreas como pescoço, colo, cotovelos, braços e joelhos, dê preferência aos grânulos maiores, que têm uma potência maior. Já no rosto, o ideal é escolher esfoliantes mais leves, já que é uma área sensível.

2. Extração

A extração é um tipo de limpeza de pele que pode durar cerca de 30 minutos — dependendo do estado da derme — e pode ser feita após a esfoliação. A pele é submetida a um vapor com ozônio, que abre os poros e propicia hidratação, o que facilita a drenagem das espinhas, cravos e miliuns (bolinhas amareladas que contêm sebo).

O tempo de exposição ao vapor com ozônio é de aproximadamente 5 minutos. Apesar de o ozônio ser um gás com propriedades fungicidas e bactericidas, o excesso pode causar efeitos tóxicos quando inalado por um longo período. Após esse tempo, um vapor de água é aplicado por 10 minutos sobre a pele, que é coberta por uma camada fina de algodão embebido em creme hidratante.

Para retirar os miliuns e cravos, é necessário usar técnicas de manipulação corretas. Os cravos são espremidos com os dedos, mas o profissional não aperta a pele diretamente, pois é utilizada uma gaze para realizar a extração. Isso auxilia na redução da dor e evita machucar a derme.

Já os miliuns são removidos por meio de uma microagulha, pois é preciso remover a casquinha que recobre o cisto para expelir a bolinha de sebo de seu interior. O ideal é não extrair espinhas durante a limpeza de pele, porque deixa cicatrizes e gera inflamação. 

A extração precisa ser realizada delicadamente e devagar, de maneira que o paciente sinta-se confortável. Para pessoas mais sensíveis a dor, um anestésico tópico pode ser usado previamente.

Depois que a extração é feita, é usado um aparelho de alta frequência para a cicatrizar e atuar como um anti-inflamatório sobre a pele que sofreu microlesão.

3. Peeling químico

O peeling químico é um tratamento muito indicado para pessoas que apresentam manchas na pele, excesso de oleosidade, poros aparentes e espinhas. O procedimento pode ser feito com vários ativos, como ácido salicílico, retinóico e glicólico, que removem as camadas superficiais da derme, para que possa se regenerar com uma aparência melhor.

Os principais benefícios que o peeling químico proporciona para a pele são:

  • atenua manchas e rugas;

  • diminui a formação de cravos e espinhas;

  • melhora a textura da pele;

  • controla a oleosidade.

O procedimento deve ser feito em um consultório com um dermatologista. A região é preparada antes de começar o peeling para que a técnica responda de maneira mais uniforme. Em seguida, o ácido é aplicado. O peeling químico é repetido de acordo com a necessidade de cada pessoa. O tratamento é realizado em uma única sessão ou dividida em várias, que é determinada pelas características da pele do paciente.

Após o procedimento, a pele fica bastante sensível e, portanto, é importante evitar a exposição solar, não tocar na área tratada e usar protetor solar. Além disso, cremes hidratantes também devem ser utilizados para evitar o surgimento de manchas.

4. Máscara

As máscaras têm por objetivo auxiliar na remoção de cravos. Em geral, utiliza-se uma máscara calmante, à base de mentol ou azuleno, de acordo com o tipo de pele, de 10 a 20 minutos para ajudar na diminuição da vermelhidão e acalmar a pele.

A remoção pode ser realizada com água e gaze limpa, por meio de movimentos circulares. Durante a atuação, pode ser feita a drenagem linfática manual em toda a face para ajudar a retirar o inchaço.

5. Massagem

A massagem é feita por meio de manobras metódicas e suaves com finalidade estética ou terapêutica, que auxilia na aplicação de substâncias calmantes e hidratantes. Para diminuir a aparência de vermelhidão, águas termais e compressas com loções calmantes também podem ser aplicadas.

Qual a periodicidade da limpeza de pele?

A limpeza depende do tipo de pele de cada pessoa. Dermes secas e normais podem repetir o processo a cada 2 meses. Já as pele oleosas, mistas e com a presenças de cravos exigem um cuidador maior, e o ideal é realizar a limpeza todo mês. 

Como vimos, existem diversos tipos de limpeza de pele, que proporcionam uma derme mais bonita, hidratada e com aparência saudável. Por isso, antes de optar pelos tratamentos, marque uma consulta com um dermatologista que poderá indicar a limpeza ideal de acordo com as suas necessidades.

Gostou deste conteúdo e quer complementar a sua leitura? Então, conheça a harmonização facial, técnica que veio para ficar!

Entenda o procedimento de reconstrução de mama de maneira descomplicada

Quando a mulher é diagnosticada com câncer de mama, ela sabe que enfrentará um processo difícil e demorado. E que além de afetar seu corpo, o emocional também será abalado, principalmente se houver a retirada de parte do seio. Por isso, fazer a reconstrução de mama é tão importante para seu restabelecimento.

Esse procedimento já é realizado pelo Sistema Único de Saúde, sendo garantido pela Lei 12.802/2013. Nela consta que seja feita a mastectomia na mulher desde que se encontre em boas condições clínicas. Como, também, que tenha acompanhamento médico na sua recuperação.

Assim, para ampliar seu conhecimento e trazer a conscientização e prevenção para o Outubro Rosa, trouxemos no post informações sobre como é feito o procedimento e quando fazer a reconstrução mamária. Venha e leia tudo a respeito.

Como funciona a cirurgia de reconstrução de mama e qual o principal objetivo?

Embora o tratamento do câncer tenha evoluído muito, ainda existem procedimentos invasivos a serem realizados. No câncer de mama, por exemplo, se houver diagnóstico precoce, é possível fazer uma cirurgia menos invasiva para a retirada do tumor. Outra melhoria foi na questão da reconstrução mamária, em que a cirurgia plástica deixa a mama removida semelhante à que foi preservada.

Porém, a técnica dependerá do tipo de procedimento que foi feito para sua retirada, sendo ela a inserção de uma prótese, um expansor ou a gordura e pele do abdômen ou das costas. Geralmente, na eliminação do tumor, a aréola e o mamilo não são preservados.

Por isso, existe o método de dermopigmentação. Esse é realizado na camada superficial da pele e dura mais que a micropigmentação ou a tatuagem. Ele consiste em desenhar tridimensionalmente a aréola e o mamilo o mais próximo do real, usando tons que dependerão da cor da pele da pessoa. Mas o processo só pode ser executado após seis meses da cirurgia plástica. Geralmente, o profissional faz a pigmentação nas duas mamas para que fiquem uniformes. Caso precise, depois de 30 dias são feitos os retoques.

Quais os tipos de reconstrução de mama e as próteses que podem ser usadas?

Existem várias técnicas para a reconstrução de mama, a escolha dependerá da forma, tamanho e o lugar em que houve a eliminação do tecido. Usualmente, são realizados os métodos de prótese de silicone, de expansor cutâneo e transferência de retalhos de pele.

Prótese de silicone

É a mais indicada quando a mastectomia não comprometeu tanto a quantidade de pele e a paciente tem tecido satisfatório para reconstruir a mama. A prótese de silicone tem diversos tamanhos, formatos e texturas. O médico saberá qual a melhor conforme o biótipo e aparência do seio.

