Conheça a história de Luciana Veiga e sua relação com a cirurgia plástica

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde constatou que uma entre cinco pessoas brasileiras são obesas (18,9%), e nas capitais, mais da metade (54%) estão acima do peso. Para tentar buscar uma vida saudável elas investem em uma boa alimentação e exercícios físicos, porém, nem sempre isso é suficiente para emagrecerem. Dessa forma, recorrem à operação bariátrica e depois a cirurgia plástica para retirada do excesso de pele

Dentro dessa estatística se encontrava a paulistana e comerciante Luciana Veiga, de 43 anos, com seus 114 quilos. A sua luta para emagrecer era intensa com diversos tipos de regimes, exercícios, medicamentos, sérios problemas de saúde até que tomou uma decisão acertada para se sentir saudável novamente. 

Ficou curioso? Continue a leitura para conhecer a história desta mulher decidida que teve sua saúde de volta. 

O que a obesidade provocou na saúde? 

Luciana nunca foi uma menina magra, tinha suas “gordurinhas” que não a incomodavam tanto. Geralmente, seu peso ficava entre de 74 a 76 quilos, era adequado a estatura de 1 metro e 69 centímetros, mas aos 25 anos começou a engordar devido a problemas de tireoide. Aliado a isso, passou a comer fora do horário por causa do trabalho no comércio e, ainda, a consumir uma alimentação errada. Conclusão, viu a balança acusar 114 quilos.

O problema, porém, não estava somente no peso, mas nas consequências que isso trouxe para a sua saúde. Como a hipertensão desregulada, retenção de líquido, complicações nos joelhos e na coluna. “Consegui o direito de isenção de impostos para comprar um carro adaptado, por conta das doenças nos joelhos em decorrência da obesidade”, lembra a comerciante. 

Além das dificuldades com a saúde, a obesidade afetou a sua autoestima, pois é muito vaidosa, gosta de roupas boas e na moda. No entanto, chegou ao ponto tinha dificuldades para encontrar roupas que servissem. Quando uma peça dava certo, não era o seu estilo. 

Essas situações geravam muita angústia e depressão. Regimes e remédios manipulados faziam pouco efeito em seu corpo. E, quando engordava, recuperava mais do que perdeu. O efeito sanfona provocava muito questionamento sobre a qualidade de sua vida. 

Como se decidiu pela cirurgia? 

“Cheguei a um ponto que não aguentava mais, eu precisava dar um basta. Procurei alguns cirurgiões que disseram que eu tinha que fazer academia. Até que encontrei um profissional consciente que deu a solução para o meu problema. A cirurgia bariátrica com o método bypass”, informa Luciana. Esse procedimento consiste na redução do estômago e do intestino para que a pessoa coma menos, gerando perda de peso de até 70% do valor inicial. 

Como é uma pessoa decidida, a paulistana resolveu enfrentar suas inseguranças, realizou todos os exames pré-operatórios que eram necessários e fez a cirurgia bariátrica. Contudo, sua jornada não acabou aí. Devido à intervenção, a Luciana começou a emagrecer, perdendo 40 quilos. Isso ocasionou excesso de pele. 

Assim, percebeu que não adiantava fazer somente a bariátrica e ter sobras de pele provocando constrangimento para ir à praia ou usar certos modelos de roupas. Dessa maneira, ela ficou satisfeita com a redução de peso, mas não com a estética do seu corpo. 

Procurou o endocrinologista que fazia o acompanhamento da sua saúde para buscar indicação de um cirurgião plástico. Ele recomendou o Dr. Lecy Marcondes, da Clínica Integrada de Cirurgia Plástica de São Paulo. 

“Fiz uma consulta com ele e me senti muito à vontade. Após um ano da bariátrica, eu estava, novamente, entrando em outra cirurgia para fazer abdominoplastia e mamoplastia. A barriga que eu tenho hoje, eu não tive no passado. Era um sonho. Eu nunca usava um cinto e hoje não tem uma calça que fique sem cinto, é algo fantástico”, comenta a paciente. 

Depois de um ano e três meses ela trocou a prótese mamária e fez lipoaspiração nas costas, braços e pernas. “Ninguém percebe que passei por tantas intervenções para hoje exibir um corpo delineado e com 78 quilos”, enfatiza ela. 

De que maneira o atendimento influenciou na decisão? 

Segundo Luciana, desde a primeira consulta com Dr. Lecy Marcondes houve uma empatia. O médico foi consciencioso e profissional, dando todas as explicações necessárias para que a paciente tivesse segurança para realizar os procedimentos. 

A equipe qualificada, com diversos profissionais, auxilia o cirurgião plástico desde o atendimento, na operação e no pós-operatório. Ajudando os pacientes de todas as maneiras para que eles se sintam satisfeitos. 

Outro fator determinante foi o credenciamento de todos os envolvidos junto às Sociedades e Instituições de classes de suas categorias, tanto nacionais quanto internacionais. As cirurgias são realizadas dentro de um hospital, proporcionando proteção aos pacientes. 

As cirurgias reparadoras podem ser feitas pelo plano de saúde ou Sistema Único de Saúde (SUS). Ambos cobrem os procedimentos para corrigir problemas derivados da obesidade como o excesso de pele. Após o emagrecimento proveniente da cirurgia bariátrica. Porém, os laudos médicos devem comprovar dermatites nas dobras, dificuldade na locomoção e na movimentação dos braços devido à flacidez.

“Considero que valeu muito a pena enfrentar todas as cirurgias e os pós-operatórios, pois cheguei a usar manequim 52 e agora uso 42, há uma grande diferença. Hoje eu sou uma pessoa renovada com muita autoestima”, conclui Luciana Veiga, acrescentando que come todos os alimentos com moderação, exceto o refrigerante que resolveu eliminá-lo. Na sua preferência é mais importante comer bem do que beber algo. Afinal, o espaço do seu estômago diminuiu e a mentalidade mudou. 

A comerciante se sente tão realizada por ter feito a cirurgia plástica, depois da bariátrica, que já indicou o procedimento e o Dr. Lecy Marcondes para diversas pessoas. Elas se submeteram às operações e se encontram em um novo estilo de vida, de acordo com a paulistana. 

Gostou da história da Luciana Veiga e das fases que teve de enfrentar para alcançar o sonho de ter saúde e um corpo mais magro? Se está passando pela mesma situação e se sente inseguro para decidir, não fique aí parado. Entre em contato com nossa Clínica para que possamos dar todas as explicações para suas dúvidas e assim se decidir a melhorar sua autoestima.

Você sabe o que é cirurgia plástica reparadora? Venha descobrir!

As cirurgias plásticas estão na contramão da crise que atingiu diversos outros setores no Brasil. No ranking de países que mais realizam esse tipo de intervenção, o Brasil ocupa o 2ª lugar, sendo que entre os adolescentes o país está em 1ª colocação.

Para se ter ideia, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, os procedimentos cirúrgicos com fins estéticos na faixa etária de 13 a 18 anos cresceu cerca de 141% em 10 anos. Entre os adultos, de 2014 para 2018 houve um aumento de 8% nas intervenções estéticas, enquanto as cirurgias reparadoras cresceram 24%.

Mas afinal, qual é a diferença entre cirurgia estética e reparadora? A primeira é geralmente opcional e está ligada ao desejo de melhora da aparência e autoestima. Já a segunda, está relacionada à necessidade real de intervenção e, na maioria dos casos, a questões de saúde.

Cada um dos procedimentos tem diferentes objetivos e diferenças específicas. Para ajudá-lo a entender melhor, explicaremos neste artigo qual é a diferença entre cirurgia plástica reparadora e a cirurgia plástica estética, assim como quais casos devem ser tratado com cada tipo de intervenção. Confira!

Qual é a diferença entre cirurgia plástica reparadora e estética?

As cirurgias plásticas reparadoras também são chamadas de reconstrutivas. O seu objetivo é reparar lesões causadas por acidentes que ocasionaram a deformação de uma pessoa ou, ainda, em situações de defeitos corporais congênitos (de nascença).

Esse tipo de cirurgia é considerada ainda mais urgente quando a lesão ou problema de saúde estabelece um déficit funcional parcial ou total, ou seja, um prejuízo da função (ou funções) normal do corpo humano. Como exemplo é possível citar a limitação dos movimentos dos braços, pernas e cabeça, dificuldade para locomoção, perda da audição e outros. Em certos casos, a cirurgia plástica reparadora é essencial para a recuperação plena de um paciente.

Muitas vezes, as deformações que o indivíduo sofreu ou que tem desde o nascimento causam não só prejuízos funcionais, mas também sociais e emocionais, gerando danos à autoestima e à capacidade de se relacionar com outras pessoas.

Já as cirurgias plásticas estéticas são feitas com o objetivo de melhorar a aparência, ou seja, aperfeiçoar ou harmonizar alguma característica que o indivíduo não goste. Dessa forma, no caso de procedimentos estéticos, não há busca pela saúde física, e sim pela melhora da autoestima e da autoconfiança.

Sendo assim, ao contrário das cirurgias com objetivo apenas estético, as cirurgias reparadoras são consideradas fundamentais. Isso porque esse tipo de intervenção é capaz de melhorar a qualidade de vida e a saúde de uma pessoa, visto que são restabelecidas a funcionalidade e a forma da parte acometida, aproximando-as ao máximo do normal. Por fim, há auxílio na recuperação psicológica.

Quando é indicado cada tipo de cirurgia plástica?

Cirurgia plástica reparadora

Reconstrução de mama após câncer

O câncer de mama é o segundo mais incidente entre as mulheres no Brasil. Na maioria dos casos, a cirurgia para retirada do tecido mamário é a opção de tratamento escolhido. Na cirurgia conservadora, retira-se apenas a região acometida com uma margem de segurança. No entanto, quando o câncer está avançado, opta-se pela retirada de todo o tecido, procedimento chamado de mastectomia.

