Você sabe o que é enxerto de gordura? Conheça 4 partes do corpo para realizar a lipoescultura

Já ouviu falar sobre enxerto de gordura ou lipoescultura? Inúmeras mulheres e, até mesmo, os homens querem estar com as curvas do corpo bem moldadas. Para conseguir seus objetivos, modificam desde a alimentação, exercícios e se submetem a cirurgias plásticas.

Para ter o bumbum redondo e empinado, coxas grossas, face mais simétrica não é necessário um implante de silicone. Hoje, é bem possível usar sua própria gordura localizada para preencher e aumentar partes do seu corpo com a lipoescultura. Um procedimento rápido e que tem trazido ótimos resultados aos pacientes.

Entenda melhor sobre essa técnica de cirurgia que pode ser muito benéfica. Confira!

O que é o enxerto de gordura ou lipoescultura?

A lipoescultura é uma técnica de cirurgia plástica na qual o médico qualificado faz uma lipoaspiração em determinada região do corpo para retirar o excesso de gordura. Depois, essa gordura é separada do sangue e demais líquidos para ser enxertada por meio de uma agulha, com microinjeções no local desejado pela pessoa.

O enxerto pode ser realizado nos glúteos, sulcos do rosto, coxas, mãos, pés e seios, dando maior harmonia ao corpo.

Como funciona a lipoescultura?

Inicialmente, a pessoa recebe anestesia geral, peridural ou local, dependendo da quantidade de gordura que será retirada. São feitos pequenos cortes nas regiões já marcadas, para infiltrar uma solução de soro fisiológico e adrenalina, a fim de reduzir o sangramento e desgrudar a gordura.

Uma cânula de lipoaspiração é introduzida, chegando até a camada de gordura para ser aspirada por um sistema à vácuo. O local onde é colocado a cânula muda de acordo com a anatomia do cliente.

Após, a gordura é tratada para separar as células rompidas, sangue e anestésico. Dessa maneira, são inseridas finas seringas na região do corpo pretendida, para dar a forma desejada pela pessoa. O procedimento de lipoescultura demora entre 1 a 3 horas, dependendo do tamanho da intervenção.

Quais as partes do corpo que podem receber a própria gordura?

Para ter a aparência desejada e a autoestima elevada, a técnica é indicada e pode ser realizada nas seguintes regiões.

1. Rosto

Indicado para reduzir linhas de expressão, rugas, o famoso “bigode chinês”, dar volume nas bochechas e melhorar a harmonia do rosto.

2. Seios

Para dar mais suavidade e uma aparência natural, a gordura pode ser colocada nos seis para aumentar o volume, disfarçar a prótese de silicone e, ainda, corrigir alguma deformidade.

3. Glúteos

Usada para corrigir tamanhos dos glúteos ou aumentar sua dimensão. Inclusive, ao colocá-lo o cirurgião pode ampliar as coxas para que elas fiquem mais grossas.

4. Mãos e pés

A medida que as pessoas envelhecem perdem o tecido gorduroso e o tônus muscular, ficando em evidência os ossos e as veias, dependendo do caso, o enxerto de gordura ameniza o problema.

Como é o pré-operatório?

Para fazer um procedimento cirúrgico, é preciso de um pré-operatório para diminuir os riscos existentes, tanto da cirurgia quanto da anestesia. O paciente deverá receber todas as informações precisas.

Também, ele deve deixar de tomar determinadas medicações que podem interferir na cirurgia, como ácido acetilsalicílico, anticoncepcional, parar de fumar entre 30 a 60 dias de antecedência, para não prejudicar a cicatrização. Além de evitar alimentos como alho e castanha-da-índia.

Ainda, fazer os exames laboratoriais de hemograma completo, dosagem de sódio, potássio, ureia, creatinina, coagulograma, glicemia e urocultura. Dependendo da idade do paciente, é solicitado pelo médico, ainda, eletrocardiograma e radiografia. Se for mulher, é pedido também um exame de gravidez.

Para lipoescultura do abdômen é indicado fazer a ecografia abdominal total e da parede abdominal, assim, o médico avaliará hérnias e patologias intra-abdominais.

O que precisa no pós-operatório?

Depois da cirurgia, a região que fez lipoaspiração e a que recebeu a lipoescultura ficarão inchadas, com manchas devido ao acúmulo de sangue. Também, com muita sensibilidade ou insensível, isso depende da pessoa, pois cada uma reage diferente do outro. Tudo isso, por um período médio de 20 a 30 dias.

No pós-operatório, a pessoa poderá ter dor e o tratamento será com analgésico e antibiótico, para evitar infecção. Como cada caso é um caso, dependerá das predisposições do paciente a alguma complicação para ministrar outros medicamentos.

Uma cinta modeladora deverá ser usada logo que a pessoa sair do hospital, para ajudar no resultado da cirurgia. Isso porque ela comprimirá e posicionará a pele e a gordura no lugar que deverá permanecer. Seu uso é constante por 30 a 45 dias, tirando somente para tomar banho.

Exercícios físicos, como caminhada, são bem-vindos após 30 dias, de acordo com a recuperação da pessoa.

Outro procedimento que precisa ser feito, é a drenagem linfática, para diminuir o inchaço, líquidos no espaço que ficou da lipoaspiração, aumentar a circulação sanguínea e reduzir a dor. Pode ser realizada manualmente ou com aparelhos. A drenagem ajuda na cicatrização prevenindo as fibroses e a recuperação é mais rápida.

Como avaliar o cirurgião plástico e a clínica?

Consulte o Conselho Federal de Medicina para saber se o médico tem registro no órgão. Isso pode ser feito pelo site da entidade. Outro dado importante para ser levantado é conferir se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, pois é a única que atesta a formação e experiência do médico.

Também, entre em contato com o hospital e verifique se o médico tem creditação para cirurgia de médio porte. Converse com pacientes que fizeram cirurgia com o médico e veja as avaliações. Para que você se sinta segura ao realizar o procedimento de lipoescultura.

O avanço da medicina tem trazido muitos benefícios para aumentar a autoestima das pessoas. Muitas são as técnicas e procedimentos para que cada ser humano se sinta melhor consigo. O enxerto de gordura ou lipoescultura vem contribuir para o bem-estar físico e emocional. É uma técnica segura, de recuperação rápida e bons resultados.

Agora, você já sabe mais sobre o assunto, desde o que é, como funciona, para quais partes do corpo é indicado, os preparativos, o pós-cirúrgico e onde buscar referências do médico.

Se quiser mais informações ou se ficou com alguma dúvida, por favor, entre em contato com nossa clínica que teremos o prazer de dar a melhor orientação.

Deseja fazer um preenchimento labial? Confira 5 cuidados necessários

O procedimento de preenchimento labial vem ganhando cada vez mais adeptos. Isso porque lábios volumosos estão diretamente associados à sensualidade. Quando a pessoa se sente mais bonita, sua autoestima melhora e, assim, ela também fica mais feliz e segura.

É comum que, com o passar dos anos, os lábios envelheçam e percam sua firmeza, ficando mais finos. Em outros casos, alguns pacientes nascem com a boca menos carnuda e tem o desejo de aumentá-la. Seja qual for a situação, recorrer ao aumento dos lábios é uma ótima opção e pode trazer excelentes resultados.

Em contrapartida, você já deve ter ouvido falar de alguém que fez preenchimento labial e não obteve um resultado harmônico. Isso pode acontecer, especialmente se o procedimento não for realizado por um profissional adequado. Para que isso não ocorra com você, neste post vamos explicar o que é essa técnica e 6 cuidados que merecem sua atenção. Continue a leitura e aproveite!

O que é preenchimento labial e quem pode fazer o procedimento?

Esse procedimento é um dos mais procurados pelos pacientes em clínicas e consultórios, tanto pelo potencial dos resultados como pela simplicidade do processo. Por meio de uma agulha ou cânula, o profissional faz a inserção de um determinado ativo em certos pontos da boca. O paciente é anestesiado e não sente dor.

O preenchimento labial, de maneira geral, pode restaurar o volume perdido dos lábios, bem como realçar a depressão do lábio superior (filtro) e o arco do cupido (define o contorno da boca)  elementos que se perdem com o avanço da idade.