Expansor

Em um primeiro momento, é inserido um expansor que parece uma prótese, porém é vazio e fica sob a pele. À medida que o tecido vai se recuperando, é feita a aplicação de soro fisiológico para ele encher até que a mama fique no tamanho indicado e com nova estrutura. Após, ele é retirado, sendo colocado o implante definitivo. No entanto, pode ocorrer o uso de expansor permanente, dependendo do caso.

Transferência de retalhos de pele

Essa técnica permite a remoção de tecidos de outras áreas do corpo da paciente para reconstruir a mama, podendo ser:

  • a pele, gordura e músculos da parte inferior do abdômen. O método cria um tipo de túnel, levando o tecido até a mama, mas ligado à área do local em que foi removido para haver vascularização. A mulher que realiza tal cirurgia precisa ter tecido adiposo sobressalente. Inclusive, é colocada uma tela de polipropileno no abdômen para a região não ficar enfraquecida;
  • parte do tecido adiposo da barriga é cortado para inserir na mama, porém esse procedimento precisa de uma microcirurgia para ligar os pequenos vasos. Não há uso de tecido muscular;
  • a rotação de retalho ou músculo grande das costas, do mesmo lado que será feita a reconstrução. Essa indicação é para casos em que não há pele suficiente na região da mama ou há outro problema.

O procedimento pode ser imediato quando a mastectomia e a reconstrução são feitas juntas, assim a paciente enfrentará um único período de recuperação e não precisará lidar com falta da mama. Por outro lado, há a intervenção tardia em que ela não apresenta condições clínicas na primeira operação e tem que esperar sua saúde melhorar para realizar o outro processo.

Em quais casos o procedimento é necessário?

Tanto a reconstrução da mama como a mastectomia são realizadas em mulheres que tiveram diagnóstico de câncer de mama e precisaram remover parte do seio. O ideal é que a reconstrução e plástica sejam feitas juntas.

Contudo, é preciso avaliar a saúde, porque há pacientes que ainda têm que fazer a radiação para finalizar o tratamento. Esse processo pode prejudicar a cicatrização da cirurgia. Inclusive, se o procedimento foi muito invasivo, o corpo precisará de um tempo maior para se restabelecer.

Logo, enquanto a mulher aguarda o momento correto para fazer a cirurgia plástica, ela pode usar sutiãs com enchimento, para que sua autoestima não fique tão frágil e ela se sinta mais segura consigo.

Quais são os possíveis resultados obtidos com a reconstrução de mama?

Embora as cicatrizes deixem lembranças, pois estão relacionadas ao tamanho do tumor que foi eliminado. Os resultados são muito satisfatórios. Mesmo o cirurgião fazendo os cortes de maneira discreta, elas permanecerão, inclusive no caso de uma operação para o uso de retalhos de pele na reconstrução. Porém, independentemente disso, são reduzidos os impactos físicos e psicológicos da paciente, ainda que seus seios não fiquem iguais ao que era antes.

Resumindo, para que a reconstrução de mama não se torne um problema a mais na sua vida, procure um médico e cirurgião plástico especializado na técnica e apto a realizar o procedimento. Na dúvida, consulte se ele faz parte da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Assim, terá mais segurança para realizar a operação.

Você curtiu este artigo? Então continue com a visita em nosso blog, leia mais sobre implante de silicone mamário, assim ficará bem-informado sobre o assunto!

Saúde e autoestima: Vanessa Assaí conta a sua história com a cirurgia plástica

O efeito sanfona é muito comum entre as pessoas que lutam uma boa parte da vida contra a balança, como a psicóloga de 38 anos, Vanessa Assaí. Aos 11 anos ela começou a fazer regime e enfrentou, por anos, um sofrimento longo até chegar à cirurgia plástica.

Após realizar uma cirurgia bariátrica, mastopexia com inserção de próteses de silicone e abdominoplastia tradicional, olhar-se no espelho, atualmente, é viver com os sentimentos de conquista e prazer. Vamos conhecer a história da Vanessa para que você possa ter mais coragem de transformar seu corpo e aumentar sua autoestima? Boa leitura!

O início de tudo

Na sua infância, Vanessa Assaí foi uma criança saudável, considerada com peso e estatura normal até os 11 anos; no entanto, a partir dessa idade, começou a ganhar peso. Sua mãe, inclusive, teve de levá-la a um endocrinologista metabólico para descobrir o que estava acontecendo, porque ela já estava com 70 quilos.

Desse período em diante, ela iniciou uma jornada de reeducação alimentar, com uma dieta restritiva que era muito difícil de dar continuidade. Dessa forma, cumpria a dieta durante um tempo e depois voltava a comer de forma desregrada. Havia uma cobrança interna muito grande, tanto de si própria como das pessoas com quem ela convivia, por meio de palavras e também de olhares.

Isso fez com que a Vanessa, aos 15 anos, fizesse um regime em que podia comer somente queijo, presunto, beber café sem açúcar e cenouras por 15 dias. O sacrifício até que valeu a pena, mas o efeito rebote a fez retornar aos 70 quilos novamente. Dessa maneira, viveu toda a sua adolescência brigando com a comida, balança e consigo mesma.

Com seus 21 anos, apostou nos remédios para emagrecer. “Foi a grande burrada que cometi na minha vida, pois realizava o tratamento medicamentoso por um período de seis meses e após esse tempo, tinha que parar. Aproveitava e fazia um paralelo com o tratamento nas nutricionistas”, relembra Vanessa, inconformada. “Nesse momento da pausa dos remédios, eu engordava além dos quilos que havia eliminado. Passei por esse transtorno na minha vida por uns 14 anos, até realizar a cirurgia bariátrica”, diz aliviada.

Contudo, para optar pela operação, a psicóloga chegou a pesar 116 quilos e desenvolveu um problema sério na coluna. Ao analisar o estado de saúde da paciente, os médicos ortopedistas indicaram a cirurgia bariátrica para que ela pudesse eliminar peso rapidamente. No início ela relutou, mas teve que considerar como a melhor opção, tanto para a coluna quanto para o tratamento de obesidade.

Uma vez com a decisão tomada, procurou o cirurgião bariátrico em dezembro de 2016 e realizou os procedimentos necessários para fazer a intervenção em março de 2017. Depois disso, atingiu o peso determinado pela equipe multidisciplinar em 10 meses: foram menos 40 quilos. Com um ano, foi liberada pelo médico gastroenterologista a dar seguimento ao tratamento de obesidade, ou seja, as cirurgias reparadoras para a retirada das peles que ficaram em excesso.

A fase das cirurgias plásticas

Vanessa conta que encontrar um cirurgião plástico que desse a ela a confiança que precisa não foi fácil, então se consultou com seis médicos. Todavia, em cada ida a um médico diferente, tinha um misto de sentimentos. Com alguns profissionais se sentia bem, com outros sentia que falta mais conhecimento e atenção por parte deles. Uns chegavam a ser bem detalhistas, já outros eram frios e mal-educados.

Sentindo-se perdida, entrou em grupos nas redes sociais procurando informações. Em certo momento, recebeu a indicação da administradora de um grupo para procurar o Dr. Lecy Marcondes. Ela, inclusive, mostrou resultados dos procedimentos feitos por ele, a história de vida dela e de outros integrantes.