Para recuperar o formato da mama e o seu volume é preciso recorrer a uma cirurgia plástica reparadora. Caso haja tecido suficiente, o cirurgião plástico pode optar pela colocação de prótese de silicone. Se não for o caso, pode-se usar pele transplantada de outros locais para realizar o procedimento.

Tratamento da sequela de queimaduras

Quando a pele se expõe a altas temperaturas, como ocorre em queimaduras de 2º e 3º graus, há uma mudança na sua conformação. Normalmente o tecido se torna mais duro, grosso e pouco maleável. Caso a lesão tenha acontecido em áreas de dobras, como atrás dos joelhos, nos cotovelos e no pescoço, os movimentos podem ser dificultados ou até impedidos.

Dessa forma, pode-se optar pela cirurgia plástica reparadora em que é mudada a localização das cicatrizes, permitindo os movimentos.

Retirada de excesso de pele

Após emagrecimento rápido, como o que acontece na recuperação da cirurgia bariátrica, é natural que algumas regiões do corpo fiquem com excesso de pele. Os locais mais afetados costumam ser os braços, o abdômen, costas e coxas.

Nesses casos, está indicada a cirurgia plástica para retirar o excesso de pele, a fim de devolver às regiões corporais contornos e sustentação próximos do normal.

Cirurgia plástica estética

Rinoplastia

O nariz é uma das características mais importantes do rosto. É por esse motivo que o seu formato pode incomodar muitas pessoas, o que as levam a procurar a cirurgia plástica. Normalmente o nariz grande ou largo é o motivo da intervenção, que pode ser feita com cirurgia aberta ou fechada.

Implante de silicone nos seios

O implante de silicone é capaz de conferir consistência, contorno e volume para as mamas. Essa intervenção é uma das mais procuradas pelas brasileiras que desejam melhorar o contorno corporal e a autoestima.

Lipoaspiração

A lipoaspiração é uma cirurgia plástica com o objetivo de remover gorduras localizadas. As áreas mais procuradas para o procedimento são o abdômen, as costas, as coxas e o culote. No entanto, essa intervenção pode ser feita em qualquer região do corpo.

O objetivo é definir o contorno corporal, e não emagrecer. Afinal, pequenas quantidades de gordura são aspiradas, uma vez que elas estão misturadas com sangue e outros nutrientes importantes para o organismo.

Mentoplastia

Mentoplastia é o nome dado à cirurgia que trata do mento ou queixo. Geralmente o procedimento é feito com o objetivo de aumentar essa região, o que é realizado por meio de prótese. No entanto, em casos mais raros, pode-se realizar a diminuição do queixo por meio de cirurgia plástica.

E então, entendeu qual é a finalidade da cirurgia plástica reparadora e como ela se difere da estética? O interessante é que ambas tem efeitos benéficos na autoestima e podem ser excelentes para o bem-estar. Lembre-se que os dois tipos são procedimentos cirúrgicos e devem ser feitos por um médico experiente, especialista em cirurgia plástica.

Quer saber mais sobre esse universo? Então não deixe de ler nosso post sobre expansão de tecido!

 

Harmonização facial: conheça essa técnica que veio para ficar!

Entre tantos rostos que consideramos bonitos, você já parou para pensar por que achamos uns mais agradáveis que outros? O gosto é, sem dúvidas, uma questão pessoal e bastante subjetiva, mas há uma resposta para essa pergunta.

Na realidade, não existe um conceito unânime de rosto bonito, mas sim para um rosto harmônico. Isso acontece porque a face pode ser dividida em três zonas: o primeiro terço começa na raiz no cabelo e vai até as sobrancelhas, o segundo das sobrancelhas até a base do nariz e o terceiro da base do nariz até o queixo. Mas afinal, qual é a importância dessa divisão?

Em tese, pessoas consideradas bonitas têm as três zonas muito semelhantes, quando se compara um lado da face ao outro. A harmonização facial baseia-se nessa informação, e é por isso que o resultado de suas intervenções deixa o rosto mais belo.

Quer saber mais sobre o que é essa técnica, quais procedimentos são usados e quais são as indicações? Confira agora mesmo lendo este artigo!

O que é a harmonização facial?

O ano de 2019 foi, sem dúvida alguma, o ano em que as pessoas deixaram as cirurgias plásticas de lado para apostar em intervenções estéticas menos agressivas, como a harmonização facial. Isso porque essa técnica é capaz de resolver assimetrias, rejuvenescer o aspecto da pele do rosto e ainda corrigir pontos específicos, como o formato do nariz.

A harmonização da face nada mais é do que um conjunto de procedimentos que, quando combinados, são capazes de oferecer equilíbrio estético e funcional. Um rosto belo nem sempre é simétrico, mas é importante que seja harmônico, ou seja, proporcional.

Quais procedimentos fazem parte dessa técnica?

Seguindo a estética da harmonização facial, existem diversos procedimentos, não muito invasivos, que são utilizados para este fim. Aqui separamos alguns dos mais relevantes. Acompanhe!

Botox

A toxina botulínica é produzida por uma bactéria, chamada Clostridium botulinum, que tem ação neurotóxica. No mundo estético essa toxina é empregada em pequenas doses para bloquear a liberação de acetilcolina, um neurotransmissor que tem a função de levar as mensagens elétricas do cérebro para os músculos. Como a mensagem não chega, o músculo não recebe o estímulo para se contrair.

Dessa forma, essa técnica é muito interessante para a correção estética da face, visto que proporciona uma melhora da aparência das rugas dinâmicas, ou seja, aquelas que se formam quando a pessoa usa a mímica facial. Com a aplicação do Botox, o músculo ficará sempre relaxado e não formará as rugas e linhas de expressão.

A aplicação é feita com uma agulha muito fina e a toxina pode ser empregada em diversas áreas, tanto para correção estética quanto funcional. Na parte estética, destaca-se a aplicação para arqueamento das sobrancelhas, o que diminui o aspecto de cansaço. O sorriso gengival, que é uma causa de incomodo para diversas pessoas, também pode ser corrigido com a aplicação de Botox.

Os famosos pés de galinha que aparecem com a idade, assim como as rugas ao redor da boca, na região do queixo e na testa, também podem ser suavizadas com o uso dessa toxina. Já na parte funcional, o interessante é que o Botox pode ser aplicado para tratar a hiperidrose, ou seja, diminui a produção de suor nas mãos, axilas, pés e em outras regiões.

Não há idade certa para começar a aplicar o Botox. Isso porque a toxina botulínica é empregada para tratar rugas já existentes, assim como para prevenir que elas apareçam. No último caso, a toxina atua retirando a tensão do músculo da região, evitando que as expressões faciais marquem o rosto. Em geral, o Botox dura de 6 meses 1 ano e deve ser reaplicado nesse intervalo.

Ácido hialurônico

O popular preenchimento facial normalmente é feito com ácido hialurônico. Essa substância é produzida naturalmente no organismo em alguns locais, como o tecido conjuntivo, no humor vítreo dos olhos e no líquido sinovial localizado entre as articulações. Sua principal função é substituir o espaço entre as células, o que dá volume a pele. Além disso, o ácido hialurônico também tem a função de hidratar e dar viço a pele, uma vez que retém água ao seu redor.

Com o passar dos anos é natural que a concentração dessa substância diminua no organismo. Dessa forma, a pele se torna menos viçosa e mais flácida, com menos volume e formam-se rugas estáticas, aquelas que aparecem mesmo quando a pessoa está com o rosto relaxado. Para esse tipo de ruga o ácido hialurônico pode ser uma ótima forma de tratamento.

Existem diversos locais em que pode-se fazer a aplicação de ácido hialurônico para promover a harmonização facial. Para tanto, também utiliza-se uma agulha bem fina. A volumização dos lábios é uma das técnicas amplamente usadas, tanto para pessoas que perderam volume com o envelhecimento, quanto para aquelas que desejam aumentar ou ter um melhor contorno dos lábios.

No nariz, a aplicação dessa técnica pode corrigir ossos proeminentes, empinar o nariz e até diminuir a sua base. O resultado final é impressionante e, em alguns casos, o paciente parece ter se submetido a uma cirurgia plástica. A biomodelação malar também é amplamente utilizada, visto que é natural que nessa região haja perda de volume com o passar dos anos.

Outras áreas de atuação compreendem o bigode chinês (linhas que ligam a base do nariz aos cantos da boca), o entorno e cantos dos lábios, queixo, têmpora, ângulo da mandíbula, orelhas e dorso das mãos.

O efeito do preenchimento com ácido hialurônico tem duração média de 12 a 18 meses. No entanto, é preciso ter em mente que o tempo depende do organismo e também da qualidade da substância utilizada.

Skinbooster

O Skinbooster é um procedimento injetável que contém ácido hialurônico. O objetivo da sua aplicação é promover uma intensa hidratação na pele, atuando nas camadas mais profundas.

A técnica é usada para diminuir as linhas de expressão, melhorar a qualidade da pele, diminuir a aparência das olheiras e melhorar a elasticidade do tecido. O resultado é uma aparência mais jovial e saudável. Sendo assim, o Skinbooster pode ser aplicado em toda a face, pescoço, colo e mãos, por exemplo, ou na região que o profissional julgar necessário.

E então, entendeu como a harmonização facial atua para deixar o rosto mais harmônico e, consequentemente, mais bonito e jovial? Existem diversas outras técnicas que podem ser usadas, como o Ellansé, os fios para sustentação e o tratamento a laser.

Inclusive, temos um post especial sobre este último. Acesse este artigo e confira as informações que separamos sobre ele!

Rinoplastia: conheça o procedimento e seus benefícios!

