4 cuidados pós cirurgia bariátrica que você precisa seguir

A cirurgia bariátrica, também conhecida como cirurgia de redução de estômago, é uma opção para o tratamento de pessoas obesas e em risco de vida, visto que é uma forma eficaz de perda de peso rapidamente.

No procedimento retira-se uma parte ou grampeia-se o estômago, a fim de diminuir a secreção de grelina, hormônio responsável pela sensação de fome. Em algumas técnicas também é retirado parte do intestino que faz a absorção de nutrientes.

Para efetivar o resultado após a cirurgia bariátrica é fundamental instituir e manter novos hábitos. Afinal, o reganho de peso é uma realidade para muitas pessoas que realizaram o procedimento. Para evitar esse transtorno é preciso cuidar da alimentação, praticar exercícios físicos e contar com uma equipe multidisciplinar.

Neste post detalharemos quais são os principais cuidados pós cirurgia bariátrica para que você entenda qual é a importância da mudança de hábitos. Confira!

1. Dieta

Após a cirurgia bariátrica é preciso que o paciente se acostume com o novo tamanho dos órgãos, visto que isso determinará a quantidade de alimentos que deverão ser ingeridos.

Nos primeiros dias a pessoa será alimentada apenas com dieta líquida, como chás, caldos e sopas, o que deve ser mantido por cerca de 1 mês. Em alguns casos, se não houver aceitação, o paciente continua internado e é alimentado através do soro venoso.

Após esse período e conforme o paciente se sinta preparado, é iniciada a dieta pastosa. Assim, pode-se comer alimentos em textura de purê, bem amassados e caldos mais espessos.

Aos poucos a dieta evolui para a alimentação sólida, mas é interessante que todos as refeições sejam picadas em pequenos pedaços e bem mastigadas, a fim de evitar engasgos e vômitos.

Nos primeiros meses após a cirurgia perde-se muito peso, mas o índice de reganho é grande. É por esse motivo que a reeducação alimentar deve começar antes da cirurgia bariátrica, a fim de ensinar ao paciente quais grupos de alimentos são saudáveis e quais devem ser ingeridos com menor frequência, como industrializados, gorduras e açucares.

Afinal, consolidar hábitos leva tempo e é preciso que a boa alimentação já faça parte da vida do paciente no pós-operatório.

2. Exercícios físicos

A partir da alta hospitalar já é recomendado que os pacientes iniciem atividades físicas leves por cerca de 30 minutos, como a caminhada. Isso porque os exercícios potencializam a perda de peso e ajudam a pessoa a se recuperar mais rapidamente. Além disso, manter-se em movimento ajuda a evitar a trombose e estimula a atividade normal do intestino.

Após cerca de 2 semanas a pessoa está liberada para voltar a sua vida cotidiana, ou seja, pode dirigir, trabalhar e passear normalmente. Ao final do primeiro mês deve-se aumentar gradualmente o tempo e a intensidade das atividades. No entanto, ainda não é recomendado fazer abdominais ou pegar pesos, assim como realizar outras atividades que aumentam a pressão interna da cavidade abdominal.

Assim como a alimentação, praticar exercícios físicos deve ser um hábito. Sendo assim, também é fundamental começar a instituí-lo antes mesmo de realizar a cirurgia bariátrica.

Praticar atividades físicas pode ser uma tarefa muito difícil para pessoas obesas, devido ao excesso de peso que recai sobre o quadril, joelhos e tornozelos. No entanto, caminhadas leves já são efetivas. Lembre-se que manter um hábito é mais fácil do que criá-lo.

3. Acompanhamento psicológico

A obesidade é uma doença multifatorial, ou seja, tem várias causas que interagem. Em alguns casos ela é atribuída a alguma doença, como problemas na secreção de hormônios e síndromes raras. No entanto, na grande maioria dos casos a obesidade é causada pelo sedentarismo e pela ingestão exagerada de calorias.

O ganho de peso será inevitável quando o consumo de nutrientes é superior a aquele necessário pelo corpo. Isso se torna ainda mais grave quando o consumo é extremamente exagerado, o que está atrelado intimamente a depressão e a ansiedade.

Isso porque a comida passa a ser uma forma de compensação, ou seja, quando a pessoa está triste ou angustiada, come mesmo sem fome, a fim de esquecer os sentimentos negativos. Essa compulsão alimentar faz com que o indivíduo ganhe muito peso, o que interfere em sua autoestima, criando mais sentimentos negativos. Dessa forma, forma-se um ciclo, que é extremamente comum em pessoas obesas e pode propiciar o reganho de peso após a bariátrica.

Além disso, a rápida perda de peso e a mudança na conformação corporal após a cirurgia também podem provocar angústia e ansiedade, assim como a pressão por manter um estilo de vida saudável.

É por esse motivo que realizar acompanhamento psicológico pós cirurgia bariátrica ajuda o indivíduo. Nesse tipo de tratamento o paciente aprenderá a lidar com sentimentos como a frustração e tristeza sem relacioná-los a comida, impedindo o reganho de peso.

4. Ajuda multiprofissional

O paciente submetido precisa de ajuda multiprofissional, afinal, a nutricionista é necessária para cuidar da dieta, educadores físicos devem acompanhar e orientar as atividades físicas e o psicólogo ajuda o indivíduo a lidar com suas emoções. Além disso, é fundamental que o paciente conte com o cirurgião quando houver alguma dúvida ou intercorrência.

A adaptação pode ser difícil nos primeiros meses. No entanto, se houver algum dos sintomas abaixo, é necessário procurar o médico o quanto antes para uma avaliação:

  • vômitos após as refeições;
  • diarreias frequentes;
  • dor forte no abdômen;
  • febre alta;
  • curativo sujo de secreção ou sangue
  •  não conseguir ingerir alimentos.

Afinal, esses são alguns sinais de alarme que devem ser investigados.

Isso é importante porque existem algumas chances de complicação após a cirurgia bariátrica, embora sejam raras.

E então, entendeu quais são os cuidados pós cirurgia bariátrica que devem ser tomados pelos pacientes? É fundamental ter em mente que apenas o procedimento cirúrgico não é capaz de resolver o problema de excesso de peso.

Cuidar da alimentação, praticar exercícios físicos e ter hábitos saudáveis ajudará o paciente a perder peso mais rápido e ainda mantê-lo para ter uma vida próspera e de bem-estar.

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Conheça as principais cirurgias plásticas no rosto

As cirurgias plásticas têm como objetivo em comum harmonizar alguma parte do corpo que precisa de correção estética ou não agrada muito a pessoa. De acordo com dados da ISAPS, ou Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, o Brasil ocupa o segundo lugar na lista de países que mais realizam intervenções estéticas.

No ano de 2018 a crise continuou em diversos setores, mas não é o caso das cirurgias plásticas. Em comparação a 2014, estima-se que as intervenções estéticas aumentaram cerca de 8%, enquanto as cirurgias de reconstrução cresceram 24%, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Sem dúvidas, o rosto é uma das áreas do corpo em que mais se deseja realizar modificações. Nesse caso, existem cirurgias para rejuvenescer, aperfeiçoar os traços e com o objetivo de reconstrução, por exemplo.

Separamos, neste post, quais são as cirurgias plásticas no rosto mais procuradas. Confira!

Rinoplastia

O nariz é uma das angulações mais marcantes da face. Por esse motivo, a rinoplastia, cirurgia que muda o formato e o tamanho do nariz, tem sido tão procurada. O objetivo é criar um rosto harmônico e delicado, que esteja de acordo com os olhos, a boca e outros contornos da face.

A rinoplastia pode ser, basicamente, de três tipos.

Rinoplastia de aumento

É uma cirurgia plástica normalmente necessária em caso de traumas, má formação ou por correção estética.

Rinoplastia de redução 

É o procedimento mais solicitado nos consultórios. Nesse procedimento o cirurgião retira a cartilagem e partes de ossos para moldar um nariz que seja menor ou menos largo, de acordo com a preferência do paciente;

Rinoplastia funcional

Essa uma prática cirúrgica que está associada a dificuldades respiratórias. Nesse caso, ela é indicada para as pessoas com desvio de septo e tamanho exagerado dos cornetos nasais, por exemplo.