Os compostos usados podem ser divididos em duas categorias: temporários e semipermanentes. Para os primeiros, os mais comuns são o enxerto da própria gordura do organismo, o ácido hialurônico e o ácido poliláctico, material sintético que, quando injetado, estimula a produção de colágeno no local. Para os últimos, o material mais usado é o PMMA (polimetilmetacrilato).

No mais, o preenchimento labial é indicado para diversas situações, entre elas:

  • para pessoas com pouco volume labial e que não se sentem satisfeitas;
  • para pacientes com lábios superiores e inferiores desproporcionais;
  • para quem sofreu algum acidente ou patologia oral e deseja restaurar a estética dos lábios;
  • para pessoas que desejam ter um contorno labial mais definido;
  • para aqueles que querem amenizar as linhas de expressão.

Quais cuidados são necessários ao fazer preenchimento labial?

É normal que após o procedimento os lábios fiquem inchados por até 48 horas, mas logo a situação vai amenizando e o resultado começa a ficar aparente. Se atentar a alguns detalhes, no entanto, pode evitar que o resultado final fique com a aparência de “bico de pato” e, também, com volume em excesso.

Confira 6 dicas importantes que você deve seguir antes e depois do preenchimento labial.

1. Procure um médico especialista e experiente

Antes de qualquer coisa, é imprescindível procurar um médico especialista e que tenha boas referências. Para lidar com uma área tão delicada, o profissional precisa ter uma visão estética que respeite as características do seu rosto e, principalmente, que proporcione um resultado harmônico.

Pacientes com lábios muito finos podem ficar com uma aparência artificial caso o procedimento não seja feito com responsabilidade e na dosagem certa. A escolha de um bom médico é fundamental para garantir um efeito delicado e natural, pois ele será o responsável por avaliar qual procedimento é mais indicado e a melhor forma de realizá-lo.

Além disso, é preciso respeitar as características únicas de cada rosto, como a profundidade da boca e o contorno e o movimento dos lábios e do sorriso. Esses detalhes são importantes para definir qual o formato e o tamanho de lábio ideal para cada pessoa. Assim, evita-se que o resultado fique desarmônico e exagerado.

2. Evite tomar sol e use protetor solar

Logo após a realização do preenchimento labial, é recomendado não se expor ao sol. Em algumas situações, pode ocorrer de, durante o procedimento, um vasinho ser atingido e o local ficar roxo ou avermelhado. Os raios solares podem piorar essas manchas. Então, o ideal é evitar o sol nas primeiras horas.

O uso do protetor solar precisa ser um cuidado diário. Ele deve ser aplicado duas vezes ao dia, até mesmo quando você estiver em locais fechados. A luz visível aumenta os riscos de manchas e de fotoenvelhecimento. E também, além dos raios solares, luzes artificiais, como as de telas de computadores e TVs, emitem raios ultravioletas que podem prejudicar a pele.

3. Evite fazer esforços físicos

Embora seja um procedimento minimamente invasivo, o preenchimento labial requer um repouso de 24 horas. Carregar peso ou exagerar nas atividades pode atrapalhar o processo de recuperação. Nosso corpo é muito sensível e reage de formas diferentes, por isso, todo cuidado é pouco. Esse período de descanso evita a formação de hematomas e edemas.

Portanto, não é indicado fazer musculação, corridas ou trabalhos pesados após o tratamento. Passado esse tempo, a rotina diária pode ser restabelecida.

4. Não bata, massageie ou toque nos lábios

A aplicação do preenchimento labial pode causar inchaço e também formar leves edemas. Por esse motivo, alguns pacientes sentem a necessidade de massagear a região para amenizar esses problemas. Contudo, isso não é indicado, pois qualquer fricção ou toque mais forte pode interferir no resultado.

Nas primeiras 48 horas após o procedimento, é preciso evitar qualquer tipo de pancada  a atenção deve ser redobrada com garfos e copos. Em relação aos hematomas, não é necessário fazer nada, eles desaparecerão sozinhos após o período de recuperação.

5. Evite usar maquiagem no dia da aplicação

Não existe nenhuma restrição quanto ao uso de maquiagem no dia da aplicação do preenchimento labial, mas é preferível não usar esses produtos nas horas seguintes ao procedimento. Como vimos, é necessário muito cuidado para não pressionar a área tratada. Sendo assim, o uso de maquiagem pode ser inadequado, já que a região fica mais sensível.

Outro detalhe é que, após o processo, é recomendável o uso de uma bolsa de gelo para diminuir qualquer desconforto temporário. Por isso, nas primeiras horas, se possível, evite se maquiar.

6. Não se automedique

Logo após a sessão de tratamento, como falamos, é comum surgirem inchaços e um avermelhamento na região. Entretanto, existe o risco de aparecerem hematomas que podem exigir o uso de pomadas por alguns dias. Esse processo não deve ser feito por conta própria.

Qualquer medicação, como corticoides ou cremes cicatrizantes, só deve ser administrada pelo médico responsável. Então, converse com o profissional previamente para tirar qualquer dúvida e saber quais são suas opções no período posterior ao procedimento.

Ademais, é preciso esclarecer que o preenchimento labial não é a mesma coisa que Botox. Este é usado para o tratamento de rugas e linhas de expressão, pois causa o relaxamento do músculo que causa a ruga. Já o preenchimento usa um material para dar volume e contorno ao lábio.

Como vimos até aqui, o preenchimento labial é um dos procedimentos mais procurados pelos pacientes em consultórios. No entanto, é necessário ressaltar a importância da escolha do profissional. A Clínica Integrada de Cirurgia Plástica conta com uma equipe multiprofissional altamente qualificada para proporcionar os melhores resultados para você.

E então, ficou alguma dúvida sobre os cuidados necessários com o preenchimento labial? Entre em contato conosco, será um prazer atender você!

Cirurgia plástica em SP: como escolher a melhor clínica da cidade?

Muitas pessoas desejam mudar algo em si mesmas, seja para eliminar as gorduras localizadas, retocar alguma parte do corpo, aumentar os seios ou fazer lipoaspiração. Assim, os procedimentos cirúrgicos estéticos têm se tornado os responsáveis por melhorar a autoestima de diversas pessoas ao redor do mundo.

Para isso, é muito importante encontrar uma boa clínica de cirurgia plástica em São Paulo, pois é preciso contar com profissionais qualificados para obter um bom resultado final. Portanto, é essencial buscar referências com conhecidos de confiança e pesquisar muito sobre o local. Todo cuidado é válido nessa situação.

Neste post, daremos dicas de como escolher uma clínica de cirurgia plástica em SP e citar as cirurgias pós-bariátrica mais procuradas. Confira!

Como escolher uma clínica de cirurgia plástica em SP?

Consulte se os médicos são credenciados

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) é o órgão responsável e oficial por credenciar os médicos que estão prontos para exercer a função na área da cirurgia plástica.

Por isso, é fundamental fazer uma busca no site da associação para obter informações confiáveis sobre o cirurgião. Para isso, alguns passos são necessários, como:

  • tenha em mãos o estado de atuação do profissional e o nome completo;
  • acesse o site da SBCP;
  • clique em “encontre um cirurgião” e coloque o nome completo do médico. Após isso, adicione as informações sobre a região em que ele atua;
  • clique em “ok” e veja a situação do profissional. Caso ele não esteja na lista, desconsidere-o imediatamente.

Cheque se o profissional tem CRM

Outra atitude que você pode ter antes de escolher qualquer clínica de cirurgia plástica em São Paulo é verificar o registro médico junto ao CRM da sua localidade. A pesquisa indicará se o registro do profissional está ativo ou inativo e, dependendo do caso, se foi cassado.

Para isso, basta entrar em contato com o CRM. Isso pode evitar que você confie em um falso profissional ou em um médico que não tenha mais licença para exercer a profissão. Outra opção é pesquisar o nome do cirurgião na internet para verificar o que tem registrado sobre ele e qual a sua reputação.