As intervenções estéticas se tornaram uma verdadeira tendência no Brasil, sendo procuradas inclusive por pessoas jovens, sejam do sexo feminino ou masculino. O interessante é que os procedimentos dessa área são pouco invasivos e podem ser usados tanto para correção quanto para prevenção.

Para se ter ideia, 17% dos procedimentos estéticos realizados em 2014 por especialistas eram não cirúrgicos. Em 2016, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, essa porcentagem cresceu, alcançando 47,5%. Em 2019, sem dúvida, essa porcentagem subiu.

Dentre os mais procurados estão o preenchimento com ácido hialurônico, aplicação de botox, diversos laser e peelings e a suspensão com fios. Neste artigo, explicaremos em detalhes como é feita a rinomodelação, procedimento em que é feito a harmonização do nariz por meio da aplicação de ácido hialurônico. Confira e tire suas dúvidas!

O que é o preenchimento com ácido hialurônico?

Antes de explicar como funciona a rinomodelação, é interessante que você entenda o que é o ácido hialurônico usado nesse procedimento, não é mesmo? Essa substância é produzida fisiologicamente, ou seja, naturalmente, pela camada cutânea da pele.

Caracterizada como uma molécula de açúcar orgânica, o ácido hialurônico pode ser encontrado entre as células do organismo humano. Uma de suas funções é fazer com que as fibras de colágeno permaneçam saudáveis, o que oferece sustentação e firmeza para a camada de pele.

No entanto, com o avanço dos anos, o corpo diminui a produção de ácido hialurônico, o que torna a pele menos viçosa e flácida. Além disso, é natural que surjam rugas, linhas de expressão e que algumas regiões da pele fiquem com aspecto caído. Nesses casos, essa substância é bastante útil para repor o volume perdido, o que tornará a pele esticada novamente, assim como hidratada.

Para alcançar um resultado bastante natural, os especialistas mais conceituados da área estética estão investindo no MD Codes, um código médico que tem como objetivo mapear a face do paciente para encontrar os melhores locais para aplicar o ácido. Esse procedimento também é conhecido como harmonização facial.

O resultado do preenchimento desses pontos é uma face mais harmônica, jovem e com os ângulos bem definidos, o que tende a proporcionar uma grande melhora na autoestima.

Como é feita a rinomodelação?

O nariz é a característica mais marcante do rosto para algumas pessoas, não é mesmo? É por esse motivo que a rinoplastia, cirurgia plástica que tem como objetivo alterar os seus contornos e tamanho é tão procurada. Por fim, espera-se que o nariz criado fique harmonioso com a face, os olhos, a boca e a testa.

No entanto, nem sempre se submeter a uma cirurgia plástica é o desejo das pessoas. Afinal, esse é um procedimento bastante invasivo, que demanda anestesia geral e tem cicatrizes ao final do processo. Sendo assim, muitas pessoas têm trocado a cirurgia no nariz, chamada de rinoplastia, pela rinomodelação.

Isso porque o preenchimento com ácido hialurônico é capaz de criar efeitos bastante semelhantes ao da cirurgia plástica, principalmente quando o nariz precisa apenas de correção de alguns detalhes. Como essa substância é capaz de preencher o volume, com a sua aplicação no nariz é possível, por exemplo, corrigir assimetrias formadas pelos ossos do nariz. Afinal, a popular giba óssea é o incômodo de muitas pessoas.

Outras características como protuberância da cartilagem, depressão da ponta do nariz ao sorrir e ossos tortuosos podem ser corrigidas com esse procedimento.

Além disso, a reposição de volume é capaz de esticar a pele, o que deixa o nariz mais arrebitado, além de ser possível definir a ponta, deixando-a mais arredondada e simétrica. O interessante é que além de todas essas modificações, alguns profissionais conseguem diminuir a base do nariz, deixando-o mais afinado.

Tudo isso sem cortes e cicatrizes, assim como sem anestesia geral. Para tanto, o profissional aplica uma anestesia local com agulha fina, apenas para que o paciente não consiga sentir as picadas em seu nariz para injetar o ácido hialurônico. Antes será feito um estudo das características do nariz, assim como das preferências e desejos do paciente em relação a modificação.

Após essa etapa, o especialista aplica o ácido hialurônico nas áreas demarcadas para alcançar o efeito desejado. Assim, é possível promover beleza e harmonização do nariz em relação a face, o que melhora a autoestima e também a confiança dos pacientes nas relações interpessoais.

Qual é a durabilidade da rinomodelação?

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, o efeito da aplicação de ácido hialurônico não dura para sempre. Os resultados são notados quase que imediatamente, no entanto, a durabilidade da substância varia de acordo com alguns fatores. Com o tempo, a água se torna mais abundante na região, visto que o ácido tem a capacidade de reter moléculas de água. Assim, a região se torna mais hidratada.

Normalmente, uma sessão de preenchimento com a quantidade de substância indicada pelo profissional já suficiente para alcançar bons resultados. Porém há casos em que o paciente não fica completamente satisfeito e, dessa forma, um complemento pode ser feito.

A durabilidade do preenchimento com ácido hialurônico varia de acordo com a área a ser preenchida, da qualidade do produto que foi utilizado e também das características individuais do paciente. Isso porque cada organismo se comporta de uma forma, sendo que alguns metabolizam a substância mais rápido do que outros.

Preenchimentos superficiais, como de olheiras e cicatrizes de acne, por exemplo, duram cerca de 9 a 15 meses. Já os procedimentos de sustentação, como a rinomodelação, que são mais profundos, podem durar de 12 a 24 meses.

Por fim, o procedimento também pode ser feito em algumas etapas. Esse método é utilizado principalmente para aquelas pessoas que ainda estão com dúvida sobre o formato do nariz. Nesses casos, o especialista preenche a região com pouca quantidade, promovendo um tratamento progressivo e gradual.

É importante ter em mente que os profissionais adequados para fazer o procedimento são os médicos dermatologistas e os cirurgiões plásticos. Sendo assim, procure sempre um especialista, a fim de cuidar da saúde e ter sucesso nos procedimentos.

Quer saber como funciona a rinoplastia, outro método para corrigir as formas e assimetrias do nariz? Então não deixe de ler este post!

Sabia que a abdominoplastia pode acabar com a diástase abdominal?

Quando a mulher engravida, seu corpo se prepara para abrigar um bebê. Uma das mudanças está relacionada ao aspecto do abdômen, visto que a pele estica e os músculos podem se separar para que o útero cresça. O resultado é uma barriga com excesso de pele, áreas de flacidez e um aumento de volume na parte superior do abdômen.

A última característica notada se chama diástase abdominal, cuja causa é o afastamento dos músculos abdominais (chamados de retos). Essa alteração na parede do abdômen também pode ocorrer em pessoas obesas, devido ao excesso de tecido na região. Alguns casos, geralmente os leves, são corrigidos com fisioterapia e exercícios específicos para fechar os músculos.

No entanto, quando a separação é maior, o problema só pode ser revertido com cirurgia. Nesses casos, a diástase abdominal é tratada com abdominoplastia, um tipo de cirurgia plástica. A seguir, apresentaremos o que é e como é feita a abdominoplastia, para quem é indicada, quais são os cuidados importantes para esse procedimento e outras informações relevantes. Confira!

O que é a diástase abdominal?

A palavra diástase tem origem grega (diastasis) e significa separação, portanto a diástase abdominal é caracterizada pelo afastamento dos músculos do abdômen. Nesse caso, a parte afetada é a musculatura reto abdominal, formada por dois músculos paralelos e divididos por uma faixa de tecido conjuntivo.

Esse é o músculo que se destaca, formando os gomos do abdômen em pessoas com baixo percentual de gordura. Além disso, sua função envolve comprimir a barriga e auxiliar de forma importante na postura, assim como na respiração forçada.

A diástase frequentemente ocorre durante a gravidez, devido ao crescimento do útero para abrigar o bebê. No entanto, essa condição também é comum em pessoas obesas ou naquelas que ganharam peso rapidamente.

Por fim, a alteração pode aparecer em indivíduos com distúrbios na produção de colágeno, visto que os músculos se tornam mais fracos, e também em pessoas com doenças crônicas, como diabetes e patologias pulmonares.

De que forma identificar o problema?

Quando presente, a diástase torna o abdômen abaulado, problema que é referido muitas vezes como “estômago alto”. O contorno corporal fica comprometido e a barriga pode se tornar “quadrada” devido à perda da cintura.

Quando o indivíduo faz algum esforço físico, como tossir ou pegar peso, também é possível notar protuberâncias na musculatura do reto abdominal. O quadro é acompanhado de dores nas pernas, nádegas e costas, uma vez que a musculatura dessas regiões fica sobrecarregada para suprir a fraqueza dos músculos abdominais.

No entanto, apesar dos sinais indicativos, somente um profissional da área de saúde pode diagnosticar o problema e definir a melhor abordagem para tratá-lo. Sendo assim, quando houver suspeita, é fundamental procurar um cirurgião plástico que atue na correção da diástase abdominal.

Como é feito o tratamento?

Em casos leves, nos quais a abertura é pequena, uma abordagem mais conservadora pode ser viável. É possível tentar fechar a diástase com dieta, exercícios específicos para o abdômen e uso de cinta compressora. No entanto, quando o quadro é severo ou o tratamento acima falha, a melhor opção é a cirurgia — chamada de abdominoplastia.

O que é a abdominoplastia para correção de diástase abdominal?

A abdominoplastia é uma cirurgia plástica e de caráter estético. Isso porque seu objetivo é remover o excesso de pele e gordura do abdômen, o que melhora o contorno corporal e, consequentemente, a autoestima da paciente. No entanto, a intervenção cirúrgica também pode ter caráter funcional, visto que é possível fechar os músculos retos no caso da diástase.