Blefaroplastia

A queda da pálpebra superior, também chamada de ptose palpebral, pode ter vários motivos, mas o mais comum é o envelhecimento. Isso acontece porque ao longo dos anos essa pele perde a sua força, se tornando flácida e acumulando acima dos olhos. A situação pode criar uma aparência de cansaço ou pouco jovial, além de prejudicar a visão.

Nesses casos é indicada a blefaroplastia, uma cirurgia que retira o excesso de pele da pálpebra superior. Os locais afetados são delimitados e, após, realiza-se cortes para retirar a pele. O interessante é que a cicatriz fica localizada nas dobras naturais da pele, ficando praticamente imperceptíveis.

Otoplastia

A orelha em abano não é considerada uma má formação, mas na realidade uma alteração anatômica. Ainda não se sabe o que causa essa diferença, mas acredita-se que ela tenha influência genética. Esse quadro não causa prejuízo funcional, ou seja, a pessoa com orelhas em abano escuta perfeitamente. No entanto, pode haver prejuízo na autoestima.

Quando o indivíduo se sente incomodado ou exclui-se socialmente devido a alteração nas orelhas é recomendado realizar a otoplastia. Na cirurgia, o médico faz uma pequena incisão na parte de trás do pavilhão, com o cuidado de seguir as dobras naturais da pele. Assim, retira-se o excesso de pele para reposicionar a orelha. O objetivo é tornar os pavilhões menos visíveis, o que deixa o rosto mais proporcional e harmônico.

Em casos em que a orelha é de tamanho desproporcional, o cirurgião pode optar por retirar um pedaço da cartilagem, diminuindo as dimensões.

Bichectomia

A bola de bichat é um acúmulo de gordura no rosto, mais precisamente na região das bochechas. Nas crianças essas estruturas são grandes, mas ao longo dos anos há uma diminuição em seu tamanho. No entanto, é possível que essa gordura continue volumosa na vida adulta, o que dá ao rosto uma aparência redonda e um pouco infantil.

Para diminuir o tamanho das bochechas pode-se retirar a bola de bichat. Para tanto, as incisões são feitas na parte interna das bochechas. Logo após o procedimento é possível notar um rosto mais fino e harmônico.

É importante salientar que essa cirurgia não é indicada para todas as pessoas. Consulte um cirurgião plástico de confiança e veja a sua avaliação.

Lifting facial(Ritidoplastia)

A ritidoplastia, mais conhecida como lifting facial, é uma cirurgia para rejuvenescer o rosto. Dessa forma ela é indicada para atenuar os sinais de envelhecimento, como rugas, linhas de expressão e flacidez. Nesse contexto, é importante informar que a ritidoplastia não tem como objetivo promover uma imagem juvenil, mas sim aperfeiçoar os traços do paciente e diminuir os sinais de envelhecimento.

Essa cirurgia pode ser feita de formas diferentes, o que depende da região do rosto a ser tratada. Normalmente são realizadas incisões na região do couro cabeludo, atrás das orelhas e abaixo do queixo, para que o cirurgião plástico consiga retirar o excesso de pele e reposicionar os músculos faciais.

O objetivo é realçar os traços da jovialidade, como os contornos bem demarcados, sobrancelhas arqueadas e maçãs da face proeminentes. No entanto, é fundamental que o resultado não seja uma pele “esticada”, o que dá ao rosto uma aparência artificial e deixa claro que uma cirurgia foi realizada.

Mentoplastia

Mentoplastia é a cirurgia realizada no mento, popularmente conhecido como queixo. O procedimento pode ser usado tanto para aumentá-lo quanto para reduzi-lo, com o objetivo de tornar o rosto mais proporcional.

No entanto, as cirurgias para aumentar o queixo são muito mais comuns. Nesse caso, as pessoas que possuem o queixo pequeno (microgenia) ou queixo desproporcional são candidatas. Para criar o volume pode-se usar um implante feito de silicone ou gordura do próprio paciente.

Em outros casos o cirurgião opta por deslocar os ossos da mandíbula para frente, o que depende de cada quadro. Nesse procedimento é necessário serrar o osso e fixá-lo com placas e parafusos. A mesma técnica também é empregada para a mentoplastia de redução.

As cirurgias plásticas no rosto são procedimentos que aumentam a autoestima e a qualidade de vida das pessoas. São procedimentos que oferecem benefícios estéticos e de saúde, propiciando bem-estar e confiança aos que se submetem a elas.

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Você sabe da importância da drenagem linfática no pós-operatório?

O nosso corpo tende a acumular excesso de líquidos naturalmente e pode trazer aquela sensação de inchaço ao longo do dia. Esse processo pode acontecer por diversos motivos e, um deles, é a realização de uma cirurgia plástica. Nessas condições, o corpo acumula ainda mais substâncias e a circulação sanguínea é interrompida na área, o que causa inchaços e edemas.

Para evitar esse problema ou reduzir os sintomas, é fundamental fazer uma drenagem linfática no pós-operatório. Você pensa em passar por uma cirurgia? Então, precisa conhecer agora mesmo qual a importância de passar por esse procedimento!

Neste artigo, vamos explicar o que é e por que a drenagem linfática é essencial no pós-operatório, para quais cirurgias ela é indicada, quais são os seus principais benefícios e o melhor momento para fazer. Confira!  

O que é drenagem linfática?

A drenagem linfática é um tipo de massagem cuja técnica utilizada tem como objetivo estimular o sistema linfático — sistema de vasos que levam líquidos pelo corpo  a trabalhar de forma mais rápida e eficiente. As principais vantagens desse tipo de procedimento são a melhora da circulação sanguínea, a redução da retenção de líquidos e o relaxamento corporal.

Diversas pessoas procuram pela drenagem linfática com o objetivo de emagrecer, mas a massagem, na verdade, ajuda a reduzir medida graças à eliminação de toxinas acumuladas nos vasos linfáticos. Elas são as responsáveis por causar inchaço no corpo e no rosto, não é necessariamente gordura.

Nesse sentido, quando combinada a outras estratégias, como alimentação saudável e atividade física, ela é uma aliada na busca por uma melhora estética. Outra aplicação da drenagem linfática é em situações de pós-operatório. Nesse caso, ela é indispensável e os benefícios são muitos, como veremos a seguir!

Por que fazer o procedimento no pós-operatório?

Com o avanço da medicina e a constante melhoria dos procedimentos e técnicas utilizadas, as pessoas estão cada vez mais seguras para a realização de intervenções estéticas e cirurgias plásticas. Entretanto, por mais que as intervenções sejam altamente seguras e o paciente siga corretamente todas as recomendações médicas, o corpo ainda apresenta algumas reações às cirurgias, como inchaço. Elas são perfeitamente naturais e inevitáveis.

Quando o organismo passa por um procedimento cirúrgico, os tecidos sofrem diversas lesões e impactos e precisam ser recuperados. Um dos mecanismos de defesa do corpo humano atua na criação de alterações, como edemas, manchas roxas e cicatrizes, para fechar a abertura do corte.

Nesse sentido, a retenção de líquido após as cirurgias ocorre devido ao fato de o nosso corpo ter tendência a acumular líquidos de forma natural. Em caso de intervenções cirúrgicas, esse inchaço surge como uma defesa natural do organismo, aliado ao sedentarismo por conta de período de repouso.

Por essas questões, a drenagem linfática no pós-operatório torna-se essencial, pois vai ajudar a combater o inchaço causado pelo sistema linfático e pela falta de atividade de física. Além disso, contribui para que o paciente alcance o resultado esperado.  

Em quais cirurgias é mais indicada?

A drenagem linfática no pós-operatório pode ser feita em qualquer pessoa que tenha passado por uma cirurgia, seja por problema de saúde seja para fins estéticos e reparadores. É importante destacar como ela é fundamental para ativar a circulação sanguínea no local, eliminar as toxinas acumuladas com o impacto da incisão e auxiliar na recuperação após a cirurgia.