Pesquise os históricos das clínicas

Pesquisar a fundo os históricos das clínicas que você está procurando é muito importante, pois evita que você entre em uma fria. Assim, alguns detalhes devem ser levados em consideração, como:

  • verifique se existem processos vigentes resultantes de fatalidades, erros médicos e outros problemas;
  • avalie os cirurgiões atuantes na clínica, especialmente aquele que ficará responsável por sua cirurgia;
  • verifique os cases de sucesso que a clínica apresenta, além da taxa de procedimentos bem-sucedidos;
  • pesquise na internet as avaliações da clínica e os comentários das pessoas;
  • observe se existe um acompanhamento adequado antes e durante o procedimento.

Verifique a estrutura

Além de pesquisar o histórico da clínica, fazer uma visita aos locais é muito importante. Por isso, examine a higienização, que precisa seguir os critérios da ANVISA desde os materiais utilizados até os equipamentos.

A apresentação da sala de espera, dos profissionais e dos funcionários também mostra muito sobre a credibilidade do lugar.

Além disso, verifique se a clínica apresenta uma estrutura hospitalar adequada, como a existência de um CTI, por exemplo. Não se esqueça de perguntar sobre o ambiente da cirurgia.

Portanto, questione se existem todos os equipamentos necessários, qual o tempo de duração da intervenção e como será a sua instalação no pós-operatório.

Considere o custo-benefício

O preço, apesar de ser um dos fatores que mais interessam a pessoa, não deve ser considerado o mais importante. Isso porque várias clínicas atraem os pacientes com preços muito baixos e com um preparo e qualidade inferior, o que coloca a vida das pessoas em risco, já que visam somente o lucro.

Assim, as clínicas de cirurgia plástica comprometidas e sérias costumam levar em consideração a satisfação e segurança de seus pacientes, pois sabem que assim é possível obter notoriedade e lucro por seu comprometimento e esforços.

Portanto, sempre desconfie de preços muito baixos e pesquise bastante sobre clínicas baratas demais. Isso porque uma clínica de cirurgia plástica adequada apresenta altos investimentos de manutenção e pagamentos da sua equipe. Não tem como manter um padrão de excelência por um custo muito baixo.

Peça ajuda de familiares e amigos

Pedir referências para amigos e familiares que já frequentaram uma clínica de cirurgia plástica é uma boa maneira para você ter algumas opções em mente. Assim, você pode conversar com quem já fez esse tipo de cirurgia e perguntar como foi o procedimento e qual a opinião da pessoa em relação à operação.

Quais são as cirurgias plásticas pós-bariátrica mais procuradas?

Abdominoplastia

Esta cirurgia tem por objetivo retirar o excesso de pele que é formado no abdômen após a perda de peso, que fica muito flácida e provoca a chamada barriga de avental. Ela é feita puxando-se a pele e removendo a parte em excesso, e pode ser realizada em conjunto com a lipoaspiração.

Após o procedimento, o ideal é ficar em repouso e com uma postura mais curvada para auxiliar na recuperação da cicatriz. O uso da cinta modeladora também é recomendado.

Cirurgia de contorno corporal

O procedimento conhecido como body lifting corrige a flacidez de vários locais do corpo de uma única vez, como pernas, abdômen e tronco, o que dá uma aparência mais delineada e tonificada.

Essa cirurgia também pode ser realizada em conjunto com a lipoaspiração, pois auxilia a remover o excesso de gordura localizada e afina a cintura, proporcionando um aspecto ainda melhor.

Mamoplastia

Na cirurgia de mamoplastia, o médico reposiciona as mamas ao retirar o excesso de pele, deixando-as com um aspecto mais firme. Ela pode ser feita isoladamente ou com a colocação de próteses de silicone, aumentando os seios para as mulheres que desejarem.

Como vimos, para escolher uma boa clínica de cirurgia plástica em São Paulo, é preciso observar a estrutura do local, pesquisar o histórico e verificar se o profissional apresenta um CRM. Por isso, se você deseja fazer uma cirurgia plástica pós-bariátrica com profissionais qualificados, não deixe de visitar a nossa Clínica Integrada de Cirurgia Plástica.

Gostou deste post e tem alguma dúvida? Então entre em contato conosco. Será um prazer anteder você!

Guia prático sobre quelóide pós cirurgia plástica!

As incisões fazem parte de qualquer cirurgia plástica, não é mesmo? Em algumas é possível realizá-las em locais estratégicos, enquanto outras ficam localizadas em partes expostas do corpo. A incisão na base da mama para introduzir a prótese de silicone é um exemplo de cicatriz pouco perceptível, visto que ficará escondida na dobra dos seios.

Já a da blefaroplastia — cirurgia das pálpebras — fica no côncavo, parte dos olhos bastante visível. Em condições de cicatrização normal, essa pequena incisão fica praticamente imperceptível, uma vez que se mistura com as dobras da pele. No entanto, se ocorrer a formação de quelóide, a incisão ficará perceptível, o que pode incomodar o paciente.

Mas, afinal, porque acontece a formação de quelóide pós cirurgia plástica? Essa é a dúvida de vários pacientes e, pensando em ajudá-los, responderemos essa questão no post, assim como abordaremos quais são as formas de evitar esse tipo de cicatrização e o que fazer para tratá-la. Ficou interessado no assunto? Então, continue a leitura e saiba mais!

O que é a cicatriz queloideana?

Todo ato cirúrgico gera uma lesão tecidual, ou seja, a perda da integridade da pele. A cicatrização consiste na reparação do tecido lesado ao substituí-lo por um novo, para deixá-lo com aparência e funções próximas do normal para aquela área.

No entanto, podem ocorrer alterações nas etapas fisiológicas desse processo, modificando a estrutura da cicatriz. Assim, formam-se as cicatrizes patológicas, chamadas de hipertróficas e queloideanas. A diferença entre ambas é de difícil percepção, mas há características próprias de cada formação cicatricial.

As hipertróficas respeitam as bordas da incisão ou da ferida, são ligeiramente elevadas e tem coloração rósea próxima ao tom de pele. Normalmente a sua textura é lisa e macia. Já as queloideanas crescem além do limite da incisão feita, são bastante elevadas, tem coloração violácea e,  em alguns casos, invadem tecidos vizinhos e tomam grandes proporções. No entanto, essa é alteração benigna, sem riscos para a saúde.

Por que ocorre a formação de quelóide pós cirurgia plástica?

Estima-se que nas feridas cirúrgicas há uma chance de 5 a 15% de formar queloides. Isso acontece quando há uma manifestação exagerada do processo de cicatrização normal. Na cicatrização fisiológica, o corpo sabe quando é a hora de parar de produzir células para fechar a ferida, o que não acontece na queloideana. Isso ocorre porque o corpo perde a capacidade de controlar os mecanismos que regulam o reparo e a regeneração dos tecidos.

Ainda não se sabe exatamente o que estimula a proliferação exacerbada de tecido cicatricial. No entanto, atualmente se sabe que existe uma tendência genética, ou seja, é comum que pessoas da mesma família tenham essa alteração. Nesse caso, um simples corte pode formar uma cicatriz exagerada.

Além disso, quanto mais pigmentada a pele, maior é a tendência para desenvolver queloide. Por esse motivo, pessoas de pele morena e negra tem uma chance até 15 vezes maior para formar queloides.

Como evitar a formação de queloides?

Cessar o tabagismo

O cigarro contém inúmeras substâncias tóxicas para o organismo. A nicotina, substância que cria a dependência no fumante, também é responsável por reduzir a vascularização da pele. Dessa forma, há menor oferta de nutrientes e oxigênio, o que é essencial para uma boa cicatrização.

O ideal é cessar o tabagismo cerca de 1 mês antes da cirurgia plástica, assim como manter esse hábito no pós-operatório, por no mínimo 1 mês.

Usar fita de silicone

A fita de silicone comprime a região da cicatriz e inibe o estímulo de produção excessiva de colágeno. Além disso, esse tipo de produto também hidrata a região, reduzindo a coceira que é natural durante o processo de cicatrização.

Apostar em cremes com corticoide

O corticoide é um grande aliado no tratamento das quelóides e também pode ser usado para a prevenção dessas cicatrizes. O uso desses cremes normalmente é indicado para pessoas que tem tendência a esse tipo de cicatriz, mas deve ser recomendado por um especialista.