Para tanto, a paciente deve procurar um médico especialista em cirurgia plástica. Ele vai examinar a pessoa e pedir exames de imagem para confirmar sua suspeita. Se a diástase severa for diagnosticada, a abdominoplastia será uma ótima forma de fechar os músculos da parede abdominal e retirar o excesso de pele e flacidez que normalmente é verificado após o parto.

Para tanto, a paciente faz alguns exames pré-operatórios e se prepara para a cirurgia. Na sala, ela será anestesiada (normalmente com anestesia geral ou peridural). Após isso, o cirurgião realiza um corte transverso na região do abdômen inferior, a fim de descolar a pele até a área próxima às costelas. Dessa forma, a cicatriz ficará em uma localização semelhante à da cesárea, escondida pela lingerie.

Em seguida, o médico localiza a região onde ocorreu a diástase e promove seu fechamento, por meio de amarração ou sutura dos músculos abdominais. Sendo assim, a musculatura reto abdominal voltará a ser íntegra.

Caso seja a vontade da paciente, o cirurgião plástico também removerá o excesso de pele, gordura e flacidez, bem como estrias e celulites da região. O objetivo é remodelar todo o abdômen, devolvendo à pessoa uma silhueta mais harmoniosa e forte.

Existem contraindicações a esse procedimento?

A abdominoplastia para a correção da diástase abdominal é contraindicada a mulheres que desejam engravidar novamente, pois é natural que a separação dos músculos abdominais ocorra devido ao crescimento do útero. Situações especiais, como pessoas que sofrem com distúrbios de coagulação ou do colágeno, devem ser avaliadas separadamente pelo cirurgião plástico.

Quais são os cuidados pós-operatórios?

O período pós-operatório exige vários cuidados (que serão recomendados pelo médico). É fundamental segui-los à risca e não se basear em conselhos de terceiros, afinal a recuperação é imprescindível para o bom resultado estético e funcional da cirurgia.

O uso da cinta abdominal deve ser imediato após o procedimento e, geralmente, se mantém por cerca de um mês. Também podem ser recomendadas sessões de drenagem linfática, a fim de diminuir o acúmulo de líquidos que ocorre após cirurgias.

O esforço físico deve ser evitado por no mínimo 40 dias, assim como a exposição ao sol. Dessa forma, o paciente deve fazer repouso relativo, evitando dirigir, subir ou descer escadas e pegar peso, por exemplo.

Podemos concluir que a abdominoplastia, além de uma cirurgia funcional, é um procedimento estético. Trata-se de uma ótima alternativa para diminuir o desconforto causado pela diástase abdominal, potencializando a autoestima e a qualidade de vida.

E então, deseja saber se o seu problema é a diástase abdominal ou tratar essa alteração? A Clínica Integrada de Cirurgia Plástica pode ajudar você! Estamos localizados em São Paulo, com uma equipe multiprofissional e muito qualificada para tratar o quadro. Entre em contato conosco e saiba mais!

Excesso de pele: tudo o que você precisa saber

Perder muitos quilos costuma trazer duas sensações. Uma é excelente e faz com que a pessoa se sinta saudável, enquanto a outra não é tão agradável — como vivenciar o incômodo do excesso de pele. Nesse caso, o nível de descontentamento pode variar dependendo de muitos fatores, como a região afetada, a quantidade de pele excedida e seu estado psicológico. 

A verdade é que, em menor ou maior grau, ninguém fica contente exibindo a pele excedente, pois é difícil  disfarçá-la muitas vezes. Mas a boa notícia é que existe uma solução para acabar com o problema.

Neste post, vamos contar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Acompanhe! 

Qual é a causa do excesso de pele? 

flacidez excessiva é muito comum em grandes perdas de peso nos indivíduos com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30, que passam a ser chamados de obeso classe 3 ou obesidade mórbida, e naqueles que têm um IMC superior ou igual a 40. As grandes sobras de pele podem ocorrer em várias partes do corpo, como:

  • seios;
  • braços;
  • coxas;
  • abdômen;
  • nádegas.

Consequentemente, a silhueta se torna pouco ou nada definida. Vale lembrar que ficar com a pele flácida em uma grande extensão do corpo é muito comum após cirurgias bariátricas para a redução do estômago. 

O que ocasiona a flacidez excessiva? 

A sustentação e a elasticidade da pele são mantidas pelo colágeno e pela elastina provenientes das proteínas da alimentação ou suplementação proteica. A absorção ineficiente dessas substâncias, de vitaminas e dos minerais causa o problema. 

Mesmo quem recebeu uma orientação nutricional adequada pode vir a apresentar flacidez devido à alteração metabólica que a cirurgia bariátrica ocasiona. Outro motivo para o excesso de pele é que, durante o período mantido acima do sobrepeso, o corpo fica com uma área maior de pele, que acompanha seu aumento de massa. 

Emagrecer rapidamente gera excesso de pele? 

Não necessariamente. Perder peso de forma rápida não significa ficar com a pele flácida, mas pode envolver um desequilíbrio nutricional no caso de muitos pacientes. 

Na famosa dieta ioiô, o peso perdido é recuperado em pouco tempo (e assim por diante), o que não é nada saudável. O fato de engordar abruptamente ou mais rapidamente nesse tipo de dieta também pode aumentar as chances de desenvolver estrias

Quais são os problemas causados pela flacidez excessiva? 

Os problemas vão do campo psicológico à saúde, pois atingem a vida da pessoa em todos os sentidos. 

Danos psicológicos 

Na região abdominal, por exemplo, pode se formar o que é conhecido como “barriga de avental”. Assim, hábitos simples se tornam impossíveis, como tomar sol na praia. Entre as maiores consequências desse impacto para a autoestima, estão: depressão, perda de emprego e términos de relacionamentos. 

Danos à saúde 

O contato da pele sobre ela mesma forma dobras que acumulam fungos e bactérias. Com o suor, elas geram mau cheiro e, muitas vezes, dermatites ou infecções na região. 

Como a flacidez decorrente do emagrecimento pode ser evitada? 

Não basta fazer a dieta: é preciso seguir um conjunto de tratamentos para que não ocorra o excesso de pele. Mas é claro que isso depende do quanto a pessoa terá que emagrecer. 

Consuma gelatina e colágeno 

Coma bastante gelatina (pode ser a comum) e também colágeno, pois eles são os responsáveis pela firmeza da pele. Ambos podem ser encontrados em forma de cápsulas ou hidrolisados e auxiliam na elasticidade da pele, inclusive evitando linhas de expressão ou rugas.

Trate com carboxiterapia e corrente russa

A carboxiterapia é um conjunto de injeções de gás carbônico aplicado nas camadas subcutâneas para estimular a circulação sanguínea e a produção de colágeno. Assim, a pele fica mais lisa e firme. Há ainda um tratamento chamado de corrente russa. Trata-se de eletrodos que são ligados na pele e dão choques, enrijecendo os músculos.

Faça hidroginástica 

Além de ser um ótimo exercício, a hidroginástica reduz a flacidez, pois a água impõe um peso extra aos movimentos do corpo. É como se a pessoa estivesse fazendo musculação, mas evitando riscos de lesões e fortalecendo toda a musculatura do corpo. 

Dance muito 

Alternar estilos de dança é benéfico porque intensifica os movimentos, assim como melhora a postura e trabalha todos os músculos do corpo. Que tal fazer street jazz, axé e depois tango ou flamenco? 

Use cremes e loções 

Usar cremes e loções mantém a pele hidratada, além de combater a flacidez. Passe cremes corporais à base de DMAE, substância que diminui a retenção de líquido nos tecidos e elimina as toxinas causadoras do problema. Dê preferência também às loções que são provenientes da manteiga de karité, pois o ingrediente acelera a produção de colágeno. 

Mais uma opção é o creme de silício, mineral existente no organismo em altas quantidades e que deixa a pele firme. O indicado é usar qualquer uma das opções nas áreas flácidas pelo menos duas vezes por dia, para que depois de dois meses comece a fazer efeito. 

Tome cápsulas 

Existem cápsulas como as de carcinina ou silício para o tratamento da derme. A carcinina é um aminoácido que evita a perda de colágeno, já o silício provoca o enrijecimento da pele. Os dois começam a fazer efeito após um mês de uso. 

Use raios infravermelhos 

Fazer um tratamento com raios infravermelhos permite que os músculos se retraiam, estimulando profundamente a produção de elastina e colágeno. O efeito pode ser notado após dois meses de terapia. 

Previna-se com o Accent 

Essa opção tem sido muito procurada porque o Accent combate a flacidez. Trata-se de um aparelho que emite ultrassom, esquentando a pele e quebrando as moléculas de gordura. Dessa forma, há a renovação das fibras de colágeno e a expulsão das toxinas do corpo. É possível perceber o resultado com um mês e meio. 

Experimente a radiofrequência fracionada e o ultrassom 

Ambos os procedimentos trabalham juntos, possibilitando que o médico faça centenas de microperfurações de profundidade controlada na região da pele a ser tratada. Em seguida, são feitas infusões de medicamentos específicos diretamente na camada mais profunda, por meio do ultrassom. Além de reduzir a flacidez, o tratamento ajuda em vários problemas estéticos. 

Como acabar com a pele excessiva? 

Quando bem indicada, uma solução eficiente é a cirurgia plástica. Existem várias técnicas de intervenção cirúrgica recomendadas pelos cirurgiões plásticos que ajudam os pacientes a retomarem um contorno corporal mais harmonioso. Consequentemente, tais procedimentos devolvem a autoestima das pessoas — principalmente daquelas que se submeteram à cirurgia bariátrica

Lifting facial 

O objetivo do lifting na face é remover a pele flácida acumulada sobre os olhos, a face e o pescoço. Como resultado, têm-se a suavização das rugas e o rejuvenescimento do rosto, o que melhora o bem-estar e a autoestima do paciente. 