Entretanto, o paciente não deve procurar por um massagista ou fisioterapeuta sem autorização do médico. Somente o cirurgião responsável pelo procedimento deve liberar a realização da drenagem linfática e atestar que as suas condições físicas são adequadas para receber a técnica sem trazer nenhum problema ou complicação cirúrgica.

De toda forma, em algumas operações ela é fundamental para a recuperação adequada do paciente. São elas:

  • lipoaspiração e lipoescultura;

  • mamoplastia (de aumento, redutora ou reparadora);

  • ritidoplastia;

  • abdominoplastia;

  • blefaroplastia

  • rinoplastia;

  • dermolipectomia;

  • lifting de coxas e de braços;

  • cirurgia de contorno corporal;

  • enxerto de gordura etc.

Quais as vantagens da drenagem linfática no pós-operatório?

Depois da indicação do médico, o paciente que passou por uma cirurgia deve procurar por um profissional capacitado para fazer a drenagem linfática. Em condições adequadas de higiene e realizada por especialista na área, a massagem pode trazer ao paciente os seguintes benefícios:

  • ativar a circulação sanguínea na região operada;
  • melhorar o funcionamento do sistema linfático
  • restabelecer a aderência de pele;
  • eliminar os inchaços, tanto na região operada como no restante do corpo.
  • reduzir a retenção de líquidos pelo organismo
  • aliviar a dor causada pela cirurgia;
  • tratar os hematomas que surgem com a incisão;
  • reduzir a fibrose;
  • favorecer a oxigenação dos tecidos;
  • acelerar e auxiliar no processo de cicatrização;
  • ajudar na remodelagem da pele;
  • evitar complicações pós-cirúrgicas;

Como deve ser feito o procedimento após a cirurgia?

Apesar dos benefícios, é importante ressaltar que a drenagem linfática no pós-operatório deve ser feita com muita cautela. Afinal, o corpo e os tecidos se encontram em um estado debilitado. Dessa forma, os movimentos precisam se delicados e cuidadosos para não atrapalhar o processo de recuperação e causar desconforto ao paciente.

Cada um dos tipos de cirurgia plástica tem características próprias e um tempo diferente de recuperação. Por essa razão, não existe um momento ideal para iniciar a drenagem. O ideal é esperar a autorização do cirurgião, pois só ele saberá exatamente quando seu corpo estará preparado para iniciar o procedimento. Pacientes que apresentarem infecções ou qualquer outra complicação pós-cirúrgica não devem fazer a massagem.

São necessárias em torno de 10 sessões de drenagem para conseguir os resultados esperados e reduzir o inchaço da cirurgia. Entretanto, esse número pode variar conforme o paciente, o tipo de cirurgia e a evolução do organismo.

Como vimos, a drenagem linfática no pós-operatório é essencial para obter os resultados almejados e conquistar a aparência dos sonhos. Por isso, lembre-se sempre de procurar pela melhor equipe, o que inclui escolher por clínicas reconhecidas, cirurgiões plásticos credenciados pelo órgão regulador e esteticistas especialistas em procedimentos pós-cirúrgicos.

O que você achou deste conteúdo? Deixe um comentário aqui no post e conte-nos se você já fez drenagem linfática após uma cirurgia!

Lifting: saiba mais sobre como funciona esse procedimento estético

“Lift”, em inglês, significa levantar. Dessa palavra originou-se o termo lifting, usado para caracterizar um procedimento estético que tem como objetivo reverter os efeitos do envelhecimento. Para tanto, “levanta-se” ou “suspende-se” a área a ser tratada, a fim deixá-la no seu local de origem.

Essa técnica pode ser utilizada em várias partes do corpo, como a face e o pescoço, os braços, as coxas, as mamas e os glúteos, por exemplo. Neste post, explicaremos como é feito o lifting e como ele é aplicado nas mais variadas áreas do corpo humano. Acompanhe!

O que é lifting?

O colágeno é uma das proteínas mais abundantes do organismo humano, representando cerca de 30% do total. Após os 30 anos, a produção de colágeno começa a decair e os primeiros sinais de envelhecimento começam a ser notados. Isso acontece porque a função dessa proteína é manter as células firmes, elásticas e unidas, o que impede a deformação dos tecidos, como a pele.

Sendo assim, com a sua diminuição, começa-se a notar áreas de flacidez, rugas e linhas de expressão, assim como uma piora no aspecto da pele. Para tratar essa alteração, utiliza-se o lifting, uma técnica cirúrgica que retorna os tecidos a sua posição e forma originais. Dessa forma, o procedimento garante uma aparência rejuvenescida e saudável.

Como a técnica é aplicada?

De forma geral, o cirurgião plástico realizará uma incisão na parte do corpo a ser tratada para iniciar o procedimento. Normalmente, os cortes são feitos em lugares de dobras ou que não serão percebidos facilmente por outras pessoas, de modo que as cicatrizes fiquem discretas.

Depois disso, o médico descola a pele e os músculos, retira o excesso de tecido e, literalmente, “estica” o que for necessário. O interessante é que todos os tecidos são reposicionados (como o tecido muscular e gorduroso), a fim de oferecer ao paciente um resultado mais natural e duradouro.

Em alguns casos, outros procedimentos podem ser associados, como a lipoaspiração, para garantir um resultado satisfatório.

Em quais partes do corpo o lifting pode ser feito?

Mamas

As cirurgias plásticas nos seios têm como objetivo harmonizar o corpo feminino ou corrigir algum aspecto que não agrade a paciente. Nesse contexto, existem três opções de cirurgia: a mamoplastia de aumento, para corrigir seios pequenos; a mamoplastia redutora, para mulheres que se sentem incomodadas com o tamanho excessivo das mamas; e a mastopexia, também conhecida como lifting das mamas.

O último procedimento é indicado para mulheres que têm mamas flácidas, pendentes ou que desejam diminuir o tamanho da aréola. Essas condições podem ocorrer devido ao envelhecimento, visto que após os 50 anos ocorre uma substituição natural de tecido mamário por gordura, ou após a amamentação, uma vez que durante esse período os seios aumentam e com o fim a mama diminui.

A cirurgia pode ser feita com anestesia peridural, com sedação ou sob anestesia geral. No lifting das mamas o cirurgião plástico realiza incisões de modo que seja possível retirar o excesso de pele, tecido glandular e/ou gordura. A cicatriz normalmente fica em formato de âncora, ou seja, uma incisão se estende da parte inferior da aréola até a base do seio e a outra fica localizada no sulco mamário. Em outros casos, pode-se realizar a incisão em torno da aréola.

Após retirar o excesso de tecidos, o médico reposicionará a mama, definindo um contorno natural, harmonioso e proporcional ao corpo.

Face

lifting facial é indicado para pacientes que desejam rejuvenescer o rosto. Assim, pessoas com rugas, sulcos profundos, perda de tônus muscular e flacidez são boas candidatas. A incisão pode ser realizada em várias partes do rosto, como na frente ou atrás do pavilhão auditivo e no couro cabeludo.

O objetivo é descolar a pele do rosto e, assim, acessar a musculatura e o tecido gorduroso. O cirurgião retira o excesso de pele e reposiciona as estruturas, a fim de devolvê-las ao seu local de origem. Dessa forma, o médico pode volumar regiões que perderam o tônus, como as maças do rosto, responsáveis pela aparência jovial, e atenuar rugas e linhas de expressão.

Para tanto, existem várias técnicas, que se diferenciam na extensão do procedimento e na cicatriz deixada. O procedimento chamado de Ritidoplastia, ou lifting de face total, é indicado para pessoas com flacidez e rugas acentuadas e deixa cicatrizes na frente e atrás da orelha.

Já o minilifting é uma técnica semelhante a anterior, mas indicada para pacientes com flacidez menos acentuada. Também é possível realizar lifting temporal, para arquear as sobrancelhas, lifting frontal, para tratar as rugas da testa e o lifting feito por endoscopia, em que as incisões feitas são pequenas e tratam pacientes com queda da maça do rosto e da sobrancelha.