Evitar a exposição solar

Qualquer cicatriz deve ser protegida do sol, visto que a exposição solar estimula a produção de melanina, deixa a região escurecida e pode ser um fator estimulante para a formação de queloide.

A dica é evitar se expor ao sol por no mínimo 1 mês depois da cirurgia plástica. Após esse período é indicado abusar do protetor solar e, se possível, usar uma fita no local para potencializar a proteção.

Quais são os tratamentos para esse tipo de cicatriz?

É importante salientar que o processo cicatricial dura, em média, 6 meses. Dessa forma, é imprescindível procurar atendimento médico durante esse período, visto que o índice de melhora após os 6 meses é muito pequeno.

Em cicatrizes queloideanas pequenas e em fase inicial pode-se optar pela massagem com corticoides tópicos associada à aplicação de fita de silicone. Já para cicatrizes mais extensas, o corticoide pode ser aplicado com agulha ao longo de todo o tecido. Se o paciente tiver uma boa resposta a cicatriz diminui de tamanho e espessura, tornando-se menos perceptível.

Em outros casos o médico opta pelo tratamento com lasers, como o de CO2 ou carboxiterapia, radiofrequência, luz pulsada, peeling químico, ultrassom ou dermoabrasão. Por meio desses procedimentos a altura das cicatrizes pode ser reduzida e é possível recuperar a cor natural da pele.

Também existe a opção de retirar as quelóides cirurgicamente, o que deve ser avaliado pelo cirurgião plástico. Afinal, se a pessoa tem tendência a formar queloide, é possível que uma nova se desenvolva após a cirurgia. Para tanto existem várias técnicas, sendo que a abordagem cirúrgica depende do tamanho, altura e localização da cicatriz.

No entanto, essa pode ser uma boa opção para pessoas que não trataram o problema inicialmente. Isso porque após a retirada cirúrgica é possível potencializar a inibição do processo de cicatrização com corticoides ou outras técnicas.

E então, entendeu como se forma a quelóide após cirurgia plástica e o que fazer para preveni-la? Se você quer saber melhor como funciona a cirurgia de correção de cicatriz não deixe de acessar este post!

 

O que você precisa saber sobre mastopexia com implante de silicone?

As cirurgias plásticas feitas nos seios têm como finalidade harmonizar mamas que não agradam à mulher, fazer correções estéticas ou reconstruí-las (situação comum após a retirada de um câncer). Esse tipo de reparação ajuda as pessoas a viverem com mais qualidade de vida e maior autoestima, visto que é possível alterar o formato e o tamanho, assim como rejuvenescer os seios.

Nesse contexto, existem três tipos de cirurgia plástica. A primeira é chamada de mamoplastia de aumento, feita com prótese de silicone e indicada a mulheres com seios pequenos ou desproporcionais. A segunda é a mamoplastia de redução, realizada para reduzir o tecido mamário — que, quando em excesso, pode causar dores na coluna e problemas posturais.

A terceira opção é chamada de mastopexia e popularmente conhecida como lifting das mamas. Esse procedimento é eficaz para diminuir a flacidez dos seios e levantá-los, servindo também para corrigir imperfeições e assimetrias. Em alguns casos, para obter um efeito duradouro e bonito, é indicado introduzir a prótese de silicone na mesma cirurgia.

Neste artigo, abordaremos quais são as indicações, como é feita a cirurgia e quando a mastopexia com implante de silicone pode ser realizada, entre outras informações. Confira!

Quais são as indicações para a mastopexia?

mastopexia é uma cirurgia plástica cujo objetivo é retornar a mama para seu formato e sua posição originais. Normalmente, o procedimento é necessário em seios de aspecto caído ou pendente e com flacidez. Além disso, o lifting das mamas (como é popularmente chamada) pode ser recomendado para diminuir o tamanho das aréolas.

Após os 50 anos, os seios se tornam mais flácidos, o que é natural e acontecerá com toda mulher. Isso ocorre basicamente porque há uma substituição de tecido mamário por gordura, sem contar com a ação da gravidade ao longo dos anos.

A gestação é outro fator que pode deixar as mamas pendentes e flácidas. Afinal, durante o processo de amamentação, há um aumento do volume do seio e, após o seu fim, ele volta ao tamanho natural. No entanto, algumas áreas foram esticadas e podem se tornar flácidas.

Mulheres que oscilaram muito o peso ao longo da vida também sofrem esse processo, visto que há um crescimento da mama com posterior diminuição. Existem casos que não se encaixam nas indicações acima, mas recebem indicações de mastopexia se causarem incômodo. Como exemplo, podemos citar pessoas que têm tendência genética a desenvolverem seios pendentes e flácidos.

Como é feita a cirurgia plástica?

O primeiro passo para se submeter à mastopexia é realizar o pré-operatório pedido pelo médico. Nesse caso, são feitos os exames para o risco cirúrgico, que atestam a saúde da paciente. Entre eles, estão o hemograma completo, o coagulograma e o eletrocardiograma (além de outros relacionados ao quadro). O objetivo é evitar surpresas e complicações durante o procedimento cirúrgico.

Anestesia

Quando os resultados apresentam níveis satisfatórios, a pessoa está liberada para fazer a cirurgia. O tipo de anestesia usado depende da preferência do cirurgião plástico e das condições de saúde da paciente. Entre as opções, estão a anestesia geral e a peridural com sedação. Após esse passo, o profissional começa a realizar as incisões.

Incisões

O tamanho dos cortes e os locais em que serão feitos dependem da quantidade de tecido a ser retirada, do tamanho da mama e do resultado que se deseja alcançar. Se houver pouco tecido flácido, o cirurgião pode optar por uma incisão periareolar, ou seja, no entorno da aréola. Essa etapa também é indicada para mulheres que desejam diminuir o tamanho da aréola, o que pode acontecer após a amamentação ou ganhos de peso.

Já para seios com grande excesso de tecido, pode-se optar por uma combinação de técnicas. No lifting das mamas, a incisão em T (da parte inferior da aréola até o sulco mamário, na vertical, e outra no sulco mamário, na horizontal) é muito usada, podendo ser associada à incisão ao redor da aréola.

Com as incisões, o cirurgião plástico retirará todo o tecido flácido e reposicionará as mamas, a fim de garantir um contorno natural e harmônico. Em alguns casos, também é preciso retirar gordura ou tecido glandular, o que será analisado pelo médico. Assim, é devolvida a aparência jovial aos seios, além de reduzir seu tamanho e volume.

Quando optar pelo implante de silicone?

Ao retirar tecido mamário para reformular os seios, é comum que algumas mulheres fiquem com espaços vazios. Para garantir a firmeza necessária, esses locais devem ser preenchidos, o que pode ocorrer com a prótese de silicone. Isso é importante porque o tecido restante na mama apresenta grande teor de gordura e, portanto, não tem força para sustentá-la.

Possibilidade de manter os resultados por mais tempo

implante de silicone também é uma ótima opção para garantir que o resultado da cirurgia plástica se mantenha por mais tempo. Isso porque a prótese não perderá seu contorno ao longo dos anos, deixando os seios no mesmo formato.

Além disso, o silicone não se transformará em gordura, como acontece com o tecido mamário. Sendo assim, as pacientes que optam por esse recurso terão seios firmes mesmo com o passar dos anos.

Redução do risco de câncer de mama

As mulheres que apresentam risco elevado de câncer de mama, como aquelas que já retiraram um tumor ou têm parentes próximos com a doença, também podem se beneficiar com o implante de silicone. Ao colocar a prótese, é possível retirar mais tecido mamário, visto que o silicone fará o papel de sustentação. Assim, diminui-se a chance de surgimento da doença.

Vale lembrar que quem decide se colocará a prótese ou não é a paciente. Afinal, na mastopexia, o cirurgião apenas indica o que acredita ser melhor. A longo prazo, a prótese mantém os resultados, mas eles também podem ser alcançados sem o silicone.

E então, entendeu como a mastopexia com implante de silicone é uma ótima opção para recuperar a autoestima de mulheres com seios flácidos ou pendentes? Lembre-se de que a cirurgia é delicada e, portanto, exige um cirurgião plástico experiente!

Ficou alguma dúvida? Entre em contato conosco, será um prazer ajudar você!