Depois da cirurgia, é colocada uma bandagem em torno da face para diminuir o inchaço e os hematomas. Se o médico achar necessário, colocará um dreno para que o sangue e os líquidos não se acumulem. As cicatrizes ficam escondidas no couro cabeludo e nos contornos do rosto e da orelha, de maneira que não aparecem. 

Após sair da clínica ou do hospital, é preciso fazer repouso total para que o corpo se recupere (principalmente nas primeiras 48 horas). Além disso, os seguintes cuidados são necessários: 

  • não fazer movimentos bruscos com a cabeça depois da cirurgia; 
  • não tomar sol nos primeiros meses após a cirurgia; 
  • não lavar a cabeça na região onde estão os pontos; 
  • não retornar às atividades diárias antes de 15 dias. 

Vale lembrar que a cirurgia de lifting na face não é indicada para todas as pessoas. Pacientes que tenham doenças preexistentes e pessoas de idade avançada ou muito jovens não podem fazer o procedimento. 

Mamoplastia 

Conhecida como mastopexia, essa cirurgia retira o excesso de pele e reposiciona as mamas, que ficam com um aspecto mais firme. Durante o procedimento, se a paciente desejar, também pode ser realizada a colocação de próteses de silicone para aumentar os seios. 

A mamoplastia requer aproximadamente um mês para que a pessoa consiga trabalhar e fazer exercícios utilizando os braços. Também se deve ter atenção quanto aos seguintes aspectos: 

  • dormir sempre de barriga para cima, inclusive no primeiro mês;  
  • usar bandagem ou sutiã (ambos elásticos, para suportar a prótese por três semanas, retirando somente para tomar banho);  
  • evitar movimentos com os braços por 20 dias, como dirigir ou pegar algo fora do seu alcance; 
  • tomar banho completo após uma semana ou quando o médico autorizar, para não molhar o curativo; 
  • retirar pontos e curativos conforme orientação médica. 

Nem todos estão aptos para realizar o procedimento, pois pacientes que têm infecções agudas, má cicatrização, distúrbio de coagulação do sangue, doenças autoimunes e pouca circulação de sangue para o tecido mamário são considerados contraindicados. 

Abdominoplastia 

A dermolipectomia abdominal retira a pele formada no abdômen. A pele é puxada e a parte excedente, removida. O procedimento pode ser realizado de forma associada à lipoaspiração, com a intenção de afinar a cintura. 

O pós-operatório da abdominoplastia requer muita paciência, pois cada fase é importante para o sucesso da cirurgia. Veja alguns cuidados recomendados:

  • retornar às atividades diárias gradativamente, depois de três semanas (dependendo do paciente, pode variar um pouco);
  • não esticar seu tronco por aproximadamente três semanas, para que os pontos não abram. Assim, é preciso andar curvado (com o passar dos dias, a pele vai se acomodando e você poderá esticar aos poucos); 
  • dormir de barriga para cima, com a cabeça mais alta e as pernas apoiadas e dobradas em um travesseiro por um mês. Isso é importante para não fazer esforço na região, não abrir os pontos e prevenir a trombose; 
  • usar cinta pós-cirúrgica é imprescindível para que haja uma boa recuperação e o procedimento dê resultado. 

Alguns dos fatores restritivos para fazer a cirurgia são: distúrbios metabólicos ou endocrinológicos, cardiorrespiratórios, inflamatórios, infecciosos e vasculares. 

Lifting dos braços e das coxas 

A dermolipectomia dos braços e das coxas remove as sobras de pele que tanto prejudicam a movimentação e atrapalham as atividades do dia a dia. O atrito causado pelo excesso de pele entre as coxas dificulta o caminhar em muitos casos. A recuperação deve seguir alguns critérios, como: 

  • mantenha repouso nos primeiros 15 primeiros dias; 
  • evite afastar as pernas depois da cirurgia; 
  • evite levantar ou forçar os braços por cerca de 21 dias; 
  • faça a higiene do local cuidadosamente, para evitar infecções nos cortes; 
  • use malha elástica compressiva na região durante um mês; 
  • pratique exercícios físicos somente após 60 dias;  
  • proteja a cicatriz dos raios solares, para evitar que escureça. 

A cirurgia de lifting dos braços e das coxas é contraindicada a pacientes que têm cardiopatias, diabetes e doenças sistêmicas descontroladas. 

Cirurgia de contorno corporal (body lifting) 

Essa cirurgia corrige de uma só vez a flacidez de várias partes do corpo, como seios, tronco e abdômen. O resultado é um físico mais bem delineado. Para um efeito ainda melhor, pode ser realizada uma lipoaspiração durante a cirurgia, que removerá a gordura localizada excedente e levará a uma maior harmonia do contorno corporal

Sua recuperação é um pouco mais lenta, podendo durar de três a seis semanas, dependendo do número de áreas operadas. Durante esse período, você tomará antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios conforme orientação médica. 

É imprescindível o uso de cintas compressivas e o repouso domiciliar, além de fazer a drenagem linfática com um profissional capacitado. Para realizar o procedimento, você não pode ter patologias como doenças cardíacas, pulmonares, diabetes, hipertensão arterial, anemias entre outras. 

Qual é o melhor momento de fazer a cirurgia plástica reparadora? 

A cirurgia plástica é indicada apenas depois que o paciente tem seu peso estabilizado. Dessa forma, estabeleceram-se os seguintes critérios: 

  • não estar mais em processo de emagrecimento (caso contrário, a flacidez pode voltar); 
  • não ter tendência a engordar novamente (se tiver, a pessoa precisa se conscientizar disso e empenhar para manter o peso); 
  • aprender a manter uma vida saudável, com uma alimentação equilibrada e a prática regular de atividades físicas. 

Como o SUS e os planos de saúde cobrem a dermolipectomia? 

Os planos de saúde e o SUS cobrem a cirurgia reparadora somente se o procedimento for necessário para corrigir os eventuais problemas de saúde causados pela flacidez excessiva. Para tanto, é necessário apresentar dermatite nas dobras e dificuldade em se locomover ou movimentar os braços. 

O cirurgião plástico precisa fazer um relatório demonstrando a necessidade de realizar a intervenção. Muitas vezes, o paciente também pode ser avaliado por um médico perito que confirme essa conveniência. 

Nos casos em que a operação não tem cobertura pelos planos de saúde, o paciente pode fazê-la nas clínicas particulares. Para que você se sinta seguro ao realizar a cirurgia plástica, procure por médicos especialistas e consulte o CRM de cada um deles na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica ou nas clínicas das quais fazem parte.

A Clínica Integrada de Cirurgia Plástica, por exemplo, realiza todos os tipos de tratamento — desde a estética até as cirurgias plásticas reparadoras. Contamos ainda com uma equipe multiprofissional capacitada e credenciada em instituições nacionais e internacionais. 

E então, gostou de ler sobre o excesso de pele? Entre em contato conosco para que possamos tirar suas dúvidas! 

Insatisfeita com as gordurinhas? Veja como a hidrolipo é uma opção!

A gordura localizada pode incomodar diversas mulheres. Assim, muitas delas resolvem fazer exercícios físicos ou procedimentos estéticos para acabar com esse problema.

Desse modo, um método que tem sido procurado pela sua eficiência e rapidez é a hidrolipo. Trata-se de uma cirurgia plástica que é indicada para a remoção da gordura localizada, realizada com cirurgia local e com a pessoa acordada durante todo o processo.

Esse tipo de procedimento é indicado quando é necessário remodelar o contorno do corpo e não para o tratamento da obesidade, podendo ser feito em todas as áreas que tenham gordura localizada.

Neste post, vamos mostrar como funciona a hidrolipo e as suas diferenças para a lipoaspiração. Confira!

Qual a diferença entre lipoaspiração e hidrolipo?

A hidrolipo é uma lipoaspiração para pequenos depósitos de gordura, feita em uma clínica ou em um consultório, apenas com anestesia local e sem que a pessoa seja submetida à sedação. Assim, a paciente fica acordada o tempo todo. O procedimento dura cerca de 2 horas e a alta é dada no mesmo dia.

Já na lipoaspiração, o procedimento é feito em um ambiente hospitalar. O anestésico é geral e a recuperação é mais longa, sendo preciso tirar um período de afastamento do trabalho. Como, na hidrolipo, a técnica é local e sem sedação venosa, é possível acompanhar toda a cirurgia e ainda conversar com o médico enquanto a gordura é retirada.

É importante lembrar que a hidrolipo é recomendada para pessoas que já tentaram eliminar os depósitos de gordura por meio de exercícios e dietas, mas não se livraram do excesso em culotes e papadas, por exemplo.

Embora a cirurgia pareça mais simples por poder ser feita em clínicas ou consultórios, ela apresenta uma limitação importante: a anestesia local é mais tóxica do que a anestesia geral, por isso, deve ser utilizada em quantidades menores. Consequentemente, a hidrolipo só pode ser realizada em pequenos depósitos de gordura, de maneira a não ultrapassar o limite seguro de anestésico em relação ao peso corporal.

Portanto, combinar muitas áreas no mesmo método pode ser perigoso. Por outro lado, a lipoaspiração pode ser feita em todo o corpo e em grandes depósitos de gordura, pois a anestesia geral é aplicada em uma quantidade maior sem que ofereça riscos tão elevados quanto a anestesia local.

Para quem a hidrolipo é indicada?

Devido às suas características, a técnica é indicada para pessoas com gordura localizada em regiões pequenas, como flancos, joelho, culote, papada, axilas, entre outras. Não é recomendado realizar várias hidrolipos no corpo mesmo em ocasiões diferentes, pois as chances de infecção podem aumentar, já que o organismo será exposto ao meio externo mais de uma vez.