Com as informações obtidas, marcou uma consulta com Dr. Lecy em julho de 2018. Ela se sentiu tão segura e acolhida pelo médico que não teve mais dúvidas: confiaria o seu corpo a esse cirurgião plástico. “Eu simplesmente amei ele na hora porque é bravo, mas de um coração e profissionalismo sem igual. Gosto de pessoas diretas e que falam de maneira que você entenda”, ressalta a psicóloga.

Segundo ela, suas explicações demonstraram até onde era possível chegar com a operação seguindo o biótipo físico da pessoa. O profissional faria o que fosse melhor para que seu corpo ficasse na melhor versão e dentro dos limites de segurança para um resultado satisfatório.

Diante disso, pegou as guias dos exames preparatórios para dar prosseguimento. Com os resultados em mãos, retornou para mostrar os exames e, em outra data, para fazer as marcações no seu corpo para o procedimento de mastopexia com prótese de silicone e abdominoplastia tradicional, em dezembro de 2018.

Após a cirurgia plástica realizada, tanto o Dr. Lecy quanto a sua equipe deram o suporte necessário com as consultas presenciais. No início, eram em dias alternados, para a troca dos curativos e acompanhamento da recuperação. “No primeiro mês há mais assiduidade, pois a operação é recente, mas elas vão diminuindo até obter o resultado”, comenta Vanessa.

A vida após as cirurgias

Logo que estava em processo de recuperação, a Vanessa já sentiu sua autoestima melhorar ao se olhar no espelho. As imperfeições causadas pela obesidade não existiam mais. Outro prazer foi poder ir a uma loja e comprar roupas que ficaram adequadas em seu corpo. “Adquirir o que você gosta não tem preço. Melhor ainda é se olhar no espelho e realmente admirar o que está vendo e achar sensacional”, comenta ela, feliz.

A psicóloga garante que, antes de procurar outro cirurgião plástico, todo mundo deveria se consultar com o Dr. Lecy. Ela diz que, seguindo as suas orientações de uma vida saudável com exercícios físicos, alimentação adequada e as suplementações necessárias, sua cirurgia plástica certamente será um sucesso.

É com esse depoimento que reforçamos a importância de escolher um cirurgião plástico competente e com todas as qualificações necessárias. Ele também precisa ter todas as autorizações devidas do consultório e do hospital em que são feitos os procedimentos.

Se houver alguma dúvida entre em contato conosco para conhecer mais a respeito dos serviços prestados ou mesmo marcar uma ida a nossa clínica!

Tem medo de cirurgia? Veja como superá-lo para fazer o procedimento

Muitas pessoas têm medo de cirurgia só de pensar, agora imagine quando elas ficam sabendo que terão de fazer. Independentemente se for por uma doença ou fins estéticos o pavor aparece. Geralmente, essa angústia e ansiedade ocorrem devido à falta de informações corretas e cobertura da mídia que dá ênfase aos casos que deram errados ou tiveram complicações. Dessa forma, deixam os pacientes inseguros e com diversos temores. 

Contudo, não se assuste, tudo isso é normal, o importante é buscar conhecimento qualificado para solucionar as suas dúvidas e ampliar os dados sobre o assunto. Assim, neste post, explicaremos mais sobre o medo, bem como dicas para perdê-lo. Quer saber mais a respeito? Confira abaixo!

Entenda que sentir medo de cirurgia é normal

É comum as pessoas sentirem medo do desconhecido, isso inclui a cirurgia plástica. Logo, o paciente precisa entender os riscos existentes e o que eles podem representar na operação, além de esclarecer as dúvidas para quebrar os mitos. Isso é muito importante, já que tem o propósito de fazer a pessoa se sentir segura, confiante e tomar uma decisão. Afinal, o processo psicológico ajudará bastante na recuperação.

Não deixe o medo se tornar um empecilho, pois é função do médico e sua equipe explicar todo procedimento cirúrgico desde o preparo no dia da operação, sua internação, a volta da cirurgia, a relevância do acompanhante, o período pós-cirúrgico até o pronto restabelecimento. Como a cirurgia plástica costumeiramente é eletiva, pode ser agendada conforme a disponibilidade do paciente e do cirurgião. Isso é uma vantagem, porque pode ser feito um planejamento para que haja a minimização de riscos.

Contudo, ninguém está 100% livre de complicações, mesmo os procedimentos sendo pouco invasivos, é necessário fazer incisões, anestesia e manipulação de tecidos. Portanto, saiba escolher um cirurgião qualificado, assim como sua equipe. Além disso, as intervenções precisam ser em um ambiente hospitalar. Por isso, profissionais com experiência visam as regras de segurança para que não haja nenhuma intercorrência.

Entretanto, se mesmo assim o medo persistir, o indicado é fazer um tratamento psicológico, já que a vontade de realizar a cirurgia plástica não foi suficiente para enfrentar a fobia. No entanto, aquele paciente que fica bem informado, avalia os riscos, confia na equipe médica, supera o receio e realiza a sonhada cirurgia plástica.

Saiba como superar o medo de realizar uma cirurgia

Entenda como você pode quebrar essa barreira e fazer o procedimento tranquilamente.

Compreenda as causas do medo

Caso não tenha conseguido superar o medo, um psicólogo poderá auxiliá-lo nessa questão. Pois, ele fará você descobrir seus sentimentos em relação à hospitalização e ao procedimento que terá de se submeter, bem como os motivos deles. Assim, você encontrará respostas para suas dúvidas de maneira que possa ultrapassar seu medo e fazer a cirurgia tranquilamente.

Converse com outras pessoas

Além de conversar com o médico e o psicólogo, aproveite para buscar mais informações com as pessoas que já passaram por essa situação. Eles falarão sobre seus sentimentos, os procedimentos, poderão dar dicas valiosas para o pós-cirúrgico e, ainda, indicarão os profissionais adequados.

Se você não conhece ninguém que tenha feito a operação, entre nas redes sociais ou fóruns que abordam o tema. Ali você encontrará pessoas compartilhando suas experiências, esclarecendo alguma pergunta e abordando assuntos relativos à intervenção.

Tire todas as dúvidas

Não sinta vergonha de fazer nenhuma pergunta ao cirurgião plástico, pois é importante ter o máximo de informações. Aproveite para expor suas angústias e se sentir tranquilo sobre o que vai fazer. Nenhuma pergunta é tola, muitas vezes ela pode ser decisiva para que você tome a decisão acertada. Portanto, questione o tanto que for preciso para saber a verdade, não crie fantasias na sua cabeça e não atrase seu objetivo.

Veja os possíveis resultados da cirurgia

Com a internet, agora é possível descobrir mais a respeito do assunto. Então, pesquise, em sites confiáveis, como ficaram os resultados das plásticas que você pretende fazer em outras pessoas. Procure por páginas de médicos e instituições qualificadas que oferecem informações verdadeiras. Saiba filtrar o que será acessado para não consumir dados falsos e ter seu medo aumentado.

Busque um especialista

Busque um cirurgião plástico certificado e especialista na área, mesmo que seja para um simples procedimento. Ele saberá dar as devidas orientações para todo o processo, pois terá conhecimento e experiência para isso.