4 cuidados pós cirurgia bariátrica que você precisa seguir

A cirurgia bariátrica, também conhecida como cirurgia de redução de estômago, é uma opção para o tratamento de pessoas obesas e em risco de vida, visto que é uma forma eficaz de perda de peso rapidamente.

No procedimento retira-se uma parte ou grampeia-se o estômago, a fim de diminuir a secreção de grelina, hormônio responsável pela sensação de fome. Em algumas técnicas também é retirado parte do intestino que faz a absorção de nutrientes.

Para efetivar o resultado após a cirurgia bariátrica é fundamental instituir e manter novos hábitos. Afinal, o reganho de peso é uma realidade para muitas pessoas que realizaram o procedimento. Para evitar esse transtorno é preciso cuidar da alimentação, praticar exercícios físicos e contar com uma equipe multidisciplinar.

Neste post detalharemos quais são os principais cuidados pós cirurgia bariátrica para que você entenda qual é a importância da mudança de hábitos. Confira!

1. Dieta

Após a cirurgia bariátrica é preciso que o paciente se acostume com o novo tamanho dos órgãos, visto que isso determinará a quantidade de alimentos que deverão ser ingeridos.

Nos primeiros dias a pessoa será alimentada apenas com dieta líquida, como chás, caldos e sopas, o que deve ser mantido por cerca de 1 mês. Em alguns casos, se não houver aceitação, o paciente continua internado e é alimentado através do soro venoso.

Após esse período e conforme o paciente se sinta preparado, é iniciada a dieta pastosa. Assim, pode-se comer alimentos em textura de purê, bem amassados e caldos mais espessos.

Aos poucos a dieta evolui para a alimentação sólida, mas é interessante que todos as refeições sejam picadas em pequenos pedaços e bem mastigadas, a fim de evitar engasgos e vômitos.

Nos primeiros meses após a cirurgia perde-se muito peso, mas o índice de reganho é grande. É por esse motivo que a reeducação alimentar deve começar antes da cirurgia bariátrica, a fim de ensinar ao paciente quais grupos de alimentos são saudáveis e quais devem ser ingeridos com menor frequência, como industrializados, gorduras e açucares.

Afinal, consolidar hábitos leva tempo e é preciso que a boa alimentação já faça parte da vida do paciente no pós-operatório.

2. Exercícios físicos

A partir da alta hospitalar já é recomendado que os pacientes iniciem atividades físicas leves por cerca de 30 minutos, como a caminhada. Isso porque os exercícios potencializam a perda de peso e ajudam a pessoa a se recuperar mais rapidamente. Além disso, manter-se em movimento ajuda a evitar a trombose e estimula a atividade normal do intestino.

Após cerca de 2 semanas a pessoa está liberada para voltar a sua vida cotidiana, ou seja, pode dirigir, trabalhar e passear normalmente. Ao final do primeiro mês deve-se aumentar gradualmente o tempo e a intensidade das atividades. No entanto, ainda não é recomendado fazer abdominais ou pegar pesos, assim como realizar outras atividades que aumentam a pressão interna da cavidade abdominal.

Assim como a alimentação, praticar exercícios físicos deve ser um hábito. Sendo assim, também é fundamental começar a instituí-lo antes mesmo de realizar a cirurgia bariátrica.

Praticar atividades físicas pode ser uma tarefa muito difícil para pessoas obesas, devido ao excesso de peso que recai sobre o quadril, joelhos e tornozelos. No entanto, caminhadas leves já são efetivas. Lembre-se que manter um hábito é mais fácil do que criá-lo.

3. Acompanhamento psicológico

A obesidade é uma doença multifatorial, ou seja, tem várias causas que interagem. Em alguns casos ela é atribuída a alguma doença, como problemas na secreção de hormônios e síndromes raras. No entanto, na grande maioria dos casos a obesidade é causada pelo sedentarismo e pela ingestão exagerada de calorias.

O ganho de peso será inevitável quando o consumo de nutrientes é superior a aquele necessário pelo corpo. Isso se torna ainda mais grave quando o consumo é extremamente exagerado, o que está atrelado intimamente a depressão e a ansiedade.

Isso porque a comida passa a ser uma forma de compensação, ou seja, quando a pessoa está triste ou angustiada, come mesmo sem fome, a fim de esquecer os sentimentos negativos. Essa compulsão alimentar faz com que o indivíduo ganhe muito peso, o que interfere em sua autoestima, criando mais sentimentos negativos. Dessa forma, forma-se um ciclo, que é extremamente comum em pessoas obesas e pode propiciar o reganho de peso após a bariátrica.

Além disso, a rápida perda de peso e a mudança na conformação corporal após a cirurgia também podem provocar angústia e ansiedade, assim como a pressão por manter um estilo de vida saudável.

É por esse motivo que realizar acompanhamento psicológico pós cirurgia bariátrica ajuda o indivíduo. Nesse tipo de tratamento o paciente aprenderá a lidar com sentimentos como a frustração e tristeza sem relacioná-los a comida, impedindo o reganho de peso.

4. Ajuda multiprofissional

O paciente submetido precisa de ajuda multiprofissional, afinal, a nutricionista é necessária para cuidar da dieta, educadores físicos devem acompanhar e orientar as atividades físicas e o psicólogo ajuda o indivíduo a lidar com suas emoções. Além disso, é fundamental que o paciente conte com o cirurgião quando houver alguma dúvida ou intercorrência.

A adaptação pode ser difícil nos primeiros meses. No entanto, se houver algum dos sintomas abaixo, é necessário procurar o médico o quanto antes para uma avaliação:

  • vômitos após as refeições;
  • diarreias frequentes;
  • dor forte no abdômen;
  • febre alta;
  • curativo sujo de secreção ou sangue
  •  não conseguir ingerir alimentos.

Afinal, esses são alguns sinais de alarme que devem ser investigados.

Isso é importante porque existem algumas chances de complicação após a cirurgia bariátrica, embora sejam raras.

E então, entendeu quais são os cuidados pós cirurgia bariátrica que devem ser tomados pelos pacientes? É fundamental ter em mente que apenas o procedimento cirúrgico não é capaz de resolver o problema de excesso de peso.

Cuidar da alimentação, praticar exercícios físicos e ter hábitos saudáveis ajudará o paciente a perder peso mais rápido e ainda mantê-lo para ter uma vida próspera e de bem-estar.

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Conheça as principais cirurgias plásticas no rosto

As cirurgias plásticas têm como objetivo em comum harmonizar alguma parte do corpo que precisa de correção estética ou não agrada muito a pessoa. De acordo com dados da ISAPS, ou Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, o Brasil ocupa o segundo lugar na lista de países que mais realizam intervenções estéticas.

No ano de 2018 a crise continuou em diversos setores, mas não é o caso das cirurgias plásticas. Em comparação a 2014, estima-se que as intervenções estéticas aumentaram cerca de 8%, enquanto as cirurgias de reconstrução cresceram 24%, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Sem dúvidas, o rosto é uma das áreas do corpo em que mais se deseja realizar modificações. Nesse caso, existem cirurgias para rejuvenescer, aperfeiçoar os traços e com o objetivo de reconstrução, por exemplo.

Separamos, neste post, quais são as cirurgias plásticas no rosto mais procuradas. Confira!

Rinoplastia

O nariz é uma das angulações mais marcantes da face. Por esse motivo, a rinoplastia, cirurgia que muda o formato e o tamanho do nariz, tem sido tão procurada. O objetivo é criar um rosto harmônico e delicado, que esteja de acordo com os olhos, a boca e outros contornos da face.

A rinoplastia pode ser, basicamente, de três tipos.

Rinoplastia de aumento

É uma cirurgia plástica normalmente necessária em caso de traumas, má formação ou por correção estética.

Rinoplastia de redução 

É o procedimento mais solicitado nos consultórios. Nesse procedimento o cirurgião retira a cartilagem e partes de ossos para moldar um nariz que seja menor ou menos largo, de acordo com a preferência do paciente;

Rinoplastia funcional

Essa uma prática cirúrgica que está associada a dificuldades respiratórias. Nesse caso, ela é indicada para as pessoas com desvio de septo e tamanho exagerado dos cornetos nasais, por exemplo.