O procedimento não é um método de emagrecimento, mas, sim, uma cirurgia que melhora os contornos corporais. Por isso, a hidrolipo é ideal para pessoas que estão em uma faixa de peso saudável ou um pouco acima dela.

Os resultados são melhores em pacientes com pele elástica e firme, com nenhuma ou pouca flacidez, bom estado de saúde, que tenham uma alimentação saudável e que pratiquem atividades físicas.

Como o procedimento é feito?

Para realizar a cirurgia, é preciso aplicar uma anestesia local sem sedação no lugar em que a gordura será retirada. Em seguida, um pequeno corte é feito em uma área próxima, no qual serão introduzidos tubos metálicos, também chamados de cânulas, conectados a seringas ou a um aparelho a vácuo.

Após isso, o cirurgião usa soro fisiológico para que as células de gordura aumentem de tamanho. Assim, um ultrassom é feito na região para que as ondas rompam as células gordurosas, fazendo com que se tornem líquidas, o que facilita a retirada da gordura por meio das cânulas.

É importante lembrar que o anestésico local não é efetivo em áreas de gordura subcutânea. Portanto, a cirurgia é mais rápida, e apenas pequenos depósitos de gordura são retirados.

A quantidade de gordura média que é removida em uma hidrolipo é de 300 ml. Já na lipoaspiração, em que a anestesia é geral, a cirurgia é mais longa, durando cerca de 5 horas.

Quais são os benefícios da cirurgia?

A hidrolipo apresenta diversas vantagens em relação à lipoaspiração. Dentre elas, podemos destacar:

  • trauma local mínimo;
  • desnecessidade de ficar internada no hospital;
  • custo menor;
  • menos dor;
  • utilização de anestesia local apenas;
  • desnecessidade de se afastar das atividades profissionais ou sociais.

Como é o pós-operatório?

Por ser um procedimento de menor porte que a lipoaspiração convencional, a hidrolipo apresenta uma recuperação mais rápida. Dependendo da situação, é preciso se afastar do trabalho por um curto período de tempo (cerca de 3 dias), e as manchas roxas ou o inchaço decorrente da cirurgia tendem a desaparecer rapidamente.

A alimentação deve ser leve, e os alimentos, ricos em água e proteínas, como peixes e ovos. Assim como na lipoaspiração, a pessoa precisa usar uma cinta compressiva por, no mínimo, 30 dias, fazendo com que o inchaço presente no pós-cirúrgico diminua.

Além disso, é recomendado que seja feita uma drenagem linfática para auxiliar na eliminação das gorduras que ficam retidas nas células. É importante evitar tomar sol por um período de um mês, ou até que as manchas desapareçam. Logo após a redução do inchaço pós-cirúrgico, os resultados já são possíveis de serem percebidos. Isso costuma ocorrer cerca de 30 dias após a cirurgia, e os resultados definitivos são vistos após 4 meses.

Qual o preço médio da cirurgia?

Uma hidrolipo custa entre R$ 1.500 e R$ 5.000, dependendo do local em que a cirurgia será feita e do médico que realizará o procedimento. Também é preciso somar esse valor aos custos da anestesia, da internação hospitalar e das despesas com o cirurgião plástico.

Como vimos, a hidrolipo é um procedimento que tem por objetivo retirar pequenos depósitos de gordura localizada e apresenta diversos benefícios, como custo menor, trauma local mínimo, menos dor, entre outros. Por isso, se você ficou interessada e deseja realizar a cirurgia, não deixe de procurar uma clínica especializada e um profissional capacitado e de qualidade para não haver complicações.

Gostou deste post e quer conhecer a nossa clínica e os procedimentos realizados? Então, confira o nosso site e fique por dentro da Clínica Integrada de Cirurgia Plástica São Paulo!

Quer deixar o rosto mais harmônico? Então conheça agora o facelift

O colágeno é uma proteína abundante na pele humana, sua função é manter as células elásticas e unidas. Em média, após os 30 anos, a produção de colágeno começa a diminuir e os primeiros sinais de envelhecimento são notados. O mesmo acontece com o ácido hialurônico, uma substância que retém água e garante a firmeza e sustentação da pele.

Assim, com a diminuição da concentração de ambos os componentes, é possível começar a notar rugas e linhas de expressão, flacidez e piora no aspecto da pele. Para tratar essa alteração, é possível usar uma técnica cirúrgica chamada facelift, também chamada de lifting facial ou ritidectomia.

Em inglês, lift significa levantar. Ou seja, com o procedimento, é possível “levantar” a área a ser tratada e rejuvenescer o rosto, assim como reduzir alguma pele que esteja sobrando.

Quer saber mais sobre o facelift; ritidectomia ou lifting facial? Neste artigo explicaremos como a cirurgia plástica é feita, para quem é indicada, como é o pós-operatório, além de outras informações importantes. Confira!

Para quem o facelift é indicado?

O rosto é nosso “cartão de visitas”, uma das primeiras coisas que as pessoas observam quando nos conhecem. Dessa forma, é muito natural sentir-se chateado ou com baixa autoestima quando a face adquire uma aparência de cansaço e envelhecimento.

Sendo assim, concluímos que cuidar da aparência é um passo importante para garantir o bem-estar. Afinal, pessoas que se sentem satisfeitas com o que veem no espelho têm uma postura mais confiante e se sentem felizes, não é mesmo?

Investir em tratamentos para beleza, como o lifting facial, faz bem não só para a saúde do corpo, mas também para a da mente, contribuindo para o aumento da qualidade de vida. Esse procedimento cirúrgico tem como objetivo atenuar os sinais causados pelo envelhecimento, assim como corrigir os danos do tempo causados à pele do rosto e do pescoço.

É possível suavizar rugas e marcas de expressão facial, melhorar o aspecto da flacidez e também rejuvenescer a área dos olhos, da mandíbula e do pescoço, que com o passar dos anos sofrem bastante pelo excesso de pele. O processo natural de envelhecimento acontece para todas as pessoas, mas ele pode ser acelerado em alguns casos, como em indivíduos que se expõem demais à luz solar, em fumantes e em quem tem fatores hereditários para tal.

O facelift ou ritidectomia é indicado para quem se encaixa nas características acima e deseja devolver ao rosto uma aparência mais jovem. No entanto, é importante ressaltar que o procedimento não tem como objetivo uma imagem perfeita ou uma aparência juvenil, mas é capaz de diminuir características que envelhecem, como a flacidez e as rugas.

O que é e como é feita a ritidectomia?

O rosto pode ser dividido em três zonas: o primeiro terço se inicia na raiz do couro cabeludo e vai até as sobrancelhas; o segundo compreende a região entre as sobrancelhas e a base do nariz; e o terceiro se estende do final do nariz até o queixo. A intervenção cirúrgica é necessária quando há:

  • flacidez no primeiro terço da face: o procedimento é capaz de amenizar as rugas da testa e as que se formam entre as sobrancelhas, além de diminuir a queda dos supercílios; 

  • flacidez no segundo terço da face: o procedimento ameniza os vincos nas bochechas, na região abaixo das pálpebras e no sulco naso-labial (que também é conhecido como “bigode chinês”); 

  • flacidez no terceiro terço da face: o procedimento rejuvenesce a região do pescoço, retirando excesso de pele e melhorando o contorno da mandíbula. É também capaz de eliminar ou reduzir a papada, entre outros fatores.

O facelift pode ser realizado por meio de diferentes técnicas, o que depende das características faciais do paciente, da preferência do cirurgião e também da região a ser tratada. De forma geral, serão feitas incisões (ou cortes) no couro cabeludo, no contorno anterior às orelhas e no queixo. O cirurgião plástico planeja minuciosamente os locais onde serão feitos os cortes, priorizando regiões de dobras ou de difícil visualização por outras pessoas.

Depois, o médico descola pele e músculos. Os músculos faciais são reposicionados para que possam garantir sustentação e volume adequado para a pele e a gordura. Assim, é possível criar volume em áreas que perderam o tônus com o passar dos anos, como as maçãs do rosto, que são responsáveis por um ar jovial. Já a pele é reposicionada, a fim de diminuir sulcos e linhas de expressão, e os excessos são retirados.

Em alguns casos, o profissional pode indicar outros procedimentos para um melhor efeito rejuvenescedor. A lipoaspiração, por exemplo, pode ser feita na papada. A blefaroplastia, ou cirurgia das pálpebras, também pode ser indicada para retirar o excesso de pele dessa delicada região, melhorando o aspecto de cansaço e envelhecimento.

Como é o pós-operatório?

Após a cirurgia é necessário um tempo de repouso, que dura em média 10 dias. É natural que o paciente sinta dores e sofra com o inchaço, o que pode se estender por cerca de 2 semanas. Nesse tempo serão prescritos remédios para controlar a dor. Também é comum sentir formigamento ou dormência na face no período de recuperação.

Orientações importantes serão dadas pelo cirurgião plástico e devem ser seguidas à regra. Dentre elas estão evitar a exposição solar por cerca de 3 meses, evitar coloração e processos químicos no couro cabeludo por no mínimo 1 mês e só usar maquiagem e outros produtos no rosto após o décimo dia de pós-operatório.

Os resultados começam a se tornar visíveis cerca de 1 mês após o facelift. A técnica promoverá um levantamento de todo o rosto, mas principalmente das bochechas, sobrancelhas, mandíbula e pescoço. Como a ritidoplastia atua nas áreas responsáveis pela percepção de jovialidade, o paciente terá a sensação de rejuvenescimento.

O que considerar antes de realizar a ritidectomia?