Pescoço

O lifting no pescoço também é chamado de cervicoplastia. Normalmente, esse procedimento é associado ao lifting de face para garantir o rejuvenescimento de toda área exposta. Dessa forma, ele é indicado para quem apresenta excesso de pele, “papada”, rugas e flacidez na região do pescoço.

Nesse caso, a incisão é feita logo abaixo do queixo. O objetivo é devolver a cervical um aspecto jovial. O procedimento pode ser feito com anestesia local e sedação ou anestesia geral.

Braços e coxas

O objetivo do lifting nos braços e coxas é retirar a gordura e o excesso de pele nos braços, o que acontece com o envelhecimento e também após emagrecimento extremo, como o que acontece após uma cirurgia bariátrica.

Braquioplastia é o nome dado para o lifting de braços. Em alguns casos, somente uma incisão nas axilas é o suficiente para retirar o excesso de gordura, mas, quando se precisa retirar grande quantidade de pele, o corte é realizado ao longo de todo o braço, na região que é flácida quando balançamos o braço (para dar tchau, por exemplo). Para potencializar o efeito, o médico pode recomendar que uma lipoaspiração seja feita concomitante ao lifting do braço.

Já a cirurgia para retirar tecido das coxas necessita de uma incisão na raiz da coxa ou na virilha. Em outros casos, pode ser necessário fazer incisão ao longo de toda a extensão do membro para retirar o excesso de pele e gordura.

E então, entendeu como o lifting pode ser usado em diferentes partes do corpo para rejuvenescimento? A fim de garantir resultados satisfatórios e seguros, é fundamental procurar um médico que seja cirurgião plástico. Afinal, esse é o profissional especializado em modificar a estrutura corporal cirurgicamente.

A dica para encontrar um profissional de qualidade e ético é pedir sugestões para amigos e familiares que já realizam cirurgias plásticas e ficaram satisfeitos com o atendimento e resultados. Lembre-se de que a consulta é necessária para tirar dúvidas e também para esclarecer os valores, visto que, de acordo com as normas do CRM, não é possível informar valores antes de uma avaliação minuciosa. Isso é importante porque cada paciente é único, assim como o procedimento que será realizado.

Apesar dos grandes benefícios desse procedimento existem pessoas que não tem coragem (ou não podem) se submeter ao lifting cirúrgico. Para esses pacientes existe a opção de realizar o rejuvenescimento sem cirurgia. Acesse este post e se informe sobre como a técnica é feita!

Fique por dentro de como é feita a cirurgia de contorno corporal

Você já se viu insatisfeito com o seu corpo, tentou melhorar a sua silhueta com dieta e exercício físico e, mesmo assim, não gostou do resultado que conquistou? A solução para você pode ser uma cirurgia de contorno corporal!

Essa intervenção cirúrgica tem como principal objetivo remodelar os contornos do tronco e quadril, deixando o paciente com a aparência mais harmônica e equilibrada.

Esse grupo de cirurgias tem sido cada vez mais buscado por pacientes brasileiros. Mas você sabe do que se trata? No artigo de hoje vamos tirar todas as suas dúvidas a respeito desse tema, explicando como funciona o procedimento, para quem ele é mais indicado, quais resultados esperar e ainda quais cuidados ter no pós-operatório. Vamos lá?

O que é a cirurgia de contorno corporal?

A cirurgia de contorno corporal também é conhecida como body lifting e tem como propósito ajudar as pessoas que ainda não estão satisfeitas com o seu corpo, mesmo depois de perder peso, seja por dieta, exercício ou cirurgia bariátrica, a encontrar a harmonia corporal que deseja.

Os procedimentos são um conjunto de cirurgias, que podem ser feitas ao mesmo tempo ou separadas, para remover a gordura localizada em diversas partes do corpo ou o excesso de flacidez causado por grandes emagrecimentos, envelhecimento da pele ou gravidez, e também para remodelar alguma área específica.

De uma forma geral, essas intervenções melhoram a forma e o tônus dos tecidos que sustentam o conjunto formado pela gordura e a pele, a partir da remoção dos excessos.

As principais áreas que podem passar pela cirurgia de contorno do corpo são o abdômen (parte frontal, lateral ou estendendo para as costas), glúteos, virilha e coxas (parte externa, interna, posterior e toda a circunferência).

A cirurgia pode ser dividida por regiões e, dependendo da área que passou pela intervenção, recebe diferentes nomes, como:

  • Upper Body Lift: procedimento feito na parte superior, incluindo abdômen, braços, costas e mamas;
  • Lower Body Lift: nome dado ao procedimento que é feito nas partes inferiores, que compreendem glúteos, coxa e virilha.

Vale ressaltar que esse conjunto de cirurgias não se limita à remoção de gordura e pele. Em alguns casos, o paciente pode optar por retirar a gordura acumulada de um lugar e enxertar em outra área (como glúteos e mamas) para aumentar o volume e melhorar o aspecto.

Quando ela é indicada?

O paciente que deseja se submeter a esse tipo de cirurgia deve estar com o peso corporal estável por pelo menos 12 meses. Em casos específicos, como em pacientes que passaram por uma cirurgia bariátrica, é preciso esperar pelo menos 18 meses, com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, até que a perda de peso tenha se estabilizado. Nesse caso, é preciso ter uma liberação do médico que realizou a cirurgia e a certeza de que o paciente fará um acompanhamento nutricional.

Mulheres que acabaram de virar mães também precisam esperar! O recomendado é que as mães esperem pelo menos 6 meses após parar de amamentar e aguardem a estabilização do peso corporal. Além disso, mulheres que desejam engravidar precisam estar cientes de que a gravidez deve ser postergada para não comprometer o resultado.

Além desses casos, pacientes que estejam muito motivados, não apresentem nenhum problema emocional e que já tentaram outros recursos, mas ainda não estão satisfeitos com o corpo, também podem passar pelo body lifting.

Como é feito o procedimento?

Antes de enfrentar uma mesa de cirurgia, o paciente precisa passar por diversas etapas. A primeira delas é encontrar uma clínica e um cirurgião de confiança para realizar o procedimento com todo suporte e cuidados necessários.

Depois da primeira consulta e da explicação realista do médico em relação aos resultados, o paciente deve passar por uma série de exames pré-operatórios que atestem que está nas condições físicas ideais para se submeter à cirurgia.

Além de não ter nenhum problema grave de saúde que impeça a intervenção, é preciso parar o consumo de álcool, cigarro e alguns medicamentos nos dias que antecedem a operação e seguir as demais recomendações médicas.

No dia da cirurgia é aplicada a anestesia e, então, o cirurgião realiza os cortes na área que será remodelada. O tamanho e o padrão dessas incisões dependerão da localização e do tamanho da área que será removida. Por exemplo, se o body lifting for completo (tratando o abdômen, cintura, coxas e quadris), deve ser feita uma incisão circular em torno do corpo.

Depois de posicionar e definir a nova forma dos tecidos, o corte é fechado com suturas e adesivos. Em casos que houver enxerto de gordura em alguma área, o profissional vai tratá-la, em seguida o tecido será inserido com o auxílio de pequenas agulhas na região desejada.

Quais os cuidados pós-operatórios?

A cirurgia de contorno corporal pode envolver mais de uma incisão e, por isso, o ideal é que o paciente apresente as condições clínicas favoráveis, pois o tempo de intervenção será maior.

Dependendo do paciente, os resultados do body lifting começam a ser visíveis praticamente após o procedimento. Entretanto, o resultado definitivo pode demorar de seis meses a um ano para aparecer por completo.

No entanto, para que esses resultados estejam de acordo com a expectativa criada ao procurar pelo procedimento e também para que não hajam complicações, é preciso que o paciente siga alguns cuidados pós-operatórios, como:

  • faça repouso o tempo que for indicado pelo médico;
  • trate as cicatrizes para que a recuperação seja boa;
  • tome os remédios prescritos de forma correta;
  • evite fazer esforço nos primeiros meses;
  • cuide bem da pele, usando protetor solar e produtos para evitar a flacidez;
  • controle o peso com dietas, exercícios e hábitos saudáveis.