Blefaroplastia

A queda da pálpebra superior, também chamada de ptose palpebral, pode ter vários motivos, mas o mais comum é o envelhecimento. Isso acontece porque ao longo dos anos essa pele perde a sua força, se tornando flácida e acumulando acima dos olhos. A situação pode criar uma aparência de cansaço ou pouco jovial, além de prejudicar a visão.

Nesses casos é indicada a blefaroplastia, uma cirurgia que retira o excesso de pele da pálpebra superior. Os locais afetados são delimitados e, após, realiza-se cortes para retirar a pele. O interessante é que a cicatriz fica localizada nas dobras naturais da pele, ficando praticamente imperceptíveis.

Otoplastia

A orelha em abano não é considerada uma má formação, mas na realidade uma alteração anatômica. Ainda não se sabe o que causa essa diferença, mas acredita-se que ela tenha influência genética. Esse quadro não causa prejuízo funcional, ou seja, a pessoa com orelhas em abano escuta perfeitamente. No entanto, pode haver prejuízo na autoestima.

Quando o indivíduo se sente incomodado ou exclui-se socialmente devido a alteração nas orelhas é recomendado realizar a otoplastia. Na cirurgia, o médico faz uma pequena incisão na parte de trás do pavilhão, com o cuidado de seguir as dobras naturais da pele. Assim, retira-se o excesso de pele para reposicionar a orelha. O objetivo é tornar os pavilhões menos visíveis, o que deixa o rosto mais proporcional e harmônico.

Em casos em que a orelha é de tamanho desproporcional, o cirurgião pode optar por retirar um pedaço da cartilagem, diminuindo as dimensões.

Bichectomia

A bola de bichat é um acúmulo de gordura no rosto, mais precisamente na região das bochechas. Nas crianças essas estruturas são grandes, mas ao longo dos anos há uma diminuição em seu tamanho. No entanto, é possível que essa gordura continue volumosa na vida adulta, o que dá ao rosto uma aparência redonda e um pouco infantil.

Para diminuir o tamanho das bochechas pode-se retirar a bola de bichat. Para tanto, as incisões são feitas na parte interna das bochechas. Logo após o procedimento é possível notar um rosto mais fino e harmônico.

É importante salientar que essa cirurgia não é indicada para todas as pessoas. Consulte um cirurgião plástico de confiança e veja a sua avaliação.

Lifting facial(Ritidoplastia)

A ritidoplastia, mais conhecida como lifting facial, é uma cirurgia para rejuvenescer o rosto. Dessa forma ela é indicada para atenuar os sinais de envelhecimento, como rugas, linhas de expressão e flacidez. Nesse contexto, é importante informar que a ritidoplastia não tem como objetivo promover uma imagem juvenil, mas sim aperfeiçoar os traços do paciente e diminuir os sinais de envelhecimento.

Essa cirurgia pode ser feita de formas diferentes, o que depende da região do rosto a ser tratada. Normalmente são realizadas incisões na região do couro cabeludo, atrás das orelhas e abaixo do queixo, para que o cirurgião plástico consiga retirar o excesso de pele e reposicionar os músculos faciais.

O objetivo é realçar os traços da jovialidade, como os contornos bem demarcados, sobrancelhas arqueadas e maçãs da face proeminentes. No entanto, é fundamental que o resultado não seja uma pele “esticada”, o que dá ao rosto uma aparência artificial e deixa claro que uma cirurgia foi realizada.

Mentoplastia

Mentoplastia é a cirurgia realizada no mento, popularmente conhecido como queixo. O procedimento pode ser usado tanto para aumentá-lo quanto para reduzi-lo, com o objetivo de tornar o rosto mais proporcional.

No entanto, as cirurgias para aumentar o queixo são muito mais comuns. Nesse caso, as pessoas que possuem o queixo pequeno (microgenia) ou queixo desproporcional são candidatas. Para criar o volume pode-se usar um implante feito de silicone ou gordura do próprio paciente.

Em outros casos o cirurgião opta por deslocar os ossos da mandíbula para frente, o que depende de cada quadro. Nesse procedimento é necessário serrar o osso e fixá-lo com placas e parafusos. A mesma técnica também é empregada para a mentoplastia de redução.

As cirurgias plásticas no rosto são procedimentos que aumentam a autoestima e a qualidade de vida das pessoas. São procedimentos que oferecem benefícios estéticos e de saúde, propiciando bem-estar e confiança aos que se submetem a elas.

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Você sabe da importância da drenagem linfática no pós-operatório?

O nosso corpo tende a acumular excesso de líquidos naturalmente e pode trazer aquela sensação de inchaço ao longo do dia. Esse processo pode acontecer por diversos motivos e, um deles, é a realização de uma cirurgia plástica. Nessas condições, o corpo acumula ainda mais substâncias e a circulação sanguínea é interrompida na área, o que causa inchaços e edemas.

Para evitar esse problema ou reduzir os sintomas, é fundamental fazer uma drenagem linfática no pós-operatório. Você pensa em passar por uma cirurgia? Então, precisa conhecer agora mesmo qual a importância de passar por esse procedimento!

Neste artigo, vamos explicar o que é e por que a drenagem linfática é essencial no pós-operatório, para quais cirurgias ela é indicada, quais são os seus principais benefícios e o melhor momento para fazer. Confira!  

O que é drenagem linfática?

A drenagem linfática é um tipo de massagem cuja técnica utilizada tem como objetivo estimular o sistema linfático — sistema de vasos que levam líquidos pelo corpo  a trabalhar de forma mais rápida e eficiente. As principais vantagens desse tipo de procedimento são a melhora da circulação sanguínea, a redução da retenção de líquidos e o relaxamento corporal.

Diversas pessoas procuram pela drenagem linfática com o objetivo de emagrecer, mas a massagem, na verdade, ajuda a reduzir medida graças à eliminação de toxinas acumuladas nos vasos linfáticos. Elas são as responsáveis por causar inchaço no corpo e no rosto, não é necessariamente gordura.

Nesse sentido, quando combinada a outras estratégias, como alimentação saudável e atividade física, ela é uma aliada na busca por uma melhora estética. Outra aplicação da drenagem linfática é em situações de pós-operatório. Nesse caso, ela é indispensável e os benefícios são muitos, como veremos a seguir!

Por que fazer o procedimento no pós-operatório?

Com o avanço da medicina e a constante melhoria dos procedimentos e técnicas utilizadas, as pessoas estão cada vez mais seguras para a realização de intervenções estéticas e cirurgias plásticas. Entretanto, por mais que as intervenções sejam altamente seguras e o paciente siga corretamente todas as recomendações médicas, o corpo ainda apresenta algumas reações às cirurgias, como inchaço. Elas são perfeitamente naturais e inevitáveis.

Quando o organismo passa por um procedimento cirúrgico, os tecidos sofrem diversas lesões e impactos e precisam ser recuperados. Um dos mecanismos de defesa do corpo humano atua na criação de alterações, como edemas, manchas roxas e cicatrizes, para fechar a abertura do corte.

Nesse sentido, a retenção de líquido após as cirurgias ocorre devido ao fato de o nosso corpo ter tendência a acumular líquidos de forma natural. Em caso de intervenções cirúrgicas, esse inchaço surge como uma defesa natural do organismo, aliado ao sedentarismo por conta de período de repouso.

Por essas questões, a drenagem linfática no pós-operatório torna-se essencial, pois vai ajudar a combater o inchaço causado pelo sistema linfático e pela falta de atividade de física. Além disso, contribui para que o paciente alcance o resultado esperado.  

Em quais cirurgias é mais indicada?

A drenagem linfática no pós-operatório pode ser feita em qualquer pessoa que tenha passado por uma cirurgia, seja por problema de saúde seja para fins estéticos e reparadores. É importante destacar como ela é fundamental para ativar a circulação sanguínea no local, eliminar as toxinas acumuladas com o impacto da incisão e auxiliar na recuperação após a cirurgia.

Entretanto, o paciente não deve procurar por um massagista ou fisioterapeuta sem autorização do médico. Somente o cirurgião responsável pelo procedimento deve liberar a realização da drenagem linfática e atestar que as suas condições físicas são adequadas para receber a técnica sem trazer nenhum problema ou complicação cirúrgica.