Para se certificar quanto à competência do profissional, acesse o site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica para conhecer o histórico dele e de outros. Outra observação é considerar as indicações feitas pelas pessoas que passaram por isso. Observe qual teve melhores resultados e faça uma consulta. É sempre bom ter uma segunda opinião.

Conheça o tipo de anestesia que será utilizada

O tipo de anestesia que será empregada é um dos grandes receios dos pacientes. Entender seu funcionamento, riscos, métodos usados é relevante para sua decisão. No caso de cirurgia plástica, geralmente é aplicado dois tipos:

  • anestesia geral que bloqueia a dor no corpo inteiro, paralisando os músculos, promovendo a inconsciência temporária da pessoa. Nessa, o paciente é intubado porque os músculos respiratórios são paralisados. Ela é usada em cirurgias longas e de grande porte;
  • anestesia regional que bloqueia a dor em uma determinada região do corpo, por exemplo, a área abaixo da cintura, uma perna, um braço. É feita em cirurgias mais simples e o paciente não é intubado.

Avalie se a cirurgia é importante para você

Veja até que ponto o problema que se encontra no seu corpo interfere na sua qualidade de vida e autoestima, ou seja, se realmente precisa realizá-la. Portanto, se questione antes de qualquer atitude. Pode ser que a sua imaginação espere por algo que pode não acontecer, assim, pondere cada análise para não se arrepender depois.

Estar bem informado é relevante para impedir que o medo de cirurgia tome conta e você não realize seu procedimento. Diante disso, procure o máximo de conhecimento para que, ao adentrar o centro cirúrgico, você esteja seguro e confiante. Além disso, avalie o acolhimento da equipe para trazer serenidade ao seu momento tão especial.

Considerou o tema importante? Compartilhe o assunto nas suas redes sociais para que mais pessoas estejam bem informadas.

Programa Nacional de Segurança do Paciente: quais são as exigências?

Sabia que existe um protocolo a ser seguido pelas instituições de saúde brasileira quanto a segurança do paciente? A primeira vista parece algo simples, porém, tem ampla dimensão porque as diretrizes visam a identificação e prevenção de ocorrências indesejáveis.

Caso não seja seguido, pode comprometer o tratamento do paciente. Por isso, deve-se avaliar os aspectos clínicos de assistência e gerenciais, de acordo com a necessidade. Assim, deixa de ser apenas um manual de boas práticas para se tornar um Programa Nacional de Segurança do Paciente.

Quer saber como isso funciona? Então, leia este post até o fim e fique bem informado sobre como os hospitais públicos, privados e clínicas precisam proceder.

O que é o Programa Nacional de Segurança do Paciente?

O Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) foi criado pelo Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) com o objetivo de diminuir e prevenir ocorrências que provoquem riscos e danos à saúde dos pacientes.

Os estudos e ações realizadas pelas instituições de saúde públicas, privadas e de ensino seguem seis metas baseadas na Organização Mundial de Saúde e nas Portarias GM/MS 1377/2013 e GM/MS 2.095/2013, protegendo tanto os pacientes quanto os profissionais da área.

O projeto trabalha minimizando os eventos que possam acontecer nos hospitais e clínicas, visto que é uma preocupação mundial. Prova disso é que a OMS criou a Word Alliance for Patient Safety (Aliança Mundial pela Segurança do Paciente), com diretrizes para melhorar a proteção das pessoas atendidas.

Como o PNSP auxilia na redução de erros na medicina?

As orientações e normas devem ser seguidas por todas as equipes de saúde, começando pelos médicos, enfermeiros, demais funcionários, familiares e acompanhantes. Todos precisam evitar que imprevistos coloquem em risco a segurança do paciente dentro de um ambiente médico, independentemente de qual seja ele.

Para sua implantação é necessário realizar treinamentos com as equipes, trabalhar com metas e até recompensas. A partir do momento que os funcionários estejam alinhados, as conquistas dos resultados são grandes.

Outra maneira de reduzir erros é investir em tecnologia quando o assunto está relacionado ao controle de medicamentos e procedimentos, identificação de pacientes e segurança de informações. Dessa forma, haverá mais confiabilidade ao serviço, além de que os softwares e programas agilizam os trâmites burocráticos.

Quais são as exigências dos órgãos controladores para a prestação do serviço?

Saiba quais são os requisitos pedidos no Programa Nacional de Segurança do Paciente.

Identificação dos pacientes

Teria que ser óbvio que cada paciente seja identificado para que a administração de fármacos ocorra corretamente. Contudo, ministrar medicamentos errados é algo comum dentro de instituições médicas, bem como tratamentos inadequados ou mesmo cirurgias equivocadas.

Esses fatos podem acontecer devido à falta de atenção de funcionários, pressa por causa do volume de trabalho, processos defeituosos, pacientes homônimos ou falhas vindas da farmácia do hospital.

Desse modo, seguindo um protocolo, haverá um procedimento de identificação que começa no nome do paciente até os equipamentos que ele vai utilizar. Ainda, é solicitado que se faça a checagem dos processos para garantir a segurança dele. Assim, são usadas pulseiras de identificação, se estiver consciente a confirmação do nome, data de nascimento, nome da mãe etc.

Capacitação dos profissionais

O PNSP tem que oferecer segurança também aos profissionais que atuam na saúde, pois terão que evitar desperdícios e retrabalhos para que se aumente a eficiência. Logo, haverá redução de problemas relacionados a abusos, maus tratos e processos de responsabilidade contra eles.

Entretanto, não são somente os funcionários que precisam de capacitação, os médicos também tem que fazer a atualização na sua área de atuação, para que promovam uma saúde de qualidade em todas as fases de atendimento.

Cirurgia segura

Qualquer cirurgia tem seu risco, por isso, deve-se cumprir padrões rígidos de segurança dentro das exigências para que:

  • garanta que é o paciente correto;
  • seja feito o procedimento indicado na pessoa e no local certo;
  • se faça a higienização desde a lavagem de mãos da equipe até a paramentação dos profissionais;
  • anestesia adequada às condições de saúde do paciente.

Além de outros critérios visando a redução de falhas. Portanto, seguindo as normas, tanto médico como paciente saem ganhando. Inclusive, se houver algum processo judicial haverá o amparo legal.

Política preventiva

É preciso mudar ou criar uma política preventiva dentro da cultura hospitalar, porque, geralmente, as instituições procuram os culpados e não se preocupam com medidas preventivas para que o problema não se repita.

Por esse motivo, os colaboradores se recusam a dizer a verdade ou omitem informações relevantes para não serem penalizados. Com uma política preventiva, incorreções de assistência ao paciente são minimizadas, motivando os funcionários a trabalharem dentro do padrão estabelecido.

Assim, quando há um acidente, os gestores realizam o levantamento dos erros de assistência para analisar os riscos e o perfil do doente. Após, criam-se medidas para que se reduza ao mínimo possível a chance de que tal fato surja novamente. No entanto, é preciso estar atento a novos problemas e identificá-los antes de causar danos ao paciente.

Organização dos processos hospitalares

Para tudo existem regras, logo, os procedimentos têm que seguir as normas hospitalares para prevenir contaminações e administração incorreta de remédios. Os enfermeiros precisam acompanhar as etapas de internação das pessoas.