O mais importante na hora de decidir fazer uma cirurgia de contorno corporal é procurar uma clínica especializada que oferece todo suporte e infraestrutura adequados ao procedimento e que contem com profissionais capacitados e credenciados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Antes de saber os valores, é fundamental agendar uma avaliação geral de suas condições de saúde.

Se você quer saber mais informações sobre cirurgias plásticas, entre em contato conosco e tire suas dúvidas!

6 dicas para diminuir o culote e acabar com essa gordurinha

Diminuir o culote não é fácil, não é mesmo? O culote é aquela porção de gordura que insiste em ficar localizada na lateral do quadril, na parte superior das coxas e abaixo dos glúteos. Ele acaba causando incômodo por aumentar o volume corporal, dificultando na hora de encontrar roupas e até mesmo na autoestima feminina. 

O surgimento dessa porção de gordura pode estar relacionada à fatores hormonais, genéticos, nutricionais ou metabólicos. Infelizmente, reduzir o culote e acabar de vez com essa gordurinha localizada não é fácil.

Se o seu culote está incomodando e você está em busca de soluções para se sentir bem com o seu corpo, esse artigo é para você!

Vamos sugerir 6 alternativas para reduzir o culote que vão desde de mudanças de hábitos até tratamentos estéticos e plásticos. Ficou interessada? Leia esse artigo até o final e saiba quais são!

1. Exercícios localizados

Que os exercícios com cargas, também chamados de musculação, são benéficos para saúde e para o corpo não há dúvidas. Graças a essa atividade, ocorre um aumento na quantidade de músculos, redução da gordura corporal e melhora no condicionamento físico geral. O mais importante é que a musculação também leva a um aumento do metabolismo, exigindo que o corpo queime mais calorias.

A boa notícia é que a musculação também pode ser uma aliada na hora de diminuir o culote. No entanto, para que você tenha o resultado que tanto quer, é preciso apostar nos exercícios localizados, ou seja, aqueles que trabalham exatamente a região do culote.

Os exercícios localizados vão estimular a produção de células musculares na região e a queima de gordura, reduzindo o volume da circunferência do quadril e garantindo mais firmeza na área.

Alguns exemplos de exercícios localizados são:

  • agachamento;
  • afundo;
  • cadeira abdutora;
  • e o glúteo em quatro apoios.

Antes de praticar qualquer atividade física, lembre-se de procurar um professor de educação física para lhe orientar e garantir que você não se machuque, ok?

2. Alimentação equilibrada

Outra medida que deve ser associado à prática de atividade física é a alimentação equilibrada. Uma dieta irregular e repleta de produtos gordurosos ou com muito carboidrato pode contribuir para o surgimento do culote.

Para diminuir a gordura localizada no quadril, é preciso apostar em uma dieta equilibrada e saudável, elaborado por nutricionista de acordo com o seu metabolismo e as exigências do seu corpo.

De uma forma geral, quem deseja diminuir o culote deve evitar alimentos ricos em açúcares e conservantes, muito gordurosos ou mesmo o consumo excessivo de carboidratos refinados, como pães de farinha branca, biscoito e bolos.

O ideal é equilibrar a quantidade de proteína magra (com pouca gordura aparente, como peito de frango, patinho, peixes e ovos),  com os carboidratos integrais e gorduras de boa qualidade (castanhas, azeite, abacate etc). Não se esqueça das frutas e verduras, já que elas garantem a quantidade de vitamina que o corpo necessita.

3. Atividades aeróbicas

Além dos exercícios localizados, uma boa forma de diminuir o culote é fazer atividades aeróbicas. Ela utiliza a gordura do corpo como fonte de energia e acelera o metabolismo, aumentando a queima calórica.

Alguns exercícios podem ser incluídos na sua rotina como corridas, bicicleta (tanto na rua quanto indoor) e também atividades de alta intensidade intervalada  (também chamadas de HIIT), que promovem uma grande queima calórica ao mesmo tempo que estimulam o ganho muscular na região.

Lembre-se de consultar um médico e fazer uma avaliação física para atestar se você está em condições de praticar exercícios aeróbicos.

4. Massagem redutora para diminuir o culote

A massagem redutora, feita a partir da drenagem linfática, é uma ótima opção para reduzir a gordura localizada no quadril.

Essa técnica ajuda o corpo a eliminar as toxinas e líquidos que ficam acumulados entre os tecidos. Para isso, a profissional realiza movimentos suaves com as mãos sobre a pele, forçando a quebra da gordura.

Por essa razão, a drenagem linfática também pode ser utilizada para reduzir o volume o culote. Para ter resultados mais satisfatórios, o ideal é fazer um tratamento contínuo e associar a outros procedimentos e à atividade física.

5. Radiofrequência

O tratamento com radiofrequência consiste na aplicação de uma técnica em que é gerado um calor intenso que, em contato com a pele, atua no adipócito (célula de gordura), queimando a gordura localizada.

A radiofrequência se tornou um dos mais populares tratamentos estéticos para diminuir o culote. Para ter melhores resultados, são necessárias entre 4 a 12 sessões, dependendo do corpo da paciente. Isso porque os resultados da queima vai aparecendo lentamente.

6. Lipoaspiração

Em alguns casos, mesmo quando a paciente pratica uma atividade física regular, cuida da alimentação e faz alguns procedimentos estéticos, a gordurinha do culote teima em não sair. Quando isso acontece e a pessoa se sente incomodada, o mais recomendado é passar por uma cirurgia de lipoaspiração.

A lipoaspiração consiste em uma cirurgia plástica em que a gordura localizada é aspirada por pequenas incisões com o auxílio de cânulas de metal.

Esse tipo de procedimento deve ser feito em pessoas que estão próximas do peso ideal, mas que estão insatisfeitas com o seu contorno corporal.

A lipoaspiração também só deve ser realizada por um cirurgião plástico credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Para se submeter ao procedimento, o paciente deve passar por uma avaliação de saúde.

Depois de optar pelo tratamento, são tomados alguns cuidados pré operatórios. Na data da cirurgia, o paciente é internado. O pós-operatório exige repouso, um acompanhamento médico de perto, o uso de medicamentos recomendados pelo cirurgião e algumas sessões de drenagem linfática. Logo, a paciente vai observar o resultado final e ficar satisfeita.

A Clínica Integrada de Cirurgia Plástica de São Paulo oferece toda estrutura necessária para a realização da cirurgia de lipoaspiração, além de contar com uma equipe completa altamente qualificada para dar o suporte e os cuidados que você precisa.

E aí, o que você achou dessas dicas para diminuir o culote? Lembre-se que antes de tomar qualquer decisão é importante procurar por profissionais credenciados e fazer uma avaliação completa de saúde que indicará qual o melhor caminho para conquistar o corpo dos sonhos.

Se você ainda tem dúvidas ou quer saber mais sobre a lipoaspiração, entre em contato conosco!

Cirurgia das pálpebras: quais as principais indicações da blefaroplastia?

 

A nossa pele produz, de forma natural, substâncias que garantem a elasticidade e a firmeza, como o colágeno e a elastina. No entanto, com o avanço da idade, essas substâncias tendem a diminuir, o que causa as temidas rugas e flacidez em alguns pontos do rosto.

Uma das regiões que mais sofrem com isso são os olhos que, com o envelhecimento da pele, ficam com o aspecto caído. Para corrigir esse problema, muitas pessoas recorrem a procedimentos estéticos e cirurgias plásticas. Neste caso, o mais indicado é realizar uma cirurgia das pálpebras, também chamada de blefaroplastia.

Quer saber mais sobre esse procedimento e se ele é o mais indicado para você? Então, continue a leitura deste artigo e descubra o que é e como é feita a cirurgia das pálpebras. Vamos lá?

O que é blefaroplastia?

A blefaroplastia, ou cirurgia das pálpebras, é uma intervenção cirúrgica que é feita a partir da remoção de áreas na região dos olhos, cuja pele se encontra flácida ou enrugada, deixando a aparência mais agradável esteticamente e bonita.