É importante ressaltar que esse procedimento cirúrgico é extremamente delicado e exige um profissional bastante experiente na área. Afinal, é imprescindível que a ritidectomia seja feita sem esticar a pele, visto que essa característica entrega à face uma aparência artificial, deixando claro que uma intervenção cirúrgica foi feita.

Por fim, também é fundamental falar que os benefícios do lifting facial não se mantêm por toda a vida, uma vez que o organismo humano está constantemente em processo de envelhecimento. Para potencializar os resultados e mantê-los por mais tempo é recomendado uso de outras técnicas, como o preenchimento com ácido hialurônico e aplicação de Botox.

E então, gostou de saber mais sofre o facelift, ou ritidectomia? Existem outras cirurgias plásticas que podem ser realizadas no rosto, a fim de deixá-lo mais harmônico e jovial. Quer saber quais são elas? Então não deixe de acessar este post!

 

12 tipos de cirurgia plástica que você precisa conhecer

As cirurgias plásticas, como sabemos, são recursos para corrigir traços ou partes do corpo que não têm o aspecto desejado ou causam algum tipo de desconforto. As intervenções feitas, seja por motivos estéticos ou por questões de saúde, ajudam na autoestima, fazendo a pessoa se sentir feliz com ela mesma.

Há diversas cirurgias e, para cada parte do corpo, existe uma específica. Pensando nisso, vamos esclarecer os 12 dos principais tipos de cirurgia plástica que você precisa conhecer. Vamos lá?

1. Mamoplastia

A mamoplastia é a cirurgia realizada na mama e pode ser feita com dois objetivos: para aumentar o volume ou para reduzir. A mamoplastia de aumento, sonho de consumo de muitas mulheres, consiste no implante de próteses de silicone nos seios. Geralmente, é procurada por pessoas que estão insatisfeitas com o tamanho ou formato das mamas ou  por aquelas que passaram por mastectomia (retirada total ou parcial).

Já a mamoplastia redutora tem como finalidade reduzir o tamanho dos seios. Essa cirurgia plástica é muito procurada por mulheres que possuem os seios muito fartos, que não condizem com sua estrutura corporal, causando dores nas costas e desconforto.

2. Blefaroplastia

Blefaroplastia é o nome técnico para a cirurgia conhecida popularmente como cirurgia das pálpebras. Essa técnica é indicada para indivíduos que desejam melhorar o aspecto de velhice e cansaço que se instala na expressão facial quando a pessoa possui excesso de pele ao redor dos olhos. A intervenção pode ser feita nas pálpebras superiores, inferiores (área em que se instala uma pequena bolsa) ou em ambas, a fim de conseguir um olhar mais atento e descansado.

Além disso, a blefaroplastia também corrige problemas de flacidez e acúmulo de gordura nas pálpebras, o que pesa a região acima dos olhos e pode prejudicar a visão, já que o olho não consegue ficar totalmente aberto. Ela é procurada tanto por mulheres quanto pelos homens para corrigir o problema funcional, que também é estético.

Essa intervenção cirúrgica elimina as bolsas de gordura localizadas na pálpebra e as rugas que muitas vezes impedem as mulheres de usar maquiagem no local. A blefaroplastia devolve a jovialidade do rosto, melhorando seu aspecto como um todo. Para tanto, o cirurgião plástico faz as incisões nas linhas que normalmente se formariam com as expressões faciais, o que as deixa praticamente imperceptíveis.

3. Rinoplastia

A rinoplastia é a cirurgia realizada para alterar a estrutura do nariz. Seu principal objetivo pode ser estético ou de saúde, resultado de recomendações médicas. A intervenção pode corrigir problemas relacionados ao septo nasal, promovendo a melhora na respiração e reduzindo o ronco noturno.

Em relação a rinoplastia com fins estéticos, podemos dizer que ela apresenta bastante versatilidade, uma vez que as possibilidades de remodelação do nariz são muitas. Você pode diminuir ou aumentar o tamanho, afinar, projetar a ponta, remover o calo e estreitar as narinas. Tudo para deixá-lo mais proporcional ao seu formato de rosto.

Vale ressaltar que os resultados da cirurgia podem levar alguns meses para aparecer de forma definitiva, devido ao inchaço da região.

4. Otoplastia

O pavilhão auricular é a parte externa da orelha. Esse apêndice é constituído por uma cartilagem flexível coberta por pele. A sua função mais importante é captar o som e transmiti-lo para a parte interna da orelha, mais especificamente a orelha média.

É por esse motivo que pessoas que tem o pavilhão proeminente podem ter problemas de autoestima. Nesse contexto, a otoplastia corrige as orelhas proeminentes, que normalmente são resultados de herança genética. Isso significa que pessoas com orelhas proeminentes tem maior chance de terem casos semelhantes na família.

Geralmente a cirurgia é realizada em crianças — a partir de 5 anos ou quando as orelhas já estiverem totalmente formadas — mas não são raros os casos de adultos que se beneficiam desse procedimento.

A Otoplastia é um procedimento que reposiciona os pavilhões auriculares, o que os torna menos visíveis. Dessa forma, a face se torna mais proporcional e, consequentemente, mais bela. No entanto, essa cirurgia plástica também é empregada para corrigir alterações de formato da orelha, para tratar defeitos de nascença ou congênitos, do canal auditivo e outras estruturas do aparelho, a fim de melhorar a audição do paciente.

Para tanto, o cirurgião plástico realiza uma pequena incisão atrás da orelha, seguindo a dobra natural da pele. Depois disso, retira-se o excesso de pele para que o pavilhão seja reposicionado. Caso seja necessário, o médico também pode retirar um pedaço da cartilagem da orelha para diminuir o tamanho do pavilhão.

5. Implante facial

Os implantes faciais são utilizados para definir o rosto, aumentando a sua projeção, ao mesmo tempo que cria características mais marcadas e distintas. Geralmente, esse tipo de cirurgia plástica é procurado por pessoas que não se sentem satisfeitas com o seu contorno facial, possuem queixos pequenos, pouco evidentes ou a mandíbula pouco marcada.

É importante destacar que qualquer área do rosto pode passar pelo procedimento de aumento. No entanto, o queixo, as maçãs do rosto e a mandíbula são os preferidos na hora de realizar um implante.

6. Lifting de sobrancelhas

O lifting geralmente é usado para corrigir as consequências do envelhecimento facial causado pela flacidez, pelo enfraquecimento dos músculos, exposição em excesso ao sol, hereditariedade e pelo efeito sanfona — oscilações significativas no peso corporal.

Com isso, o lifting nas sobrancelhas é um procedimento que tem como finalidade a elevação dos supercílios — parte inferior à sobrancelha. Essa intervenção pode ser realizada por meio de diversas técnicas que apenas diferem pelas vias utilizadas para acessar ou pelos objetivos do paciente.

7. Implante de prótese

As cirurgias que envolvem o implante de prótese de silicone podem ser feitas em outros lugares além dos seios. Por exemplo, o implante da prótese nos glúteos é bastante comun em pessoas que desejam aumentar o volume do bumbum ou deixá-lo com o formato mais arredondado.

Também é indicado quando os dois lados não estão simétricos, por causa de alguma lesão ou para corrigir problemas de flacidez, decorrente do sedentarismo ou da idade mais avançada. Outro exemplo da utilização das próteses são as intervenções cirúrgicas na panturrilha. A ideia desse procedimento é tornar as panturrilhas mais torneadas e volumosas, melhorando a proporção da perna como um todo.

8. Ritidoplastia

A ritidoplastia é uma intervenção que realiza processos de lifting facial com o objetivo de melhorar os sinais aparentes do envelhecimento no pescoço, como excesso de gordura, perda do tônus muscular, flacidez, rugas e linhas de expressão.

Para obter melhores resultados e alcançar mais harmonia no rosto, o ideal é realizar esse procedimento em conjunto com outras intervenções, como a blefaroplastia, o lifting nas sobrancelhas e na testa e o implante facial.

Apesar de melhorar significativamente o aspecto de envelhecimento e as cicatrizes causadas pela acne, a ritidoplastia não melhora a pele definitivamente. Depois de um tempo, os sinais tendem a reaparecer e retomar sua forma original.

Para evitar esse problema, existem outros tratamentos que podem ser associados, como os peelings, tratamentos com laser ou outras opções que podem ser combinadas com o lifting facial, sem contraindicações.

9. Lipoaspiração

A lipoaspiração é uma cirurgia plástica que tem como objetivo remover a gordura localizada de regiões específicas, sendo que a região abdominal é uma das mais procuradas. Outras regiões mais comuns são coxas, quadris, culote e costas, mas a lipoaspiração pode ser realizada em inúmeras outras áreas. Além disso, o procedimento pode ser feito em duas ou mais regiões em uma mesma cirurgia, o que garante um efeito escultural melhor ao corpo.

Esse procedimento é indicado tanto para mulheres quanto para homens que possuem gorduras localizadas e estão insatisfeitos com o formato corporal. É importante salientar que o procedimento é usado para modelar o corpo, e não deve ser usado com o objetivo de perder peso. Afinal, ele não diminui os quilos na balança, mas sim retira pequenas quantidades de gordura que são difíceis de perder com dieta e exercícios físicos. Como a gordura é retirada com sangue e outros nutrientes, não pode-se retirá-la em excesso.

Para tanto, o cirurgião plástico utiliza uma cânula que é acoplada a um tipo de aspirador cirúrgico. Com movimentos de vai e vem, o médico aspira a gordura de áreas demarcadas. Isso é feito por meio de uma pequena incisão, que não costuma ser maior que 2 centímetros.

10. Abdominoplastia

A abdominoplastia é uma cirurgia plástica para o abdômen, com foco na correção estética dessa região do corpo. Alguns fatores, como o envelhecimento, gestações e as variações de peso, principalmente a perda de muitos quilos, trazem prejuízos para a estrutura abdominal. Assim, após essas fases da vida, é natural ter um abdômen com acúmulo de gordura, pele, flacidez e estrias.