Para isso, precisam identificar e prevenir condutas equivocadas por meio de um checklist ao conversar com os pacientes, conferindo cada item. Devido a isso, é relevante o treinamento contínuo da equipe para evitar problemas que possam impactar a gestão da instituição.

Higienização do corpo

Desde criança, as pessoas sabem que precisam manter as mãos sempre limpas, pois elas trazem muitas infecções. Agora, imagina essa situação dentro de hospitais e clínicas o quanto o risco é potencializado. Principalmente, dentro do centro cirúrgico, após médicos e enfermeiros tocarem vários pacientes na enfermaria.

Por isso, os protocolos determinam a forma e frequência certa de lavar as mãos, como manter frascos de álcool em gel espalhados pelos ambientes, inclusive nos quartos. Isso ajuda a reduzir os riscos de contágios e faz a diferença no local de saúde.

Melhoria da comunicação

A informatização é uma tendência em qualquer área e, nos hospitais e clínicas, sua efetividade tem sido comprovada, pois otimiza as tarefas gerenciais, reduz custos operacionais e ainda os dados podem ser armazenados na nuvem.

Por exemplo, com o prontuário eletrônico, as falhas na administração de medicamentos diminui muito. O mesmo acontece com a gestão dos produtos hospitalares, já que as letras dos médicos dificilmente são interpretadas.

Por fim, diante dessas informações, quando for procurar uma clínica ou organização hospitalar verifique se ela respeita e cumpre o Programa Nacional de Segurança do Paciente para a realização de cirurgia plástica, por exemplo. Não coloque sua vida em risco.

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Financiamentos, empréstimos e consórcios para cirurgia plástica: conheça as opções!

Já pensou em fazer um procedimento estético para mudar aquele detalhe que tanto incomoda no seu corpo, mas você esbarrou na questão financeira? Pois é, geralmente essa intervenção tem um valor elevado e não são todas as pessoas que têm poder aquisitivo para pagar à vista. Diante disso, existem meios para transformar seu sonho em realidade, por exemplo, optar pelo financiamento de cirurgia plástica, consórcio ou empréstimo pessoal.

Afinal, a cirurgia pode ser por questões estéticas ou por reconstruções. Independente de qual seja o motivo, é preciso ter recursos, visto que na maioria das vezes os convênios médicos não cobrem esse serviço. Por isso, é necessário pesquisar e verificar qual opção de crédito é mais adequada para seu orçamento. Saiba mais neste artigo a respeito do assunto!

Conheça o financiamento para a cirurgia plástica

O financiamento, geralmente, é uma possibilidade para as pessoas que não podem esperar ou não conseguem economizar dinheiro. Porém, a pressa pode ser devido à saúde, como uma mamoplastia reconstrutora ou porque o indivíduo decidiu e quer ter o corpo que deseja o mais rápido possível.

Logo, o financiamento é uma alternativa proporcionada pelas entidades financeiras, porque é um crédito que será concedido para um fim específico e com comprovação da compra de um produto ou serviço.

Essa modalidade oferece juros menores ao mercado por haver garantias de bem do credor. Mas como funciona? É preciso entrar em contato com um banco, uma financeira ou outro agente financiador para solicitar o valor necessário.

A instituição fará uma avaliação do seu histórico e perfil financeiro, valor do salário, pesquisar se seu nome não consta no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou Serasa, confirmará seus dados com as pessoas que indicar como referência, analisará os bens que tem como garantia etc.

Após esse levantamento, você será aprovado ou não. Se o resultado for positivo deverá assinar os devidos documentos para que o valor seja depositado na sua conta.

Conforme o seu histórico, serão definidos os juros cobrados, bem como a quantidade de parcelas que você vai pagar para quitar a dívida. Fique atento ao contrato e conheça as taxas que são cobradas para comparar as propostas. Verifique sempre o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, pois nele constam os encargos relacionados.

Saiba mais sobre consórcios

Ao fazer um consórcio, você optará por um valor de dinheiro que precisará para a operação. Esse montante é chamado de carta de crédito. Assim, a empresa que administra o consórcio abrirá um grupo de pessoas interessadas em consórcio de serviços direcionado à cirurgia plástica.

Os participantes pagarão um valor mensal por um período determinado em contrato, de um a quatro anos, e a empresa administrará o dinheiro e os sorteios. Mensalmente, uma pessoa será sorteada para receber o recurso investido, porém, ela tem que continuar pagando o consórcio até a última prestação.

Outra alternativa, além do sorteio, são os lances mensais que podem adiantar a carta de crédito, pois quem der mais dinheiro leva a carta, como um leilão. Há, ainda, o lance do participante que adiantou mais parcelas que são diferentes dos outros componentes, assim como os prazos.

As parcelas do consórcio não têm juros como o empréstimo pessoal e o financiamento, mas a administradora determina uma taxa para sua gestão. Também, há reajuste anual conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que apresenta a variação do custo de vida dos consumidores.

No entanto, se você atrasar o pagamento serão cobrados juros e multas. Além disso, se tiver várias parcelas em atraso, você corre o risco de ser excluído do grupo. Se isso acontecer, precisará esperar o final do contrato para retirar o valor pago, descontando a multa.

Contudo, a carta de crédito não é entregue em dinheiro. Para recebê-la, você terá que procurar o seu médico, marcar a cirurgia e avisar a administradora para que ela faça o repasse do valor ao profissional.

Opte, também, pelo empréstimo pessoal

O empréstimo pessoal é o mais utilizado quando o assunto é cirurgia plástica, mas para consegui-lo é necessário ter o score alto e o nome não pode estar negativado. Inclusive, existem diversos tipos de empréstimos como para estética, home equity, consignado, com penhor etc.

Ele é solicitado em um banco e uma financeira com ou sem garantia. Dependendo da modalidade, o interessado escolhe o valor que pode ser de R$ 3 mil a R$ 100 mil com prazos que vão de 12 meses até mais. Além disso, suas taxas de juros são variáveis de acordo com a modalidade. Dessa forma, você pode considerar a que melhor atende suas finanças.

Veja dicas para escolher com sabedoria

Conheça algumas dicas que separamos para você fazer a escolha mais acertada.

Verifique a credibilidade e condições da instituição financeira

Pesquise a seriedade das instituições, o número de reclamações, os valores cobrados e os prazos para pagamento. O Banco Central exige que elas informem o CET da operação de crédito para que o consumidor saiba exatamente o que está pagando.

Converse com a clínica

Procure um cirurgião plástico especializado e com equipe qualificada. Questione sobre os resultados reais do seu procedimento, dos riscos existentes e outras informações. A intervenção deve acontecer em um hospital com centro cirúrgico aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Defina as prioridades

Analise até que ponto a plástica é importante para sua qualidade de vida e autoestima. Verifique se o custo dela condiz com sua renda e segurança financeira para que você possa arcar com o pagamento até o final.

Entenda as regras e condições

Dependendo do empréstimo, tire todas as dúvidas sobre as regras do contrato e suas condições de vencimento. Caso não tenha muito conhecimento sobre o assunto, procure um advogado ou mesmo o Procon para ter mais esclarecimento.