A blefaroplastia remove tanto a pele em excesso, na parte superior dos olhos, que pode, inclusive, prejudicar a visão, como também as bolsas de gordura que se acumulam na parte inferior da pálpebra, que contribuem para um aspecto de cansaço e envelhecido, bem como a piora das olheiras.

Por ser de baixa complexidade e garantir uma aparência mais jovem e harmoniosa, essa cirurgia é bastante procurada por pessoas a partir dos 30 anos de idade para renovar o visual, transformando o seu olhar.

Para tanto, a cirurgia das pálpebras exige uma anestesia local, aquela cuja duração é menor e abrange apenas uma região delimitada. Esse procedimento é relativamente simples e não demanda longas internações, uma vez que pode ser feito de manhã, e a liberação ocorrer na parte da tarde, após terminar o efeito do sedativo.

Com a duração de, em média, 40 a 90 minutos, o procedimento nas pálpebras inicia-se com a demarcação da área que passará pela intervenção e, em seguida, a remoção da pele em excesso. Depois disso, o profissional realiza uma cauterização local e realiza os pontos no exterior.

Quando há perda muscular, o médico cirurgião precisa fazer uma correção na musculatura orbicular, localizada na região dos olhos. Caso queira um resultado e um rejuvenescimento mais completos da face, é possível combinar a blefaroplastia com outras cirurgias, como a rinoplastia (correção no nariz) e o lifting facial, para eliminar rugas e linhas de expressão.

Quando é indicada a cirurgia das pálpebras?

A principal finalidade da cirurgia das pálpebras é a remoção de pele em excesso e das bolsas de gordura localizadas ao redor dos olhos, que ficam mais aparentes conforme a idade avança e a pessoa passa por mudanças significativas de peso.

A maior parte das pessoas que busca esse procedimento quer mudar a sua aparência e ter olhos com aspecto mais jovial. Entretanto, a blefaroplastia também é indicada quando o excesso de pele chega a prejudicar o campo de visão, formando uma espécie de cortina nos olhos (apesar disso, o problema nunca chegou a causar cegueira em alguém).

Por tais razões, os principais motivos que levam à procura por esse tipo de cirurgia são:

  • insatisfação com a aparência da região dos olhos;
  • excesso de pele nas pálpebras superiores;
  • aspecto caído na parte superior do olhar;
  • pálpebras elevadas em relação ao olhar;
  • bolsas de gordura localizadas na parte de baixo do olho;
  • pálpebras inferiores que também apresentam aspecto caído;
  • elevação das pálpebras em relação ao restante do rosto.

No entanto, é interessante ressaltar que a cirurgia das pálpebras não corrige a posição das sobrancelhas. Quem deseja levantar a área, ou deixá-la arqueada, deve optar por fazer um lifting facial.

Como é feita a cirurgia?

Como vimos, a cirurgia das pálpebras é um procedimento simples e de baixo risco. Por isso, tem curta duração e não há necessidade de longas internações. No entanto, é preciso destacar que o paciente pode optar, depois da avaliação de um cirurgião plástico, por fazer a blefaroplastia superior, inferior ou combinar as duas para ter o melhor resultado.

Conheça algumas das diferenças de cada uma delas a seguir!

Blefaroplastia superior

A blefaroplastia superior é feita no sulco óculo palpebral e tem como objetivo remover a pele e a gordura excedentes e, em alguns casos, um pouco do tecido muscular. Estes tecidos deixam o olhar com aspecto de inchaço e o rosto com a aparência cansada.

Para isso, é feita uma pequena incisão no septo orbital, e, em seguida, o cirurgião atinge o depósito de gordura, localizado em camadas mais profundas. Depois da remoção, o corte é fechado, e o paciente deve aguardar a recuperação.

Como resultado, o paciente terá um olhar livre da pele frouxa e das dobras que cobrem o contorno natural das pálpebras.

Blefaroplastia inferior

A blefaroplastia inferior tem como finalidade tratar de problemas como lagoftalmo, entrópio e ectrópio senil e excesso de bolsa de gordura, mesmo em pacientes mais jovens.

O procedimento para correção desse problema é semelhante à blefaroplastia superior. Nesse caso, a cirurgia ocorre a partir de uma sutura nas pálpebras inferiores para garantir que o olho permaneça fechado. Com isso, as linhas de incisão são desenhadas de forma que se garanta que a cicatriz fique escondida no contorno natural o rosto.

Para acessar a camada de gordura excedente, o médico faz uma pequena incisão na camada muscular por onde é possível remover a pele e o músculo de septo orbital excedente. Pode-se optar por uma incisão transconjuntival, feita por dentro do olho, sem retirar a pele — técnica essa que permite a redistribuição da gordura sem deixar cicatrizes no local.

Para ter melhores resultados e recuperar a harmonia no olhar, a cirurgia das pálpebras deve ser feita com especialistas reconhecidos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Além disso, é muito importante conversar com seu médico sobre suas expectativas em relação ao resultado final, uma vez que pode variar de pessoa para pessoa.

Ficou interessado neste assunto e quer saber ainda mais sobre deixar seu rosto mais bonito e harmonioso? Então, leia agora mesmo nosso artigo sobre a rinoplastia e tudo que você precisa saber sobre essa cirurgia!

Otoplastia: conheça a cirurgia que corrige a orelha em abano

O pavilhão auricular é a parte visível da orelha. Esse apêndice, situado na parte lateral da cabeça, é constituído por uma cartilagem flexível recoberta por pele, com exceção do lóbulo. A sua principal função é captar o som, canalizando-o e transmitindo-o para a orelha média.

No entanto, a orelha também desempenha um papel importante na autoestima. Em algumas pessoas o pavilhão auricular é proeminente, quadro conhecido popularmente como orelha em abano. A diferença estética não compromete a audição, mas pode causar constrangimento, vergonha e ser motivo de bullying, principalmente entre as crianças.

Pessoas que se sentem incomodadas com a orelha em abano podem optar por uma cirurgia chamada Otoplastia. Nesse procedimento os pavilhões auriculares são reposicionados, o que garante uma melhor estética. Entenda no post como é feita a Otoplastia, para quem ela é indicada e outras informações importantes sobre a cirurgia de correção de orelhas proeminentes. Boa leitura!

Por que as orelhas ficam “em abano”?

Sabe-se que cerca de 5% da população brasileira sofre com o problema nas orelhas que as deixam proeminentes. Apesar disso, a orelha em abano não é considerada uma má formação do corpo, mas sim uma alteração anatômica.

Acredita-se que essa alteração seja genética, ou seja, é comum que membros de uma mesma família tenham orelhas proeminentes. Porém, não se sabe exatamente o que leva a pessoa a desenvolver a mudança do posicionamento do pavilhão.

O que é e como é feita a Otoplastia?

A Otoplastia é uma cirurgia plástica que reposiciona os pavilhões auriculares, a fim de torná-los menos visíveis. Assim, o rosto fica mais proporcional e, consequentemente, mais belo. Essa cirurgia plástica também pode ser usada para corrigir alterações de forma na orelha, assim como para tratar defeitos congênitos (de nascença) do canal auditivo, e outras estruturas do aparelho para melhorar a audição.

O primeiro passo da cirurgia é anestesiar o paciente. Para adultos utiliza-se a anestesia local com sedação ou a geral, enquanto para crianças e adolescentes é recomendado anestesia geral associada à anestesia local. O tempo de duração normalmente varia entre 1 e 2 horas.

O procedimento cirúrgico se inicia com uma pequena incisão atrás do pavilhão, seguindo a dobra natural da pele da região. O objetivo é retirar o excesso de pele para que a orelha seja reposicionada. Em alguns casos o cirurgião também opta por retirar um pedaço da cartilagem, com o objetivo de diminuir o tamanho do pavilhão. Em seguida é feita a sutura, com pontos de fixação geralmente internos e absorvíveis.

A grande vantagem desse procedimento é que as cicatrizes não ficam visíveis, visto que são feitas na parte de trás da orelha. Nos casos em que o cirurgião precisa retirar parte da cartilagem, as incisões são feitas nas dobras do pavilhão e, assim, se tornam minimamente visíveis.