Sendo assim, a abdominoplastia é uma cirurgia muito procurada, visto que corrige esses incômodos estéticos. No entanto, essa cirurgia plástica não é recomendada para quem busca emagrecer, embora ocorra certa perda de peso após o procedimento. Outra indicação para a abdominoplastia é a diástase abdominal, ou seja, a separação dos músculos retos do abdômen, o que é comum após a gravidez.

Nesse caso, além de retirar o excesso de pele e gordura, o cirurgião plástico também promove o fechamento dos músculos por meio de sutura. Isso é importante para que a musculatura da região fique forte e íntegra, contribuindo para melhora do aspecto estético do abdômen e também para a sustentação do tronco.

11. Ninfoplastia

A ninfoplastia, também conhecida como labioplastia, é uma cirurgia plástica feita na região íntima para correção estética e funcional. Seu objetivo é diminuir o tamanho dos pequenos lábios, estruturas localizadas na parte interna da vagina, após os grandes lábios, e que direcionam o jato de urina durante a micção.

Em algumas mulheres, os pequenos lábios são grandes ou muito assimétricos, o que pode causar incomodo emocional e prejudicar a autoestima e as relações sexuais. Além da parte estética, também há prejuízo funcional, visto que o tamanho exagerado dessa estrutura pode causar dor durante a relação sexual, devido a entrada dos pequenos lábios na vagina, assim como propiciar o aparecimento de patologias que causam corrimento, devido ao acúmulo de secreções.

Na cirurgia tradicional, o cirurgião plástico aplica anestesia local ou peridural para cortar um pedaço dos pequenos lábios, deixando-os simétricos e menores. A cirurgia a laser também é uma opção e tem alguns benefícios, como o rejuvenescimento vaginal, visto que há estímulo da produção de colágeno na região.

12. Mentoplastia

Mentoplastia é o nome dado a técnica que modifica o mento, ou o queixo, região que está entre a mandíbula, a parte inferior da face e o pescoço. A cirurgia plástica pode ser feita com o objetivo de aumentar o queixo, procedimento mais comum e menos complexo, ou para diminuir o queixo, cirurgia mais complexa e menos realizada. Essa modificação na face é feita de acordo com os traços da face e o objetivo final é entregar para o paciente um rosto mais proporcional e harmônico.

Na mentoplastia de aumento, existe a opção de colocar uma prótese, que normalmente é fabricada em silicone, no lugar do mento, tornando o queixo mais proeminente. Outra opção, chamada de mentoplastia de avanço, em que o osso do mento é cerrado e deslocado para a frente, sendo reposicionado com parafusos.

Já a mentoplastia de redução é semelhante a de avanço, mas é retirada uma parte do osso para que seja feita o reposicionamento de modo que o queixo seja menos proeminente.

Todos os tipos de cirurgia plásticas citadas neste artigo, além de realçarem a beleza e melhorarem pontos estéticos, ajudam no processo de aceitação do próprio corpo, aumentam a autoestima e garantem até mesmo um melhor relacionamento interpessoal, pois a partir do momento em que você está bem consigo mesmo, estará de bem com os outros.

Vale lembrar que para realizar cirurgias plásticas com segurança é fundamental encontrar profissionais sérios que respeitem a sua vontade e realizem os procedimentos da maneira correta, como na Clínica Integrada de Cirurgia Plástica.

E então, ficou interessado nesse assunto e quer saber melhor como funcionam as cirurgias plásticas? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

O que é mentoplastia? Saiba quando é indicado realizar a cirurgia de queixo!

Você sabe o que é mentoplastia? Se ainda não conhece esse procedimento, é normal, afinal, muita gente tem dúvidas em relação ao nome (que não é tão comum assim). Trata-se da cirurgia plástica de queixo (mentoplastia), que se torna cada vez mais popular. Outro nome para essa operação é a cirurgia ortognática.

O principal objetivo dessa cirurgia é devolver a harmonia facial por meio do alinhamento do queixo conforme os demais traços do rosto. É uma operação importante para quem não está satisfeito com os contornos faciais ou do próprio queixo, afinal essa é uma área determinante para quem busca simetria e padrões altos de beleza. Também é indicada para corrigir problemas funcionais.

Gostou do assunto e quer saber mais sobre a mentoplastia? Continue neste artigo que vamos explicar o que é, como é realizado o procedimento, para quem é indicado e como é o pré e o pós-operatório.

O que é a mentoplastia?

A mentoplastia é a cirurgia plástica cujo objetivo é dar uma melhor forma ao mento, nome científico atribuído à região do queixo, pescoço e mandíbula. Também conhecida como cirurgia de queixo, é um procedimento que tem se tornado popular graças ao resultado que proporciona.

A ideia é trazer mais simetria para o rosto, padrão bastante exaltado pelas sociedades modernas do ocidente. Para isso, o procedimento pode ser tanto de aumento quanto de redução do tamanho da área, dependendo dos traços do paciente.

Como é realizado o procedimento?

A cirurgia de queixo é uma das principais alternativas para posicionar corretamente a região. Além disso, ela pode encurtar, alongar e até mesmo modificar o formato do queixo. A avaliação da indicação de cirurgia deve, primeiro, partir da insatisfação com a simetria do rosto e, em seguida, da orientação do médico cirurgião plástico.

Na cirurgia realizada para aumentar o tamanho de queixos retraídos, o procedimento é feito na parte de dentro da boca ou mesmo no encontro do queixo com o pescoço. Normalmente se utiliza a anestesia local. No entanto, em alguns casos, o mais recomendado é cortar o osso e tracioná-lo para a parte da frente, assim, a anestesia geral é recomendada pois envolve estruturas mais complexas.

Quando o problema é o contrário, ou seja, o queixo é avançado (proganatismo), a cirurgia de reposicionamento pode ser feita apenas na região ou em toda mandíbula, de acordo com a orientação do médico. Para realizar esse procedimento, o cirurgião plástico deve fazer um corte no osso e posicioná-lo para trás. O processo termina quando o queixo é fixado com parafusos.

Em relação a desvios laterais, o especialista precisa cortar o osso, posicionando-o para o meio e utilizando parafusos para fixar.

Em alguns casos, pode ser necessário um tratamento interdisciplinar como combinar a mentoplastia com a rinoplastia (cirurgia plástica no nariz) ou procedimentos ortodônticos, uma vez que a posição dos dentes pode influenciar diretamente o resultado final.

Quem deve fazer a cirurgia de queixo?

O queixo é fundamental para construir um rosto simétrico e harmônico. Ele, em conjunto com o nariz, é responsável por formar a nossa imagem de perfil. Por tal razão, não são raros os casos de pessoas que estão insatisfeitas com o formato do queixo, seja por ser muito grande, pequeno e pouco expressivo, ou, em situações extremas, quando essa região está desalinhada e assimétrica.

Nesse sentido, a cirurgia de queixo é procurada por quem quer ter um contorno facial mais harmônico e o médico cirurgião plástico recomendou esse procedimento.

Além disso, a mentoplastia é realizada por pessoas que sofrem de apneia grave do sono ou ainda que tiveram algum traumatismo grave na região, como acidentes, por exemplo. Vale lembrar ainda que a indicação desse procedimento dependerá da saúde do paciente e da idade, uma vez que só é possível realizar a cirurgia após os 17 anos, fase em que a estrutura óssea está completamente formada.

Como é o pré e pós-operatório?

A cirurgia de queixo não costuma apresentar complicações graves. No entanto, para que os resultados atendam a expectativa, e o paciente não enfrente nenhum problema, é fundamental seguir as orientações do pré e pós-operatório. Confira cada uma das etapas a seguir!

Pré-operatório

O pré-operatório deve se iniciar com uma criteriosa análise facial, além do levantamento do histórico médico, bem como a situação odontológica completa do paciente. Para identificar a necessidade da realização da mentoplastia, o médico deverá avaliar cuidadosamente os terços da face em conjunto e separados e fazer diversas fotografias para documentar as condições do queixo antes do procedimento.

Em diversos casos, pode ser recomendado o tratamento ortodôntico antes da mentoplastia, uma vez que a posição dos dentes é diretamente responsável na posição dos lábios, determinando, assim, a estética do perfil.

Além disso, é recomendado que o paciente faça os exames de sangue pedidos pelo médico e suspenda o uso de alguns medicamentos, bebida alcoólica e cigarro.

Pós-operatório

Depois que o procedimento (seja de aumento, redução ou simetria) for realizado, o paciente deve seguir algumas recomendações no período de pós-operatório. Apesar de a alta ser dada no mesmo dia, a área precisa ser imobilizada por uma semana.

Nesse período, o paciente não deve fazer esforço ou realizar movimentos bruscos com o local, sendo, portanto, indicada a dieta líquida. A retirada dos pontos também ocorre por volta de 7 dias após a intervenção. Para aliviar a dor, o inchaço e reduzir o risco de infecção, é fundamental o uso de antibióticos e analgésico, de acordo com a prescrição médica.

A reabilitação depois da cirurgia de queixo pode levar semanas, mas, após 15 dias, já é possível retornar às atividades rotineiras. No primeiro mês, fazer drenagem linfática de 2 a 3 vezes por semana na região pode ajudar a reduzir os edemas e inchaços.

De uma forma geral, a cirurgia de queixo não apresenta riscos ou complicações, no entanto, é fundamental escolher os profissionais especializados no assunto e a clínica que possua infraestrutura suficiente para atender com qualidade os pacientes.

E você, já pensou em realizar uma mentoplastia? Entre em contato conosco e tire as suas dúvidas!

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