Reúna os documentos necessários

Cada instituição financeira exige uma documentação básica, mas há alguns que são comuns a todos como:

  • RG ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e CPF;
  • comprovante de residência, de preferência em nome do solicitante;
  • comprovante de renda como a carteira de trabalho, contrato de trabalho; contrato social da empresa se for proprietário ou sócio; comprovante de microempreendedor individual (MEI) ou de autônomo e declaração do Imposto de Renda mais recente;
  • certidão de nascimento, casamento, divórcio ou de viúvo;
  • dados de outras contas bancárias;
  • holerite ou extrato das contas bancárias dos últimos meses.

Resumindo, no mercado existem diversas possibilidades de financiamento de cirurgia plástica, empréstimo e consórcio. Basta você escolher qual o mais indicado para seu perfil e procurar o cirurgião plástico mais competente para realizar o tão sonhado procedimento.

O que achou das alternativas apresentadas aqui? Comente no post qual considerou mais favorável para fazer a intervenção.

Lipoabdominoplastia: fique por dentro dos seus maiores benefícios

A cirurgia plástica é um dos recursos mais procurados por pessoas que sonham em ter o abdome liso e livre das gordurinhas. Nesse sentido, a lipoabdominoplastia é umas das principais técnicas para conseguir um corpo mais harmonioso, além de recuperar a autoestima e o bem-estar emocional.

Esse procedimento é a associação de duas cirurgias estéticas: a lipoaspiração com a abdominoplastia. Essas duas técnicas se complementam, visto que a lipoaspiração remove a gordura em locais específicos, melhorando o contorno do corpo, e a abdominoplastia, além da gordura, também reduz o excesso de pele e a flacidez.

Assim, seu grande diferencial, além de ser uma cirurgia completa, é a técnica utilizada, pois, em vez do descolamento total da pele do abdome, faz-se um descolamento seletivo, que preserva os vasos linfáticos e sanguíneos, tornando a recuperação mais rápida e menos dolorida que uma abdominoplastia tradicional.

Se você ficou interessado e quer saber mais sobre a lipoabdominoplastia, não deixe de ler até o final. Neste texto mostraremos os principais benefícios proporcionados por essa harmonização. Acompanhe!

Como é feita a lipoabdominoplastia?

Esse procedimento é feito em um centro cirúrgico, com anestesia peridural ou geral, e pode durar de 3 a 5 horas. Primeiramente, o cirurgião plástico utiliza uma cânula para aspirar a gordura da região do abdome, flanco e costas — esse processo proporciona mais contorno para a barriga e cintura.

Após isso, é feito uma incisão logo acima dos pelos pubianos até a linha do umbigo, de onde se descola um pedaço da pele próxima ao músculo. Em seguida, o médico reposiciona e estica a pele do abdome, eliminando sobras e definindo o umbigo.

Na primeira semana após a lipoabdominoplastia, a região fica dolorida e com hematomas. Lembrando que nos primeiros meses o paciente deve ter cautela e seguir as recomendações médicas para não comprometer a cicatrização. Alguns cuidados são fundamentais no período pós-operatório, como:

  • fazer drenagem linfática para reduzir o edema e melhorar a circulação sanguínea na região;

  • ingerir bastante água;

  • usar cinta abdominal por, pelo menos, 30 dias para diminuir o inchaço e dores na região;

  • nas primeiras duas semanas após a cirurgia é recomendado não esticar o tronco — isso dificulta a abertura dos pontos;

  • deve-se evitar exercícios físicos nos primeiros meses.

Quais os principais benefícios da lipoabdominoplastia?

A cirurgia de lipoabdominoplastia é uma tendência para quem deseja se livrar do excesso de gordura e flacidez abdominal. No entanto, além de melhorar o contorno corporal, esse procedimento também traz diversos benefícios. Confira!

Melhora da postura corporal

Após certas situações, como uma grande perda de peso ou após uma gravidez, os músculos abdominais podem ficar distendidos. A lipoabdominoplastia estica esses músculos mais fracos e remove o excesso de pele e gordura, apertando e achatando o abdome.

Quando os músculos abdominais estão fracos podem ocasionar dores lombares e problemas na postura. Após a intervenção cirúrgica, é notória a melhora postural devido à correção e apertamento dos músculos que apoiam a coluna vertebral.

Rapidez na remoção de gorduras

Nem sempre uma dieta regrada e os exercícios físicos são suficientes para eliminar certas gorduras localizadas, especialmente os famosos “pneuzinhos” que se formam na região da cintura. A lipoabdominoplastia é ideal para remover, além da flacidez, o excesso de gordura.

Esse procedimento possibilita uma melhora no contorno corporal, afinando a cintura e proporcionando um resultado mais harmônico.

Melhora da flacidez

A flacidez na região abdominal pode ocorrer por diversos fatores, como gravidez, envelhecimento, genética, grandes perdas de peso ou resultado de cirurgias anteriores, como a bariátrica. Com a lipoabdominoplastia, esse excesso de pele é retirado, dando um aspecto mais liso e bonito para a região.

Definição da silhueta

O processo de abdominoplastia quando feito sozinho, apesar de retirar o excesso de pele e melhorar a flacidez, pode deixar o abdome sem suas curvas naturais. Por isso, a união desse procedimento com a lipoaspiração é ideal, já que a lipo melhora o contorno da barriga, definindo a cintura e a silhueta.

Aumento da autoconfiança

Muitos homens e mulheres têm sua autoestima e autoconfiança abalada por causa da estética corporal. A flacidez abdominal e o excesso de gordura se tornam empecilhos para que eles sejam plenamente felizes e satisfeitos com seus corpos.

Dessa forma, a lipoabdominoplastia pode ajudar a melhorar a qualidade de vida, já que não se trata apenas de um procedimento estético, mas de uma intervenção que trará de volta a confiança e proporcionará mais felicidade para a pessoa.

Fortalecimento do tônus abdominal

Como mencionamos, após uma gravidez ou uma grande perda de peso, o músculo abdominal pode se distender. Nesses casos, dietas e exercícios físicos não são suficientes para corrigir o problema. Na cirurgia de lipoabdominoplastia esses músculos enfraquecidos são apertados e o excesso de pele é removido, proporcionando ao abdome um tônus mais definido e fortalecido.

Qual a durabilidade da lipoabdominoplastia?

O resultado definitivo da cirurgia é visto após um período de seis meses, tempo necessário para a cicatrização total e acomodação dos tecidos. Contudo antes desse tempo já é possível notar a diminuição da gordura e flacidez na região abdominal.

Quanto à durabilidade do procedimento, não existe um tempo específico. O que precisa ficar claro é que, com a lipoaspiração, as células adiposas (gordura) da região são retiradas — o resultado adquirido é como se o paciente nunca tivesse tido aquelas células.

Assim, se após o procedimento de lipoabdominoplastia o paciente mantiver uma dieta equilibrada e fizer atividades físicas regulares, facilmente manterá a cirurgia e até melhorará o resultado obtido.

Qual a importância de realizar o procedimento em uma clínica especializada?

Como vimos, a lipoabdominoplastia proporciona diversos benefícios, porém ainda é um procedimento cirúrgico e precisa ser feito por um cirurgião plástico habilitado e em uma clínica especializada.

Cada paciente é diferente um do outro e, por isso, é primordial que um especialista avalie cada caso, verificando se a pessoa tem condições de passar pelo procedimento. Além disso, é fundamental escolher uma clínica que ofereça as condições necessárias para um atendimento de qualidade.