Para quem a cirurgia de orelhas é indicada?

Até os 6 meses de idade a cartilagem da orelha ainda está em formação. Dessa forma, usar corretores que mantenham o posicionamento normal do pavilhão podem ajudar na resolução do problema. Entretanto, é preciso que eles sejam usados por um longo tempo e desde as primeiras semanas de vida. Além disso, essa não é uma garantia de normalização. Geralmente o aspecto melhora, mas as orelhas continuam proeminentes.

Por isso, a única forma de corrigir as orelhas em abano é a Otoplastia. Essa cirurgia é indicada para todas as pessoas que se sentem incomodadas com o tamanho grande ou a proeminência do pavilhão auricular. Infelizmente, esse problema não passa despercebido pelas crianças, que podem ser cruéis ao apelidar o colega com orelhas diferentes. Por causa disso, é muito comum que as pessoas manifestem, ainda na infância, a vontade de resolver o problema.

A cirurgia só pode ser feita a partir dos 5 anos de idade, visto que é nesse período que a orelha termina a sua formação e, assim, não há chance da cartilagem voltar a crescer.

Porém, cada caso é particular e deve ser avaliado pelo cirurgião. Conforme a extensão do problema pode-se realizar a cirurgia mais precocemente ou tardiamente, o que só poderá ser decidido por um médico especialista. Isso também depende do desenvolvimento da criança, já que algumas se desenvolvem mais rapidamente.

Como é o pós-operatório?

Antes da saída do bloco cirúrgico são feitos curativos com pomada cicatrizante e gazes no local, que são retirados antes do paciente ter alta. Depois, o paciente fica internado por 1 dia. Esse período é necessário para acompanhá-lo e verificar seu estado de saúde.

Para que a pessoa operada deixe o local de internação é feito um curativo compressivo, específico para a cirurgia de correção de orelhas de abano. Esse curativo é chamado de capacete e deve ser usado por cerca de 5 dias. No entanto, esse período depende da recuperação do paciente e também da indicação do cirurgião. Sendo assim, é fundamental seguir as orientações e tirar as dúvidas sobre a retirada com o médico responsável.

Após o tempo recomendado pode-se retirar o capacete, mas é preciso manter a região da cicatriz limpa e seca. Em alguns casos o cirurgião recomenda pomadas cicatrizantes ou específicas para melhorar o aspecto da cicatriz.

É comum que as orelhas se mantenham inchadas, dolorosas, vermelhas ou arroxeadas por um tempo. Para melhorar o quadro o cirurgião prescreve medicações, como analgésicos ou anti-inflamatórios. Em caso de dor muito forte é importante procurar atendimento, pois a dor comum da cirurgia se parece apenas com um incômodo.

Em crianças o retorno das atividades é recomendado após 1 semana, devido ao risco de trauma nos pavilhões recém-operados. Já nos adultos isso acontece mais rapidamente, podendo ocorrer em cerca de três dias. O uso de óculos de grau é liberado até por cima da faixa compressiva, mas é fundamental que não haja compressão forte na cabeça.

É importante salientar que a cirurgia para correção de orelha em abano não oferece riscos cirúrgicos graves. Por isso, não adie a sua realização por medo do procedimento. Os benefícios alcançados para a estética do rosto são relevantes e podem mudar a autoestima de uma pessoa.

E então, entendeu tudo sobre a Otoplastia, a cirurgia para tratar orelha em abano? Se você gostou do conteúdo siga nossas redes sociais e leia mais artigos sobre cirurgia e saúde! Estamos no Facebook e Instagram!

Conheça os procedimentos de rejuvenescimento facial sem cirurgia

O rosto é um dos nossos principais cartões de visitas, e estar satisfeito com sua aparência é um fator importante para uma autoestima e autoconfiança elevada. O problema é que, com o passar dos anos, naturalmente, a pele diminui a produção de colágeno e elastina, responsáveis pela sua elasticidade e viscosidade, causando o surgimento de alguns sinais da idade.

Felizmente, já existem diversas soluções para manter a pele longe das rugas e linhas de expressão, como as cirurgias plásticas corretivas e, até mesmo, os procedimentos de rejuvenescimento facial sem cirurgia.

Portanto, se você quer saber como recuperar a beleza da pele facial sem a necessidade de cirurgia, leia este artigo até o final e confira 3 dos procedimentos mais comuns e eficazes que preparamos. Boa leitura!

Peeling químico

O peeling químico é um tipo de tratamento estético que tem como mecanismo de ação a aplicação de ácidos na superfície da pele, fazendo com que ela descame e, com isso, haja uma renovação.

Além desse processo — caracterizado por uma espécie de “troca de pele” —, dependendo do tipo, o peeling também pode estimular a produção de colágeno, o que é ótimo para manter a pele saudável e com elasticidade.

Esse procedimento costuma ser feito, principalmente, na região do rosto, pescoço e mãos para amenizar manchas, acnes, cicatrizes, flacidez, envelhecimento facial e combater o dano causado pela exposição excessiva ao sol.

O peeling químico pode ser feito de diferentes maneiras, dependendo da complexidade e o tipo de resultado esperado, confira abaixo são eles.

Peeling superficial

Esse é o tipo de peeling mais simples do mercado. Nesse procedimento, ocorre a remoção da camada mais externa da pele — ou seja, é possível amenizar manchas e rugas mais finas.

Peeling médio

Os ácidos alcançam a camada média da pele e, por isso, é possível clarear manchas, tratar rugas um pouco mais profundas e marcas de acnes superficiais.

Profundo

Neste tipo há uma remoção da pele até camadas mais profundas, atingindo ao nível interno, resultando na formação de crostas que exigem um cuidado maior do paciente. A boa notícia é que com o peeling profundo, é possível tratar rugas e cicatrizes mais profundas e peles com muito dano causado pelo sol.

É importante destacar que os tipos de peeling podem ser feitos de forma combinada, dependendo da necessidade da pele e do desejo do paciente. Além disso, o resultado será consequência do nível de recuperação da pele e do cumprimento dos cuidados indicados pelo profissional.

Você pode estar se perguntando: por que, então, optar por este tratamento é uma boa opção para a sua pele, não é mesmo? Além do tratamento de rugas, manchas de acne e cicatrizes, o peeling químico pode ajudar a reduzir a oleosidade, prevenir espinhas, minimizar a aparência de estrias e melhorar a textura da pele em geral — são bons motivos, não é mesmo?

Preenchimento com ácido hialurônico

O ácido hialurônico é uma substância naturalmente encontrada na camada cutânea. O problema é que, com o tempo, o corpo tende a perdê-la, resultando no surgimento de linhas de expressão, flacidez e rugas. Por essa razão, o preenchimento com a substância é importante e apresenta diversos benefícios para a pele.

O procedimento consiste em utilizar uma técnica que repõe o volume em uma região facial e reduz as rugas. Por meio da aplicação do ácido hialurônico é possível restabelecer os contornos faciais perdidos com a idade e atenuar rugas finas, como o bigode chinês e as temidas olheiras.

Para tanto, o médico deve aplicar um anestésico tópico e, em seguida, é utilizar uma agulha bem fina, uma vez que as aplicações são mais superficiais, e por isso, praticamente não causa dor.

Uma grande vantagem desse procedimento de rejuvenescimento facial sem cirurgia é que o ácido pode ser usado como um reforço na hidratação da pele, deixando-a com a aparência mais viçosa e jovial.

Vale destacar que existem algumas substâncias no mercado, como o PMMA, que têm o mesmo objetivo do ácido hialurônico, mas que pode causar danos ao paciente como reações e alergias. Já o ácido, por ser uma substância natural e biocompatível, apresenta poucas chances de causar alguma reação adversa. Por isso, é fundamental consultar um profissional especialista para prescrever o melhor tratamento de acordo com o seu caso.

Toxina botulínica

A toxina botulínica é produzida pela bactéria Clostridium botulinum — a mesma que causa botulismo —, e é usada para provocar a paralisação dos músculos faciais que causam as linhas de expressão. Essa substância ficou popularmente conhecida como Botox, devido ao nome de uma das empresas que a comercializa.