De toda forma, em algumas operações ela é fundamental para a recuperação adequada do paciente. São elas:

  • lipoaspiração e lipoescultura;

  • mamoplastia (de aumento, redutora ou reparadora);

  • ritidoplastia;

  • abdominoplastia;

  • blefaroplastia

  • rinoplastia;

  • dermolipectomia;

  • lifting de coxas e de braços;

  • cirurgia de contorno corporal;

  • enxerto de gordura etc.

Quais as vantagens da drenagem linfática no pós-operatório?

Depois da indicação do médico, o paciente que passou por uma cirurgia deve procurar por um profissional capacitado para fazer a drenagem linfática. Em condições adequadas de higiene e realizada por especialista na área, a massagem pode trazer ao paciente os seguintes benefícios:

  • ativar a circulação sanguínea na região operada;
  • melhorar o funcionamento do sistema linfático
  • restabelecer a aderência de pele;
  • eliminar os inchaços, tanto na região operada como no restante do corpo.
  • reduzir a retenção de líquidos pelo organismo
  • aliviar a dor causada pela cirurgia;
  • tratar os hematomas que surgem com a incisão;
  • reduzir a fibrose;
  • favorecer a oxigenação dos tecidos;
  • acelerar e auxiliar no processo de cicatrização;
  • ajudar na remodelagem da pele;
  • evitar complicações pós-cirúrgicas;

Como deve ser feito o procedimento após a cirurgia?

Apesar dos benefícios, é importante ressaltar que a drenagem linfática no pós-operatório deve ser feita com muita cautela. Afinal, o corpo e os tecidos se encontram em um estado debilitado. Dessa forma, os movimentos precisam se delicados e cuidadosos para não atrapalhar o processo de recuperação e causar desconforto ao paciente.

Cada um dos tipos de cirurgia plástica tem características próprias e um tempo diferente de recuperação. Por essa razão, não existe um momento ideal para iniciar a drenagem. O ideal é esperar a autorização do cirurgião, pois só ele saberá exatamente quando seu corpo estará preparado para iniciar o procedimento. Pacientes que apresentarem infecções ou qualquer outra complicação pós-cirúrgica não devem fazer a massagem.

São necessárias em torno de 10 sessões de drenagem para conseguir os resultados esperados e reduzir o inchaço da cirurgia. Entretanto, esse número pode variar conforme o paciente, o tipo de cirurgia e a evolução do organismo.

Como vimos, a drenagem linfática no pós-operatório é essencial para obter os resultados almejados e conquistar a aparência dos sonhos. Por isso, lembre-se sempre de procurar pela melhor equipe, o que inclui escolher por clínicas reconhecidas, cirurgiões plásticos credenciados pelo órgão regulador e esteticistas especialistas em procedimentos pós-cirúrgicos.

O que você achou deste conteúdo? Deixe um comentário aqui no post e conte-nos se você já fez drenagem linfática após uma cirurgia!

Lifting: saiba mais sobre como funciona esse procedimento estético

“Lift”, em inglês, significa levantar. Dessa palavra originou-se o termo lifting, usado para caracterizar um procedimento estético que tem como objetivo reverter os efeitos do envelhecimento. Para tanto, “levanta-se” ou “suspende-se” a área a ser tratada, a fim deixá-la no seu local de origem.

Essa técnica pode ser utilizada em várias partes do corpo, como a face e o pescoço, os braços, as coxas, as mamas e os glúteos, por exemplo. Neste post, explicaremos como é feito o lifting e como ele é aplicado nas mais variadas áreas do corpo humano. Acompanhe!

O que é lifting?

O colágeno é uma das proteínas mais abundantes do organismo humano, representando cerca de 30% do total. Após os 30 anos, a produção de colágeno começa a decair e os primeiros sinais de envelhecimento começam a ser notados. Isso acontece porque a função dessa proteína é manter as células firmes, elásticas e unidas, o que impede a deformação dos tecidos, como a pele.

Sendo assim, com a sua diminuição, começa-se a notar áreas de flacidez, rugas e linhas de expressão, assim como uma piora no aspecto da pele. Para tratar essa alteração, utiliza-se o lifting, uma técnica cirúrgica que retorna os tecidos a sua posição e forma originais. Dessa forma, o procedimento garante uma aparência rejuvenescida e saudável.

Como a técnica é aplicada?

De forma geral, o cirurgião plástico realizará uma incisão na parte do corpo a ser tratada para iniciar o procedimento. Normalmente, os cortes são feitos em lugares de dobras ou que não serão percebidos facilmente por outras pessoas, de modo que as cicatrizes fiquem discretas.

Depois disso, o médico descola a pele e os músculos, retira o excesso de tecido e, literalmente, “estica” o que for necessário. O interessante é que todos os tecidos são reposicionados (como o tecido muscular e gorduroso), a fim de oferecer ao paciente um resultado mais natural e duradouro.

Em alguns casos, outros procedimentos podem ser associados, como a lipoaspiração, para garantir um resultado satisfatório.

Em quais partes do corpo o lifting pode ser feito?

Mamas

As cirurgias plásticas nos seios têm como objetivo harmonizar o corpo feminino ou corrigir algum aspecto que não agrade a paciente. Nesse contexto, existem três opções de cirurgia: a mamoplastia de aumento, para corrigir seios pequenos; a mamoplastia redutora, para mulheres que se sentem incomodadas com o tamanho excessivo das mamas; e a mastopexia, também conhecida como lifting das mamas.

O último procedimento é indicado para mulheres que têm mamas flácidas, pendentes ou que desejam diminuir o tamanho da aréola. Essas condições podem ocorrer devido ao envelhecimento, visto que após os 50 anos ocorre uma substituição natural de tecido mamário por gordura, ou após a amamentação, uma vez que durante esse período os seios aumentam e com o fim a mama diminui.

A cirurgia pode ser feita com anestesia peridural, com sedação ou sob anestesia geral. No lifting das mamas o cirurgião plástico realiza incisões de modo que seja possível retirar o excesso de pele, tecido glandular e/ou gordura. A cicatriz normalmente fica em formato de âncora, ou seja, uma incisão se estende da parte inferior da aréola até a base do seio e a outra fica localizada no sulco mamário. Em outros casos, pode-se realizar a incisão em torno da aréola.

Após retirar o excesso de tecidos, o médico reposicionará a mama, definindo um contorno natural, harmonioso e proporcional ao corpo.

Face

lifting facial é indicado para pacientes que desejam rejuvenescer o rosto. Assim, pessoas com rugas, sulcos profundos, perda de tônus muscular e flacidez são boas candidatas. A incisão pode ser realizada em várias partes do rosto, como na frente ou atrás do pavilhão auditivo e no couro cabeludo.

O objetivo é descolar a pele do rosto e, assim, acessar a musculatura e o tecido gorduroso. O cirurgião retira o excesso de pele e reposiciona as estruturas, a fim de devolvê-las ao seu local de origem. Dessa forma, o médico pode volumar regiões que perderam o tônus, como as maças do rosto, responsáveis pela aparência jovial, e atenuar rugas e linhas de expressão.

Para tanto, existem várias técnicas, que se diferenciam na extensão do procedimento e na cicatriz deixada. O procedimento chamado de Ritidoplastia, ou lifting de face total, é indicado para pessoas com flacidez e rugas acentuadas e deixa cicatrizes na frente e atrás da orelha.

Já o minilifting é uma técnica semelhante a anterior, mas indicada para pacientes com flacidez menos acentuada. Também é possível realizar lifting temporal, para arquear as sobrancelhas, lifting frontal, para tratar as rugas da testa e o lifting feito por endoscopia, em que as incisões feitas são pequenas e tratam pacientes com queda da maça do rosto e da sobrancelha.

Pescoço

O lifting no pescoço também é chamado de cervicoplastia. Normalmente, esse procedimento é associado ao lifting de face para garantir o rejuvenescimento de toda área exposta. Dessa forma, ele é indicado para quem apresenta excesso de pele, “papada”, rugas e flacidez na região do pescoço.