Isso inclui um atendimento profissional e empático, além de uma equipe qualificada, desde a recepção até o momento dos procedimentos e no pós-operatório. Todos esses detalhes contribuem para que a intervenção cirúrgica seja feita de maneira segura e a que pessoa sinta mais confiança para ir em frente.

A lipoabdominoplastia é uma técnica que melhora a estética e a harmonização corporal, mas também proporciona muitos outros benefícios, especialmente para a autoestima e qualidade de vida da pessoa. Assim, se você deseja ficar com um abdome liso e mais bonito, não perca mais tempo e realize já o seu sonho.

A Clínica Integrada de Cirurgia Plástica São Paulo, que está a mais de 30 anos no mercado, conta com uma equipe de cirurgiões plásticos altamente qualificados e experientes, além de oferecer uma infraestrutura completa e um atendimento de excelência, garantindo o conforto e respeito à privacidade de cada paciente.

Quer saber mais sobre a lipoabdominoplastia? Então entre em contato com a nossa clínica e agende uma consulta. Será um prazer atendê-lo e responder todas as suas dúvidas!

Confira 7 maiores mitos e verdades sobre rejeição de silicone

A cirurgia de implante de silicone é o sonho de muitas mulheres — é um grande passo para o resgate da autoestima e da qualidade de vida. No entanto quem fez o procedimento ou pretende fazer precisa ficar atenta e saber reconhecer os sinais da rejeição de silicone, pois, apesar de rara, essa complicação pode acontecer.

A rejeição da prótese ocorre devido a um processo chamado de contratura capsular, que surge quando o organismo reconhece o implante como um corpo estranho e inicia uma reação de defesa. Os sintomas mais comuns são a assimetria de um dos seios, ondulamentos na superfície da prótese, endurecimento da região, dores e inchaço.

Muitas mulheres têm dúvidas sobre esse assunto e ficam inseguras com a possibilidade de rejeitar a prótese. Pensando nisso, neste post mostraremos as principais informações sobre esse tema e como você pode diminuir as chances de rejeição do silicone. Vamos lá?

7 mitos e verdades sobre a rejeição de silicone

Em uma breve pesquisa, é possível encontrar várias informações sobre os implantes de silicone e a possibilidade de rejeição. Mas o que é mito e o que é verdade? Respondemos as dúvidas mais frequentes. Confira!

1. “É impossível haver rejeição do silicone”

Mito. Primeiramente, é preciso esclarecer o significado de “rejeição de silicone”. A prótese não é rejeitada pelo corpo — o que ocorre é um processo inflamatório ao redor do silicone. Esse processo é conhecido como contratura capsular (que é chamado popularmente de “rejeição”).

A contratura capsular, como mencionamos, ocorre quando o organismo da paciente reconhece o implante como um invasor. Como ele não pode expulsá-lo, o corpo desenvolve uma membrana (cicatriz) em volta da prótese, formando uma cápsula que a separa do restante dos tecidos.

Contudo é preciso salientar que essa é uma complicação rara, especialmente com a tecnologia atual, que revolucionou a superfície das próteses. Mesmo assim, é preciso ficar atenta a esse risco, visto que ele não é descartado.

2. “A culpa da rejeição de silicone é do médico”

Mito. A rejeição da prótese não acontece por erro médico. Essa complicação ocorre, como vimos, por uma reação do próprio organismo da pessoa. Por isso, seguir as orientações médicas durante o pós-operatório é fundamental para diminuir as chances de rejeição e garantir um bom resultado.

Dessa forma, evita-se que o mecanismo de defesa do organismo seja estimulado, pois o corpo sofrerá menos com os efeitos da cirurgia.

3. “Há o risco de romper a prótese”

Verdade. A ruptura da prótese é uma possibilidade, porém, para que isso ocorra, seria preciso um trauma muito grande, como um acidente de carro, por exemplo. Os implantes são muito resistentes e elásticos, tendendo a absorver o impacto em vez de romper.

Uma questão a que as mulheres precisam ficar atentas é com relação ao tempo. Conforme os anos vão passando, a prótese fica mais frágil. Por isso, a recomendação é que seja feita a troca a cada dez ou quinze anos.

O rompimento pode causar desconfortos como dor, dormência, formigamentos e até a formação de nódulos e mudança no formato da mama. Nesses casos, a troca do implante deve ser realizada de maneira imediata para evitar problemas mais sérios.

4. “Não é necessário verificar a procedência do silicone”

Mito. Confirmar a qualidade do produto e, principalmente, verificar as referências do fabricante é muito importante. Quanto mais avançados e atuais forem os processos tecnológicos envolvidos na fabricação da prótese, menores são as chances de rejeição de silicone e complicações para a pessoa.

Nesse sentido, é essencial conversar com um cirurgião plástico que possa dar a devida orientação sobre o melhor formato do implante, tipos de próteses e qualidade de cada marca.

5. “As cirurgias para colocação de silicone estão sempre sendo aprimoradas”

Verdade. As técnicas cirúrgicas para colocação do silicone estão sempre sendo aperfeiçoadas e os problemas no pós-operatório tornaram-se cada vez mais raros. Além disso, com a evolução dos materiais das próteses, diminuiu-se também o índice de complicações com os implantes.

No passado, os casos de rejeição de silicone eram altos, pois as próteses usadas eram de superfície lisa, o que facilitava a contratura capsular. Hoje em dia, com os avanços da medicina tecnológica, são usadas próteses texturizadas, que tem uma superfície rugosa, o que facilita a cicatrização e a aderência dos tecidos, diminuindo as chances de rejeição.

6. “Qualquer profissional da medicina é habilitado para realizar a cirurgia de implante de silicone”

Mito. A mamoplastia de aumento só pode ser realizada por um cirurgião plástico que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. De forma alguma você deve se submeter a um procedimento dessa magnitude com um médico de outra especialidade.

Apenas um cirurgião plástico é habilitado para fazer a harmonização dos implantes, além de conhecer as técnicas adequadas para garantir que o procedimento seja feito com segurança.

7. “O tratamento para resolver a rejeição do silicone pode ser simples”

Verdade. No pós-operatório é primordial seguir as recomendações médicas para evitar qualquer problema com as próteses. O processo de rejeição de silicone, não necessariamente significa algo grave. Na grande maioria das vezes o tratamento é feito sem complicação.

Em casos mais simples, o médico pode prescrever medicamentos à base de corticoides ou apenas recomendar massagens para minimizar o desconforto. Entretanto, quando o processo de contratura capsular é mais severo, especialmente quando a mulher sente os sintomas de rejeição, pode ser necessário a troca do implante.

Cuidados para diminuir as chances de rejeição de silicone

O primeiro passo para diminuir as chances de rejeição do silicone é escolher um bom cirurgião plástico, pois ele jamais trabalhará com próteses que não sejam aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e que possam oferecer riscos à saúde dos seus pacientes.

Além disso, escolher bem a marca da prótese de silicone é fundamental para evitar a contratura capsular. Atualmente, a redução dos índices de rejeição está diretamente associada aos implantes com superfícies texturizadas ou de poliuretano. Por isso, é muito importante escolher uma prótese de qualidade.