O tratamento com essa toxina pode ser indicado tanto para fins estéticos quanto no tratamento de doenças dermatológicas e neurológicas. Entretanto, sua finalidade mais comum servindo como antirrugas.

A intervenção com a toxina botulínica é feita a partir da aplicação de pequenas doses com injeções superficiais — com agulhas pequenas para evitar o desconforto do paciente — em alguns pontos delimitados na pele. Em geral, não há necessidade de anestesia, pois, se trata de uma intervenção bem simples e segura.

As áreas que mais são procuradas para receber a aplicação da substância com finalidade estética são o terço superior do rosto — pés de galinha, rugas na testa causadas pela tensão ou pela idade etc. —, extremidade da sobrancelha, queixo, pescoço e colo.

É interessante lembrar, ainda, que o botox pode agir de forma preventiva ou reparatória. Ou seja, tanto retira a tensão do músculo, reduzindo as rugas que já surgiram, quanto pode ser aplicada antes do surgimento e evitar desconfortos futuros. 

Os procedimentos de rejuvenescimento facial sem cirurgia têm mecanismos de ação e resultados diferentes, e por isso, pode ser aconselhado fazer a combinação de mais de uma intervenção. Isso certamente, o ajudará a conquistar uma pele mais radiante, elástica e longe das imperfeições. Contudo, não se que esqueça de que, para isso, é preciso buscar por profissionais sérios em clínicas que oferecem toda estrutura e segurança necessária.

Ficou interessado em dar uma renovada no visual e ter a pele dos sonhos? Então, não perca tempo e entre em contato conosco agora mesmo e marque uma avaliação!

Lifting facial ou rejuvenescimento da face: o que é e como funciona?

Em algum momento da vida, você olhará no espelho e se deparará com um rosto diferente daquele da juventude. Isso ocorre porque, com o envelhecimento, há uma perda natural de colágeno e elastina, que são responsáveis por manter a pele firme e elástica. Com isso, as temidas rugas surgem, causando incômodo estético.

A boa notícia para quem quer ter uma aparência mais jovem e livre das rugas e linhas de expressão é que existem uma série de tratamentos estéticos e cirurgias plásticas para corrigir os mais variados problemas. Um deles é o lifting facial ou rejuvenescimento da face, que tem como principal objetivo o de resgatar e aprimorar os contornos faciais.

Quer saber mais sobre esse tratamento? Então, leia este artigo até o final e descubra!  

O que é lifting facial ou rejuvenescimento da face?

A palavra lifting tem origem americana (lift significa levantar) e é usada para caracterizar cirurgias em que os tecidos são realocados em seu local de origem. No caso do lifting facial, ou rejuvenescimento de face, o procedimento é feito no rosto.

No Brasil, essa cirurgia é bastante popular, e as principais áreas que passam pela intervenção são a região T (área frontal que engloba o nariz e a testa), pálpebras, pescoço e mandíbula.

De uma forma geral, podemos dizer que o lifting facial é uma cirurgia plástica com o objetivo de rejuvenescer, ou seja, eliminar flacidez, rugas, excesso de pele na região do rosto e, ainda, recuperar os contornos faciais perdidos com o tempo.

O envelhecimento ocorre porque, com o passar dos anos, há uma perda de gordura que gera flacidez nos tecidos. Por essa razão, na cirurgia de rejuvenescimento da face, há uma elevação e um reposicionamento dos tecidos epitelial e muscular na região, dando um aspecto mais jovial e bonito.

Também conhecida como ritidoplastia, o lifting facial é bastante comum entre as mulheres a partir dos 45 anos. Entretanto, para que o resultado do procedimento seja aquele esperado pelo paciente, é preciso que seja feito por um cirurgião plástico em uma clínica, uma vez, que a intervenção necessita de anestesia geral e internamento por cerca de três dias.

Quem está em busca de resultados ainda melhores, pode optar por combinar outros procedimentos, como a blefaroplastia (correção de pálpebras) e a rinoplastia (correção do nariz) para criar um rosto mais harmonioso e esteticamente agradável.

Para quem é indicado?

O envelhecimento da pele é causado pela ação do tempo, que leva à perda de substâncias importantes que garantem a elasticidade da pele, e, também, por fatores externos, como exposição solar em excesso, radicais livres, herança genética ou maus hábitos, como bebida e cigarros em excesso.

Por isso, os procedimentos de rejuvenescimento da face são indicados para todas aquelas pessoas que, insatisfeitas com a sua aparência em decorrência do envelhecimento ou da flacidez em excesso, buscam recuperar os traços faciais, devolvendo os contornos e deixando a pele mais jovem.

O lifting facial normalmente é procurado por pessoas que apresentam rugas mais profundas, flacidez (em decorrência da idade ou de grandes perdas de peso), vincos nasogenianos (também conhecidos como bigode chinês), perda do tônus muscular e quando há perda de contorno na região da mandíbula.

Esse procedimento geralmente é aconselhado para pessoas a partir dos 40 anos de idade e que estejam em boas condições de saúde. Para isso, o médico responsável deve fazer uma avaliação geral e, também, analisar condições específicas de saúde que possam comprometer o sucesso da cirurgia. Caso haja alguma enfermidade ou o paciente se encontre em uma idade muito avançada (ou o contrário — pessoas muito jovens), a cirurgia não é indicada.

Quais são os tipos de lifting facial?

De acordo com a complexidade da região que passa pelo procedimento, o lifting recebe nomes diferentes. Os principais tipos de lifting são:

  • minilifting — associado a cicatrizes menores, esse procedimento tem um menor descolamento dos tecidos;
  • lifting temporal — melhora o posicionamento do supercílio, deixando o olhar descansado e jovial;
  • lifting frontal — procedimento que visa a corrigir as rugas localizadas na região da testa e a musculatura envolvida;
  • lifting cervicofacial — combina o tratamento do rosto e do pescoço com o objetivo de devolver a posição original para os tecidos, tratando, também, a musculatura;
  • lifting endoscópico — é uma cirurgia realizada com a ajuda de um sistema óptico que possibilita incisões menores, o que permite a correção de estruturas mais nobres. 

Como é a recuperação?

Antes de realizar uma cirurgia de rejuvenescimento facial, é preciso fazer uma avaliação de saúde completa, com exames de sangue e eletrocardiograma, além de suspender o uso de medicamentos e cigarros de acordo com a orientação médica.

A recuperação da cirurgia facial costuma ser lenta e causa algum desconforto na primeira semana após o procedimento. Para que esse processo seja menos desconfortável e os resultados sejam positivos, é preciso que o paciente siga algumas recomendações como:  

  • tomar remédios para controlar a dor;
  • dormir sempre de barriga para cima e elevar o travesseiro, pelo menos na primeira semana;
  • manter cabeça e pescoço enfaixados;
  • realizar a drenagem linfática a partir do terceiro dia de cirurgia;
  • evitar usar cosméticos nos 7 primeiros dias após o procedimento;
  • não mexer nas cicatrizes.

Passado o efeito pós-cirúrgico, a partir de 2 ou 3  semanas, a expectativa é uma aparência mais jovem, com menos flacidez e menos ocorrência de rugas. Felizmente, as técnicas utilizadas atualmente permitem que o rosto fique com uma aparência natural, deixando o visual leve e harmonioso.

As cirurgias de lifting facial são realizadas com um corte pequeno na linha da orelha, de onde se trabalha toda a musculatura facial. Por essa razão, não é preciso ter medo das cicatrizes, uma vez que elas ficaram restritas a essa região e quase imperceptíveis. Algumas técnicas também utilizam o corte na borda do couro cabeludo, o que também permite um resultado discreto e natural.  

O lifting facial ou rejuvenescimento da face é uma ótima opção para quem busca elevar a autoestima e ver-se livre de rugas ou excesso de pele. Mas, para isso, não se esqueça de procurar médicos especialistas credenciados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e, também,  clínicas que ofereçam toda a infraestrutura necessária para o procedimento.

Ficou interessado em fazer o rejuvenescimento facial? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!