Nesse caso, a incisão é feita logo abaixo do queixo. O objetivo é devolver a cervical um aspecto jovial. O procedimento pode ser feito com anestesia local e sedação ou anestesia geral.

Braços e coxas

O objetivo do lifting nos braços e coxas é retirar a gordura e o excesso de pele nos braços, o que acontece com o envelhecimento e também após emagrecimento extremo, como o que acontece após uma cirurgia bariátrica.

Braquioplastia é o nome dado para o lifting de braços. Em alguns casos, somente uma incisão nas axilas é o suficiente para retirar o excesso de gordura, mas, quando se precisa retirar grande quantidade de pele, o corte é realizado ao longo de todo o braço, na região que é flácida quando balançamos o braço (para dar tchau, por exemplo). Para potencializar o efeito, o médico pode recomendar que uma lipoaspiração seja feita concomitante ao lifting do braço.

Já a cirurgia para retirar tecido das coxas necessita de uma incisão na raiz da coxa ou na virilha. Em outros casos, pode ser necessário fazer incisão ao longo de toda a extensão do membro para retirar o excesso de pele e gordura.

E então, entendeu como o lifting pode ser usado em diferentes partes do corpo para rejuvenescimento? A fim de garantir resultados satisfatórios e seguros, é fundamental procurar um médico que seja cirurgião plástico. Afinal, esse é o profissional especializado em modificar a estrutura corporal cirurgicamente.

A dica para encontrar um profissional de qualidade e ético é pedir sugestões para amigos e familiares que já realizam cirurgias plásticas e ficaram satisfeitos com o atendimento e resultados. Lembre-se de que a consulta é necessária para tirar dúvidas e também para esclarecer os valores, visto que, de acordo com as normas do CRM, não é possível informar valores antes de uma avaliação minuciosa. Isso é importante porque cada paciente é único, assim como o procedimento que será realizado.

Apesar dos grandes benefícios desse procedimento existem pessoas que não tem coragem (ou não podem) se submeter ao lifting cirúrgico. Para esses pacientes existe a opção de realizar o rejuvenescimento sem cirurgia. Acesse este post e se informe sobre como a técnica é feita!

Fique por dentro de como é feita a cirurgia de contorno corporal

Você já se viu insatisfeito com o seu corpo, tentou melhorar a sua silhueta com dieta e exercício físico e, mesmo assim, não gostou do resultado que conquistou? A solução para você pode ser uma cirurgia de contorno corporal!

Essa intervenção cirúrgica tem como principal objetivo remodelar os contornos do tronco e quadril, deixando o paciente com a aparência mais harmônica e equilibrada.

Esse grupo de cirurgias tem sido cada vez mais buscado por pacientes brasileiros. Mas você sabe do que se trata? No artigo de hoje vamos tirar todas as suas dúvidas a respeito desse tema, explicando como funciona o procedimento, para quem ele é mais indicado, quais resultados esperar e ainda quais cuidados ter no pós-operatório. Vamos lá?

O que é a cirurgia de contorno corporal?

A cirurgia de contorno corporal também é conhecida como body lifting e tem como propósito ajudar as pessoas que ainda não estão satisfeitas com o seu corpo, mesmo depois de perder peso, seja por dieta, exercício ou cirurgia bariátrica, a encontrar a harmonia corporal que deseja.

Os procedimentos são um conjunto de cirurgias, que podem ser feitas ao mesmo tempo ou separadas, para remover a gordura localizada em diversas partes do corpo ou o excesso de flacidez causado por grandes emagrecimentos, envelhecimento da pele ou gravidez, e também para remodelar alguma área específica.

De uma forma geral, essas intervenções melhoram a forma e o tônus dos tecidos que sustentam o conjunto formado pela gordura e a pele, a partir da remoção dos excessos.

As principais áreas que podem passar pela cirurgia de contorno do corpo são o abdômen (parte frontal, lateral ou estendendo para as costas), glúteos, virilha e coxas (parte externa, interna, posterior e toda a circunferência).

A cirurgia pode ser dividida por regiões e, dependendo da área que passou pela intervenção, recebe diferentes nomes, como:

  • Upper Body Lift: procedimento feito na parte superior, incluindo abdômen, braços, costas e mamas;
  • Lower Body Lift: nome dado ao procedimento que é feito nas partes inferiores, que compreendem glúteos, coxa e virilha.

Vale ressaltar que esse conjunto de cirurgias não se limita à remoção de gordura e pele. Em alguns casos, o paciente pode optar por retirar a gordura acumulada de um lugar e enxertar em outra área (como glúteos e mamas) para aumentar o volume e melhorar o aspecto.

Quando ela é indicada?

O paciente que deseja se submeter a esse tipo de cirurgia deve estar com o peso corporal estável por pelo menos 12 meses. Em casos específicos, como em pacientes que passaram por uma cirurgia bariátrica, é preciso esperar pelo menos 18 meses, com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, até que a perda de peso tenha se estabilizado. Nesse caso, é preciso ter uma liberação do médico que realizou a cirurgia e a certeza de que o paciente fará um acompanhamento nutricional.

Mulheres que acabaram de virar mães também precisam esperar! O recomendado é que as mães esperem pelo menos 6 meses após parar de amamentar e aguardem a estabilização do peso corporal. Além disso, mulheres que desejam engravidar precisam estar cientes de que a gravidez deve ser postergada para não comprometer o resultado.

Além desses casos, pacientes que estejam muito motivados, não apresentem nenhum problema emocional e que já tentaram outros recursos, mas ainda não estão satisfeitos com o corpo, também podem passar pelo body lifting.

Como é feito o procedimento?

Antes de enfrentar uma mesa de cirurgia, o paciente precisa passar por diversas etapas. A primeira delas é encontrar uma clínica e um cirurgião de confiança para realizar o procedimento com todo suporte e cuidados necessários.

Depois da primeira consulta e da explicação realista do médico em relação aos resultados, o paciente deve passar por uma série de exames pré-operatórios que atestem que está nas condições físicas ideais para se submeter à cirurgia.

Além de não ter nenhum problema grave de saúde que impeça a intervenção, é preciso parar o consumo de álcool, cigarro e alguns medicamentos nos dias que antecedem a operação e seguir as demais recomendações médicas.

No dia da cirurgia é aplicada a anestesia e, então, o cirurgião realiza os cortes na área que será remodelada. O tamanho e o padrão dessas incisões dependerão da localização e do tamanho da área que será removida. Por exemplo, se o body lifting for completo (tratando o abdômen, cintura, coxas e quadris), deve ser feita uma incisão circular em torno do corpo.

Depois de posicionar e definir a nova forma dos tecidos, o corte é fechado com suturas e adesivos. Em casos que houver enxerto de gordura em alguma área, o profissional vai tratá-la, em seguida o tecido será inserido com o auxílio de pequenas agulhas na região desejada.

Quais os cuidados pós-operatórios?

A cirurgia de contorno corporal pode envolver mais de uma incisão e, por isso, o ideal é que o paciente apresente as condições clínicas favoráveis, pois o tempo de intervenção será maior.

Dependendo do paciente, os resultados do body lifting começam a ser visíveis praticamente após o procedimento. Entretanto, o resultado definitivo pode demorar de seis meses a um ano para aparecer por completo.

No entanto, para que esses resultados estejam de acordo com a expectativa criada ao procurar pelo procedimento e também para que não hajam complicações, é preciso que o paciente siga alguns cuidados pós-operatórios, como:

  • faça repouso o tempo que for indicado pelo médico;
  • trate as cicatrizes para que a recuperação seja boa;
  • tome os remédios prescritos de forma correta;
  • evite fazer esforço nos primeiros meses;
  • cuide bem da pele, usando protetor solar e produtos para evitar a flacidez;
  • controle o peso com dietas, exercícios e hábitos saudáveis.

O mais importante na hora de decidir fazer uma cirurgia de contorno corporal é procurar uma clínica especializada que oferece todo suporte e infraestrutura adequados ao procedimento e que contem com profissionais capacitados e credenciados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Antes de saber os valores, é fundamental agendar uma avaliação geral de suas condições de saúde.

Se você quer saber mais informações sobre cirurgias plásticas, entre em contato conosco e tire suas dúvidas!

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