Ademais, algumas medidas no pós-operatório diminuem essa complicação:

  • tomar os medicamentos prescritos pelo médico de maneira regular;

  • fazer as drenagens linfáticas de acordo com a indicação do médico;

  • seguir as orientações médicas à risca, especialmente sobre os períodos de descanso, alimentação e o uso correto dos curativos.

É importante ficar atento a qualquer sintoma que apareça após a cirurgia de implante do silicone e informar o médico imediatamente, para que, assim, caso ocorra algum problema, ele possa ser diagnosticado logo no início e evite complicações futuras (ou até mesmo uma nova cirurgia).

Como vimos, existem vários mitos e verdades relacionados a rejeição de silicone. Agora que você já sabe as principais informações sobre esse assunto, já pode ficar tranquila e confiante sobre os implantes, e também ficar preparada para reconhecer qualquer sintoma de rejeição que possa surgir.

E então, gostou do texto? Para ficar ainda mais informada sobre esse tema, aproveite para entender sobre a mastopexia com implante de silicone e veja quando esse procedimento é indicado e como é realizado.

Saiba como escolher um cirurgião plástico usando a internet como aliada

Como tudo na vida que fazemos pela primeira, definir qual será o profissional para auxiliar na realização do sonho de fazer uma cirurgia plástica é uma tarefa que exige cuidado e atenção. Afinal, entender como escolher cirurgião plástico é fundamental para que o resultado atenda às suas expectativas. 

Uma das grandes questões é que a cirurgia plástica é uma especialidade delicada que, mais do que técnica apurada, lida diretamente com sonhos e autoestima dos pacientes. Por isso, a escolha inadequada do cirurgião pode ser fatal. 

Pensando nisso, neste conteúdo vamos ajudar você a aprender como escolher o cirurgião plástico mais adequado para o seu caso. Para tanto, vamos mostrar como a internet, quando usada de maneira sábia, é uma grande aliada na hora dessa busca. Ficou curioso? Confira! 

Cheque a lista da Sociedade Brasileira de Cirurgias Plásticas

O Brasil é um dos países que mais faz cirurgias plásticas. Por isso, é uma área que chama atenção dos profissionais de medicina, que ingressam na carreira em busca de reconhecimento e destaque profissional. No entanto, nem todos esses profissionais têm a capacitação e o cuidado necessário para atuar nessa área com responsabilidade. 

O órgão responsável pela fiscalização médica, de modo geral, é o Conselho Federal de Medicina e suas unidades regionais, os CRMs. Eles atuam garantindo que o profissional esteja habilitado para atuar na especialidade escolhida bem como garantem que cumpram com o código de ética médica. 

Normalmente, um médico que deseja atuar na área de cirurgia plástica estuda, em média, 11 anos. São seis anos de curso de medicina básica, somados ao tempo dedicado à especialização e residência na área, sem contar o tempo que dedica a uma pós-graduação, caso deseje se capacitar ainda mais. Em seguida, deve se filiar ao órgão responsável pela regulamentação da atividade. 

No caso de médicos especializados em cirurgia plástica, é preciso consultar ainda outro órgão, a Sociedade Brasileira de Cirurgias Plásticas, SBCP. Esse órgão é responsável por fiscalizar que todos os profissionais que atuam na especialidade de cirurgia plástica estejam aptos para tanto, assim como zelar para que também sigam os preceitos éticos da área. 

As informações sobre os profissionais aptos para atuar na área de cirurgia plástica estão disponíveis no site da SBCP. Na plataforma online, você encontra dados como o CRM, informações de contato e especialidades. 

Busque referências

Um das maneiras mais comuns de optar por um produto ou serviço é pedir referências. Do mesmo modo, para saber como escolher um cirurgião plástico, essa pode ser uma excelente alternativa. 

A maneira mais tradicional de buscar referências é contatar amigos e conhecidos que já passaram por uma cirurgia plástica e que podem contar como foi a experiência. 

Mas, se você não conhece ninguém que tenha se submetido a uma intervenção cirúrgica ou ainda quer opiniões variadas sobre o assunto, também pode contar com o potencial da internet para buscar as informações. Existem fóruns e grupos de redes sociais dedicados ao assunto que são bastante úteis para conhecer diversas experiências com cirurgiões. 

Confira as suas redes sociais

Depois de fazer uma pesquisa e levar alguns nomes de cirurgiões plásticos, é hora de verificar as suas redes sociais. O Conselho Federal de Medicina não permite a exposição de pacientes para fins de comparação entre antes e depois da realização de procedimentos. Por isso, ao se deparar com um perfil com essas características, fique atento. 

No perfil das redes sociais, observe o tipo de conteúdo que o profissional posta, como ele se relaciona com os pacientes e se transmite a confiança da qual você precisa. Vale a pena conferir também se ele disponibiliza seu registro no CRM, assim como os dados de contato.

Entre em contato com mais de um cirurgião

O próximo passo da nossa lista de como escolher cirurgião plástico é entrar em contato com os profissionais. A internet possibilita que você possa conversar com profissionais de qualquer lugar do Brasil, aumentando o seu leque de possibilidades. 

Aproveite isso para sentir se o profissional é receptivo e se está aberto para tirar dúvidas eventuais, desde que não se configure como uma consulta online. Depois desse primeiro contato, veja se tem oportunidade de realizar uma primeira consulta com o profissional com o qual mais se identificou até o momento para saber como é o trabalho e se ele transmite segurança. 

Isso é importante, pois o médico especialista pode ter uma ampla qualificação, mas o seu perfil pode não ser o que um determinado paciente procura, gerando incompatibilidade e insegurança. Nesse caso, o fator humano também é relevante.

Veja se tem clínica e a sua reputação

Todas as intervenções de cirurgias plásticas devem acontecer em uma clínica que tenha a infraestrutura necessária para lidar com possíveis situações de emergência. Por isso, se o profissional se oferecer para fazer algum procedimento em seu consultório para reduzir o valor, fuja. 

Você pode evitar que essa situação aconteça antes mesmo de ter que visitar o consultório. Basta pesquisar o nome do profissional pretendido e verificar se está relacionado a uma clínica de cirurgia plástica. 

Em seguida, verifique se a clínica tem boa reputação e está pronta para atender com qualidade e segurança as demandas para as quais se propõe. 

Veja se o estabelecimento tem site

Depois de verificar se o cirurgião plástico tem uma clínica, veja se ela tem um site que explique melhor a sua dinâmica de funcionamento, sua estrutura, outros profissionais credenciados e se atende aos seus requisitos. Com isso, você terá todas as informações sobre o estabelecimento e se vale a pena fazer uma visita presencial. 

A Clínica Integrada de Cirurgia Plástica conta com uma equipe de profissionais diversos, todos devidamente credenciados à SBCP e demais instituições responsáveis. Com 30 anos de mercado, preza pela atualização, desenvolvimento tecnológico e atendimento que prioriza qualidade e conforto aos pacientes. 

Com todas essas dicas de como escolher cirurgião plástico, certamente será mais fácil definir qual é o profissional mais adequado para realizar o seu procedimento dos sonhos, não é mesmo?

Em caso de dúvidas, visite o site da Clínica Integrada de Cirurgia Plástica e confira todas as informações sobre nossos profissionais, procedimentos, equipamentos e infraestrutura! 

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